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Questões de Concurso Sobre psicodinâmica do trabalho em psicologia

Foram encontradas 332 questões

Q188370 Psicologia
É correto afirmar que a psicodinâmica do trabalho:

I – usa testes psicométricos em seus estudos sobre as vicissitudes do trabalho contemporâneo;

II – acrescenta que a dimensão corpórea da inteligência da prática deve ser considerada nas análises do trabalho;

III – tanto quanto a Ergologia dão importância considerável a relações estabelecidas entre o corpo do trabalhador e sua tarefa;

IV – concebe o homem como um ser que deve buscar sempre o equilíbrio com a natureza através da adaptação.

São corretas APENAS as afirmativas
Alternativas
Q188366 Psicologia
Sob a perspectiva da psicodinâmica do trabalho, afirmar que trabalhar é preencher o espaço entre o prescrito e o efetivo significa que a(o)
Alternativas
Q188365 Psicologia
Em nosso cotidiano, escutamos comumente discursos fundamentados em ideias relacionadas às diferenças entre os sexos e suas manifestações no universo do trabalho. Enfatizam que as tarefas mais intelectualizadas e as que requerem maior compleição física, sendo mais qualificadas e bem remuneradas, recaem normalmente sobre os homens, enquanto que as tarefas intrinsecamente ligadas aos cuidados com o corpo e as tarefas relacionais cabem às mulheres. Esse tipo de pensamento, segundo a psicodinâmica do trabalho, é fruto
Alternativas
Q188364 Psicologia
Para a psicodinâmica do trabalho, o trabalho efetivo só pode tornar-se cognoscível por meio da(o)
Alternativas
Q80078 Psicologia
Acerca das emoções no ambiente de trabalho, julgue os itens
subsequentes.

Indivíduos que sofrem de alexitimia têm dificuldade de expressar emoções e sentem desconforto com seus próprios sentimentos, o que os torna indicados para o exercício de atividades que demandem pouco esforço emocional.
Alternativas
Q77723 Psicologia
Texto V, para responder às questões de 52 a 54.

