Questões de Concurso Sobre psicologia jurídica em psicologia

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Q1736652 Psicologia
Sobre o Sistema de Garantia de Direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência. Indique a alternativa CORRETA sobre o depoimento especial, a escuta especializada e a atuação da psicologia.
Alternativas
Q1731107 Psicologia
A Psicologia Jurídica ultrapassa a atuação do Psicólogo Jurídico nos tribunais, porque as atividades deste profissional envolvem os campos da Psicologia Penitenciária, Psicologia Policial, Psicologia da Delinquência e Psicologia do Menor e da Família. Analise as assertivas com V (verdadeiro) ou F (falso).

(__) No curso do tempo, a prática de interface entre a Psicologia e a Jurisprudência foi sendo legitimada, no entanto, aquela prevaleceu sobre esta.
(__) Os Psicólogos, tanto quanto os profissionais do Direito, devem emitir suas opiniões, sem interferência de um sobre o outro, mas tanto quanto às análises os relatórios podem não ser acatados.
(__) Tanto a Psicologia quanto o Direito têm a ação humana como objeto de conduta.
(__) Numa análise mais simples, pode-se dizer que a Psicologia Jurídica é a interseção, ou interação, entre as duas áreas.
Após análise, marque a alternativa que contém a sequência CORRETA dos itens acima.

Alternativas
Q1707854 Psicologia
Considerando as resoluções do Conselho Federal de Psicologia, julgue o item.

Durante uma perícia psicológica, caso o periciado seja uma criança, um adolescente ou um interdito, é obrigatório o consentimento formal por um responsável legal.
Alternativas
Q1707853 Psicologia

Considerando as resoluções do Conselho Federal de Psicologia, julgue o item.


O trabalho pericial de um psicólogo pode envolver a aplicação de testes psicológicos, a utilização de recursos lúdicos, observações, entrevistas e visitas domiciliares. Porém, em todos os formatos, o profissional precisa garantir que os métodos e as técnicas sejam reconhecidos pela ciência psicológica, garantindo, como princípio fundamental, o bem-estar de todos os sujeitos envolvidos.


Alternativas
Q2686679 Psicologia

A violência sexual é uma das manifestações da violência de gênero mais cruéis e persistentes. Acerca de aspectos relacionados ao abuso sexual, julgue as alternativas abaixo e marque a CORRETA:

Alternativas
Q1781953 Psicologia
Após a publicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que incorpora, em suas diretrizes, o melhor interesse da criança, algumas reformulações foram trazidas por algumas Leis promulgadas, agregando e normatizando alguns conceitos. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 para a definição de violência física, psicológica, sexual e institucional (Brasil, 1990; 2017).
Coluna 1 1. Violência física. 2. Violência psicológica. 3. Violência sexual. 4. Violência institucional.
Coluna 2 ( ) Entendida como a praticada por instituição pública ou conveniada, inclusive quando gerar revitimização. ( ) Entendida como toda ação que se utiliza da criança ou do adolescente para fins sexuais, seja conjunção carnal, seja outro ato libidinoso, realizado de modo presencial ou por meio eletrônico, para estimulação sexual do agente ou de terceiro. ( ) É o ato de alienação parental, assim entendido como a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente, promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou por quem os tenha sob sua autoridade, guarda ou vigilância, que leve ao repúdio de genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculo com este. ( ) Entendida como a ação infligida à criança ou ao adolescente que ofenda sua integridade ou saúde corporal ou que lhe cause sofrimento físico. ( ) Entendida como o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento da criança ou do adolescente, dentro do território nacional ou para o estrangeiro, com o fim de exploração sexual, mediante ameaça, uso de força ou outra forma de coação, rapto, fraude, engano, abuso de autoridade, aproveitamento de situação de vulnerabilidade ou entrega ou aceitação de pagamento, entre os casos previstos na legislação. ( ) Qualquer conduta de discriminação, depreciação ou desrespeito em relação à criança ou ao adolescente mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, agressão verbal e xingamento, ridicularização, indiferença, exploração ou intimidação sistemática (bullying) que possa comprometer seu desenvolvimento psíquico ou emocional. ( ) Entendida como qualquer conduta que constranja a criança ou o adolescente a praticar ou presenciar conjunção carnal ou qualquer outro ato libidinoso, inclusive exposição do corpo em foto ou vídeo por meio eletrônico ou não.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1713457 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Claussen et al. afirmam que a violência psicológica não costuma causar mais danos no desenvolvimento infantil, pois esse é um prejuízo exclusivo da violência física, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. O'Hagan e Brassard et al. focalizam a conceituação dos maus-tratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos professores, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada e querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713456 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem inferir que aterrorizar a criança, ou seja, atacá-la verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.

