Questões de Concurso Sobre psicologia

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Q1289440 Psicologia
Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.
Qual a psicoterapia utilizada no caso de Helena?
Alternativas
Q1289439 Psicologia
Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.
Qual a hipótese diagnóstica para o problema de Helena?
Alternativas
Q1289438 Psicologia
As Teorias da Aprendizagem são modelos teóricos desenvolvidos cientificamente para explicar como ocorrem os processos de ensino-aprendizagem no transcorrer da história da Psicologia do Desenvolvimento Humano e da Psicologia da Educação, buscando dar respostas às perguntas e indagações surgidas nas instituições de ensino (Bock, Furtado & Teixeira, 2000). Diante do exposto analise as afirmativas em verdadeiras ou falsas:

I. Para Wallon, a aprendizagem está relacionada com o desenvolvimento da individualidade como unidade afetiva e cognitiva dos sujeitos. O estudo do desenvolvimento humano deve ser feito na sucessão das etapas e dos conflitos no decorrer da vida, sendo a linguagem e a cultura que fornecem ao pensamento as ferramentas para a sua evolução; a sua interação com o mundo biológico não depende apenas do seu amadurecimento intelectual, mas de habilidades mais complexas para interagir com a cultura existente entre o sujeito e seu meio.
II. Segundo Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relações entre pessoas. Ele defende a ideia de que não há um desenvolvimento pronto e previsto dentro de nós que vai se atualizando com passar do tempo. O desenvolvimento é pensado como um processo em que estão presentes a maturação do organismo, o contato com a cultura produzida pela humanidade e as relações sociais que permitem a aprendizagem.
III. Para Rogers o professor tem a função de facilitador e deverá contar com o desejo de participação do aluno. Ele não exigirá a participação do grupo, que poderá aceitar ou recusar sua intervenção. O docente deve colocar recursos à disposição da turma, em interação grupal, num clima de liberdade, ficando atento às ideias e aos variados sentimentos dos alunos.

Dentre as afirmativas são verdadeiras:
Alternativas
Q1289437 Psicologia
O ser humano é simultaneamente um ser sociável e um ser socializado, sendo assim, entendemos com isso que ele é, ao mesmo tempo, um sujeito que aspira se comunicar com os seus pares e, também, membro de uma sociedade que o forma e o controla, quer ele queira ou não (Rodrigues, Assmar & Jablonski, 2000). Pensando nisso, analise a seguinte situação: João ocupa a liderança formal de um grupo de trabalho em uma petrolífera e precisa indicar qual funcionário passará os próximos 15 dias embarcado em uma plataforma. Dentre todos os funcionários, o mais indicado, no momento em questão, para esta tarefa específica é Pedro, seu sogro. O período do embarque, no entanto, abrange o aniversário de seu filho, neto de Pedro, e sua família está organizando uma festa. A situação está produzindo muita ansiedade em João. Em termos de estrutura dos grupos, o que está acontecendo no ambiente de trabalho, nessa situação, é:
Alternativas
Q1289436 Psicologia
A afirmativa de que o positivismo, na procura da objetividade dos fatos, perdera o ser humano decorreu de uma análise crítica de um conhecimento minucioso enquanto descrição de comportamentos que, no entanto, não dava conta do ser humano agente de mudança, sujeito da história. O homem ou era socialmente determinado ou era causa de si mesmo: socio-logismo vs biologismo? Se por um lado a psicanálise enfatizava a história do indivíduo, a sociologia recuperava, através do materialismo histórico, a especificidade de uma totalidade histórica concreta na análise de cada sociedade. Portanto, caberia à Psicologia Social recuperar o indivíduo na intersecção de sua história com a história de sua sociedade apenas este conhecimento nos permitiria compreender o homem como produtor da história. (Lane, 1984, p. 13).
Segundo a afirmativa, pode-se verificar que as abordagens críticas ao modelo dominante de Psicologia Social no Brasil até a década de 1970:
Alternativas
Q1289435 Psicologia
Na visão Neurocientífica compreende-se que os sonhos sejam experiências que, geralmente, acontecem durante o sono, porém, só passamos a tomar conhecimento quando acordamos (Lent, 2004). No entanto, um dos autores da psicologia estudou o sonho considerando uma reação inconsciente frente a uma situação consciente. Uma determinada situação consciente é seguida por uma reação do inconsciente na forma de um sonho, trazendo conteúdos que – de modo complementar ou compensatório – apontam claramente para uma impressão que se obteve durante o dia. É evidente que o sonho jamais teria se formado na ausência de determinada impressão obtida no dia anterior, cuja interpretação permeia o mundo simbólico do cliente (Feist & Feist, 2008).