O trabalho na sociedade capitalista contemporânea
tem assumido diversos sentidos para os trabalhadores, ora
oferecendo condições emancipadoras, ora escravizantes.
Nesse contexto, muitas vezes, o psíquico é envolvido no
jogo e na trama da dominação social, associada às leis da
racionalidade econômica, refletidas nos princípios da
produtividade, da flexibilidade e do consumo, levando os
trabalhadores a não ter saídas, prevalecendo a sujeição no
lugar da resistência e da emancipação.
A sobrevivência, a segurança, o poder, como
dimensões da condição humana, influenciam fortemente
essa sujeição. Dessa condição também faz parte a busca
pelo prazer e pelo reconhecimento, uma vez que esses
fatores se articulam com a estruturação psíquica e social
dos sujeitos. Tais fatores também são importantes para a
conquista da emancipação, experiência que tem sido
bloqueada em função das atuais condições de precariedade
oferecidas pelo mundo do trabalho flexibilizado.
Utilizando a psicodinâmica do trabalho como
abordagem teórica para explicar o prazer e o
reconhecimento, torna-se central considerar a organização
do trabalho. É a organização do trabalho que coloca em
evidência e em risco essas dimensões da condição
humana, patrocinando o jogo entre a servidão e a
emancipação do sujeito.
A organização do trabalho produz um jogo de
forças contraditórias que operam sobre o trabalhador,
levando-o às mais diversas soluções de compromissos.
Essas contradições são vivenciadas quando entram em
confronto o desejo do sujeito, expresso nas necessidades,
aspirações e interesses e a realidade de trabalho,
geralmente, marcada pelo produtivismo, desempenho e
excelência. Um exemplo de contradições muito presente
nas relações de trabalho hoje é o "fazer mais versus fazer
bem". As exigências das organizações, muitas vezes, sem
as condições necessárias à execução das tarefas, levam os
trabalhadores a negligenciar a qualidade em nome da
quantidade. Outros exemplos são "trabalhar em equipe
versus trabalhar sozinho"; "atender a normas em que não
se acredita versus perder o emprego"; "cooperar versus
sobrecarregar-se"; "denunciar práticas das quais se
discorda versus silenciar".
Essas contradições, na maioria das vezes,
favorecem a rivalidade entre os colegas, a competição e o
individualismo, tendo em vista as estratégias de gestão
utilizadas, como os sistemas individualizados de avaliação
de desempenho. Especificamente, podem ser consideradas
modos perversos de organização do trabalho, expressos
em situações provocadoras de contradições, tais como a
gestão pelo controle, medo, pressão, desconfiança,
insegurança e pela sedução e promessa do "paraíso
perdido", usando a busca pelo prazer e pelo
reconhecimento como armas para essa sedução; normas
sem limites ou muito padronizadas; poder autocrático ou
permissivo; comunicação sem visibilidade, paradoxal,
restrita; discurso de transparência, ética e responsabilidade
social, foco na produção, ideologia da excelência; metas
inatingíveis, desqualificando o sentido psíquico e social do
trabalho.
Quando a organização do trabalho é saudável,
oferecendo oportunidades para negociação, ou seja, se
existe uma margem de liberdade para o trabalhador ajustar
a realidade de trabalho aos seus desejos e necessidades e
as relações socioprofissionais são abertas, democráticas e
justas, é possível o processo de reconhecimento, prazer e
transformação do sofrimento.
Entretanto, quando impera a impossibilidade de
negociação, tornam-se mais problemáticas a superação do
sofrimento e a resistência dos trabalhadores. A evolução,
frequência e características desse sofrimento mal enfrentado, com o passar do tempo, podem traduzir-se em
comportamentos patológicos, como a violência no trabalho
e as práticas de assédio moral. Nesse sentido, é necessário
que o sofrimento provocado nos trabalhadores em
decorrência das contradições da organização do trabalho
seja desvelado, com o objetivo de identificar-se o mal que o
gerou, à medida que foi disfarçado até o momento em que
se transformou em sofrimento.

Imagem 007.jpg

De acordo com o texto V, é correto concluir que
Alternativas
Q77722 Psicologia
Texto V, para responder às questões de 52 a 54.

