Questões de Concurso
Sobre psicoterapias em psicologia
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Segundo o autor Rodolfo Bohoslavsky, a orientação vocacional refere-se a um processo de orientação frente a uma situação de escolha que pode ser vivenciada como crise na adolescência, pois enfrenta-se a passagem e a necessidade de tomar decisões quanto ao seu futuro e à sua identidade ocupacional. O autor indica que a atuação do profissional de psicologia no processo de orientação vocacional pode ser realizada em dois tipos de modalidades: a estatística e a clínica.
Assinale a alternativa que apresenta concepções da modalidade estatística.
Nessa proposição de técnica não diretiva, a atitude básica do psicoterapeuta consiste em
Considerando-se a psicoterapia com crianças, a devolutiva aos pais ou responsáveis caracteriza-se por
Uma parte integrante de todas as terapias é o chamado Contrato Terapêutico, que define o que é terapia, para quem e para o que se destina; quem será envolvido (se o indivíduo ou a família), em que lugar e com que frequência irá ocorrer; as responsabilidades (ou papéis) dos participantes além do que é esperado de cada um. Para que ocorra uma efetiva colaboração, os objetivos devem ser aceitáveis ao paciente, bem como apropriados ética e profissionalmente ao terapeuta (Olinsky & Howard, 1987).
Sobre o Contrato Terapêutico é CORRETO
afirmar:
Sobre as diversas teorias psicológicas, é correto afirmar.
Caso clínico 10A2-I
Francisca, de quarenta e um anos de idade, servidora pública, apresentou, há um ano, diagnóstico de depressão, quando descobriu que sua filha, Maria, havia sido abusada sexualmente pelo pai, marido de Francisca à época. A menina, atualmente com cinco anos de idade, permaneceu um ano sem acompanhamento psicológico, embora tenha sido encaminhada pela instância policial aos serviços especializados de apoio, no momento dos fatos. A mãe decidiu, então, procurar serviço interno de psicologia, orientada por uma colega de setor, onde fez o seguinte relato: “Estou perdida e não sei o que fazer. Minha filha me pede para brincar com ela de coisas estranhas, sempre mencionando que era assim que o pai brincava com ela. Na escola, apresenta choro fácil, retraimento e baixa autoestima. Não quer ficar sozinha com ninguém, em lugar nenhum. Só fica comigo. Não tenho conseguido nem levá-la à escola. Ela não fica. Tem feito xixi na cama todas as noites. Não sei mais o que fazer. Às vezes, penso que queria desligar um botão, dormir e nunca mais acordar. Quando esses pensamentos ‘agoniam’ muito minha cabeça, tomo uns remedinhos, mas acordo com peso na consciência por ter deixado minha filha sozinha. Se um dia eu for desta para uma melhor, eu a levo comigo. O pai dela saiu de casa no dia em que descobri tudo. Ele negou, mas não tive dúvida. Havia alguma coisa estranha. Minha filha vivia com assaduras. Um dia, ao lhe dar banho, ela me perguntou se eu gostaria que ela pegasse nas minhas partes como o ‘papai pedia para ela’. Fui direto para a delegacia”.
A criança mora com a mãe — sem contato com o pai, por determinação judicial —, sob medida protetiva e apoio do programa de proteção à vítima.
Ainda tendo como referência a situação descrita no caso clínico 10A2-I, assim como o conceito, as temáticas, os aspectos éticos e interdisciplinares da psicologia jurídica e o Código de Ética do profissional psicólogo, julgue o próximo item.
Na entrevista inicial com Maria, haveria divergência entre
a atuação do psicólogo jurídico e a do psicólogo clínico
pelo fato de o psicólogo jurídico, ao contrário do clínico,
estar circunscrito em um ambiente institucional e, acima
de tudo, pela utilização técnica de uma entrevista diretiva,
em espaço adequado, a fim de que possa compreender,
de maneira mais rápida, a situação de violência e interromper
seu ciclo dinâmico de prejuízos.
Durante uma sessão de psicoterapia, um rapaz comentou com seu terapeuta que esteve nas cataratas do Iguaçu. Relatou que, no momento em que se deparou com as quedas d’água, refletiu sobre o significado profundo da natureza, o que ele traduziu como uma experiência carregada de mistério.
De acordo com a abordagem analítica, esse relato do paciente identifica que