Questões de Concurso
Sobre crianças e adolescentes - menores infratores em psicologia
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I- Será fixada pelo prazo mínimo de seis meses.
II- A medida pode ser prorrogada a qualquer tempo.
III- A medida não poderá ser substituída por outra.
A alternativa que apresenta a indicação certa é:
I- O atestado psicológico
II- O compromisso assumido pelos pais ou responsável
III- A previsão das atividades a serem desenvolvidas com a criança ou com o adolescente
Em relação aos documentos listados acima, a alternativa que indica o(s) documento(s) corretamente integrante(s) do PIA é:
(BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria Nº 647, de 11 de novembro de 2008.)
A alternativa que não representa uma ação de promoção e de proteção de saúde é:
sociedades humanas, julgue os itens que se seguem.
sociedades humanas, julgue os itens que se seguem.
sociedades humanas, julgue os itens que se seguem.
A família de Jonilson é composta pela mãe e por (linha 19) quatro irmãos, três homens e uma mulher, dos quais dois não residem na mesma residência por já estarem casados. O jovem é o caçula da prole e não chegou a conviver com o pai, (linha 22) que foi assassinado quando ele tinha um mês de idade e sua irmã, apenas um ano de idade. A renda familiar é pequena, dependendo a família de benefícios sociais oferecidos pelo (linha 25) governo. A mãe demonstra comumente certa incapacidade de controle sobre o comportamento do filho, bem como de impor-lhe limites. Apesar disso, a relação entre os dois é de (linha 28) profunda afeição, expressando ambos saudade e sofrimento pela falta de perspectivas de retorno à convivência. Jonilson também mantém bom relacionamento com sua irmã. (linha 31) Entretanto, tanto mãe quanto irmã, que são os familiares que visitam o jovem na instituição, afirmaram recentemente ao menor que, diante das últimas ocorrências envolvendo o (linha 34) adolescente, elas encontram-se desmotivadas a acompanhar seu processo socioeducativo. Nesse momento, Jonilson levanta e, nervoso, pede que a mãe e a irmã não deixem de (linha 37) ir às visitas, argumentando: “... quando vejo vocês, parece que tudo pode mudar, ainda ...”
Pelo fato de estar sob ameaça de sua integridade (linha 40) física, Jonilson não está frequentando a escola. Esse fato é motivo de revolta e decepção com a instituição, reclamando todos os dias: “queria tanto me adiantar na vida estudando, (linha 43) ainda nem sei escrever direito...”
A sua situação institucional lhe gera revolta, não aceitando a reclusão que lhe é imposta sem nenhuma (linha 46) perspectiva. Ao ser questionado sobre sua conduta, não revela senso crítico ou de responsabilização por seus atos, atribuindo a Deus a responsabilidade sobre o que já fez, (linha 49) justificando: “... afinal, se Deus quisesse, já teria me impedido”. Da mesma forma, se desresponsabiliza pelas mudanças que possam vir a ocorrer em sua vida: “... se Deus (linha 52) quiser,ele dá um jeito pra eu mudar”. Esse pensamento denota, entre outras coisas, imaturidade por parte do jovem, que não aparenta demandas pessoais e tampouco confia em (linha 55) suas próprias condições de assumir e mudar sua trajetória no mundo da marginaldidade (parecer de um psicólogo da equipe técnica)
Avaliando fatores de risco e fatores de proteção relativos ao caso apresentado no texto V, assinale a alternativa correta.
vários caminhos, e estes estarão em estreita relação com a
resposta ambiental: o desenvolvimento normal da
capacidade de inquietude e duas alternativas patológicas que
seriam a não capacidade para a inquietude e a formação do
falso-self, ligado à questão da tendência antissocial.
Araujo (2001) nos lembra que a necessidade de um
guia estaria presente não só no psiquismo individual, mas
também nos fenômenos coletivos. Ele completa que esse
mecanismo psíquico, individual ou coletivo, guarda uma
ambivalência estrutural: queremos ser livres e queremos ser
protegidos.
Segundo Selosse (1997), a justiça para os menores,
além do poder de sancionar uma conduta repreensível,
dispõe de uma autoridade legal, aquela que diz a lei, para
lembrar ao jovem delinquente a existência de uma autoridade
referente, o respeito à realidade externa e a dar conta dos
direitos individuais.

vários caminhos, e estes estarão em estreita relação com a
resposta ambiental: o desenvolvimento normal da
capacidade de inquietude e duas alternativas patológicas que
seriam a não capacidade para a inquietude e a formação do
falso-self, ligado à questão da tendência antissocial.
Araujo (2001) nos lembra que a necessidade de um
guia estaria presente não só no psiquismo individual, mas
também nos fenômenos coletivos. Ele completa que esse
mecanismo psíquico, individual ou coletivo, guarda uma
ambivalência estrutural: queremos ser livres e queremos ser
protegidos.
Segundo Selosse (1997), a justiça para os menores,
além do poder de sancionar uma conduta repreensível,
dispõe de uma autoridade legal, aquela que diz a lei, para
lembrar ao jovem delinquente a existência de uma autoridade
referente, o respeito à realidade externa e a dar conta dos
direitos individuais.

I. Na literatura especializada sobre o tema das disputas familiares, pode-se encontrar, frequentemente, a ênfase na importância dos casais conseguirem diferenciar conjugalidade e parentalidade no processo de separação conjugal para diminuir o risco de que as crianças e adolescentes envolvidos sofram demasiadamente.
II. Mesmo nos casos de violência doméstica contra a criança e o adolescente, é importante adotar as medidas de proteção que visem ao fortalecimento dos vínculos familiares, como preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069 e alterações posteriores) e como recomenda a literatura especializada, pois a família não deixa de ser o melhor ambiente para o desenvolvimento infantojuvenil.
III. Sabe-se que fatores como a estruturação familiar e a condição socioeconômica estão entre os determinantes dos comportamentos dos adolescentes autores de ato infracional. Contudo, os psicanalistas que abordam esses adolescentes defendem que é necessária também, a implicação de cada sujeito no ato cometido e nas suas consequências para que uma mudança de posição subjetiva possa abrir a possibilidade da não reincidência.
A partir dessa análise, pode-se concluir que estão CORRETAS