Questões de Concurso Sobre psicologia hospitalar em psicologia

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Q1723619 Psicologia
    A formação acadêmica e profissional dos psicólogos precisa nutrir-se do debate sobre as particularidades territoriais e da determinação social da saúde, das formas de adoecimento e sofrimento para que possa construir um estatuto diferenciado da profissão no campo da saúde. Para tanto, a formação e o exercício profissional dos psicólogos não podem ficar alheios a esse debate. Em primeiro lugar, porque a ideia de que os processos de formação estão deslocados dos acontecimentos do mundo, do cotidiano da vida e dos serviços de saúde é contraproducente. Segundo, porque é preciso aprofundar a relação ensino-serviço-comunidade de modo que a formação se dê no e para o serviço (Dimenstein, et al. 2017). Analise as proposições e marque a alternativa CORRETA.

I. As experiências formativas possam desenvolver metodologias de aprendizagem que possibilitem articular "os componentes de gestão, assistência e participação popular, mobilizando a incorporação dos trabalhadores como atores identificados com as necessidades de criação e modificação no cenário da saúde"
II. Atuar na Rede de Atenção Psicossocial exige, dentre outros desafios, conhecer o território. Nessa perspectiva, as ações devem pautar-se em um trabalho de diagnóstico e planejamento situacional que considere as formas como a população se relaciona nos espaços onde vive e desenvolve suas atividades diárias
III. Isso demanda dos psicólogos habilidades para reconhecer os processos psicossociais mobilizados pelas condições de vida, para intervir nos modos de existência e campos de sentidos de forma singularizada, para coordenar ações intersetoriais no território, para saber valorizar a heterogeneidade espacial, social e simbólica que permeia os diferentes cenários.
Alternativas
Q1723618 Psicologia
Segundo Azevedo e Crepaldi (2016), a especialidade Psicologia Hospitalar foi reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia (2000), por meio da Resolução nº 014/2000, na qual apresenta instruções para o psicólogo obter o registro. Os profissionais que atuavam nessa área solicitavam o registro de especialista após a conclusão dos cursos de especialização credenciados pelo Conselho Federal de Psicologia ou diante da comprovação de experiência prática de dois anos e aprovação nas provas teóricas. Sobre atuação do psicólogo hospitalar é CORRETO, afirmar que:
Alternativas
Q1720812 Psicologia
O psicólogo em locais de trabalho como em políticas públicas, hospitais, não estão sozinhos, fazem parte de uma equipe e às vezes, está em tipificação que norteiam esse trabalho. Nesses locais, o profissional necessita compor-se em equipes multidisciplinares, onde cada um, com seu conhecimento específico, procura integrar suas análises e ter, assim, uma compreensão globalizante do fenômeno estudado e uma prática integrada.
A esse respeito, analise as assertivas e assinale a que não se aplica:
Alternativas
Q1704976 Psicologia
Exemplo clínico: Márcia e seu marido, Fernando, estavam entre os dez primeiros pacientes da COVID19 na cidade. Fernando começou a ter febre, tosse e dificuldade para respirar. Faleceu após cinco dias de internação em uma unidade de terapia intensiva (UTI) como caso possível de COVID-19, diagnóstico confirmado posteriormente. Márcia não pode vê-lo nem falar com ele durante a internação, pois ela também estava em isolamento, mas com sintomas leves. Sua última lembrança do marido vivo é Fernando acenando com a mão enquanto a enfermeira o conduzia pelo corredor do hospital. O enterro durou 20 minutos, com caixão lacrado e sem velório e apenas um dos irmãos de Fernando esteve presente, pois Márcia ainda estava em isolamento. Após o enterro, Márcia sentiu um grande vazio. Durante algum tempo, alternava períodos em que chorava muito, não conseguia dormir e ficava lembrando de momentos passados com Fernando. Quando tinha energia, via fotos, andava e acariciava os dois cachorros que ela e o marido haviam adotado. Os sentimentos variavam entre as boas lembranças e culpa pela possibilidade de ter sido responsável pela contaminação dele pelo vírus. Por isso sentia vergonha dos sogros por pensar que eles a culpavam pelo acontecido ou por ele ter morrido e não ela. Apenas depois de algumas semanas, retomou o contato com alguns amigos e familiares pelas redes sociais. Voltou gradualmente a fazer os serviços de casa e conseguiu voltar a trabalhar e superar as dificuldades financeiras causadas pelas várias semanas que ficou praticamente sem renda. Conseguiu arrumar armários e doar os pertences de Fernando a uma instituição, mantendo alguns para si e para doar para amigos e familiares algumas peças especiais. Relatou à mãe que se sentia uma pessoa privilegiada por ter sido casada com alguém tão especial. Sabe que não será fácil, mas devagar quer seguir em frente com a sua vida.

