Questões de Concurso
Sobre estresse laboral em psicologia
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Para cardiopatas com alto nível de estresse, é importante avaliar a ocorrência do padrão de comportamento tipo A e, caso positivo, treinar a mudança dessas respostas para um padrão mais apropriado e funcional.
Ao receber um paciente cardiopata com pressão arterial sistêmica considerada muito alta segundo os critérios médicos, é aceitável que o psicólogo trabalhe com técnicas de inoculação de estresse para ensinar esse paciente a administrar melhor as adversidades da própria vida.
Pesquisas mais recentes têm indicado que a resiliência é um mecanismo de resistência ao estresse que consiste na invulnerabilidade do indivíduo ao estresse.
Sobre as características desta reação é correto afirmar, exceto:
Considere que determinado órgão público realize um programa de relaxamento e qualidade de vida, com atividades duas vezes ao dia, do qual participam funcionários saudáveis, segundo avaliação do serviço médico local. Nesse caso, esse programa é de prevenção primária
Com base no caso clínico acima, julgue os itens que se seguem.
As situações estressantes, típicas do trabalho do paciente, e o padrão de comportamento tipo A descrito nesse caso são condições que devem ser trabalhadas em psicoterapia porque são fortemente associadas a doenças cardíacas.
A síndrome de Burnout, também conhecida como estresse ocupacional ou síndrome do esgotamento profissional, tornou- se uma doença exclusiva de trabalhadores da área de saúde, caracterizando-se por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo e depressão.
Quando a pessoa se encontra em um estágio mais avançado da síndrome do esgotamento profissional, em que a hostilidade e agressividade no trânsito intensificam-se e ocorre o colapso especificamente mental, a ajuda psicológica já não é mais eficaz.
A expressão inglesa Burnout, que significa queimar até o fim, refere-se à autopercepção que a pessoa tem de estar se acabando, exaurindo-se. A pessoa que sofre dessa síndrome recalca os conflitos, ou seja, quando surgem as manifestações físicas e os descontroles emocionais manifestados ao volante, ela percebe que algo não vai bem, contudo não procura enfrentar o problema.
Diego, 40 anos, solteiro, é psicólogo encarregado de cuidar dos trabalhadores de uma plataforma de petróleo localizada na Bacia de Campos. Ele sempre foi um psicólogo atuante na área da saúde mental do trabalho, sendo considerado pelos amigos um sujeito que trabalhava em excesso para o bem-estar dos outros. Nos últimos dois meses, apresenta uma insatisfação crescente com relação ao trabalho que executa, se queixa de fortes dores de cabeça, insônia, dores musculares, uma grande exaustão física e emocional, contrastando, em alguns momentos, fortes tensões e arrebatadoras ondas de tédio. Começou a faltar ao trabalho sem justificativa e aumentou consideravelmente o consumo de álcool e de cigarro, segundo os colegas mais próximos na embarcação. Emocionalmente, se mostra irritado, sem muita concentração e está mais distante afetivamente de seus colegas mais chegados. Os sintomas apresentados por Diego correspondem aos da síndrome de
PORQUE
Um dos incidentes mais frequentemente citados como gerador de estresse no ambiente de trabalho é o conflito interpessoal.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que
I – as fontes causadoras do estresse são ambientais, organizacionais e individuais;
II – a fadiga e a rigidez estão entre as consequências disfuncionais comportamentais;
III – a flexibilidade e a autoestima são exemplos de estressores individuais.
É correto o que se afirma em
A abordagem do estresse, na área de Saúde Mental e Trabalho, concebe o trabalho sadio como aquele que permite a sublimação.
PORQUE
Somente através da sublimação é que podemos tornar o ambiente de trabalho menos conflituoso.