Questões de Concurso Sobre exames mentais e funções psíquicas em psicologia

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Q1858520 Psicologia
Bom funcionamento familiar e ocupacional, incapacidade de realizar a própria higiene, não sabe lidar com dinheiro, dependência de familiares ou serviços sociais nas atividades sociais ou na vida diária, são critérios que definem o diagnóstico, no eixo:
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Q1858512 Psicologia
Das atitudes globais do doente mental, ao se deparar com um paciente que provoca, irrita e parece querer confronto, identifica-se uma atitude: 
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Q1850550 Psicologia
Sobre a psicopatologia analise as afirmativas:
I.Uma das principais funções psíquicas afetadas nos Transtornos Neuróticos é a orientação. II.A entrevista, juntamente com a avaliação neurológica cuidadosa do paciente, são, de fato, os principais instrumentos de conhecimento da psicopatologia. III.A desrealização é o sentimento de perda ou de transformação do Eu. IV.As síndromes são, conjuntos de sinais e sintomas que se agrupam de forma recorrente e são observadas na prática clínica diária. São agrupamentos estáveis de sintomas, conjuntos sígnicos, que podem ser produzidos por várias causas. V.Nas psicoses reativas predominam sintomas floridos, como ideias delirantes ou deliroides (em geral paranoides), alucinações visuais e/ou auditivas, intensa perplexidade, confusão mental, ansiedade acentuada e medos difusos.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s): 
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Q1850156 Psicologia
Os sintomas de diminuição da criatividade, de descontentamento geral e de desesperança, caracterizam a(o)
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Q1841215 Psicologia
A relação entre alucinações e delírios demonstra uma dimensão importante e complexa da psicopatologia das psicoses, que, ao ser observada, pode oferecer elementos para a compreensão do que ocorre na experiência de muitos pacientes psicóticos.
Sobre os juízos patológicos falsos, assinale a alternativa correta.
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Q1833802 Psicologia
Com base na obra de Paulo Dalgalarrondo, Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais, considerando as características dos atos e rituais compulsivos, analise as assertivas e assinale a alternativa correta. I. Há uma vivência de desconforto subjetivo por parte do indivíduo que realiza o ato compulsivo. II. São egodistônicos, experenciados como indesejáveis, contrários aos valores morais e anseios do paciente. III. Há uma tentativa de resistir ou adiar a realização do ato compulsivo; há uma luta entre a compulsão e a vontade do indivíduo. IV. São realizados sem fase prévia de deliberação e decisão. 
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Q1833801 Psicologia
É uma alteração patológica da memória, onde o indivíduo não consegue mais fixar elementos mnêmicos a partir do evento que causou o dano cerebral. Essa característica se aplica a
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Q1830324 Psicologia
De acordo com o Jornal de Brasília (ALVES, 2019), é necessário que o terapeuta da abordagem cognitivo-comportamental identifique os seguintes aspectos relatados pelo paciente: ambiente onde ocorreu o problema; pensamentos envolvidos em relação ao problema; sentimentos e estado de humor em relação ao problema e reação física, comportamental e emocional. Nesta reportagem, Alves relata que os pacientes depressivos “são indivíduos que não conseguem viver o presente, sempre revivendo e repensando situações já acontecidas”. 
Assim, é correto afirmar que são sintomas característicos da depressão
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Q1818641 Psicologia

Dentro do tema Psicopatologias, sobre as alterações qualitativas da consciência, relacione as colunas e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


1. Estados crepusculares.

2. Dissociação da consciência.

3. Estado hipnótico.

4. Transe.


( ) É um estado de consciência reduzida e estreitada e de atenção concentrada, que pode ser induzido por outra pessoa. Nesse estado, podem ser lembradas cenas e fatos esquecidos e podem ser induzidos fenômenos como anestesia, paralisias, rigidez muscular, alterações vasomotoras

( ) Estado de dissociação da consciência que se assemelha a sonhar acordado, diferindo disso, porém, pela presença de atividade motora automática e estereotipada acompanhada de suspensão parcial dos movimentos voluntários.

( ) Tal expressão designa a fragmentação ou a divisão do campo da consciência, ocorrendo perda da unidade psíquica comum do ser humano. Ocorre com certa frequência nos quadros histéricos.

( ) Há um estreitamento transitório do campo da consciência, um afunilamento (que se restringe a um círculo de ideias, sentimentos ou representações de importância particular para o sujeito acometido), com a conservação de uma atividade psicomotora global mais ou menos coordenada, permitindo a ocorrência dos chamados atos automáticos.

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Q1813173 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
Capacidade de concentração diminuída, assim como a apresentada por João, pode caracterizar quadros de transtorno de ansiedade de separação.
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Q1813171 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
A relutância de João em sair ou afastar-se de casa condiz com um quadro fóbico.
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Q1813165 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
De acordo com a teoria psicanalítica, o momento lógico em que João se encontra é essencial para situá-lo em relação a sua estrutura psíquica.
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Q1804008 Psicologia
Severino, 27 anos, aluno do curso de Enfermagem, procura apoio no setor de assistência ao aluno com queixas de perseguição em sala de aula, ser motivo de comentários maldosos sobre sua sexualidade. Segundo Severino, um de seus professores o persegue ao expor suas limitações e prováveis tendências que o colocam em situações constrangedoras diante da turma. Além disso, o aluno comenta que tem certeza que seus colegas de classe o rejeitam por exalar fortes odores. Por último, relata que isso o levou a ouvir vozes autoritárias que o inibem e que o tem deixado perturbado. Ele acredita que todos seus companheiros de turma conseguem ler seus pensamentos. A hipótese diagnóstica desse caso é:
Alternativas
Q1804007 Psicologia
Como psicólogo de uma instituição de ensino você é procurado por um aluno que se diz desmotivado por não conseguir controlar seus sintomas como tremor, sudorese, taquicardia, pensamentos recorrentes de morte, dentre outros. Ele evita participar de apresentação de seminários relatando que a sensação será de constrangimento, por não dar conta do recado. Um dos motivos do pedido de ajuda foi a certeza do baixo rendimento e consequente reprovação em seu curso. Essa rápida descrição clínica corresponde:
Alternativas
Q1803983 Psicologia
Em pessoas com transtorno ciclotímico ocorrem episódios relativamente leves e curtos de euforia – hipomania, que se alternam com episódios leves e curtos de tristeza, depressão. Qual afirmativa expressa melhor esse transtorno?
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: FAMEMA Prova: FGV - 2021 - FAMEMA - Terapia Ocupacional |
Q1797442 Psicologia
As opções a seguir apresentam dimensões avaliadas no exame psíquico, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1785283 Psicologia
Caso clínico 1A1-III