(Elaborado por Maria Cristina de Oliveira Santos e Miyazaki Maycoln Teodoro na publicação LUTO, da Sociedade Brasileira de Psicologia) 
A Psicologia Hospitalar se diferencia em relação a outras práticas clínicas em psicologia em alguns pontos fundamentais. Assinale a alternativa que não compõe a prática da Psicologia Hospitalar.
Alternativas
Q1704975 Psicologia
Exemplo clínico: Márcia e seu marido, Fernando, estavam entre os dez primeiros pacientes da COVID19 na cidade. Fernando começou a ter febre, tosse e dificuldade para respirar. Faleceu após cinco dias de internação em uma unidade de terapia intensiva (UTI) como caso possível de COVID-19, diagnóstico confirmado posteriormente. Márcia não pode vê-lo nem falar com ele durante a internação, pois ela também estava em isolamento, mas com sintomas leves. Sua última lembrança do marido vivo é Fernando acenando com a mão enquanto a enfermeira o conduzia pelo corredor do hospital. O enterro durou 20 minutos, com caixão lacrado e sem velório e apenas um dos irmãos de Fernando esteve presente, pois Márcia ainda estava em isolamento. Após o enterro, Márcia sentiu um grande vazio. Durante algum tempo, alternava períodos em que chorava muito, não conseguia dormir e ficava lembrando de momentos passados com Fernando. Quando tinha energia, via fotos, andava e acariciava os dois cachorros que ela e o marido haviam adotado. Os sentimentos variavam entre as boas lembranças e culpa pela possibilidade de ter sido responsável pela contaminação dele pelo vírus. Por isso sentia vergonha dos sogros por pensar que eles a culpavam pelo acontecido ou por ele ter morrido e não ela. Apenas depois de algumas semanas, retomou o contato com alguns amigos e familiares pelas redes sociais. Voltou gradualmente a fazer os serviços de casa e conseguiu voltar a trabalhar e superar as dificuldades financeiras causadas pelas várias semanas que ficou praticamente sem renda. Conseguiu arrumar armários e doar os pertences de Fernando a uma instituição, mantendo alguns para si e para doar para amigos e familiares algumas peças especiais. Relatou à mãe que se sentia uma pessoa privilegiada por ter sido casada com alguém tão especial. Sabe que não será fácil, mas devagar quer seguir em frente com a sua vida.

(Elaborado por Maria Cristina de Oliveira Santos e Miyazaki Maycoln Teodoro na publicação LUTO, da Sociedade Brasileira de Psicologia) 
Algumas orientações foram sistematizadas pela FIOCRUZ, com o objetivo de orientar as(os) psicólogas(os) hospitalares, visto que espera-se um número crescente de internações hospitalares de casos de média e alta complexidade devido a pandemia da COVID – 19. Algumas recomendações destinam-se ao trabalho da psicologia em hospitais que possuem como público exclusivo pessoas com COVID – 19 e outras tratam da reestruturação necessária do serviço de psicologia em hospitais que atendem outras patologias além de COVID-19. Dentre essas recomendações, para o público exclusivo das pessoas com COVID-19, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1704974 Psicologia
Exemplo clínico: Márcia e seu marido, Fernando, estavam entre os dez primeiros pacientes da COVID19 na cidade. Fernando começou a ter febre, tosse e dificuldade para respirar. Faleceu após cinco dias de internação em uma unidade de terapia intensiva (UTI) como caso possível de COVID-19, diagnóstico confirmado posteriormente. Márcia não pode vê-lo nem falar com ele durante a internação, pois ela também estava em isolamento, mas com sintomas leves. Sua última lembrança do marido vivo é Fernando acenando com a mão enquanto a enfermeira o conduzia pelo corredor do hospital. O enterro durou 20 minutos, com caixão lacrado e sem velório e apenas um dos irmãos de Fernando esteve presente, pois Márcia ainda estava em isolamento. Após o enterro, Márcia sentiu um grande vazio. Durante algum tempo, alternava períodos em que chorava muito, não conseguia dormir e ficava lembrando de momentos passados com Fernando. Quando tinha energia, via fotos, andava e acariciava os dois cachorros que ela e o marido haviam adotado. Os sentimentos variavam entre as boas lembranças e culpa pela possibilidade de ter sido responsável pela contaminação dele pelo vírus. Por isso sentia vergonha dos sogros por pensar que eles a culpavam pelo acontecido ou por ele ter morrido e não ela. Apenas depois de algumas semanas, retomou o contato com alguns amigos e familiares pelas redes sociais. Voltou gradualmente a fazer os serviços de casa e conseguiu voltar a trabalhar e superar as dificuldades financeiras causadas pelas várias semanas que ficou praticamente sem renda. Conseguiu arrumar armários e doar os pertences de Fernando a uma instituição, mantendo alguns para si e para doar para amigos e familiares algumas peças especiais. Relatou à mãe que se sentia uma pessoa privilegiada por ter sido casada com alguém tão especial. Sabe que não será fácil, mas devagar quer seguir em frente com a sua vida.

