Questões de Concurso
Comentadas sobre esquizofrenia e outros transtornos psicóticos em psicologia
Foram encontradas 380 questões
No caso em tela, o agressor foi diagnosticado com esquizofrenia, considerado inimputável e foi absolvido.
Com relação a essa situação, é correto afirmar que
Atenção: o fragmento abaixo deve ser usado para responder à questão seguinte.
Lucas, 23 anos, foi diagnosticado com esquizofrenia e apresenta um quadro psiquiátrico agudo, com riscos à sua própria segurança e à de sua família.
Considerando o texto precedente, julgue o item a seguir, acerca da relação entre psicopatologia e criminalidade.
O comportamento criminoso violento é um fenômeno multideterminado, ou seja, diversos fatores costumam influenciar na sua ocorrência, não sendo razoável supor que um único fator, como possuir um transtorno mental, será capaz de determinar sozinho se alguém cometerá um crime violento ou não.
Considerando o texto precedente, julgue o item a seguir, acerca da relação entre psicopatologia e criminalidade.
Não existe nenhuma relação entre apresentar um transtorno mental e cometer crimes ou atos violentos, já que outros fatores de risco, como o gênero do autor, a sua idade e o consumo abusivo de substâncias, são os que realmente estão ligados ao cometimento de crimes.
Com relação à psicopatologia e às abordagens psicoterápicas, julgue o item que se segue.
De acordo com teorias psicodinâmicas, as defesas são mais primitivas nas neuroses que nos quadros psicóticos.
No que se refere à psicopatologia, julgue o item a seguir.
O prejuízo cognitivo é um aspecto central na esquizofrenia, já presente no primeiro episódio psicótico.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
A psicoeducação é contraindicada em casos como o de Marcos.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos manifesta afeto pueril e pensamento progressivamente desorganizado, características clínicas a serem consideradas para diagnóstico diferencial no quadro de psicoses reativas.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos apresenta comprometimento de funções psíquicas e empobrecimento do funcionamento global.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
São sintomas negativos apresentados por Marcos o comportamento bizarro e a alogia.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos apresenta um quadro clínico com sintomas positivos.
Julgue o item a seguir, considerando os elementos teóricos e clínicos dos distúrbios psiquiátricos associados ao uso de substâncias psicoativas.
Os sintomas psicóticos em usuários de maconha distinguem se dos observados na psicose esquizofrênica clássica, caracterizando-se os primeiros por uma predominância de delírios persecutórios e alucinações auditivas acompanhadas de disfunções executivas significativas, especialmente em flexibilidade cognitiva, inibição e memória de trabalho, que persistem mesmo após a cessação do uso da substância.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
Em surto psicótico, recomenda-se o uso de antipsicótico de alta potência, a exemplo de haloperidol, risperidona e quetiapina.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
Para pacientes em uso de risperidona que apresentem hiperprolactinemia com disfunções sistêmicas, a substituição do medicamento por aripiprazol pode minimizar tais alterações.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
A clozapina, poderoso antipsicótico, foi sintetizada pela primeira vez na década de 90 do século XX, pouco tempo depois do lançamento do Prozac (fluoxetina).
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
O neuroléptico de ação prolongada (NAP) de paliperidona é bem indicado para pacientes com comorbidades clínicas, polimedicados, haja vista a baixa metabolização hepática do palmitato de paliperidona.
Certa estudante universitária, 25 anos, foi encaminhada para avaliação psicológica por apresentar comportamentos incomuns nos últimos meses. Relata ouvir vozes que comentam seus atos e a chamam de "incompetente" e "fracassada". Acredita que seus vizinhos estão monitorando seus pensamentos e planejando prejudicá-la. Apresenta discurso desorganizado, com dificuldade em manter o foco da conversa, e ideias delirantes sobre ser uma agente secreta em missão para salvar o mundo. Mostra-se isolada socialmente, com negligência na higiene pessoal e abandono dos estudos.
Considerando os sintomas apresentados, qual é o transtorno mental mais provável?
I – Esquizofrenia = transtorno somatoforme II – Hipocondria = transtorno psicótico III – Anorexia nervosa = transtorno de ansiedade IV – Fobia social = transtorno do humor
É falso o que se afirma em: