Questões de Concurso Sobre psicologia hospitalar em psicologia

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Q1627970 Psicologia
Sabemos que hospital não pode ser entendido desvinculado e isolado da comunidade que pretende intervir, bem como o psicólogo não pode desconsiderar os aspectos físicos e sociais que interferem no psiquismo do paciente. Por isso, o psicólogo hospitalar têm diversos campos de atuação dentro de um hospital geral, entre eles:
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Q1625566 Psicologia
Um dos problemas existentes na hospitalização infantil deriva do descuido de aspectos psicológicos, pedagógicos e sociológicos envolvidos nesta situação. Intervenções no contexto hospitalar devem buscar a promoção de condições favoráveis à reabilitação de efeitos de experiências adversas ao desenvolvimento comportamental da criança (Zannon, 1991). Diante desta afirmativa o que seria FALSO para Psicologia da saúde:
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Q1625557 Psicologia
A especialidade Psicologia Hospitalar foi reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia (2000), por meio da Resolução nº 014/2000, na qual apresenta instruções para o psicólogo obter o registro. Os profissionais que atuavam nessa área solicitavam o registro de especialista após a conclusão dos cursos de especialização credenciados pelo Conselho Federal de Psicologia ou diante da comprovação de experiência prática de dois anos e aprovação nas provas teóricas. Sobre essa prática e considerando a perspectiva teórica, a qual o profissional atua, analise e marque a alternativa falsa.
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Q1624301 Psicologia
No que se refere às funções do psicólogo na área da saúde, analise as assertivas abaixo:

I. Colabora, em equipe multiprofissional, no planejamento das políticas de saúde.

II. Prepara o paciente para entrada, permanência e alta hospitalar.

III. Atua junto à equipe multiprofissional auxiliando na identificação e compreensão dos fatores emocionais que interferem na saúde geral do indivíduo.

IV. Realiza estudos contribuindo com a produção do conhecimento teórico e aplicado.

Estão corretas as assertivas
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Q1614814 Psicologia
Lisboa (2002), refere que a palavra hospital origina-se do latim hospitalis, que significa "ser hospitaleiro", acolhedor, adjetivo derivado de hospes, que se refere a hóspede, estrangeiro, conviva, viajante, aquele que dá agasalho, que hospeda. (...) Segundo Angerami-Camon (2009), as perspectivas da Psicologia Hospitalar podem ser consideradas bastante promissoras, uma vez que determinam a própria trajetória de suas conquistas e realizações. A Psicologia, sobretudo a Psicologia Hospitalar, por mérito próprio, ganhou reconhecimento da comunidade científica, além de inquestionável notoriedade junto a outras profissões, assim como, contribuiu e contribui para a humanização da prática dos profissionais da saúde dentro do contexto hospitalar, sendo esta uma das determinantes da mudança da postura médica diante das patologias, de modo que aspectos emocionais passaram a ser considerados no quadro geral do paciente. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516- 08582011000100012
O que é Psicologia Hospitalar?
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Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: SESACRE Prova: IBFC - 2019 - SESACRE - Psicólogo |
Q1319845 Psicologia
Em 2000, a Psicologia Hospitalar, regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), tornou-se uma campo oficial de atuação da psicologia. Neste sentido, quanto às atividades desenvolvidas pelo psicólogo neste contexto, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Atendimentos em ambulatórios, Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) e pronto atendimentos. ( ) Visitas domiciliares aos usuários que tiveram alta hospitalar. ( ) Realiza psicodiagnósticos e avaliação psicológica.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Q1290087 Psicologia
É papel do psicólogo no âmbito hospitalar, EXCETO:
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Q1290084 Psicologia
As crianças, quando acometidas por alguma doença, ficam, na maioria das vezes, mais irritadas e chorosas, requerendo cuidados especiais. Se a patologia for mais séria e a criança tiver que ser internada, ela e seus pais mostram-se inseguros e com medo. A família deseja conhecer mais sobre a doença e a internação, porque assim acredita poder ajudar a criança de forma adequada, porém também acontece de a família negar esta nova situação, manifestando medo. O mecanismo de negação surge sendo a doença grave ou não (Crepaldi, 1998).
Sobre esse processo analise as proposições:
I. A hospitalização infantil faz com que ocorra debilidade no quadro emocional da criança, em função do afastamento de sua casa, de seus pertences e principalmente da família. I. A criança hospitalizada requer alguém que lhe proporcione cuidados como alimentação, carinho, higiene e segurança. No momento em que a mãe está presente, ela atende às necessidades afetivas da criança e ajuda no desenvolvimento de assistência integral. III. Os profissionais da área da saúde precisam estar conscientes que a criança doente está completamente afetada e que seu desenvolvimento emocional e sua integridade estão comprometidos. IV. A equipe de saúde deve minimizar o sofrimento da criança hospitalizada, permitindo que ela seja ativa durante o processo de hospitalização, porém deve restringir o contato com familiares que fazem visitas.
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Q1290079 Psicologia
A atuação do psicólogo no hospital geral, que representa uma especificidade da Psicologia da Saúde no setor terciário, iniciou-se na década de 1950 com poucos profissionais psicólogos. Havia, no país, profissionais com formação nas áreas das Ciências Humanas os quais eram responsáveis pela assistência psicológica aos pacientes hospitalizados. Entretanto, verificou-se a necessidade do surgimento dos cursos de graduação em Psicologia para delimitar a atuação do psicólogo nas instituições de saúde (Angerami-Camon, 2002). De acordo com o exposto é CORRETO, afirmar que:
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Q1290077 Psicologia
No plantão psicológico, cujo objetivo é o atendimento emergencial à demanda, tem-se uma proposta muito semelhante, embora esta prática tenha se desenvolvido a partir de um contexto, o de aconselhamento psicológico, “solo para as tensões da existência do homem em situação de vida no mundo com os outros, ou seja, das relações interpessoais” (Morato, 1999, p. 83) nem sempre visto como atividade clínica. De acordo com o plantão psicológico é CORRETO, a firmar que:
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Q1289447 Psicologia
Visto que, frente à morte, não há o que ser feito, muitas vezes, o que as pessoas enlutadas precisam é, principalmente em um hospital, apenas a compreensão da sua forma de externalizar o luto (Silva, 2003). Por isso, é importante ao profissional de psicologia oportunizar ao paciente e familiares, EXCETO: 
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Q1289446 Psicologia
O sofrimento do paciente terminal, bem como o das pessoas que o cercam, abrange os aspectos biopsicossociais. Este paciente necessita e é capaz de compreender que sua vida ainda não acabou na ocasião da notícia, ele ainda terá planos a realizar. No ambiente hospitalar o paciente torna-se a doença e deixa de ter seu próprio nome, passa a ser alguém portador de uma determinada patologia, criando assim, o estigma do doente-paciente, até no mesmo sentido de sua própria passividade perante novos fatos e perspectivas existenciais (Domingues, et al 2013).
Analise as proposições abaixo:
I. O primeiro dos trabalhos do psicólogo no atendimento hospitalar é entender que é necessário uma boa identificação entre ele e seus pacientes. Não é demais conferir bem o nome com o número do leito no início da consulta e depois buscar mais dados que o levem a conhecer melhor o paciente. Cabe ao psicólogo também apresentar-se ao doente a cada novo dia, a fim de evitar confusões.
II. Deve ajudar o paciente na busca de mecanismos, de enfrentamento que o ajudarão a manter sua autoestima e estabilidade diante do quadro patológico, jamais se esquecendo de que religião e espiritualidade são aspectos importantes para o paciente e seus familiares.
III. Quanto à intervenção antes da morte, é relevante comunicar e informar ao paciente sobre sua doença e atuação de medicações e tratamento, para que transtornos físicos e emocionais sejam evitados. É desejável que o terapeuta tenha conhecimento da forma de comunicabilidade da família para com o paciente em relação ao seu estado e sua doença.
IV. O psicólogo precisa de um ambiente determinado e separado para operar sua profissão dentro de um ambiente hospitalar, até mesmo porque se trata de um tipo de ambiente que favorece a atividade psicoterapêutica em termos de espaço físico.
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Q1289445 Psicologia
No âmbito hospitalar, a falta de clareza quanto às atribuições dos diferentes profissionais, principalmente em profissões emergentes, é um dos fatores que dificulta o trabalho em equipe. O hospital é uma instituição complexa, que envolve um grande número de especialidades. Esses profissionais são preparados para tomar decisões importantes em curto espaço de tempo. Tradicionalmente, tais decisões competem aos médicos. No entanto, com o aparecimento de novas especialidades, os médicos contam hoje com o auxílio de diversos profissionais de campos emergentes. Um desses campos é a Psicologia (Bucher, 2003).
Analise as proposições em relação a atuação do psicólogo no contexto hospitalar e marque a alternativa falsa:
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Q1289443 Psicologia
Sobre a atuação do psicólogo no contexto hospitalar, verifica-se a importância do mesmo no trabalho interdisciplinar (Lima, 2011). Analise as afirmativas e marque a alternativa falsa:
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Q1289441 Psicologia
Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.
O Problema de Helena foi acompanhado por vários profissionais. Considerando o estudo de caso pode-se verificar que Helena:
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Q1247206 Psicologia
As atribuições primordiais do Psicólogo Hospitalar são:
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Q1247202 Psicologia
Uma das atribuições do Psicólogo Hospitalar é:
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Q1247195 Psicologia
Assinale a alternativa correta no tocante à abrangência das atribuições da Psicologia Hospitalar.
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Q1141222 Psicologia
Quando um psicólogo está conversando com um paciente terminal, é importante enfatizar que a
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Q1141221 Psicologia
A psicologia hospitalar é o campo de entendimento e tratamento dos aspectos psicológicos em torno do adoecimento. Essa definição para o objeto da psicologia hospitalar
Alternativas
Respostas
561: C
562: A
563: B
564: A
565: B
566: D
567: B
568: C
569: A
570: E
571: D
572: A
573: E
574: D
575: C
576: C
577: A
578: A
579: B
580: D