II. O texto procura deixar claro para o leitor que Garbarino et al. elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção do abuso psicológico.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713455 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que Garbarino et al. referem-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido.

II. Após a análise do texto, é possível inferir que rejeitar a criança, ou seja, recusar-se a reconhecer a sua importância e a legitimidade de suas necessidades é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713454 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor feliz e o aumento da capacidade de fazer novos amigos, mantendo relações saudáveis, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico na criança.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713453 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem concluir que o ato de corromper ocorre quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais, sendo esse um comportamento parental tóxico do ponto de vista psicológico infantil.

II. Após a análise do texto, é possível concluir que isolar a criança, ou seja, separá-la de experiências sociais normais, impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713452 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a violência psicológica causa sérios danos e distorções introduzidas no mapa psicológico da criança sobre o mundo.

II. Ignorar a criança, ou seja, privá-la de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713451 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Jellen et al. sinalizam que a violência psicológica tem sido desassociada do abuso infantil e da negligência, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que estudiosos no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1704274 Psicologia
Analise as afirmativas a seguir:
I. A Avaliação Psicológica de crianças e de adolescentes em situação de violência ocorre de modo acolhedor e considera as condições de cada vítima. Todo o contexto é organizado com intuito de minimizar a revitimização. Nos casos de violência sexual, os testes psicológicos podem ter resultados que indicam a presença de sinais e sintomas que são observados com relativa frequência em vítimas de violência sexual. Porém, os dados dos testes apenas mostram-se importantes e úteis quando confrontados e analisados com todas as demais informações obtidas na avaliação psicológica, pois não possibilitam estabelecer uma relação causal sobre a ocorrência da violência sexual. II. Para Carl Gustav Jung, a personalidade – ou psique, como ele a chamava – é formada por sistemas interdependentes que atuam de forma dinâmica uns sobre os outros e estão organizados de acordo com uma hierarquia, na qual os aspectos sociais sempre se sobrepõem às necessidades fisiológicas.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1690808 Psicologia
Uma menina de 12 anos de idade é internada em razão de episódios de convulsão, perda de movimento das pernas e agressividade. Após realização de exames neurológicos com resultados normais, a psicóloga avaliou a paciente para auxiliar em um diagnóstico diferencial junto à psiquiatria. 

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


Em casos de suspeita ou confirmação de violência contra a criança ou o adolescente, o preenchimento da ficha de notificação de violência é facultativo.

Alternativas
Q1690807 Psicologia
Uma menina de 12 anos de idade é internada em razão de episódios de convulsão, perda de movimento das pernas e agressividade. Após realização de exames neurológicos com resultados normais, a psicóloga avaliou a paciente para auxiliar em um diagnóstico diferencial junto à psiquiatria. 

Imagem associada para resolução da questão


A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


Em entrevista psicológica, foi possível identificar que os movimentos dos membros inferiores da paciente retornavam quando ela estava distraída. Além disso, a avaliação psicológica também revelou comportamento infantilizado e hipersexualizado, baixa tolerância a frustração e um relato de possível violência sexual. Nesse caso, a psicóloga estará correta em afirmar que a paciente apresenta sintomas de um transtorno de personalidade.

Alternativas
Q1683446 Psicologia
Analise as afirmativas a seguir:

I. Na psicoterapia individual, uma pessoa treinada estabelece um contrato profissional com um paciente e realiza intervenções verbais e não verbais com o objetivo de aliviar a ansiedade, mudar o comportamento mal adaptado e encorajar o crescimento e desenvolvimento da personalidade.

