Questões de Concurso
Sobre psicopatologia em psicologia
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As demências frontais ou frontotemporais representam a segunda causa de demências degenerativas e revelam-se, habitualmente, por distúrbios de comportamento. Com relação aos critérios diagnósticos das demências frontotemporais, julgue os próximos itens.
Nos distúrbios da linguagem, verificam-se redução do volume
verbal, estereotipias, ecolalia, perseverações e mutismo tardio.
A respeito das bases da neuroanatomia, julgue os itens subsequentes.
Os distúrbios da personalidade se devem às ligações do lobo
frontal com o sistema límbico e com as estruturas que regulam
as manifestações autonômicas da vida emocional.
I. Normalidade como ausência de doença: Normal, do ponto de vista psicopatológico, seria, então, aquele indivíduo que simplesmente não é portador de um transtorno mental definido. Tal critério é bastante falho e precário, pois, além de redundante, baseia-se em uma “definição negativa”, ou seja, define-se a normalidade não por aquilo que ela supostamente é, mas, sim, por aquilo que ela não é, pelo que lhe falta. II. Normalidade ideal: A normalidade aqui é tomada como uma certa “utopia”. Estabelece-se arbitrariamente uma norma ideal, o que é supostamente “sadio”, mais “evoluído”. Tal norma é, de fato, socialmente constituída e referendada. Depende, portanto, de critérios socioculturais e ideológicos arbitrários, e, às vezes, dogmáticos e doutrinários. III. Normalidade subjetiva. Aqui é dada maior ênfase à percepção subjetiva do próprio indivíduo em relação a seu estado de saúde, às suas vivências subjetivas. O ponto falho desse critério é que muitas pessoas que se sentem bem, “muito saudáveis e felizes”, como no caso de sujeitos em fase maníaca, apresentam, de fato, um transtorno mental grave.
Estão CORRETAS as afirmativas:
(Piéron, Henri – Dicionário de Psicologia, 9ª edição. São Paulo, Globo, 1995, p. 194). Esta é a definição de:
Esta é a definição da síndrome de:
I - dependência excessiva e atitude exigente perante os outros.
II- convicção de ter sido estigmatizado pela doença precedente.
III- passividade, interesses reduzidos e ausência de atividades de lazer.
IV- queixas persistentes de estar doente.
V - humor lábil.
VI- comprometimento significativo no funcionamento social e ocupacional comparado com a situação pré-mórbida.
Com relação a estes aspectos clínicos: