Questões de Concurso
Comentadas sobre cid-10 e dsm em psicologia
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( ) O Transtorno da Personalidade Paranoide tem como um critério diagnóstico suspeitas recorrentes e injustificadas acerca da fidelidade do cônjuge ou parceiro sexual. ( ) O Transtorno da Personalidade Dependente é mais frequentemente diagnosticado em indivíduos do sexo feminino. ( ) Quando um indivíduo tem um transtorno mental persistente, que foi precedido por um transtorno mental preexistente, o transtorno de personalidade não deve ser registrado. ( ) O Transtorno da Personalidade Esquizotípica tem como um critério diagnóstico desconfiança ou ideação paranoide.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1 1. Leve. 2. Moderada. 3. Grave. 4. Profunda.
Coluna 2 ( ) O indivíduo tem pouca compreensão da linguagem escrita ou de conceitos que envolvam números, quantidade, tempo e dinheiro. ( ) As habilidades conceituais costumam envolver mais o mundo físico que o simbólico. ( ) Há uma abordagem um tanto concreta a problemas e soluções em comparação com indivíduos na mesma faixa etária. ( ) Durante todo o desenvolvimento, as habilidades conceituais individuais ficam bastante atrás dos companheiros.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A integração da lembrança do trauma ao sentido contínuo do self é um objetivo realista, e o terapeuta deve buscar esse objetivo, mesmo que o paciente se sinta desorganizado em um primeiro momento. ( ) A psicoterapia individual, para pacientes com TEPT, deve ser padronizada. ( ) A maioria das pessoas não desenvolve TEPT, mesmo quando enfrenta um trauma terrível. ( ) Vítimas de trauma oscilam entre negar o evento ou repeti-lo compulsivamente por meio de flashbacks ou pesadelos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) No Transtorno Delirante, subtipo somático, o tema central do delírio envolve funções ou sensações corporais. ( ) Quando existem alucinações no quadro, elas são proeminentes e não necessariamente têm relação com o delírio. ( ) Para a classificação de Transtorno Delirante, é necessário a presença de um delírio (ou mais) com duração de um mês ou mais. ( ) O diagnóstico de Transtorno Delirante pode ser feito sem a utilização de especificador de gravidade.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. O Benefício de Prestação Continuada, regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS, Lei nº 8.742/1993), é um benefício a que todas as pessoas com autismo têm direito para que não interrompam o tratamento especializado. II. O DSM-5 faz uma advertência sobre sua utilização no âmbito forense por considerar que foi desenvolvido para atender às necessidades clínicas e não às demandas do judiciário. III. As diretrizes para o tratamento de pessoas "acometidas por transtorno mental", com base no Plano Nacional de Saúde Mental − PNSM (Lei nº 10.216/2001), são: o acompanhamento de casos graves deve ser realizado preferencialmente nos Centros de Atenção Psicossocial III (CAPS III) e a internação deve acontecer somente quando esgotados outros recursos terapêuticos. IV. A Deliberação CSDP nº 219/2011, regulamenta as hipóteses de atendimento ao usuário em sofrimento ou com transtorno mental, pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, que envolve a necessidade de atendimento conjunto de um defensor e de um profissional do CAM, bem como um atendimento psicológico no CAM.
Está correto o que se afirma APENAS em
Em relação ao uso abusivo de álcool e outras drogas, é INCORRETO afirmar:
Relato Clínico: Um cirurgião plástico do hospital solicitou ao psicólogo que faça uma apreciação clínica documentada de maior abrangência possível sobre uma paciente. Relata que essa paciente já fez algumas cirurgias de pequeno porte. Na última consulta no hospital, a paciente manifestou um sofrimento psíquico intenso, com uma marca no corpo. Diz a paciente que tal marca lhe impede de viver bem, causando prejuízos para sua vida social e ocupacional. O cirurgião relata que a paciente traz marcas reais e outras que ele acredita não se justificarem intervenção. São, porém, percebidas por ela de modo diferente. Tais percepções são provocadas por uma insatisfação corporal intensa. O médico acrescenta, ao seu relato, que ela apresenta um corpo com tatuagens e outros sinais. Sua insatisfação com seu corpo é constante e em diversas partes. Agora ela incomodou-se com locais no corpo onde não há relevância para intervenção. A paciente acredita que os olhares nos ambientes em que frequenta são dirigidos para essa marca, motivo que a faz solicitar ao médico agendamento de nova intervenção.
O psicólogo insere também no seu documento a classificação de sua hipótese diagnóstica para apresentar ao médico. Esse profissional utiliza da Classificação Internacional de Doenças (CID–10) para indicar as possibilidades do transtorno mental e comportamental descrito. De acordo com o relato clínico, a situação enquadra-se no código