Alternativas
Q1289434 Psicologia
A personalidade é aquilo que dá ordem e congruência a todos os comportamentos diferentes apresentados pelo indivíduo. Alguns teóricos enfatizam a função da personalidade na mediação do ajustamento do indivíduo. A personalidade consiste nos esforços de ajustamento variados e, no entanto, típicos, realizados pelo indivíduo. Em outras definições, a personalidade é igualada aos aspectos únicos ou individuais do comportamento. Nesse caso, o termo designa aquilo que é distintivo no indivíduo e o diferencia de todas as outras pessoas. Finalmente, alguns teóricos consideram que a personalidade representa a essência da condição humana. Essas definições sugerem que a personalidade se refere àquela parte do indivíduo que é mais representativa da pessoa, não apenas porque a diferencia dos outros, mas principalmente porque é aquilo que a pessoa realmente é ( Feist & Feist, 2008) isto posto, avalie as proposições de acordo com as teorias da personalidade da psicologia:

I. Para Freud, existem elementos básicos na personalidade que impulsionam comportamentos, podendo determinar seus rumos: instintos ou pulsão, compreendidos como forças propulsoras da personalidade. Assim, a pulsão pode ser definida como uma forma de energia fisiológica capaz de ligar as necessidades do corpo aos desejos da mente.
II. Para Beck o condicionamento se subdivide em dois tipos, o respondente e o operante, o primeiro é o dito comportamento reflexo, podendo ser facilmente aprendido e manifestado, no entanto este depende do que acontece anteriormente ao comportamento, o que o difere do condicionamento operante, que depende do que ocorre depois que o comportamento termina. Já o reforço pode ser definido como um estímulo que pode aumentar a probabilidade de a resposta desejada ocorrer, podendo ser positivo ou negativo.
III. A teoria de Frederick Perls tem como foco a percepção do self, em sua congruência e incongruência, tal como é percebido, e a experiência real do organismo. Assim, fica evidente que a teoria centrada na pessoa, de Rogers, acredita que cada indivíduo tem dentro de si as potencialidades necessárias para saúde e crescimento criativo.
IV. Harry Stack Sullivan, o primeiro estadunidense a construir uma teoria da personalidade abrangente, acreditava que as pessoas desenvolviam suas personalidades em um contexto social. Sem os outros, afirmava Sullivan, os humanos não teriam nenhuma personalidade. “Uma personalidade nunca pode ser isolada da complexidade das relações interpessoais na qual vive o indivíduo e na qual ele apresenta o seu ser”.
Dentre as afirmativas são verdadeiras:
Alternativas
Q1287273 Psicologia
Segundo COLL, MARCHESI e PALACIOS, analisar os itens abaixo:
I. A detecção e a avaliação dos alunos com necessidades educativas especiais constitui uma etapa irrelevante no processo de aprendizagem.
II. Os problemas de aprendizagem dos alunos são determinados, em grande medida, por seu ambiente familiar e social e pelas características da própria escola.
Alternativas
Q1287272 Psicologia
Segundo WHITBOURNE e HALGIN, sobre a modalidade de tratamento, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Específica a hospitais psiquiátricos é a _________________________, cuja base é a premissa de que o meio, ou ambiente, é um componente importante do tratamento.
Alternativas
Q1287271 Psicologia
Um dos maiores desafios na adolescência reside na escolha profissional. Em nossa cultura, é possível observar a forma como as pessoas realizam suas metas, escolhem suas profissões e obtêm seus êxitos pessoais. A estes, chamamos de “modelos teóricos de orientação”, na qual a semelhança é denominada padrão de personalidade. A partir do exposto, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Modelo realista. (2) Modelo intelectual. (3) Modelo social. (4) Modelo convencional. (5) Modelo empreendedor. (6) Modelo artístico.
(  ) Tem grande interesse por outras pessoas e necessidade de interação social.
(  ) É o indivíduo que valoriza as tarefas teóricas e a solução dos problemas, sendo uma pessoa abstrata, analítica, racional, crítica e curiosa.
(  ) Considerado materialista, prático, estável, cujas metas, valores e tarefas implicam em manipulação objetiva e concreta das coisas.
(  ) Escolhe metas, tarefas e valores sancionados pelo costume e a sociedade.
(  ) Modelo que corresponde ao tipo original e criativo que se relaciona com os outros de modo indireto pela arte e criação.
(  ) Indivíduo que procura expressar suas qualidades entusiásticas, dominantes, impulsivas, persuasivas e agressivas.
Alternativas
Q1287270 Psicologia
De acordo com CORDIOLI, sobre os objetivos das psicoterapias de apoio, analisar os itens abaixo:
I. Aumento dos sintomas.
II. Manutenção ou o restabelecimento do nível de funcionamento anterior a uma crise.
III. Melhora da autoestima.
IV. Melhora da capacidade de lidar com os estresses internos e externos, eventualmente por meio do afastamento das pressões ambientais ou da adoção de medidas que visam ao alívio dos sintomas.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q1287269 Psicologia
Segundo MCSHANE e VON GLINOW, sobre o modelo MARS do comportamento e resultados individuais, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Motivação. (2) Capacidade. (3) Percepção do papel.
( ) Grau em que uma pessoa compreende exatamente as responsabilidades do trabalho (papéis) que a ela são atribuídas ou que dela se espera.
