Questões de Concurso Sobre psicologia da saúde em psicologia

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Q1934726 Psicologia
O Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar do SUS de 2004 foi criado com qual finalidade? 
Alternativas
Q1934723 Psicologia
No tocante ao disposto na Portaria 3090/2011 sobre os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) assinale a alternativa correta:
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Ano: 2022 Banca: FAU Órgão: CISOP Prova: FAU - 2022 - CISOP - Psicólogo |
Q1933039 Psicologia
Em conformidade com o disposto na Portaria de Consolidação nº 5/2017, sobre o Programa de Volta Para Casa, assinale a alternativa correta:
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Ano: 2022 Banca: FAU Órgão: CISOP Prova: FAU - 2022 - CISOP - Psicólogo |
Q1933032 Psicologia
Sobre a Reforma Psiquiátrica no contexto brasileiro, assinale a alternativa correta: 
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Q1931332 Psicologia
Alexandra, 3 anos, foi levada por sua mãe, Rebeca, para o hospital, pois teria apresentado sonolência excessiva, dor abdominal e sangramentos nasais. Após cuidadosa avaliação e acompanhamento da criança, verificou-se que a mãe da menina estaria injetando medicamentos na filha, que foram a razão do surgimento dos sintomas de Alexandra.
A dinâmica em análise é compatível com os sintomas de:
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Q1931305 Psicologia
O tabagismo é o principal fator de risco para enfermidades e incapacitações prematuras e evitáveis. Considerando que é na adolescência que ocorre a iniciação do uso do tabaco, a psicóloga Ana propôs um trabalho em equipe multidisciplinar a ser desenvolvido junto a alunos do Ensino Médio.
Um programa de Psicologia da Saúde focado na prevenção primária ao uso do tabaco poderá usar como estratégia:
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Q1929895 Psicologia
O uso de substâncias psicoativas sempre esteve presente em toda a sociedade e perpassa toda a evolução histórica do Brasil desde seu descobrimento até a contemporaneidade. O crescente aumento no cenário brasileiro do consumo de substâncias psicoativas exigiu do Sistema Único de Saúde (SUS) a criação de Políticas Públicas destinadas ao combate do uso abusivo dessas substâncias. Dentre elas, elaborou-se a Política Nacional de Redução de Danos, como estratégia no âmbito da saúde pública. Neste intento, analise as afirmativas abaixo. 
I. A Política Nacional de Redução de Danos, primazia pelo respeito à liberdade de escolha e intenciona a inclusão social e a cidadania. 
II. Os chamados “redutores de danos”, são pessoas compromissadas com a promoção da saúde de usuários de álcool e drogas. 
III. A pauta primária da Política Nacional de Redução de Danos, não é o enfrentamento das metodologias de tratamento por meio da imposição da abstinência, mas as políticas públicas ineficazes no combate as drogas. 
IV. A Política Nacional de Redução de Danos determina ações como uma estratégia de saúde pública que controlem possíveis consequências negativas associadas ao consumo de substâncias psicoativas sem necessariamente interferir na oferta ou no consumo.

