Questões de Concurso Sobre outros transtornos em psicologia

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Q1290655 Psicologia
Levando-se em conta os critérios do DSM-V para Transtorno de Oposição Desafiante, se alguns sintomas do transtorno estão presentes em pelo menos dois ambientes, a gravidade atual é especificada como:
Alternativas
Q1290654 Psicologia
Levando-se em conta os critérios do DSM-V, as alternativas abaixo são critérios para Transtorno de Conduta, EXCETO:
Alternativas
Q1290651 Psicologia
Qual transtorno tem como característica central a irritabilidade crônica grave, que apresenta, por sua vez, duas manifestações clínicas proeminentes, sendo a primeira as frequentes explosões de raiva e a segunda um humor persistentemente irritável ou zangado?
Alternativas
Q1290649 Psicologia
Como se chama o transtorno caracterizado pela restrição da ingestão calórica em relação às necessidades, levando a um peso corporal significativamente baixo no contexto de idade, gênero, trajetória do desenvolvimento e saúde física, medo intenso de ganhar peso ou de engordar, ou comportamento persistente que interfere no ganho de peso, mesmo estando com peso significativamente baixo, perturbação no modo como o próprio peso ou forma corporal são vivenciados?
Alternativas
Q1290081 Psicologia
Segundo DSM – V, a identidade e o comportamento transexual dos indivíduos transgêneros, são socialmente e “medicamente” estigmatizados, resultando em uma população notadamente carente, de alto risco para a morbidade e mortalidade significativas. A pacientes transexuais são frequentemente atribuídos um diagnóstico psiquiátrico de transtorno de identidade de gênero (TIG), quando eles estão enfrentando dissonância entre o seu sexo de nascimento e sua identidade de gênero. Diante da problemática qual postura o profissional de psicologia NÂO deve considerar:
Alternativas
Q1289439 Psicologia
Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.
Qual a hipótese diagnóstica para o problema de Helena?
Alternativas
Q1255947 Psicologia
Quanto aos Transtornos do Sono-Vigília (TSV), de acordo com o DSM-V, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A classificação dos TSV não se destina ao uso de clínicos de saúde mental e de clínicos gerais. ( ) Com frequência, os transtornos do sono são acompanhados de depressão. ( ) Os distúrbios persistentes do sono são fatores de risco estabelecidos para o desenvolvimento subsequente de doenças mentais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1253983 Psicologia
Mulher de 39 anos relata a seguinte queixa ao psicólogo: tem o hábito de queimar objetos, mas não identifica o motivo. Já incendiou uma propriedade pública, sem ter um ganho aparente com isso. Descreve uma tensão antes de iniciar a ação e uma excitação intensa após a realização desses atos. Esse interesse em assistir ao fogo e por assuntos relacionados persiste por anos de modo impulsivo. Não trouxe relatos de delírios ou alucinações nessas situações. Apresenta boa memória e capacidade de considerar os sentimentos de outras pessoas, na maioria das relações. Sem menção a furtos ou agressões. Segundo a Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10, qual é o diagnóstico mais provável dessa mulher?
Alternativas
Q1241515 Psicologia
Para responder à questão, considere o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5).
Assinale a alternativa INCORRETA quanto às condições em que ocorre comorbidade em taxas elevadas com o Transtorno Exibicionista.
Alternativas
Q1241511 Psicologia
Para responder à questão, considere o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5).
Grupos de sintomas e atribuições que tendem a ocorrer de forma concomitante entre indivíduos em grupos, comunidades ou contextos culturais específicos e que são reconhecidos localmente como padrões coerentes de experiência denominam-se:
Alternativas
Q1239709 Psicologia
Pensamento quase psicótico, comportamento de automutilação, preocupação com abandono, sensação de ser alguém especial e comportamento regressivo durante o atendimento são sinais que indicam que o paciente sofre de:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: PS Concursos Órgão: Prefeitura de Turvo - SC
Q1222115 Psicologia
Os transtornos neurocognitivos (TNCs) (referidos no DSM-IV como “Demência, Delirium, Transtorno Amnéstico e Outros Transtornos Cognitivos”) são delirium, seguido por síndromes de TNC maior, TNC leve e seus subtipos etiológicos. Entre os critérios de diagnóstico de transtorno neurocognitivo leve estão: 
I. Evidências de declínio cognitivo pequeno a partir de nível anterior de desempenho em um ou mais domínios cognitivos (atenção complexa, função executiva, aprendizagem e memória, linguagem, perceptomotor ou cognição social).  II. Os déficits cognitivos não interferem na capacidade de ser independente nas atividades cotidianas (i.e., estão preservadas atividades instrumentais complexas da vida diária, como pagar contas ou controlar medicamentos, mas pode haver necessidade de mais esforço, estratégias compensatórias ou acomodação).  III. Os déficits cognitivos não ocorrem exclusivamente no contexto de delirium.  IV. Os déficits cognitivos não são mais bem explicados por outro transtorno mental (p. ex., transtorno depressivo maior, esquizofrenia). 
Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: OBJETIVA Órgão: Prefeitura de Tupanci do Sul - RS
Q1220437 Psicologia
Segundo o DSM-5, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(  ) Os indivíduos com transtorno dismórfico corporal são preocupados com um ou mais defeitos ou falhas percebidas em sua aparência física, que acreditam parecer feia, sem atrativos, anormal ou defeituosa.
(  ) A dismorfia muscular, consiste na ideia de que o corpo é muito pequeno ou insuficientemente magro ou musculoso.
(  ) O insight relativo às crenças do transtorno dismórfico corporal pode variar de bom até ausente/delirante. Em média o insight é bom.
Alternativas
Q1216698 Psicologia
O DSM-5 traz uma característica aos transtornos inseridos no capítulo Transtornos Disruptivos do Controle dos Impulsos e de Conduta, que é fundamental para a avaliação de uma pessoa, das suas funções mentais e as possíveis alterações inerentes a tais transtornos. Assinale-a.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: Prefeitura de Sobral - CE
Q1206146 Psicologia
A síndrome de Burnout ou síndrome de esgotamento profissional pode ser definida como uma síndrome psicológica decorrente da tensão emocional crônica, que atinge profissionais cujo trabalho envolve o relacionamento intenso e frequente com pessoas que necessitam de cuidado e/ou assistência. É considerada um dos desdobramentos mais importantes do estresse profissional, podendo ser avaliada por meio da exaustão emocional, despersonalização e senso de realização pessoal reduzida. Essa definição é sustentada pela perspectiva
Alternativas
Q1204625 Psicologia
Fracasso persistente para falar em situações sociais específicas nas quais existe a expectativa para tal; a perturbação interfere na realização educacional ou profissional ou na comunicação social; a perturbação é com frequência marcada por intensa ansiedade social; as características associadas podem incluir timidez excessiva, medo de constrangimento, isolamento e retraimento sociais, apego, traços compulsivos, negativismo, ataques de birra ou comportamento opositor leve. Segundo o DSM – 5, os sintomas mencionados são critérios diagnóstico do
Alternativas
Q1204083 Psicologia
Distúrbio afetivo característico, retardo e constrição dos processos do pensamento, lentificação e diminuição da espontaneidade do comportamento, afastamento dos relacionamentos sociais e mudanças fisiológicas que são amplificadas pela preocupação hipocondríaca (MACKINNON, 2008) são características de qual transtorno?
Alternativas
Q1169542 Psicologia
De acordo com o DSM-V, sobre a Classificação dos Transtornos do Comportamento e Déficit de Atenção, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1153053 Psicologia
De acordo com o DSM – 5, sobre o Transtorno do Espectro Autista, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1153052 Psicologia