(Elaborado por Maria Cristina de Oliveira Santos e Miyazaki Maycoln Teodoro na publicação LUTO, da Sociedade Brasileira de Psicologia) 
A pandemia de COVID-19 acarretou inúmeras perdas no mundo todo. Além das mortes, há uma sensação de insegurança, mudanças nas relações sociais e ansiedade em relação ao futuro, não só em termos de saúde, mas também em relação à estabilidade econômica. Sobre a atuação da psicologia no contexto hospitalar, analise as alternativas como verdadeiras ou falsas e assinale a alternativa correta
a) A escuta clínica da(o) psicóloga(o) hospitalar é ampliada a três diferentes grupos de atenção: pessoa assistida, família e instituição. Esta tríade configura um diferencial importante do trabalho da Psicologia dentro das instituições de saúde.
b) A Psicologia, por sua vez, enfatiza a ética do respeito à singularidade e, utilizando o conhecimento técnico/científico, busca trabalhar o luto e as demandas de sofrimento, com atenção as desadaptações e sintomas, pela natureza da situação.
c) A(o) psicóloga(o) no âmbito hospitalar estará implicado não só com o sofrimento, mas com a evolução do quadro clínico até a fase final, com o luto e o óbito.
Alternativas
Q1699398 Psicologia
As Políticas Públicas de Atenção à Saúde Mental no Brasil abrangem todos os tipos de público, sejam crianças, adolescentes ou adultos. Na década de 1990, foram implementados os Centros de Apoio Psicossocial (CAPS), direcionando o atendimento a indivíduos com sofrimento psíquico, tomando como base o cuidado no modelo de assistência interdisciplinar que compõe a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

No que se refere à assistência mental no Brasil e às respectivas mudanças recentes contidas na nota técnica do Ministério da Saúde no 11/2019, julgue o item a seguir. 
É benéfica e justificada a permanência de crianças e adolescentes em leitos hospitalares psiquiátricos situados na mesma área de abrigamento (quarto, enfermaria ou ala) de adultos, bem como a convivência em atividades recreativas ou terapêuticas em ambientes comuns.
Alternativas
Q1690907 Psicologia

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Na avaliação psicológica do paciente, é importante que o psicólogo abstenha-se de manter contato direto e próximo com a equipe da unidade.

Alternativas
Q1690906 Psicologia

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Representa atribuição do psicólogo comprometer-se com os direitos dos pacientes, desde que esse não interfira na organização e no planejamento hospitalar previamente instituídos.

Alternativas
Q1690898 Psicologia

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


O hospital geral, na condição de campo de atuação do psicólogo, compõe um cenário de diferentes demandas que se estendem do início ao fim da vida. Inserido em uma equipe multidisciplinar, o psicólogo hospitalar tem, como elementos indissociáveis de suas intervenções, a interação com profissionais de outras áreas, exceto o hospital como instituição.

Alternativas
Q1690836 Psicologia
Um paciente de 30 anos de idade sofreu acidente automobilístico com colisão frontal, produzindo fraturas complexas. Após intervenção cirúrgica de emergência, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI). O paciente tem histórico de boa saúde, boa forma física, suporte social operacional e emocional satisfatório. Apesar do bom prognóstico, o paciente afirma que a UTI é um lugar para aguardar a morte, que nada na vida dele vai bem, que não vem recebendo cuidados bons o suficiente, que as pessoas o tempo inteiro mentem para ele. As falas do paciente têm um tom provocador, arrogante, desafiador e depreciativo. A equipe assistencial, exausta em termos de argumentação educada e racional, tende a contra-atacar.  

Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


A situação exige avaliação e intervenção da Psicologia com o objetivo de manejar as relações e, por consequência, a estadia.

