Questões de Concurso Comentadas sobre saúde mental em psicologia

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Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-AM Prova: FCM - 2022 - IF-AM - Psicólogo |
Q4079310 Psicologia
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir quanto ao atendimento dos profissionais de saúde em relação às tentativas de suicídio.

Alguns estudos apresentam atitudes negativas por parte dos profissionais de __________ no atendimento às tentativas de suicídio. Relatos como perda de tempo, raiva, irritação, descaso, negação ou avaliação de que a demanda não é __________ para os serviços de emergência hospitalares são comuns. Tais fatores impactam de maneira negativa no (a) __________ ofertado aos pacientes. Assim, entendese que o (a) __________ estabelecido entre o profissional de saúde e o paciente é importante para a efetividade dos encaminhamentos realizados, assim como para a __________ de novas tentativas de suicídio (FREITAS e BORGES, 2017, p. 51).



A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-AM Prova: FCM - 2022 - IF-AM - Psicólogo |
Q4079309 Psicologia
Avalie as afirmações sobre a crescente demanda por atendimento às pessoas que passam por tentativa de suicídio, apesar de apenas uma em cada três pessoas procurarem o serviço médico hospitalar (FREITAS, BORGES; 2017). A procura por este recurso é implicada pela(o)
I - gravidade da lesão autoprovocada e risco de morte. II - dificuldade do acesso ao serviço de educação e saúde. III - confiança do usuário no sistema. IV - estigma das pessoas em relação ao seu comportamento. V - medo de ser criminalizado.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q4068875 Psicologia
A dependência digital já passou a ser patologia psiquiátrica em alguns países. Existem profissionais e estudiosos que já associam a dependência digital à alcoólica. No Brasil, a dependência ainda não é considerada doença e,sim, um transtorno que deve ser tratado por um psicólogo o quanto antes para obter melhores resultados.
(Mundo Educação.)
São considerados sintomas de uma pessoa com dependência digital, EXCETO:
Alternativas
Q4065795 Psicologia
Em relação aos aspectos psicodinâmicos decorrentes das estruturas familiares, é INCORRETO afirmar que a família

I. proporcione afeto ao recém-nascido, aspecto fundamental para garantir a sobrevivência emocional do indivíduo.

II. sirva de suporte e continência para as ansiedades existenciais dos seres humanos durante o seu desenvolvimento.

III. auxilie na superação das “crises vitais” pelas quais todos os seres humanos passam no decorrer do seu ciclo vital.

IV. crie um ambiente adequado que facilite e sustente o processo de desenvolvimento cognitivo dos seres humanos.

Sobre estes itens, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q4065794 Psicologia
No Núcleo de Apoio à Saúde Mental, uma das formas de inserção da Psicologia atende a seguinte definição: “É uma ferramenta de prevenção e promoção da saúde mental, visto que evita a cronicidade ou o aparecimento de transtornos mentais, buscando reduzir sua incidência e sua prevalência” (Bosi, 2013).

Assinale a alterativa que identifica, CORRETAMENTE, essa ferramenta. 
Alternativas
Q4047531 Psicologia
O processo de desmanicomialização no Brasil segue seu curso, apesar de haver ainda muito a ser feito. Muitas estratégias e dispositivos vêm contribuindo ao longo dos anos para a configuração do novo quadro. Tanto as leis estaduais de reforma psiquiátrica quanto a Lei 10.216/01 foram fundamentais. Dentre os diversos aspectos que contribuem para solidificar este processo, podemos destacar, EXCETO:
Alternativas
Q4047527 Psicologia
O CAPS é um lugar de referência e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e demais quadros, cuja severidade e/ou persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado intensivo, comunitário, personalizado e promotor de vida. Os CAPS oferecem diversos tipos de atividades terapêuticas, EXCETO uma das alternativas a seguir: 
Alternativas
Q3678740 Psicologia
Na metade da década de 1940 foi desenvolvida por Maxwell Jones na Unidade de Neurose Industrial, no Hospital Belmont (depois chamada de Unidade de Recuperação Social). Posteriormente em 1959, como unidade independente, veio a ser o Hospital Henderson. Apesar da tentativa de mudança da instituição que asilava, essas comunidades não questionavam o modelo asilar; ao contrário, criavam uma “bolha” ao redor daqueles que estavam internados, não os preparando para uma reinserção na sociedade. Trata-se de
Alternativas
Q2498400 Psicologia
Qual equipamento da Rede de Atenção Psicossocial se apresenta como um lugar que oferece, temporariamente, acolhida voluntária e cuidados contínuos para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, em situação de vulnerabilidade social e familiar, e que demandam acompanhamento terapêutico e protetivo? 
Alternativas
Q2404082 Psicologia

