Questões de Concurso
Comentadas sobre psicologia social em psicologia
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Com intuito de fazer uma crítica construtiva ao estatuto teórico e prático da psicologia da saúde em seu estágio atual de desenvolvimento, Marks constrói seu argumento a partir da análise de sete pontos:
1) a natureza derivativa de suas teorias; 2) a predominância do enfoque clínico; 3) o viés individualista; 4) a desvinculação das políticas sociais; 5) a falta de desenvolvimento de medidas adequadas; 6) o fracasso em lidar com as desigualdades; 7) a falta de treinamento apropriado para os psicólogos da saúde.
Spink, em seu livro Psicologia Social e Saúde – Práticas, saberes e sentidos, realiza o agrupamento dos sete tópicos de Marks em três pontos: 1) o viés individualista e consequente predominância do enfoque clínico; 2) a natureza derivativa de suas teorias e o fracasso no desenvolvimento de medidas apropriadas; 3) a falta de atenção às questões sociais, seja no que tange à contribuição às políticas públicas ou à questão das desigualdades sociais.
Todos os três pontos colocados por Spink, em seu conjunto, desembocam na questão final, o(a)
( ) Um grupo não se resume à simples soma de indivíduos; ao contrário, ele se configura como uma entidade nova, tendo suas próprias leis e mecanismos específicos.
( ) Dentro de todo grupo, estão constantemente em ação duas forças contraditórias: uma que busca a coesão e outra que promove a desintegração.
( ) Um grupo se estabelece como uma entidade distinta, com uma identidade grupal própria e autêntica; para tal, é crucial que as identidades individuais dos seus membros sejam suprimidas.
(SPINK. Mary Jane P. Psicologia Social e Saúde – Prática, saberes e sentidos.Petrópolis. Vozes. 2003).
Marque a expressão que completa coerentemente o enunciado.
• “visa a descrição e o entendimento integrativo dos fenômenos da socioculturais presentes em grupos, comunidades ou instituições particulares de acordo com os próprios termos e atitudes daqueles que os vivenciam cotidianamente” (Souza, 2015, p. 391).
• “pressupõe um contato não apenas próximo, mas também frequente e prolongado junto ao outro, aliado à utilização de instrumentos de variadas naturezas, como: mapas, diários de campo, recenseamentos, entrevistas, gravadores, equipamentos de fotografia e/ou filmagem e observações mais ou menos participantes” (Souza, 2015, p. 391).