Questões de Concurso
Comentadas sobre psicologia e cultura em psicologia
Foram encontradas 87 questões
A respeito de teorias que versam quanto ao indivíduo, à cultura e à sociedade, julgue o item a seguir.
As minorias ativas, segundo Moscovici, consistem em
grupos ou indivíduos relativamente conscientes das
respectivas ações, que buscam causar impactos em
sistemas sociais, alterando normas e poderes
previamente considerados legítimos.
A respeito de teorias que versam quanto ao indivíduo, à cultura e à sociedade, julgue o item a seguir.
As representações sociais são geradas, segundo
Moscovici, com base em dois processos: a ancoragem e
a subjetivação.
A respeito de teorias que versam quanto ao indivíduo, à cultura e à sociedade, julgue o item a seguir.
Para a teoria das representações sociais, o ato de
representar é uma mera reprodução do objeto alvo da
representação.
A respeito de teorias que versam quanto ao indivíduo, à cultura e à sociedade, julgue o item a seguir.
Para o interacionismo simbólico, o sujeito é um produto
do meio social, demarcado por uma dimensão de
passividade na respectiva condição ontológica.
A respeito de teorias que versam quanto ao indivíduo, à cultura e à sociedade, julgue o item a seguir.
São características do construcionismo social o
antirrealismo, o antiessencialismo e a ideia de que a
linguagem é uma forma de ação social.
A respeito de teorias que versam quanto ao indivíduo, à cultura e à sociedade, julgue o item a seguir.
No movimento teórico e metodológico conhecido por
construcionismo social, encontram-se autores que
classificam a escola construcionista como “light” e “dark”.
(1) A cultura é vista como conhecimento disponível. (2) A cultura é vista como estruturas conceituais centrais existentes. (3) A cultura é a construção de estruturas conceituais mediante atividades de pessoas.
( ) Essa perspectiva requer um exame de olhar sobre como os mecanismos cognitivos acontecem - na ontogenia e na história cultural.
( ) Essa perspectiva não enfatiza o momento da acumulação da informação, mas é, sobretudo, um conjunto de regras que possibilita às pessoas alcançarem compreensões partilhadas.
( ) O foco é posto sobre o saber fazer socialmente partilhado e sobre as operações cognitivas pelas quais esse saber fazer pode ser manejado.
I. Os processos biológicos que ocorrem quando sentimos estresse podem diferir um pouco conforme a fisiologia singular e os níveis de reatividade fisiológica de cada indivíduo, mas os mesmos processos básicos afetam todos nós.
II. As influências psicológicas afetam a maneira como avaliamos situações desafiadoras - seja como controláveis (não estressantes) ou incontroláveis (estressantes) - com base em nossas personalidades e experiências de vida.
III. Nossas influências socioculturais singulares afetam a maneira como avaliamos o estresse oriundo de muitas fontes diferentes, incluindo acontecimentos importantes da vida, catástrofes, problemas cotidianos, estresse ambiental, trabalho e família.
Está(ão) CORRETO(S):
( ) Cultura: os comportamentos, ideias, atitudes e tradições duradouras, compartilhados por um grande grupo de pessoas e transmitidos de uma geração para outra.
( ) Representações sociais: uma integração de perspectivas biológicas e sociais que explora as bases neurais e psicológicas dos comportamentos sociais e emocionais.
( ) Neurociência social: crenças socialmente compartilhadas - ideias e valores amplamente disseminados, inclusive nossas suposições e ideologias culturais.
A pessoa que tem autoconsciência da morte próxima, por doença grave, sofre porque vai vivenciar o luto pela própria morte, antecipando-a, ainda em vida. A tristeza da morte pessoal antecipada pode ser um imenso sofrimento e conduzir a um estado depressivo no qual o pedido de eutanásia faz algum sentido (...). O esgotamento do projeto pessoal de vida” pode levar a um pedido de eutanásia. (...). A dramática ocorrência de suicídio dos seres humanos tem cruzado, horizontalmente, todas as culturas e é um problema difícil. Na tradição hebraica, a questão ética e religiosa do suicídio e da eutanásia é particularmente complexa. (...). O pedido pode ser apresetado a qualquer pessoa – o médico, enfermeiro, familiar ou amigo. Mas quando se encara a decisão, esta é sempre remetida ao médico,. Porém, a decisão já é aceitável se o médico não matar, mas assumir, como médico, o problema que leva a pessoa a pedir para ser morta, na medida em que, muitas vezes, o pedido não exprime um genuíno desejo de ver terminada a sua vida, mas antes é um apelo a que sua vida seja melhorada.” (adaptado de Serrão, D. A Eutanásia não é a solução. In: Ramos, D.L.de P.. Fundamentos de deontologia, bioética e ética profissional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, p.72-84) A partir de sua interpretação do texto e considerando as discussões atuais sobre o tema, a área que se detém sobre situações dessa natureza é denominada:
De acordo com Strey (1998, apud Bonin p. 58), sobre “Indivíduo Cultura e Sociedade” para compreender o ser humano, além de estudar seu corpo e sua origem animal, é necessário pesquisar, principalmente, como ele se constitui em um contexto sociocultural. Considerando o enunciado anterior, analise as afirmativas sobre “Indivíduo Cultura e Sociedade”, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Cada indivíduo, ao nascer, constrói um sistema social através de seu encontro com as gerações já existentes e que é assimilado por meio de inter-relações sociais.