O trabalho na sociedade capitalista contemporânea
tem assumido diversos sentidos para os trabalhadores, ora
oferecendo condições emancipadoras, ora escravizantes.
Nesse contexto, muitas vezes, o psíquico é envolvido no
jogo e na trama da dominação social, associada às leis da
racionalidade econômica, refletidas nos princípios da
produtividade, da flexibilidade e do consumo, levando os
trabalhadores a não ter saídas, prevalecendo a sujeição no
lugar da resistência e da emancipação.
A sobrevivência, a segurança, o poder, como
dimensões da condição humana, influenciam fortemente
essa sujeição. Dessa condição também faz parte a busca
pelo prazer e pelo reconhecimento, uma vez que esses
fatores se articulam com a estruturação psíquica e social
dos sujeitos. Tais fatores também são importantes para a
conquista da emancipação, experiência que tem sido
bloqueada em função das atuais condições de precariedade
oferecidas pelo mundo do trabalho flexibilizado.
Utilizando a psicodinâmica do trabalho como
abordagem teórica para explicar o prazer e o
reconhecimento, torna-se central considerar a organização
do trabalho. É a organização do trabalho que coloca em
evidência e em risco essas dimensões da condição
humana, patrocinando o jogo entre a servidão e a
emancipação do sujeito.
A organização do trabalho produz um jogo de
forças contraditórias que operam sobre o trabalhador,
levando-o às mais diversas soluções de compromissos.
Essas contradições são vivenciadas quando entram em
confronto o desejo do sujeito, expresso nas necessidades,
aspirações e interesses e a realidade de trabalho,
geralmente, marcada pelo produtivismo, desempenho e
excelência. Um exemplo de contradições muito presente
nas relações de trabalho hoje é o "fazer mais versus fazer
bem". As exigências das organizações, muitas vezes, sem
as condições necessárias à execução das tarefas, levam os
trabalhadores a negligenciar a qualidade em nome da
quantidade. Outros exemplos são "trabalhar em equipe
versus trabalhar sozinho"; "atender a normas em que não
se acredita versus perder o emprego"; "cooperar versus
sobrecarregar-se"; "denunciar práticas das quais se
discorda versus silenciar".
Essas contradições, na maioria das vezes,
favorecem a rivalidade entre os colegas, a competição e o
individualismo, tendo em vista as estratégias de gestão
utilizadas, como os sistemas individualizados de avaliação
de desempenho. Especificamente, podem ser consideradas
modos perversos de organização do trabalho, expressos
em situações provocadoras de contradições, tais como a
gestão pelo controle, medo, pressão, desconfiança,
insegurança e pela sedução e promessa do "paraíso
perdido", usando a busca pelo prazer e pelo
reconhecimento como armas para essa sedução; normas
sem limites ou muito padronizadas; poder autocrático ou
permissivo; comunicação sem visibilidade, paradoxal,
restrita; discurso de transparência, ética e responsabilidade
social, foco na produção, ideologia da excelência; metas
inatingíveis, desqualificando o sentido psíquico e social do
trabalho.
Quando a organização do trabalho é saudável,
oferecendo oportunidades para negociação, ou seja, se
existe uma margem de liberdade para o trabalhador ajustar
a realidade de trabalho aos seus desejos e necessidades e
as relações socioprofissionais são abertas, democráticas e
justas, é possível o processo de reconhecimento, prazer e
transformação do sofrimento.
Entretanto, quando impera a impossibilidade de
negociação, tornam-se mais problemáticas a superação do
sofrimento e a resistência dos trabalhadores. A evolução,
frequência e características desse sofrimento mal enfrentado, com o passar do tempo, podem traduzir-se em
comportamentos patológicos, como a violência no trabalho
e as práticas de assédio moral. Nesse sentido, é necessário
que o sofrimento provocado nos trabalhadores em
decorrência das contradições da organização do trabalho
seja desvelado, com o objetivo de identificar-se o mal que o
gerou, à medida que foi disfarçado até o momento em que
se transformou em sofrimento.

Imagem 007.jpg

Em relação ao sofrimento, de acordo com o texto V, é correto afirmar que
Alternativas
Q77721 Psicologia
Texto V, para responder às questões de 52 a 54.