( ) As aptidões naturais a as capacidades aprendidas necessárias para concluir uma tarefa com êxito.
( ) Forças interiores de uma pessoa que afetam a direção, a intensidade e a persistência do seu comportamento voluntário.
Alternativas
Q1287268 Psicologia
De acordo com COHEN, SWERDLIK e STURMAN, sobre a administração, pontuação e interpretação computadorizadas de teste, analisar os itens abaixo:
I. A avaliação psicológica assistida por computador (CAPA) tem se tornado mais a regra do que a exceção.
II. Um número cada vez menor de testes psicológicos podem ser comprados em disco ou administrados e pontuados pela internet.
III. Em muitos aspectos, a relativa simplicidade, a conveniência e a variedade de possíveis atividades de testagem que a tecnologia da computação traz para a indústria de testagem foram um grande benefício.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1287267 Psicologia
Segundo BECKER, sobre atividade, desenvolvimento e aprendizagem, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(   ) Todas as ações humanas são motivadas por algum fator.
( ) Não há ação cuja causa seja puramente lógico-matemática, nem mesmo as ações mais complexas dos físicos, matemáticos e lógicos.
(  ) Ela sempre tem um componente afetivo que a faz acontecer.
Alternativas
Q1287266 Psicologia
Considerando-se os transtornos da linguagem escrita, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Processamento da leitura. (2) Transtorno específico na leitura (dislexia). (3) Processamento fonológico.
( ) Comprometimento acentuado no desenvolvimento das habilidades de reconhecimento das palavras e da compreensão da leitura.
( ) Os déficits nesta habilidade são indicadores de futuras dificuldades na leitura e escrita.
( ) Interpretação de sinais gráficos que uma comunidade convencionou utilizar para substituir os sinais linguísticos da fala.
Alternativas
Q1287265 Psicologia
De acordo com FEIST, FEIST e ROBERTS, considerando-se as teorias da personalidade, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Freud: Psicanálise. (2) Adler: Psicologia Individual. (3) Jung: Psicologia Analítica.
( ) Apresenta uma visão otimista das pessoas, enquanto se baseia fortemente na noção de interesse social, isto é, um sentimento de unidade com toda a humanidade.
( ) Suas maiores contribuições para a teoria da personalidade são a exploração do inconsciente e a insistência de que as pessoas são motivadas, primariamente, por impulsos dos quais elas têm pouca ou nenhuma consciência.
( ) Se baseia no pressuposto de que fenômenos ocultos podem influenciar e, de fato, realmente influenciam as vidas de todos.
Alternativas
Q1287264 Psicologia
Segundo o DSM-5, são critérios diagnósticos do transtorno obsessivo-compulsivo, a presença de obsessões, compulsões ou ambas. As obsessões são definidas por:
I. Pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que, em algum momento durante a perturbação, são experimentados como intrusivos e indesejados e que, na maioria dos indivíduos, causam acentuada ansiedade ou sofrimento. O indivíduo tenta ignorar ou suprimir tais pensamentos, impulsos ou imagens ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação.
II. Comportamentos repetitivos (exemplo: lavar as mãos, organizar, verificar) ou atos mentais (exemplo: orar, contar ou repetir palavras em silêncio) que o indivíduo se sente compelido a executar de acordo com regras que devem ser rigidamente aplicadas.
Alternativas
Q1287263 Psicologia
Segundo o Código de Ética Profissional, no que se refere aos deveres fundamentais dos Psicólogos, analisar os itens abaixo:
I. Assumir responsabilidades profissionais somente por atividades para as quais esteja capacitado pessoal, teórica e tecnicamente.
II. Emitir documentos sem fundamentação e qualidade técnico-científica.
III. Prestar serviços profissionais em situações de calamidade pública ou de emergência, sem visar benefício pessoal.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1287249 Psicologia
Cerca de 10% da população pode ter um diagnóstico de fobia social. Geralmente, para estas pessoas, falar em público e encontrar estranhos são experiências assustadoras. Sobre o Transtorno de Ansiedade Social (TAS), assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1286973 Psicologia
Sobre a Resolução nº 001/2009, do Conselho Federal de Psicologia, no que diz respeito ao registro documental em forma de prontuário, analise as assertivas abaixo:
I. O registro do atendimento psicológico, prestado em serviços-escola, deve contemplar somente a assinatura do responsável técnico. II. Fica garantido ao usuário ou representante legal o acesso integral às informações registradas pelo psicólogo em seu prontuário. III. Para atendimento em grupo não eventual, o psicólogo deve manter, além dos registros dos atendimentos, a documentação individual referente a cada usuário. IV. Devem ser registradas apenas as informações necessárias ao cumprimento dos objetivos do trabalho.
Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
31141: C
31142: E
31143: B
31144: B
31145: A
31146: B
31147: C
31148: C
31149: C
31150: D
31151: D
31152: B
31153: C
31154: A
31155: C
31156: D
31157: B
31158: C
31159: B
31160: D