( ) A primeira comunicação da criança recém-nascida com o outro seria através do choro. Esta ainda é uma expressão direta do estado afetivo da criança não sendo, contudo, uma comunicação que envolva, neste momento, uma representação mental.
( ) A sociedade com suas instituições, crenças e costumes não paira acima dos indivíduos, mas, sim, é constituída por indivíduos. Trata-se de colocar a sociedade acima do ser humano unicamente, sendo uma rede de inter-relações individuais em constante mobilidade.
( ) Cada indivíduo pode ser considerado como um nó em uma extensa rede de inter-relações em movimento. O ser humano desenvolve, através dessas relações, um “eu” ou pessoa (self), isto é, um autocontrole “egoico”, que é um aspecto do “eu” no qual o indivíduo se controla pela autoinstrução falada, de acordo com a sua autoimagem ou imagem de si próprio.
A sequência está correta em
“A cultura tem aparecido como um ‘molde’ da expressão de uma adolescência naturalizada pela pressão recebida no contexto de desenvolvimento atual ocidental e globalizado. Os adolescentes têm sido cada vez mais definidos por suas características sociais e econômicas e menos por sua aparência ou seu funcionamento físico e hormonal” (Habigzang, Diniz & Koller, 2014, p. 19).
Ao refletir o conceito de adolescência, o texto evidencia que:
Em relação à atividade do Psicólogo Clínico, afirma-se
I- Atua na área específica de saúde, procedendo ao exame de pessoas que apresentam problemas intra e interpessoais, de comportamento familiar ou social ou com distúrbios psíquicos. Após o respectivo diagnóstico, inicia a terapêutica, empregando enfoque preventivo ou curativo e técnicas psicológicas adequadas a cada caso.
II- Atua junto a equipes multiprofissionais, identificando e compreendendo os fatores emocionais para intervir na saúde geral do indivíduo, em unidades básicas, ambulatórios, hospitais, tornando-o apto a resolver questões concernentes a sua intervenção social.
III- Atua junto a organizações comunitárias e em equipes multiprofissionais, diagnosticando, planejando e executando os programas no âmbito da saúde, do lazer, da educação, do trabalho e da segurança, para ajudar os indivíduos e suas famílias a resolver problemas e superar dificuldades.
IV- Atua na promoção de estudos sobre características psicossociais de grupos étnicos, religiosos, classes e segmentos sociais e culturais, propondo intervenções clínicas.
As atividades coerentes com o Catálogo Brasileiro de Ocupações do Ministério do Trabalho (CBO) e com a Resolução do Conselho Federal de Psicologia sobre as atribuições profissionais do Psicólogo estão contidas em
A diversidade cultural na relação com a experiência da morte é ilustrada também no ritual funerário e de cremação entre os antigos gregos. O mesmo gesto cultural de outros povos, embora as cinzas não fossem lançadas ao anonimato, mas cuidadosamente guardadas como memória dos mortos, os antigos gregos cremavam os mortos como sacrifício e expiação de tudo o que era mortal e perecível, e preparar a passagem dos mortos para outra condição de existência, a condição social de mortos.
O ritual funerário das sociedades da antiga Mesopotâmia não incluía o sepultamento ou a edificação de mausoléus e a representação pictórica e escultural, mas a incineração crematória. O cadáver não era conservado com as marcas de sua identidade, personalidade e inserção social, mas completamente consumido pelo fogo, destruído até as cinzas, as quais eram lançadas ao vento, ou nas águas dos rios, sendo o morto despojado de todos os seus traços identitários.
A percepção das vivências da morte e do morrer tem sofrido transformações ao longo do tempo histórico, acompanhando as transformações da sociedade no que diz respeito às atitudes diante da morte, evoluindo desde uma possibilidade impregnada de angústia, temor e aflição, que deve ser evitada a todo o custo, tal como na idade média, para uma experiência tranquila, natural e até mesmo desejada, tal como mais recentemente.