Baseados na Obra de Paulo Dalgalarrondo – Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais, no que se refere às síndromes depressivas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.



I. No episódio de depressão e transtorno depressivo maior os sintomas depressivos precisam estar evidentes (humor deprimido, anedonia, fatigabilidade), diminuição da concentração e da autoestima, ideias de culpa e inutilidade, distúrbios do sono e do apetite sendo que os sintomas devem estar presentes por pelo menos duas semanas e não mais que dois anos de forma ininterrupta.


II. O Transtorno Depressivo Persistente (e Transtorno Distímico) é a forma crônica da depressão, que dura pelo menos dois anos ininterruptos, e sua intensidade pode ser leve, moderada ou grave.


III. Na depressão tipo melancólica ou endógena predominam os sintomas classicamente endógenos, podendo se apresentar como perda de prazer, incapacidade de sentir prazer ou falta de reatividade a estímulos (entre outros).


IV. Depressão psicótica ou depressão com sintomas psicóticos é uma depressão muito grave, na qual ocorrem, associados aos sintomas depressivos, um ou mais sintomas psicóticos, como delírio de ruína ou culpa, delírio hipocondríaco ou de negação dos órgãos.


V. A depressão ansiosa ou agitada é marcada por sintomas da ansiedade, tensão e inquietação motora. Nesse caso, a depressão é geralmente moderada ou grave e há um risco maior de suicídio.

Alternativas
Respostas
581: B
582: A
583: E
584: A
585: C
586: E
587: B
588: B
589: E
590: C
591: B
592: E
593: A
594: C
595: B
596: C
597: E
598: C
599: B
600: E