O trabalho na sociedade capitalista contemporânea
tem assumido diversos sentidos para os trabalhadores, ora
oferecendo condições emancipadoras, ora escravizantes.
Nesse contexto, muitas vezes, o psíquico é envolvido no
jogo e na trama da dominação social, associada às leis da
racionalidade econômica, refletidas nos princípios da
produtividade, da flexibilidade e do consumo, levando os
trabalhadores a não ter saídas, prevalecendo a sujeição no
lugar da resistência e da emancipação.
A sobrevivência, a segurança, o poder, como
dimensões da condição humana, influenciam fortemente
essa sujeição. Dessa condição também faz parte a busca
pelo prazer e pelo reconhecimento, uma vez que esses
fatores se articulam com a estruturação psíquica e social
dos sujeitos. Tais fatores também são importantes para a
conquista da emancipação, experiência que tem sido
bloqueada em função das atuais condições de precariedade
oferecidas pelo mundo do trabalho flexibilizado.
Utilizando a psicodinâmica do trabalho como
abordagem teórica para explicar o prazer e o
reconhecimento, torna-se central considerar a organização
do trabalho. É a organização do trabalho que coloca em
evidência e em risco essas dimensões da condição
humana, patrocinando o jogo entre a servidão e a
emancipação do sujeito.
A organização do trabalho produz um jogo de
forças contraditórias que operam sobre o trabalhador,
levando-o às mais diversas soluções de compromissos.
Essas contradições são vivenciadas quando entram em
confronto o desejo do sujeito, expresso nas necessidades,
aspirações e interesses e a realidade de trabalho,
geralmente, marcada pelo produtivismo, desempenho e
excelência. Um exemplo de contradições muito presente
nas relações de trabalho hoje é o "fazer mais versus fazer
bem". As exigências das organizações, muitas vezes, sem
as condições necessárias à execução das tarefas, levam os
trabalhadores a negligenciar a qualidade em nome da
quantidade. Outros exemplos são "trabalhar em equipe
versus trabalhar sozinho"; "atender a normas em que não
se acredita versus perder o emprego"; "cooperar versus
sobrecarregar-se"; "denunciar práticas das quais se
discorda versus silenciar".
Essas contradições, na maioria das vezes,
favorecem a rivalidade entre os colegas, a competição e o
individualismo, tendo em vista as estratégias de gestão
utilizadas, como os sistemas individualizados de avaliação
de desempenho. Especificamente, podem ser consideradas
modos perversos de organização do trabalho, expressos
em situações provocadoras de contradições, tais como a
gestão pelo controle, medo, pressão, desconfiança,
insegurança e pela sedução e promessa do "paraíso
perdido", usando a busca pelo prazer e pelo
reconhecimento como armas para essa sedução; normas
sem limites ou muito padronizadas; poder autocrático ou
permissivo; comunicação sem visibilidade, paradoxal,
restrita; discurso de transparência, ética e responsabilidade
social, foco na produção, ideologia da excelência; metas
inatingíveis, desqualificando o sentido psíquico e social do
trabalho.
Quando a organização do trabalho é saudável,
oferecendo oportunidades para negociação, ou seja, se
existe uma margem de liberdade para o trabalhador ajustar
a realidade de trabalho aos seus desejos e necessidades e
as relações socioprofissionais são abertas, democráticas e
justas, é possível o processo de reconhecimento, prazer e
transformação do sofrimento.
Entretanto, quando impera a impossibilidade de
negociação, tornam-se mais problemáticas a superação do
sofrimento e a resistência dos trabalhadores. A evolução,
frequência e características desse sofrimento mal enfrentado, com o passar do tempo, podem traduzir-se em
comportamentos patológicos, como a violência no trabalho
e as práticas de assédio moral. Nesse sentido, é necessário
que o sofrimento provocado nos trabalhadores em
decorrência das contradições da organização do trabalho
seja desvelado, com o objetivo de identificar-se o mal que o
gerou, à medida que foi disfarçado até o momento em que
se transformou em sofrimento.

Imagem 007.jpg

O texto V permite identificar que
Alternativas
Q77711 Psicologia
O estudo do clima organizacional é uma área em franca expansão. O incremento do interesse pela adequada compreensão desse fenômeno está acompanhado da necessidade de desenvolvimento de instrumentos de avaliação adequados que permitam ao profissional coletar dados confiáveis.