Alternativas
Q1690835 Psicologia
Um paciente de 30 anos de idade sofreu acidente automobilístico com colisão frontal, produzindo fraturas complexas. Após intervenção cirúrgica de emergência, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI). O paciente tem histórico de boa saúde, boa forma física, suporte social operacional e emocional satisfatório. Apesar do bom prognóstico, o paciente afirma que a UTI é um lugar para aguardar a morte, que nada na vida dele vai bem, que não vem recebendo cuidados bons o suficiente, que as pessoas o tempo inteiro mentem para ele. As falas do paciente têm um tom provocador, arrogante, desafiador e depreciativo. A equipe assistencial, exausta em termos de argumentação educada e racional, tende a contra-atacar.  

Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


A equipe precisa de capacitação para manter as rotinas de cuidados e ignorar qualquer manifestação do paciente, como parte de intervenção de extinção.

Alternativas
Q1690834 Psicologia
Um paciente de 30 anos de idade sofreu acidente automobilístico com colisão frontal, produzindo fraturas complexas. Após intervenção cirúrgica de emergência, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI). O paciente tem histórico de boa saúde, boa forma física, suporte social operacional e emocional satisfatório. Apesar do bom prognóstico, o paciente afirma que a UTI é um lugar para aguardar a morte, que nada na vida dele vai bem, que não vem recebendo cuidados bons o suficiente, que as pessoas o tempo inteiro mentem para ele. As falas do paciente têm um tom provocador, arrogante, desafiador e depreciativo. A equipe assistencial, exausta em termos de argumentação educada e racional, tende a contra-atacar.  

Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


A equipe deve ser ouvida e preparada pela Psicologia para manter-se não reativa ao estresse advindo do modo de o paciente se comunicar.

Alternativas
Q1690833 Psicologia
Um paciente de 30 anos de idade sofreu acidente automobilístico com colisão frontal, produzindo fraturas complexas. Após intervenção cirúrgica de emergência, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI). O paciente tem histórico de boa saúde, boa forma física, suporte social operacional e emocional satisfatório. Apesar do bom prognóstico, o paciente afirma que a UTI é um lugar para aguardar a morte, que nada na vida dele vai bem, que não vem recebendo cuidados bons o suficiente, que as pessoas o tempo inteiro mentem para ele. As falas do paciente têm um tom provocador, arrogante, desafiador e depreciativo. A equipe assistencial, exausta em termos de argumentação educada e racional, tende a contra-atacar.  

Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente sofre de clivagem (splitting), integrando a ambivalência na relação com a equipe, que percebe esse mecanismo. Ele precisa ser confrontado com os próprios funcionamento primitivo e linguagem inadequadamente hostil.

Alternativas
Q1690832 Psicologia
Um paciente de 50 anos de idade chegou desacompanhado ao serviço de emergência com febre alta, cefaleia aguda, náuseas, diarreia, vermelhidão nos olhos e mal-estar geral há oito dias. Foi imediatamente internado na enfermaria de clínica médica e diagnosticado, por exame sorológico, com leptospirose. Com o agravamento do quadro, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) para monitoramento das funções vitais, estando sedado. O Serviço Social contatou familiares, mais especificamente, uma filha de 28 anos de idade, que foi ao hospital e contou que o paciente tem três outros filhos mais novos, e que apenas um deles, o mais novo, de 22 anos de idade, tem contato frequente com o pai. A filha contou que tem horror ao pai e que considera que a doença atual é merecida, uma vez que o paciente é travesti e trabalha em shows performáticos. 

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


É papel da Psicologia no contexto da UTI, com base no relato da filha, evitar a presença dos colegas de show performático do paciente, para não agravar a crise familiar já estabelecida.

Alternativas
Q1690831 Psicologia
Um paciente de 50 anos de idade chegou desacompanhado ao serviço de emergência com febre alta, cefaleia aguda, náuseas, diarreia, vermelhidão nos olhos e mal-estar geral há oito dias. Foi imediatamente internado na enfermaria de clínica médica e diagnosticado, por exame sorológico, com leptospirose. Com o agravamento do quadro, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) para monitoramento das funções vitais, estando sedado. O Serviço Social contatou familiares, mais especificamente, uma filha de 28 anos de idade, que foi ao hospital e contou que o paciente tem três outros filhos mais novos, e que apenas um deles, o mais novo, de 22 anos de idade, tem contato frequente com o pai. A filha contou que tem horror ao pai e que considera que a doença atual é merecida, uma vez que o paciente é travesti e trabalha em shows performáticos. 

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


É papel da Psicologia no contexto da UTI identificar o membro do grupo familiar que tem recursos internos mais preservados para aliança com a equipe durante o percurso da internação.