Dentre as afirmativas, pode-se dizer que está incorreto o que se lê em
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Q1929891 Psicologia
 Os consultórios na Rua são um serviço componente da Atenção Básica na Rede de Atenção Psicossocial composta por uma equipe multiprofissional, formada a partir das demandas e realidades do território.  Suas ações devem ser compartilhadas e integradas às Unidades Básicas de Saúde, CAPS, Serviços de Urgência e Emergência e outros pontos da rede (TRINO, MACHADO, RODRIGUES, 2015). Na questão do atendimento, em campo da atenção primária, para a pessoa em situação de rua, a pesquisa de Costa, et al., (2021), aponta que: 
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Q1929890 Psicologia
O conceito da OMS, divulgado na carta de princípios de 7 de abril de 1948 (desde então o Dia Mundial da Saúde), implicando o reconhecimento do direito à saúde e da obrigação do Estado na promoção e proteção da saúde, diz que “Saúde é o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidade”. Este conceito refletia, de um lado, uma aspiração nascida dos movimentos sociais do pós-guerra: o fim do colonialismo, a ascensão do socialismo. Saúde deveria expressar o direito a uma vida plena, sem privações. Um conceito útil para analisar os fatores que intervêm sobre a saúde, e sobre os quais a saúde pública deve, por sua vez, intervir, é o de campo da saúde (health field), formulado em 1974 por Marc Lalonde, titular do Ministério da Saúde e do Bem-estar do Canadá - país que aplicava o modelo médico inglês (Sclyar, 2007). 
Este conceito, traz em seu corpo de abrangência a compreensão de que a saúde se dispõe em analisar aspectos referentes a:
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Q1929887 Psicologia
Considerando que a psicologia tem ocupado espaços maiores no sistema público de saúde, e com isto, passou a precisar pensar suas práticas e modelos epistemológicos de atuação, considere as afirmativas abaixo, no tocante a refletir as possibilidades da prática da avaliação psicológico no sistema de saúde. 
I. A avaliação psicológica em sistema de saúde, destina-se, exclusivamente, a pacientes incluídos no grupo de doentes crônicos e pacientes que requerem vigilância continuada. 
II. A avaliação psicológica pode ocorrer com pacientes não adoecidos, tendo como foco da atuação, a promoção da saúde e a prevenção de doenças, e também, com pacientes em regime de cuidado, portadores de alguma doença que requer tratamentos e/ou intervenções médicas. 
III. A avaliação psicológica no contexto da saúde, destina-se as demandas prioritariamente infantis, uma vez que, a hospitalização de crianças é matriz possível adoecimento psicológico para toda a família. 

Considerando as questões debatidas por Ribeiro e Leal (1997) acerca da avaliação psicológica e psicologia da saúde, estão corretas as afirmativas:  
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Q1929885 Psicologia
O percurso da reforma psiquiátrica configura-se como um processo social complexo que está para além da reestruturação do modelo assistencial, envolvendo um incessante movimento com a inovação de atores, conceitos e princípios. Paulo Amarante (2005), ao considerar o cenário brasileiro, aventa a existência de diferentes dimensões inter-relacionadas que compõe este movimento, sendo estas: 
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Q1922662 Psicologia

Caso clínico 4A2-I


    Maria, de 65 anos de idade, é diabética e foi diagnosticada com depressão há 40 anos. Faz uso de medicação para ambas as doenças desde o diagnóstico inicial. Relata períodos muito difíceis de tristeza, baixa autoestima e ideação suicida. Diz: “Eu me sinto OK. Nunca fui feliz. Sempre estive OK. Nunca soube o que é felicidade. Minha vida sempre foi muito difícil. Precisei trabalhar desde cedo. Perdi meu pai e minha mãe quando muito pequena. Fui morar na rua. Experimentei tudo quanto foi coisa. Chegava a perder as forças. Tinha tontura; tremores; ficava lerda. Meu corpo não respondia direito. Mas era muito louco... Eu ficava eufórica e meio descoordenada também. Chegava a passar dias desaparecida. Tinha uma raiva dentro de mim. Sempre me perguntei o porquê de ser comigo, de ser logo com minha mãe e meu pai. Vi os dois serem mortos na minha frente. Nunca vou esquecer. Lembro de tudo, como se fosse hoje. Tudo por causa de droga. Meu pai sempre bateu em mim e na minha mãe. Eu tinha muita raiva. Ainda tenho. Só de pensar nisso meu coração dispara e eu sou tomada por um manto de fogo. Minhas pernas até adormecem. Meu rosto fica quente. Saí do buraco quando conheci meu companheiro. Só aí vi que poderia ser cuidada por alguém. Mas foi duro. Demorei a acreditar. Mas meu companheiro me ajudou a enxergar minhas dificuldades e doença. Fiquei OK por anos. Mas parece uma coisa... nada pode dar certo pra mim. Há 10 dias fiquei sabendo que tenho um câncer no estômago. Quis me entregar. Mas meu companheiro e meus filhos disseram que farão de tudo por mim e que preciso ser forte. Mas tenho a impressão que a tristeza voltou com tudo de novo.” (sic). 

