Questões de Concurso Comentadas sobre psicopatologia em psicologia

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Q3104828 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Quadros de emaciação são comuns em casos como o de Lívia. 
Alternativas
Q3104827 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Lívia apresenta um transtorno alimentar associado a um transtorno depressivo maior.
Alternativas
Q3104826 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Para o caso de Lívia, o diagnóstico apropriado é o de transtorno dismórfico, sendo este excludente em relação ao transtorno alimentar. 
Alternativas
Q3104825 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Lívia apresenta comportamentos autoavaliativos influenciados pelo peso corporal, ideação suicida e comportamentos autolesivos, todos critérios diagnósticos de bulimia nervosa. 
Alternativas
Q3104824 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Com base no caso clínico apresentado, é correto afirmar que Lívia apresenta alteração importante no esquema corporal, denominada perda da própria corporeidade ou asteriognosia. 
Alternativas
Q3104823 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
O quadro de Lívia não atende a critérios diagnósticos de transtorno de sintomas somáticos. 
Alternativas
Q3103470 Psicologia
Maria, uma paciente de 30 anos, frequentemente se veste de maneira provocante e age de forma sedutora em seu ambiente de trabalho, buscando constantemente a atenção de seus colegas. Ela se sente deprimida quando não é o centro das atenções. Qual diagnóstico é mais provável para Maria?
Alternativas
Q3103393 Psicologia

Segundo Sullivan, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q3101413 Psicologia
No que diz respeito à ordenação metodológica do exame do estado mental, há um consenso de que as principais alterações envolvem sinais e/ou sintomas nas vastas áreas da conduta humana, tais quais, atenção, sensopercepção, memória, linguagem, dentre outras.

Fonte: CUNHA, Jurema Alcides. Psicodiagnóstico V. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.


Considere esse assunto na análise das proposições I e II a seguir.

I. A memória é a função psicológica que garante o elo temporal da vida psíquica, pois reflete o passado no presente e permite a perspectiva do futuro.

PORQUE

II. Essa função dá ao sujeito a capacidade de fixação, reconhecimento e orientação mediante ao que ele precisa se nortear em seu dia a dia e aos fatos.

Assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095570 Psicologia
De acordo com o DSM-5 TR, sobre um determinado transtorno, analise os critérios diagnósticos abaixo:

Dificuldade em entender o significado do que é lido (por exemplo, pode ler o texto com precisão, mas não entender a sequência, relacionamentos, inferências ou significados mais profundos do que é lido).
 Dificuldades com a ortografia (por exemplo, pode adicionar, omitir ou substituir vogais ou consoantes).
 Dificuldades com a expressão escrita (por exemplo, comete vários erros gramaticais ou de pontuação nas frases; emprega uma organização de parágrafos deficiente; a expressão escrita de ideias carece de clareza).
 Dificuldades em dominar o senso numérico, fatos numéricos ou cálculo (por exemplo, tem pouca compreensão de números, sua magnitude e relações; conta nos dedos para adicionar números de um dígito em vez de lembrar o fato matemático como os colegas fazem; se perde no meio de computação aritmética e pode mudar de procedimento).
 Dificuldades com raciocínio matemático (por exemplo, tem muita dificuldade em aplicar conceitos, fatos ou procedimentos matemáticos para resolver problemas quantitativos).

As características acima definem o(a):
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095569 Psicologia
Os transtornos alimentares, como a anorexia e a bulimia nervosa, são patologias graves que afetam o comportamento alimentar e apresentam elevados índices de letalidade. Sobre o tratamento desses transtornos pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095547 Psicologia
Quanto às características do sono REM e sono não-REM (NREM), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095546 Psicologia
De acordo com Dalgalarrondo (2008), sobre o delirium, analise as afirmações abaixo:

1. Delirium é um quadro sindrômico caracterizado por rebaixamento do nível de consciência, desorientação temporoespacial, dificuldade de concentração e discurso confuso, sendo comum em idosos e em pacientes com doenças somáticas.
2. O termo “delirium” é mais apropriado que “síndrome confusional”, pois abrange um espectro de sintomas, além da simples confusão de pensamento, incluindo alucinações visuais e alterações no nível de consciência.
3. Delirium e delírio referem-se ao mesmo quadro clínico, ambos indicando uma alteração no juízo de realidade, comum em psicoses como a esquizofrenia.
4. A oscilação dos sintomas ao longo do dia é uma característica marcante do delirium, com piora dos sintomas à noite, incluindo intensificação da desorientação e surgimento de ilusões e alucinações visuais e intensificando-se a desorientação e a confusão do pensamento e do discurso.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095544 Psicologia
Em consonância com Dalgalarrondo (2008), acerca da avaliação do paciente em psicopatologia, analise as assertivas abaixo:

I. A entrevista psicopatológica permite a realização dos aspectos da avaliação no exame psíquico, também chamado exame do estado mental atual.
II. A entrevista, juntamente com a observação cuidadosa do paciente, é um instrumento de conhecimento da psicopatologia.
III. A anamnese inclui o histórico dos sinais e sintomas ao longo da vida do paciente, seus antecedentes pessoais e familiares, e o contexto social.
IV. A entrevista psicopatológica consiste em métodos propedêuticos como inspeção, percussão e ausculta.

Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q3092781 Psicologia
A neuropsicologia da linguagem é uma área ampla que investiga as bases neurobiológicas da linguagem: o processamento cognitivolinguístico. A linguagem é uma habilidade cognitiva bastante complexa, importante para a socialização e a comunicação. Portanto, os distúrbios de linguagem adquiridos, geralmente, interferem em qual área da vida de um ser humano adulto?
Alternativas
Q3092780 Psicologia
É uma doença supostamente exclusiva do Homo Sapiens, tida por alguns autores como o preço que a espécie humana deve pagar por possuir funções cognitivas sofisticadas como a linguagem e a capacidade para gerar, armazenar, desenvolver e transmitir cultura simbólica (Dalgalarrondo, 2011, p.424). Essa descrição refere-se à doença de:
Alternativas
Q3092240 Psicologia

Em relação à dependência química e à atuação do psicólogo em equipes multi e interdisciplinares, julgue o próximo item. 


A avaliação de riscos de intoxicação ou de sintomas graves de abstinência, assim como de suicídio, deve compor a avaliação inicial de transtornos por adição. 

Alternativas
Q3092239 Psicologia

Em relação à dependência química e à atuação do psicólogo em equipes multi e interdisciplinares, julgue o próximo item. 


Ansiedade, insônia e irritabilidade são sintomas emocionais da síndrome de abstinência por opioides. 

Alternativas
Q3092238 Psicologia

Em relação à dependência química e à atuação do psicólogo em equipes multi e interdisciplinares, julgue o próximo item. 


Na redução de danos, utiliza-se uma abordagem não coercitiva e sem julgamento, oposta à abstinência e focada no cuidado ampliado. 

Alternativas
Q3092237 Psicologia

Em relação à dependência química e à atuação do psicólogo em equipes multi e interdisciplinares, julgue o próximo item. 


Entrevistas motivacionais são recomendadas como tratamento do transtorno por uso de maconha. 

Alternativas
Respostas
1421: C
1422: E
1423: E
1424: E
1425: E
1426: C
1427: A
1428: A
1429: A
1430: D
1431: E
1432: A
1433: D
1434: C
1435: B
1436: D
1437: C
1438: C
1439: E
1440: C