Alternativas
Q1690830 Psicologia
Um paciente de 50 anos de idade chegou desacompanhado ao serviço de emergência com febre alta, cefaleia aguda, náuseas, diarreia, vermelhidão nos olhos e mal-estar geral há oito dias. Foi imediatamente internado na enfermaria de clínica médica e diagnosticado, por exame sorológico, com leptospirose. Com o agravamento do quadro, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) para monitoramento das funções vitais, estando sedado. O Serviço Social contatou familiares, mais especificamente, uma filha de 28 anos de idade, que foi ao hospital e contou que o paciente tem três outros filhos mais novos, e que apenas um deles, o mais novo, de 22 anos de idade, tem contato frequente com o pai. A filha contou que tem horror ao pai e que considera que a doença atual é merecida, uma vez que o paciente é travesti e trabalha em shows performáticos. 

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


É papel da Psicologia no contexto da UTI dar assistência aos familiares, independentemente do mal-estar anterior nas relações, fortalecendo os vínculos de confiança com a equipe de saúde.

Alternativas
Q1690829 Psicologia
Um paciente de 50 anos de idade chegou desacompanhado ao serviço de emergência com febre alta, cefaleia aguda, náuseas, diarreia, vermelhidão nos olhos e mal-estar geral há oito dias. Foi imediatamente internado na enfermaria de clínica médica e diagnosticado, por exame sorológico, com leptospirose. Com o agravamento do quadro, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) para monitoramento das funções vitais, estando sedado. O Serviço Social contatou familiares, mais especificamente, uma filha de 28 anos de idade, que foi ao hospital e contou que o paciente tem três outros filhos mais novos, e que apenas um deles, o mais novo, de 22 anos de idade, tem contato frequente com o pai. A filha contou que tem horror ao pai e que considera que a doença atual é merecida, uma vez que o paciente é travesti e trabalha em shows performáticos. 

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


É papel da Psicologia no contexto da UTI, por tratar-se de uma crise familiar, criar uma escala de visitas, com base na suscetibilidade percebida decorrente da aprendizagem social.

Alternativas
Q1690828 Psicologia
Um paciente de 50 anos de idade chegou desacompanhado ao serviço de emergência com febre alta, cefaleia aguda, náuseas, diarreia, vermelhidão nos olhos e mal-estar geral há oito dias. Foi imediatamente internado na enfermaria de clínica médica e diagnosticado, por exame sorológico, com leptospirose. Com o agravamento do quadro, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) para monitoramento das funções vitais, estando sedado. O Serviço Social contatou familiares, mais especificamente, uma filha de 28 anos de idade, que foi ao hospital e contou que o paciente tem três outros filhos mais novos, e que apenas um deles, o mais novo, de 22 anos de idade, tem contato frequente com o pai. A filha contou que tem horror ao pai e que considera que a doença atual é merecida, uma vez que o paciente é travesti e trabalha em shows performáticos. 

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


É papel da Psicologia no contexto da UTI, por tratar-se de uma família desestruturada e com vínculos afetivos prejudicados, trabalhar a influência do pensamento autorreferente.

Alternativas
Q1690827 Psicologia
Uma paciente de 47 anos de idade foi levada à emergência com sintomas de gripe forte e diagnosticada, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde, como acometida pela Covid-19 (Corona Virus Disease de 2019). A paciente foi transferida para enfermaria e, com o agravamento do quadro, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) específica. Nesse período teve duas paradas cardiorespiratórias. Atualmente a paciente está sedada e é mantida com monitor cardíaco, sonda nasoenteral e sonda vesical, tendo sido efetivada a traqueostomia necessária para uso de ventilador mecânico invasivo. O prognóstico da paciente é reservado, ou seja, é incerto, considerando-se o progressivo agravamento do estado de saúde. A paciente é casada e mãe de gêmeos, dois meninos de 5 anos de idade. O marido contou dos esforços do casal para terem filhos, com sucessivas tentativas de fertilização in vitro. Os meninos sabem que a mãe está doente e sentem saudade, e o pai solicitou que os filhos vejam a mãe, nem que seja pela última vez. 

A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


A visita dos gêmeos será benéfica para a reabilitação da paciente, uma vez que há dados suficientes para afirmar que, mesmo em estado de sedação, os pacientes percebem o ambiente à volta.

Alternativas
Respostas
341: B
342: E
343: A
344: D
345: E
346: D
347: E
348: E
349: E
350: E
351: C
352: E
353: C
354: E
355: E
356: C
357: C
358: E
359: E
360: E