Levando em consideração o caso clínico 4A2-I, o processo saúde-doença, as contribuições da psicologia da saúde e da psicopatologia e o papel do psicólogo, julgue o item que se segue. 


O diagnóstico de câncer pode gerar em Maria reações psicológicas que, se não trabalhadas, podem dificultar o seu ajustamento à situação de adoecimento, assim como contribuir para o agravamento do quadro e o desenvolvimento de transtornos emocionais e de personalidade. 

Alternativas
Q1922661 Psicologia

Caso clínico 4A2-I


    Maria, de 65 anos de idade, é diabética e foi diagnosticada com depressão há 40 anos. Faz uso de medicação para ambas as doenças desde o diagnóstico inicial. Relata períodos muito difíceis de tristeza, baixa autoestima e ideação suicida. Diz: “Eu me sinto OK. Nunca fui feliz. Sempre estive OK. Nunca soube o que é felicidade. Minha vida sempre foi muito difícil. Precisei trabalhar desde cedo. Perdi meu pai e minha mãe quando muito pequena. Fui morar na rua. Experimentei tudo quanto foi coisa. Chegava a perder as forças. Tinha tontura; tremores; ficava lerda. Meu corpo não respondia direito. Mas era muito louco... Eu ficava eufórica e meio descoordenada também. Chegava a passar dias desaparecida. Tinha uma raiva dentro de mim. Sempre me perguntei o porquê de ser comigo, de ser logo com minha mãe e meu pai. Vi os dois serem mortos na minha frente. Nunca vou esquecer. Lembro de tudo, como se fosse hoje. Tudo por causa de droga. Meu pai sempre bateu em mim e na minha mãe. Eu tinha muita raiva. Ainda tenho. Só de pensar nisso meu coração dispara e eu sou tomada por um manto de fogo. Minhas pernas até adormecem. Meu rosto fica quente. Saí do buraco quando conheci meu companheiro. Só aí vi que poderia ser cuidada por alguém. Mas foi duro. Demorei a acreditar. Mas meu companheiro me ajudou a enxergar minhas dificuldades e doença. Fiquei OK por anos. Mas parece uma coisa... nada pode dar certo pra mim. Há 10 dias fiquei sabendo que tenho um câncer no estômago. Quis me entregar. Mas meu companheiro e meus filhos disseram que farão de tudo por mim e que preciso ser forte. Mas tenho a impressão que a tristeza voltou com tudo de novo.” (sic). 

Levando em consideração o caso clínico 4A2-I, o processo saúde-doença, as contribuições da psicologia da saúde e da psicopatologia e o papel do psicólogo, julgue o item que se segue. 


No caso apresentado, considerada a concepção do processo saúde-doença, exclui-se a presença de agentes etiológicos como fator de aparecimento da diabetes e do câncer, com maior enfoque para os fatores psicológicos.

