Questões de Concurso Comentadas sobre psicologia
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Uma criança, de 8 anos, chamada de JP, apresenta a seguinte narrativa:
Hoje, pela manhã, escutei ele me chamando. Estava gritando e repetia meu nome. Eu o vi. Repetia o mesmo. Estava na porta do meu quarto. Depois, lá pelas 11h, o vi novamente. Ele estava correndo no quintal. Gritava coisas que não entendia. Mas era ele. De repente sumiu. Penso muito nas coisas, como ele vai me salvar. É uma coisa de anjos que virão. Um dia, quando amanhecer, ele me salvará.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico de JP.
Considerando a participação do Psicólogo no Núcleo de Apoio e Saúde da Família (NASF), temos algumas dificuldades, para as quais observamos as seguintes afirmativas:
I. A cisão entre saúde mental e as outras áreas da saúde e os “pré-conceitos” da população e dos profissionais da saúde no que diz respeito à doença mental.
II. O receio da equipe de saúde de não saber como lidar com o sofrimento psíquico do paciente, o qual, muitas vezes, surge como algo que foge aos protocolos.
III. A demanda por uma técnica diagnóstica e terapêutica que dê conta do problema, fazendo a medicalização surgir como principal resposta ao sofrimento mental.
IV. A dificuldade de se desenvolver uma escuta com relação a aspectos subjetivos e sociais implicados no adoecimento, pela falta de preparo e grande demanda daquele que recorre ao serviço em busca de consultas.
V. As dificuldades de se realizar o trabalho em equipe e de articulação da rede de saúde, além de um foco de trabalho mais voltado para a questão da cura do que sobre a prevenção de adoecimentos e promoção da saúde.
Sobre essas afirmativas, é CORRETO afirmar que
Considerando a RESOLUÇÃO CFP N.° 007/2003, temos um documento que atende a seguinte definição:
É um documento que visa a informar a ocorrência de fatos ou situações objetivas relacionados ao atendimento psicológico, com a finalidade de declarar: a) Comparecimentos do atendido e/ou do seu acompanhante, quando necessário; b) Acompanhamento psicológico do atendido; c) Informações sobre as condições do atendimento (tempo de acompanhamento, dias ou horários).
Tal documento corresponde, CORRETAMENTE, a um(a)
Dessa forma, o (a) religioso(a) positivo(a) possibilita uma melhor qualidade de vida relacionada à saúde, enquanto que o(a) religioso(a) negativo(a) está relacionado à maior presença de ansiedade e depressão e consequentemente pior qualidade de vida.
Assinale a alternativa que preenche, CORRETAMENTE, a afirmativa formulada.
Dessa forma, considerando as afirmações abaixo, identifique, dentre esses princípios, um INCORRETO.
Dessa tipificação, temos as seguintes definições:
I. do acolhimento, o que é vivido no abandono, na separação ou no aniquilamento pelo outro.
II. de autonomia para a realização das atividades mais pessoais e íntimas.
III. das expectativas pessoais face as pessoas, por exemplo, a formatura de um filho.
IV. das funções motoras, ou seja, dos limites impostos pela situação de adoecimento.
V. das condições financeiras e do desenvolvimento propiciado aos que lhe são íntimos.
Fazendo a devida relação entre os medos dados e as definições citadas, assinale a alternativa CORRETA.
Um conjunto de processos deflagrados pelo paciente e pela família quando há uma ameaça progressiva de perda, sendo este um processo psicossocial de enlutamento, vivido pelo paciente e pela família, na fase compreendida entre o diagnóstico e a morte propriamente dita. Pode ser entendido como o tipo de luto que ocorre antes da perda real e tem as mesmas características e sintomatologia das primeiras fases de luto normal, como torpor e aturdimento, anseio e protesto e desespero.
Esse processo de luto é, CORRETAMENTE, denominado de
Não se confunde com um estágio de felicidade. É quase uma fuga de sentimentos. É como se a dor tivesse esvanecido, a luta tivesse cessado, para todo e qualquer sujeito, antes da longa viagem.
Este momento diante da morte é, CORRETAMENTE, nomeado como
Sobre isso, assinale o princípio INCORRETO.
Reverter tal situação é, CORRETAMENTE, buscar promover o(a)
A partir de uma fundamentação fenomenológica existencial, enfatiza que se trata de uma área a qual visa minimizar, no paciente, o processo de hospitalização, por meio da escuta e da empatia para iniciar a ressignificação ou atribuição de novos significados às suas vivências.
Tal proposição afirma, CORRETAMENTE, que o foco da prática e da pesquisa hospitalar é a (o, as)