Imagem 004.jpg

Para empreender uma pesquisa de clima organizacional, pode-se adotar vários instrumentos de coleta de dados, exceto o(a)
Alternativas
Q77705 Psicologia
A organização do trabalho deve ser adequada às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado. Ela tem um papel hierárquico importante no processo saúde-doença dos trabalhadores. Acerca da temática organização do trabalho, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q77703 Psicologia
As Lesões por Esforços Repetitivos (LER), também conhecidas como Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), ou ainda, como patologias por hipersolicitação, tornaram-se uma epidemia com o advento da reestruturação produtiva e da terceirização. Elas são afecções ocupacionais que expressam um dos sofrimentos advindos da relação do trabalhador com o trabalho. Com base na temática DORT, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q77702 Psicologia
As condições, a organização e as relações sociais de trabalho constituem dimensões fundamentais para a análise da gênese, da ocorrência e das consequências de indicadores críticos no trabalho: retrabalho, erros, panes, insatisfação, mal-estar, doenças ocupacionais. A adaptação dos ambientes organizacionais aos seus usuários, visando ao conforto, à segurança e à produtividade, requer respeitar e aplicar orientações básicas acerca das características do funcionamento psicofisiológico do ser humano. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q77700 Psicologia
Na literatura científica, há um razoável consenso sobre as transformações que o mundo do trabalho atravessa no limiar do século XXI. Tais transformações caracterizam-se por: interdependência dos mercados; aceleração das inovações tecnológicas; redução do ciclo de vida dos produtos; mundialização da produção, distribuição e comercialização; redes globais de comunicação e informação; crescente conhecimento agregado na produção; redimensionamento das corporações, empresas lights, enxutas; incremento da terceirização de serviços e do trabalho autônomo. Acerca de outros aspectos que também caracterizam o processo contemporâneo de transformações no mundo do trabalho e mudanças nas organizações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: CAERN Prova: FGV - 2010 - CAERN - Psicólogo |
Q75644 Psicologia
Marta está grávida pela primeira vez. Pensou em deixar seu emprego para mais dedicar-se à criação de seu filho. Entretanto, a empresa resolveu implantar uma creche em sua sede, atendendo às necessidades de muitos, e com isso ela resolveu permanecer na empresa. Pela Teoria das Expectativas de Vroom, a decisão de Marta é consequente da:

I. satisfação esperada por um indivíduo, associada a cada produto resultante do desempenho - valência;

II. probabilidade de que um determinado nível de desempenho acarretará certos resultados - instrumentalidade;

III. probabilidade subjetiva de que o esforço acarretará desempenho - expectativa.

Está(ao) correto(s) apenas o(s) item(ns)
Alternativas
Q69260 Psicologia
Fela Moscovici aponta que, nas relações interpessoais em situações de trabalho, sentimentos positivos de simpatia e atração provocarão aumento de
Alternativas
Q69249 Psicologia
A escola dejouriana analisa a relação prazer-sofrimentotrabalho e indica que, quando a situação de trabalho, as relações sociais de trabalho e as escolhas gerenciais empregam o sofrimento no sentido patogênico, o trabalho
Alternativas
Q62531 Psicologia
Sofrimento que emerge quando todas as possibilidades de adaptação ou de ajustamento à organização do trabalho pelo sujeito, para colocá-la em concordância com seu desejo, foram utilizadas, e a relação subjetiva com a organização do trabalho está bloqueada. Denominado pela escola dejouriana de "sofrimento
Alternativas
Q55315 Psicologia
De acordo com a teoria de Seligmann-Silva (1995), existem três grandes conjuntos de modelos teóricos em saúde mental e do trabalho. Assinale a alternativa que contempla esses conjuntos.
Alternativas
Q55309 Psicologia
Em relação aos estudos sobre Psicodinâmica do Trabalhador, afirma-se que, para minimizar o sofrimento psíquico, faz-se necessário compreender as estratégias defensivas (individuais e/ou coletivas) adotadas pelos trabalhadores com a finalidade de evitar a doença e preservar ainda que precariamente seu equilíbrio psíquico. Assinale a alternativa que melhor converge para a abordagem citada.
Alternativas
Q73740 Psicologia
Como são denominadas as respostas perceptivas, cognitivas e comportamentais utilizadas para administrar, evitar ou controlar as situações consideradas difíceis no ambiente de trabalho?
Alternativas
Respostas
301: C
302: C
303: C
304: E
305: C
306: B
307: A
308: B
309: D
310: B
311: D
312: D
313: C
314: D
315: E
316: C
317: C
318: A
319: C
320: E