Alternativas
Q1922660 Psicologia

Caso clínico 4A2-I


    Maria, de 65 anos de idade, é diabética e foi diagnosticada com depressão há 40 anos. Faz uso de medicação para ambas as doenças desde o diagnóstico inicial. Relata períodos muito difíceis de tristeza, baixa autoestima e ideação suicida. Diz: “Eu me sinto OK. Nunca fui feliz. Sempre estive OK. Nunca soube o que é felicidade. Minha vida sempre foi muito difícil. Precisei trabalhar desde cedo. Perdi meu pai e minha mãe quando muito pequena. Fui morar na rua. Experimentei tudo quanto foi coisa. Chegava a perder as forças. Tinha tontura; tremores; ficava lerda. Meu corpo não respondia direito. Mas era muito louco... Eu ficava eufórica e meio descoordenada também. Chegava a passar dias desaparecida. Tinha uma raiva dentro de mim. Sempre me perguntei o porquê de ser comigo, de ser logo com minha mãe e meu pai. Vi os dois serem mortos na minha frente. Nunca vou esquecer. Lembro de tudo, como se fosse hoje. Tudo por causa de droga. Meu pai sempre bateu em mim e na minha mãe. Eu tinha muita raiva. Ainda tenho. Só de pensar nisso meu coração dispara e eu sou tomada por um manto de fogo. Minhas pernas até adormecem. Meu rosto fica quente. Saí do buraco quando conheci meu companheiro. Só aí vi que poderia ser cuidada por alguém. Mas foi duro. Demorei a acreditar. Mas meu companheiro me ajudou a enxergar minhas dificuldades e doença. Fiquei OK por anos. Mas parece uma coisa... nada pode dar certo pra mim. Há 10 dias fiquei sabendo que tenho um câncer no estômago. Quis me entregar. Mas meu companheiro e meus filhos disseram que farão de tudo por mim e que preciso ser forte. Mas tenho a impressão que a tristeza voltou com tudo de novo.” (sic). 

Levando em consideração o caso clínico 4A2-I, o processo saúde-doença, as contribuições da psicologia da saúde e da psicopatologia e o papel do psicólogo, julgue o item que se segue. 


Em se tratando do processo saúde-doença, fatores biológicos, econômicos, sociais e culturais devem ser levados em consideração no contexto de adoecimento de Maria. 

Alternativas
Q1922659 Psicologia

Caso clínico 4A2-I


    Maria, de 65 anos de idade, é diabética e foi diagnosticada com depressão há 40 anos. Faz uso de medicação para ambas as doenças desde o diagnóstico inicial. Relata períodos muito difíceis de tristeza, baixa autoestima e ideação suicida. Diz: “Eu me sinto OK. Nunca fui feliz. Sempre estive OK. Nunca soube o que é felicidade. Minha vida sempre foi muito difícil. Precisei trabalhar desde cedo. Perdi meu pai e minha mãe quando muito pequena. Fui morar na rua. Experimentei tudo quanto foi coisa. Chegava a perder as forças. Tinha tontura; tremores; ficava lerda. Meu corpo não respondia direito. Mas era muito louco... Eu ficava eufórica e meio descoordenada também. Chegava a passar dias desaparecida. Tinha uma raiva dentro de mim. Sempre me perguntei o porquê de ser comigo, de ser logo com minha mãe e meu pai. Vi os dois serem mortos na minha frente. Nunca vou esquecer. Lembro de tudo, como se fosse hoje. Tudo por causa de droga. Meu pai sempre bateu em mim e na minha mãe. Eu tinha muita raiva. Ainda tenho. Só de pensar nisso meu coração dispara e eu sou tomada por um manto de fogo. Minhas pernas até adormecem. Meu rosto fica quente. Saí do buraco quando conheci meu companheiro. Só aí vi que poderia ser cuidada por alguém. Mas foi duro. Demorei a acreditar. Mas meu companheiro me ajudou a enxergar minhas dificuldades e doença. Fiquei OK por anos. Mas parece uma coisa... nada pode dar certo pra mim. Há 10 dias fiquei sabendo que tenho um câncer no estômago. Quis me entregar. Mas meu companheiro e meus filhos disseram que farão de tudo por mim e que preciso ser forte. Mas tenho a impressão que a tristeza voltou com tudo de novo.” (sic). 

Levando em consideração o caso clínico 4A2-I, o processo saúde-doença, as contribuições da psicologia da saúde e da psicopatologia e o papel do psicólogo, julgue o item que se segue. 


Nesse caso hipotético, cabe ao psicólogo levar em consideração a crença, os sentimentos que Maria possui a respeito da doença, evitando propostas adaptativas à situação para que a paciente acredite em seu processo de cura.

