Questões de Concurso
Comentadas sobre adoção, guarda e tutela de crianças e adolescentes em psicologia
Foram encontradas 240 questões
( ) Compreende-se por guarda unilateral a atribuída a um só dos genitores ou a alguém que o substitua, porém ela obriga o pai ou a mãe que não a detenha a supervisionar os interesses dos filhos.
( ) Compreende-se por guarda compartilhada a divisão do tempo de permanência das crianças e adolescentes sob a responsabilidade do pai e da mãe que não vivam sob o mesmo teto, o que implica também a modificação respectiva do poder familiar em relação a essa divisão.
( ) Para estabelecer as atribuições do pai e da mãe e os períodos de convivência sob guarda compartilhada, o juiz, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, poderá basear-se em orientação técnico-profissional ou de equipe interdisciplinar.
( ) A guarda compartilhada somente poderá ser requerida por consenso pelo pai e pela mãe em ação de separação, de divórcio, de dissolução de união estável ou em medida cautelar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
O Sr. Marcelo possui a guarda de seu filho Tales, mas, entra com ação judicial para suspender as visitas da exmulher em relação ao filho. Em suas alegações, afirma que o atual namorado da genitora é pessoa desequilibrada e pouco preparada para estar em contato com uma criança de 5 anos de idade. Vilma, a genitora, inconformada, alega que Marcelo está, na verdade, agindo deste modo motivado por ciúmes do seu atual relacionamento. Como estratégia para avaliar esse caso, levando ao juiz uma análise de cunho pericial, o psicólogo poderia
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.
Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.
Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.
Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.
Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.
os preconceitos dos familiares do casal adotante contra a infertilidade não interferem na participação dos mesmos na vida da criança.
é importante que os pais adotivos não tenham preconceito contra infertilidade/esterilidade.
a fantasia do casal de incompetência de gerar um filho associada à idéia de a criança ter sido abandonada, consiste uma dupla carga negativa que poderá levar a criança a cumprir o destino de ser problemática.
o fato de adotar uma criança resolve os conflitos e as frustrações do casal adotante.