Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias e técnicas psicoterápicas em psicologia
Foram encontradas 6.601 questões
Leia o caso a seguir.
Em um grupo de famílias no CRAS observa-se que, diante da proposta de trabalhar as vulnerabilidades do território, os participantes passam sistematicamente a desviar o assunto para temas banais, apresentam atrasos recorrentes ou adotam uma postura de espera passiva por soluções mágicas vindas do psicólogo.
Sob a ótica da teoria dos Grupos Operativos, esse momento em que o grupo se organiza implicitamente para não entrar na tarefa principal é tecnicamente denominado como
Com base nesses fundamentos, é correto afirmar que a psicoterapia existencial
Esse desacordo ocorre, segundo Carl Rogers,
O surgimento da psicanálise está diretamente ligado ao desenvolvimento das ciências médicas em geral. Em decorrência da relação de Freud com a medicina e outros médicos que, de certa forma, o auxiliaram durante o processo, pode-se afirmar que a psicanálise está associada, inicialmente, a aspectos neurológicos e psiquiátricos, porém ao longo do seu desenvolvimento passa a transitar por diversas áreas.
LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; ANDRADE, Sara Bezerra Costa. Psicanálise: uma revisão didática sobre as principais contribuições de Freud. Estudos de psicanálise. Belo Horizonte, n. 55, p. 255-259, jun. 2021.
A proposta da primeira tópica funcionou entre os anos 1900 e 1920, período em que Freud
I.A posição esquizo-paranoide é caracterizada pela cisão do ego e do objeto em 'bom' e 'mau', predominando a ansiedade persecutória.
II.Na posição depressiva, o bebê começa a perceber a mãe como um objeto total, surgindo a ansiedade depressiva e o sentimento de culpa, que impulsionam a reparação.
III.As posições kleinianas são fases cronológicas rígidas que, uma vez superadas, não retornam no funcionamento mental do adulto.
Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S):
Leia o relato do caso a seguir.
Uma pessoa perde seu cãozinho de estimação, porém este cãozinho era muito peralta e desobediente, e ela sempre reclamava por ele ser assim. Ela o amava muito. Inconsolada, ela fala que não quer mais nenhum cãozinho para que não se apegue e sofra novamente. Entretanto, após alguns dias, ela ganha outro cachorro de alguém que tenta confortá-la pela perda do outro. Ela fica contente com a possibilidade de ter um novo amiguinho e coloca-lhe, logo, um novo nome. Mas erra, chamando-o pelo nome do que já morreu. O novo cãozinho é mais obediente e até adestrado, mas ela reclama dele. Ou seja, ela não queria um novo cãozinho porque ainda não havia superado a perda do outro. Assim, ela chama sempre o novo cãozinho pelo nome do antigo, porque, na verdade, ela queria que aquele cãozinho fosse o que morreu e, por isso, também o trata implicando com ele, como se ele fosse o outro, mesmo sendo mais comportado.
Segundo Freud, esse tipo de manifestação do inconsciente é denominado