A Lei no 10.206/2001 redirecionou o modelo de assistência psiquiátrica no Brasil e estabeleceu direitos dos portadores de transtornos mentais. A Nota Técnica no 11/2019, ao abordar mudanças na Política Nacional de Saúde Mental nas Diretrizes da Política Nacional sobre Drogas e também redirecionamentos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), assinala que é direito do paciente “ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades”, mostrando a necessidade de se ofertar tratamento aos pacientes, de acordo com suas necessidades e com a complexidade de seu quadro clínico, sem desprezar nenhuma forma de tratamento. A esse respeito, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404065 Psicologia

No que se refere ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404064 Psicologia

Acerca do papel do psicólogo na Atenção em Saúde Mental no contexto hospitalar, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404061 Psicologia

Texto para responder às questões de 30 a 34.


Caso Ana. A adolescente Ana, de 15 anos de idade, chega à unidade básica de saúde sozinha, andando, visivelmente angustiada. Diz estar com muita dor na barriga. A profissional que a recebe avalia que ela pode ficar na fila. Depois de 35 minutos esperando, Ana volta à recepção e diz que a dor está aumentando, mas é reconduzida a esperar a sua vez na fila. Passados outros 15 minutos, Ana cai no chão e é levada para o atendimento, em coma, por ter ingerido veneno para interromper uma gravidez indesejada. Passada a fase aguda de cuidados (Ana passou o final da manhã no pronto atendimento da cidade, retornando no meio da tarde acompanhada do pai da criança para realizar a consulta de pré-natal que fora agendada de urgência após o ocorrido), e estando a jovem fora de risco de morte, a equipe de Saúde Mental Infantil e Juvenil foi chamada para discutir o caso com a equipe de Saúde da Família (a cidade não tem porte populacional que justifique a montagem de um CAPSi, porém uma parte da equipe do único CAPS da cidade atende crianças e adolescentes). Durante a reunião, uma agente comunitária de Saúde (ACS) diz conhecer a adolescente e relata que Ana vinha ameaçando fazer isso desde que o pastor da igreja mandou indiretas em um dia em que o culto estava bastante cheio, e havia sugerido que ela procurasse outra igreja. O vínculo de Ana com a ACS havia se dado por meio da música. Aprenderam juntas a tocar violão em uma organização não governamental (ONG) do bairro em que há um educador físico que sempre as ajudava nas horas difíceis. A sede dessa ONG já havia sido assaltada três vezes pelo irmão de Ana, na época usuário pesado de crack, o que precipitou a saída dela das aulas de violão, por vergonha. Ana e o irmão foram criados pela avó paterna, hoje com 72 anos, diabética, frequentadora regular das atividades da unidade básica de saúde (UBS). O pai, caminhoneiro, passa um dia por semana em casa. Ele sustenta Ana e o irmão, mas tem outra família em uma cidade distante. A mãe abandonou os dois filhos ainda muito pequenos, por motivo desconhecido. O pai do bebê de Ana tem 18 anos, é aluno do curso técnico de informática, trabalha à noite em uma lanchonete perto da unidade de saúde, e vem de uma família com um pouco mais de recursos, que tem dado apoio ao casal. A equipe de Saúde Mental e a de Atenção Básica discutiram o caso a partir dos elementos da história de que dispunham.


BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 176 p.: il. Cadernos de Atenção Básica, n. 34, p. 112-113.

Em relação à Atenção em Saúde Mental nas unidades básicas de saúde, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404060 Psicologia

Texto para responder às questões de 30 a 34.


Caso Ana. A adolescente Ana, de 15 anos de idade, chega à unidade básica de saúde sozinha, andando, visivelmente angustiada. Diz estar com muita dor na barriga. A profissional que a recebe avalia que ela pode ficar na fila. Depois de 35 minutos esperando, Ana volta à recepção e diz que a dor está aumentando, mas é reconduzida a esperar a sua vez na fila. Passados outros 15 minutos, Ana cai no chão e é levada para o atendimento, em coma, por ter ingerido veneno para interromper uma gravidez indesejada. Passada a fase aguda de cuidados (Ana passou o final da manhã no pronto atendimento da cidade, retornando no meio da tarde acompanhada do pai da criança para realizar a consulta de pré-natal que fora agendada de urgência após o ocorrido), e estando a jovem fora de risco de morte, a equipe de Saúde Mental Infantil e Juvenil foi chamada para discutir o caso com a equipe de Saúde da Família (a cidade não tem porte populacional que justifique a montagem de um CAPSi, porém uma parte da equipe do único CAPS da cidade atende crianças e adolescentes). Durante a reunião, uma agente comunitária de Saúde (ACS) diz conhecer a adolescente e relata que Ana vinha ameaçando fazer isso desde que o pastor da igreja mandou indiretas em um dia em que o culto estava bastante cheio, e havia sugerido que ela procurasse outra igreja. O vínculo de Ana com a ACS havia se dado por meio da música. Aprenderam juntas a tocar violão em uma organização não governamental (ONG) do bairro em que há um educador físico que sempre as ajudava nas horas difíceis. A sede dessa ONG já havia sido assaltada três vezes pelo irmão de Ana, na época usuário pesado de crack, o que precipitou a saída dela das aulas de violão, por vergonha. Ana e o irmão foram criados pela avó paterna, hoje com 72 anos, diabética, frequentadora regular das atividades da unidade básica de saúde (UBS). O pai, caminhoneiro, passa um dia por semana em casa. Ele sustenta Ana e o irmão, mas tem outra família em uma cidade distante. A mãe abandonou os dois filhos ainda muito pequenos, por motivo desconhecido. O pai do bebê de Ana tem 18 anos, é aluno do curso técnico de informática, trabalha à noite em uma lanchonete perto da unidade de saúde, e vem de uma família com um pouco mais de recursos, que tem dado apoio ao casal. A equipe de Saúde Mental e a de Atenção Básica discutiram o caso a partir dos elementos da história de que dispunham.


BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 176 p.: il. Cadernos de Atenção Básica, n. 34, p. 112-113.

A respeito da Atenção em Saúde Mental nas unidades básicas de saúde, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404059 Psicologia

Texto para responder às questões de 30 a 34.


Caso Ana. A adolescente Ana, de 15 anos de idade, chega à unidade básica de saúde sozinha, andando, visivelmente angustiada. Diz estar com muita dor na barriga. A profissional que a recebe avalia que ela pode ficar na fila. Depois de 35 minutos esperando, Ana volta à recepção e diz que a dor está aumentando, mas é reconduzida a esperar a sua vez na fila. Passados outros 15 minutos, Ana cai no chão e é levada para o atendimento, em coma, por ter ingerido veneno para interromper uma gravidez indesejada. Passada a fase aguda de cuidados (Ana passou o final da manhã no pronto atendimento da cidade, retornando no meio da tarde acompanhada do pai da criança para realizar a consulta de pré-natal que fora agendada de urgência após o ocorrido), e estando a jovem fora de risco de morte, a equipe de Saúde Mental Infantil e Juvenil foi chamada para discutir o caso com a equipe de Saúde da Família (a cidade não tem porte populacional que justifique a montagem de um CAPSi, porém uma parte da equipe do único CAPS da cidade atende crianças e adolescentes). Durante a reunião, uma agente comunitária de Saúde (ACS) diz conhecer a adolescente e relata que Ana vinha ameaçando fazer isso desde que o pastor da igreja mandou indiretas em um dia em que o culto estava bastante cheio, e havia sugerido que ela procurasse outra igreja. O vínculo de Ana com a ACS havia se dado por meio da música. Aprenderam juntas a tocar violão em uma organização não governamental (ONG) do bairro em que há um educador físico que sempre as ajudava nas horas difíceis. A sede dessa ONG já havia sido assaltada três vezes pelo irmão de Ana, na época usuário pesado de crack, o que precipitou a saída dela das aulas de violão, por vergonha. Ana e o irmão foram criados pela avó paterna, hoje com 72 anos, diabética, frequentadora regular das atividades da unidade básica de saúde (UBS). O pai, caminhoneiro, passa um dia por semana em casa. Ele sustenta Ana e o irmão, mas tem outra família em uma cidade distante. A mãe abandonou os dois filhos ainda muito pequenos, por motivo desconhecido. O pai do bebê de Ana tem 18 anos, é aluno do curso técnico de informática, trabalha à noite em uma lanchonete perto da unidade de saúde, e vem de uma família com um pouco mais de recursos, que tem dado apoio ao casal. A equipe de Saúde Mental e a de Atenção Básica discutiram o caso a partir dos elementos da história de que dispunham.


BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 176 p.: il. Cadernos de Atenção Básica, n. 34, p. 112-113.

No que concerne à Atenção em Saúde Mental nas unidades básicas de saúde, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2400841 Psicologia

Em relação ao suicídio, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2191211 Psicologia
No período pós-parto, delírios ou alucinações com ruptura com a realidade caracterizam 
Alternativas
Q2191210 Psicologia
No contexto da reforma psiquiátrica brasileira, território é 
Alternativas
Q2191209 Psicologia
Assinale a opção que apresenta, corretamente, a reforma psiquiátrica brasileira. 
Alternativas
Q2191201 Psicologia
Em relação à constituição e às atribuições do Centro de Atenção Psicossocial, segundo a Portaria 3088/2011-GM/MS, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Respostas
721: E
722: B
723: B
724: E
725: A
726: E
727: E
728: A
729: B
730: C
731: B
732: A
733: D
734: E
735: A
736: D
737: E
738: C
739: B
740: A