Questões de Concurso
Sobre código de ética profissional do psicólogo (resolução cfp nº 10/05) em psicologia
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Julgue os itens seguintes, relativos ao exercício ético da profissão de psicólogo.
Os deveres do terapeuta para com o sigilo dos dados de um
paciente cessam com a morte deste, ou com o fato de ser
uma pessoa pública, neste caso poderá até confirmar uma
informação que já seja de domínio público.
Julgue os itens seguintes, relativos ao exercício ético da profissão de psicólogo.
Na fronteira da confidencialidade com a privacidade,
encontra-se o registro de informações de atendimentos
individuais em prontuários de pacientes sob tratamento em
instituições, em que vários profissionais (médicos,
psicólogos, enfermeiros etc.) podem lidar com o prontuário
do paciente. Portanto, a preservação do sigilo de algumas
questões por parte do psicólogo é mais importante do que
contar com o sistema de proteção aos documentos oferecidos
pela instituição.
Julgue os itens seguintes, relativos ao exercício ético da profissão de psicólogo.
A má prática profissional não se configura por um ato
particular, de cunho inocente e tomado de forma isolada que
acarrete um conjunto de eventos maléficos.
Julgue os itens seguintes, relativos ao exercício ético da profissão de psicólogo.
Os erros profissionais podem ser resumidos em três grandes
tipos: a imperícia, a imprudência e a negligência. A
imperícia ocorre quando um profissional não devidamente
qualificado assume a responsabilidade pela condução do
caso. A imprudência ocorre em situação de omissão, quando
o paciente, necessitando de um atendimento ou
procedimento, não é atendido. A negligência ocorre quando
o terapeuta nega os limites inerentes à técnica ou a
possibilidade de que o imprevisto possa ocorrer.
Julgue os itens seguintes, relativos ao exercício ético da profissão de psicólogo.
A atividade de psicoterapia, ao ser exercida por pessoas de
diferentes formações, apresenta aspectos éticos mais
complexos, pois, dependendo de sua formação, o
profissional pode não possuir um código de conduta
específico que normatize a sua prática.
Os deveres do terapeuta para com o sigilo dos dados de um paciente cessam com a morte deste, ou com o fato de ser uma pessoa pública, neste caso poderá até confirmar uma informação que já seja de domínio público.
As exceções à preservação do sigilo podem existir e são legalmente amparadas quando o profissional tiver de prestar testemunho em corte judicial, comunicar maus-tratos em crianças ou adolescentes, abuso de cônjuge ou idoso e ferimento por armas ou por atos criminosos. No Brasil, nos casos de criança de até doze anos de idade que sofreu abuso sexual, sua privacidade e confidencialidade sobrepõe-se a qualquer tipo de ordem judicial, devendo o profissional preservar o sigilo e resguardar-se de prestar testemunho ou comunicar o fato às autoridades competentes.
Na fronteira da confidencialidade com a privacidade, encontra-se o registro de informações de atendimentos individuais em prontuários de pacientes sob tratamento em instituições, em que vários profissionais (médicos, psicólogos, enfermeiros etc.) podem lidar com o prontuário do paciente. Portanto, a preservação do sigilo de algumas questões por parte do psicólogo é mais importante do que contar com o sistema de proteção aos documentos oferecidos pela instituição.
1. Sérgio é um servidor público que buscou o serviço de psicologia do órgão onde trabalha queixando-se de investir muito tempo na realização de tarefas escritas, como redação de documentos e preenchimento de formulários, e que seu chefe imediato já havia lhe chamado a atenção mais de uma vez pela demora na realização dessas tarefas. O funcionário informou que o motivo de sua demora é o cuidado e o critério de qualidade que adota no trabalho que realiza.
2. Para garantir a qualidade de seu trabalho, Sérgio disse revisar cada documento seis ou sete vezes, embora não se recorde de ter jamais encontrado um erro, mas sempre encontra uma forma de melhorar a qualidade do texto digitado ou a letra de forma manuscrita nos formulários preenchidos. Nesse último caso, ele preenche um novo formulário e descarta o anterior para o lixo.
3. Quando seus colegas saem para o intervalo de café, Sérgio continua trabalhando e sempre é o último a sair do trabalho ao final do dia. Em casa, freqüentemente dorme mal pensando ter cometido algum engano. No dia seguinte não revisa o trabalho do dia anterior e até esquece dele, mas à noite tem a mesma preocupação com o trabalho realizado no dia.
4. Sérgio queixou-se também de sonolência diurna, porque suas preocupações o mantêm acordado até tarde da noite e no dia seguinte ele precisa levantar muito cedo para o trabalho. Seu banho matinal dura em torno de 50 a 60 minutos e, após chegar ao local onde seu carro fica estacionado, Sérgio sempre volta à casa três ou quatro vezes para verificar se as janelas e portas estão todas trancadas e o gás desligado.
5. Após detalhada avaliação, o psicólogo diagnosticou transtorno obsessivo-compulsivo e informou ao paciente que ele seria tratado com a técnica de exposição e prevenção de resposta.
O sigilo deve proteger o atendido em tudo aquilo que o psicólogo ouve, vê ou de que tem conhecimento como decorrência do exercício da atividade profissional. Apenas uma exceção, concernente à guarda de sigilo pelo psicólogo, é permitida: quando os resultados do trabalho e(ou) intervenção forem solicitados por pessoas que ocupam cargos de direção e comando nas organizações.
O código de ética do psicólogo prevê que este tem o direito de participar de greves e o dever de defender a dignidade e os direitos profissionais da categoria. Por isso, em caso de greve no serviço onde trabalha, o psicólogo deve suspender todo e qualquer atendimento.
Em atendimento interdisciplinar, quando o psicólogo e o psiquiatra trabalham em parceria e discutem o tratamento farmacológico, é facultado ao psicólogo, eventualmente, fazer ajustes na prescrição medicamentosa do paciente.
Ao psicólogo de um órgão público é vedado o atendimento ao funcionário que solicite acompanhamento terapêutico paralelo ao que já venha fazendo em clínica particular, sem o conhecimento do outro psicólogo.
Se, por qualquer motivo, o serviço de psicologia de um órgão público for extinto, o psicólogo responsável deve lacrar todo o material e enviá-lo por meio oficial ao Conselho Regional de Psicologia para estudo e providências.
Julgue o item seguinte, que se referem a questões éticas em psicologia.
Considere que um psicólogo foi admitido em um serviço do
qual profissional anterior tenha sido afastado e tenha deixado
lacrados todos os prontuários de pacientes em atendimento.
Nessa situação, a abertura desse lacre só poderá ser feita na
presença do diretor do serviço ou do chefe de mais alta
hierarquia local.