   Eduardo, 35 anos de idade, apresenta quadro de esquizofrenia, caracterizado por: delírios, alucinações, comportamento bizarro e discurso desorganizado. Em consulta psiquiátrica, relatou que ratos habitavam seu cérebro e conduziam seu pensamento. Pouco tempo depois, de forma inesperada, se calou. O profissional, então, perguntou a Eduardo por que ele parou de falar. Eduardo disse: “falar, falar, falar… pensamento parou. Acho que os meus raquilinos não me deixarão falar” (sic). 
Assinale a opção que apresenta corretamente as duas alterações de linguagem presentes no caso clínico 1A1-III.
Alternativas
Q1785282 Psicologia
Caso clínico 1A1-III

   Eduardo, 35 anos de idade, apresenta quadro de esquizofrenia, caracterizado por: delírios, alucinações, comportamento bizarro e discurso desorganizado. Em consulta psiquiátrica, relatou que ratos habitavam seu cérebro e conduziam seu pensamento. Pouco tempo depois, de forma inesperada, se calou. O profissional, então, perguntou a Eduardo por que ele parou de falar. Eduardo disse: “falar, falar, falar… pensamento parou. Acho que os meus raquilinos não me deixarão falar” (sic). 
A alteração do curso do pensamento retratado no caso clínico 1A1-III é
Alternativas
Q1785281 Psicologia
Caso clínico 1A1-II

    Jéssica, com 35 anos de idade, procurou a unidade de pronto atendimento mais próxima de sua casa, por estar sentindo dor no peito, falta de ar e inquietação. Após avaliação médica, ela foi encaminhada para atendimento psicológico na rede de atenção. Na consulta com psicólogo, ela relatou: “Tem mais de oito meses que as coisas ficaram mais difíceis. Só quero ficar em casa, me irrito com facilidade e estou sempre com dor de cabeça e cansada. Me preocupo com tudo. Não consigo me controlar. Sei que não faz bem, mas penso que meus filhos só têm a mim, que somos só eu e eles nessa cidade. Nunca tive apoio do pai deles. Já passamos muitas necessidades. Se não fosse minha vizinha, não sei o que seria de nós. Sinto um aperto no peito que não passa. Nos últimos dias tenho sentido falta de ar, principalmente, no início da noite. Tem um ano que perdi minha mãe. Ela faleceu às 18 h. Não sei se tem relação, mas meus dias depois do falecimento dela, nunca mais foram os mesmos. Quando começa a escurecer, o medo aumenta, a angústia e a falta de ar ficam incontroláveis. Minha concentração nunca foi boa. Mas tenho sentido uma piora grande. Tenho problemas para dormir e fazer as coisas em casa. Estou desempregada há mais de cinco meses. Acabei perdendo o emprego por conta desses meus problemas” (sic). 
Considerando o caso clínico 1A1-II bem como as contribuições da psicopatologia, assinale opção correta.
Alternativas
Q1785280 Psicologia
Caso clínico 1A1-II

    Jéssica, com 35 anos de idade, procurou a unidade de pronto atendimento mais próxima de sua casa, por estar sentindo dor no peito, falta de ar e inquietação. Após avaliação médica, ela foi encaminhada para atendimento psicológico na rede de atenção. Na consulta com psicólogo, ela relatou: “Tem mais de oito meses que as coisas ficaram mais difíceis. Só quero ficar em casa, me irrito com facilidade e estou sempre com dor de cabeça e cansada. Me preocupo com tudo. Não consigo me controlar. Sei que não faz bem, mas penso que meus filhos só têm a mim, que somos só eu e eles nessa cidade. Nunca tive apoio do pai deles. Já passamos muitas necessidades. Se não fosse minha vizinha, não sei o que seria de nós. Sinto um aperto no peito que não passa. Nos últimos dias tenho sentido falta de ar, principalmente, no início da noite. Tem um ano que perdi minha mãe. Ela faleceu às 18 h. Não sei se tem relação, mas meus dias depois do falecimento dela, nunca mais foram os mesmos. Quando começa a escurecer, o medo aumenta, a angústia e a falta de ar ficam incontroláveis. Minha concentração nunca foi boa. Mas tenho sentido uma piora grande. Tenho problemas para dormir e fazer as coisas em casa. Estou desempregada há mais de cinco meses. Acabei perdendo o emprego por conta desses meus problemas” (sic). 
Com relação ao caso clínico 1A1-II, é correto afirmar que Jéssica apresenta
Alternativas
Respostas
261: B
262: E
263: B
264: E
265: B
266: A
267: D
268: A
269: D
270: E
271: E
272: C
273: D
274: B
275: C
276: D
277: A
278: E
279: C
280: D