Questões de Concurso
Sobre psicopatologia em psicologia
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Miguel, sessenta e oito anos de idade, divorciado, pai de três filhos, encontra-se prestes a adquirir aposentadoria compulsória, o que implicará diminuição da sua renda e a perda do status que o trabalho lhe confere. Há dois anos, encontra-se em processo terapêutico, iniciado após o casamento de sua ex-esposa. Relata que se sente derrotado e desonrado, sem ver sentido na vida, além de apresentar ideações suicidas. Ao perceber sintomas de depressão, o psicólogo o encaminhou para tratamento medicamentoso com psiquiatra e iniciou uma intervenção terapêutica denominada autópsia psicológica de Schneidman. Nesse caso clínico, a intervenção terapêutica foi bem empregada, uma vez que, por meio dela, utiliza-se a reconstrução narrativa e exalta-se o contexto sócio-histórico das pessoas com comportamentos depressivos e tendências suicidas, de modo a direcioná-las ao restabelecimento da saúde física e mental.
As práticas socioassistencias corroboram com a perspectiva da tutela, haja vista que a proteção direcionada aos usuários de álcool e outras drogas, bem como aos seus familiares, é a melhor ação a ser realizada a curto prazo.
Por intermédio do modelo de atuação psicoeducativo, busca-se promover a compreensão do comportamento disfuncional do indivíduo, além de capacitar seus familiares para a identificação dos pródromos de um evento adverso.
A estratégia da redução de danos constitui prática emancipatória, uma vez que estimula o protagonismo e a autonomia do usuário para o resgate de sua condição de sujeito.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Ainda com base no caso clínico apresentado e considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-IV), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10) e as abordagens psicoterápicas, julgue os itens subsequentes.
Em face dos sintomas apresentados pela jovem, é correto afirmar que ela não apresenta transtorno da personalidade esquiva.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Ainda com base no caso clínico apresentado e considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-IV), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10) e as abordagens psicoterápicas, julgue os itens subsequentes.
A vulnerabilidade e o desamparo vivenciados pela paciente podem ser reforçados por pensamentos automáticos associados a autodeclarações negativas, de acordo com teorias da psicologia cognitiva.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Ainda com base no caso clínico apresentado e considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-IV), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10) e as abordagens psicoterápicas, julgue os itens subsequentes.
A relação de dependência da paciente com outras pessoas ocorreu primeiramente em relação à mãe, tendo-se estendido, posteriormente, para suas relações de amizade. Isso se deu, de acordo com as contribuições da abordagem comportamental, por um processo de generalização.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Ainda com base no caso clínico apresentado e considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-IV), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10) e as abordagens psicoterápicas, julgue os itens subsequentes.
Nesse caso, a dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos e a preocupação significativa de ser abandonada caracterizam transtorno de personalidade dependente.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Ainda com base no caso clínico apresentado e considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-IV), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10) e as abordagens psicoterápicas, julgue os itens subsequentes.
O quadro apresentado pela paciente indica transtorno da personalidade histriônica, caracterizado por padrão global de excessiva emotividade e busca de atenção e cuidado.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo e das abordagens teóricas da psicologia.
O longo tempo de acompanhamento psicológico, mais de dez anos, indica a gravidade do quadro psicótico apresentado pela jovem, principalmente no que diz respeito à dependência, à passividade e ao transtorno de humor.