II. A violência psicológica, na perspectiva da Gestalt-terapia, é aquela realizada contra a pessoa idosa e que não inclui ações como o impedimento arbitrário de trabalhar ou de cuidar da aparência pessoal. Esse tipo de violência, para os estudiosos dessa escola, compreende apenas ações que geram danos físicos ou financeiros.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683427 Psicologia
Analise as afirmativas a seguir:

I. A Avaliação Psicológica de crianças e de adolescentes em suposta situação de violência sexual mostra-se bastante ampla e complexa, além de requerer vários conhecimentos acerca deste tema. É imprescindível a análise de possível sugestionabilidade no relato da vítima e de situações de alienação parental que podem envolver falsas acusações.

II. A finalidade de um laudo psicológico é identificar as características de um indivíduo ou grupo para entender seu processo de desenvolvimento, bem como esclarecer ou explicitar aquilo que não é de conhecimento ou que não se tem juízo razoável, limitando-se a fornecer somente as informações necessárias relacionadas à demanda, à solicitação ou à petição.

III. Na perspectiva da Gestalt-terapia, a grande maioria das crianças não experienciam com a família as primeiras situações de aprendizagem e introjeção de padrões, normas e valores. Ou seja, para os estudiosos dessa escola de pensamento, a criança desenvolve-se a partir de suas relações sociais, não familiares.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1681285 Psicologia

Analise as afirmativas a seguir:


I. No atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar, o profissional de psicologia deve evitar realizar medidas de acolhimento ou mesmo buscar identificar fatores que afetam o bem-estar da vítima.

II. Sabe-se que, no nascimento de uma criança com necessidades educacionais especiais, a família passa por diferentes fases de enfrentamento, como a fase de choque, que ocorre muito antes da família receber a notícia de que a criança tem uma deficiência. Nessa fase de enfrentamento, é comum identificar episódios de depressão e ansiedade crônica entre os pais e familiares mais próximos da gestante.

III. O Depoimento Especial de uma criança vitimada acontece em um local apropriadamente projetado para tal fim, onde permanecem apenas o técnico entrevistador e a vítima. Esse espaço é conectado por um sistema audiovisual à sala de audiência, na qual se encontram o magistrado, o promotor de justiça, o advogado, o réu e demais operadores da justiça. O depoimento é integralmente gravado em mídia eletrônica e juntado aos autos, o que viabiliza às partes e ao magistrado revê-lo a qualquer tempo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681275 Psicologia

Analise as afirmativas a seguir:


I. O psicólogo deve realizar o cálculo do índice de rotatividade de uma organização bem como o cálculo do custo desta rotatividade. O índice de rotatividade deve ser acompanhado mensalmente, e analisado tanto em nível macro organizacional quanto em nível das equipes (setores da empresa). O índice adequado de rotatividade para uma empresa dever ser menor que 10% ao ano ou menor que 1% ao mês. Quanto ao custo total da rotatividade da equipe e/ou da organização, devem ser inclusos custos e tributos com rescisão/demissão (multas, fundo de garantia, aviso prévio, salários, férias, décimos terceiros, benefícios e impostos).

II. Nos casos de violência sexual em crianças, os testes psicológicos podem ter resultados que indicam a presença de sinais e sintomas que são observados com relativa frequência em vítimas de violência sexual. Destaca-se que os dados dos testes apenas mostram-se importantes e úteis quando confrontados e analisados com todas as demais informações obtidas na avaliação psicológica, pois não possibilitam estabelecer uma relação causal sobre a ocorrência da violência sexual.

III. O estilo de questionamento usado na Terapia Cognitivo Comportamental baseia-se em uma relação empírica colaborativa e tem o objetivo de ajudar os pacientes a reconhecerem e modificarem o pensamento desadaptativo. Nesse contexto, o questionamento socrático consiste em fazer perguntas ao paciente que estimulem a curiosidade e o desejo de inquirir. Em vez de uma apresentação didática dos conceitos da terapia, o terapeuta tenta fazer com que o paciente se envolva no processo de aprendizagem. Uma forma especial de questionamento socrático é a descoberta guiada, por meio da qual o terapeuta faz uma série de perguntas indutivas para revelar padrões disfuncionais de pensamento ou comportamento.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
721: B
722: A
723: C
724: C
725: D
726: D
727: D
728: A
729: A
730: C
731: A
732: A
733: C
734: B
735: E
736: C
737: B
738: C
739: B
740: D