Alternativas
Q1922658 Psicologia

Caso clínico 4A2-I


    Maria, de 65 anos de idade, é diabética e foi diagnosticada com depressão há 40 anos. Faz uso de medicação para ambas as doenças desde o diagnóstico inicial. Relata períodos muito difíceis de tristeza, baixa autoestima e ideação suicida. Diz: “Eu me sinto OK. Nunca fui feliz. Sempre estive OK. Nunca soube o que é felicidade. Minha vida sempre foi muito difícil. Precisei trabalhar desde cedo. Perdi meu pai e minha mãe quando muito pequena. Fui morar na rua. Experimentei tudo quanto foi coisa. Chegava a perder as forças. Tinha tontura; tremores; ficava lerda. Meu corpo não respondia direito. Mas era muito louco... Eu ficava eufórica e meio descoordenada também. Chegava a passar dias desaparecida. Tinha uma raiva dentro de mim. Sempre me perguntei o porquê de ser comigo, de ser logo com minha mãe e meu pai. Vi os dois serem mortos na minha frente. Nunca vou esquecer. Lembro de tudo, como se fosse hoje. Tudo por causa de droga. Meu pai sempre bateu em mim e na minha mãe. Eu tinha muita raiva. Ainda tenho. Só de pensar nisso meu coração dispara e eu sou tomada por um manto de fogo. Minhas pernas até adormecem. Meu rosto fica quente. Saí do buraco quando conheci meu companheiro. Só aí vi que poderia ser cuidada por alguém. Mas foi duro. Demorei a acreditar. Mas meu companheiro me ajudou a enxergar minhas dificuldades e doença. Fiquei OK por anos. Mas parece uma coisa... nada pode dar certo pra mim. Há 10 dias fiquei sabendo que tenho um câncer no estômago. Quis me entregar. Mas meu companheiro e meus filhos disseram que farão de tudo por mim e que preciso ser forte. Mas tenho a impressão que a tristeza voltou com tudo de novo.” (sic). 

Levando em consideração o caso clínico 4A2-I, o processo saúde-doença, as contribuições da psicologia da saúde e da psicopatologia e o papel do psicólogo, julgue o item que se segue. 


A intervenção medicamentosa combinada com o papel da atenção primária na identificação da população de risco para doença crônica viabiliza a formulação de estratégias populacionais para enfrentamento e tratamento de doenças como a apresentada por Maria.

Alternativas
Q1922657 Psicologia

Levando em consideração os níveis de atenção à saúde e o papel do psicólogo, julgue o item seguinte.


O papel do apoio matricial limita-se ao oferecimento de suporte assistencial, não devendo extrapolar as questões técnico-pedagógicas a fim de preservar a qualidade e especialidade dos serviços e níveis de atenção. 

Alternativas
Q1922656 Psicologia

Levando em consideração os níveis de atenção à saúde e o papel do psicólogo, julgue o item seguinte.


Incluem-se entre as diretrizes de trabalho do Núcleo de Apoio de Saúde à Família: clínica ampliada e projeto terapêutico singular.

Alternativas
Q1922655 Psicologia

Levando em consideração os níveis de atenção à saúde e o papel do psicólogo, julgue o item seguinte.


A lógica do matriciamento restringe-se à atenção básica, haja vista sua atribuição nos níveis de atenção. 

Alternativas
Q1922654 Psicologia

Levando em consideração os níveis de atenção à saúde e o papel do psicólogo, julgue o item seguinte.


Em se tratando de níveis de atenção, cabe à atenção básica a implementação de ações públicas para a promoção da saúde da população, mas não para o controle de riscos e agravos de doenças. 

Alternativas
Respostas
3601: B
3602: D
3603: E
3604: B
3605: C
3606: A
3607: B
3608: A
3609: C
3610: B
3611: A
3612: E
3613: E
3614: C
3615: E
3616: C
3617: E
3618: C
3619: E
3620: E