Questões de Concurso Comentadas sobre adoção, guarda e tutela de crianças e adolescentes em psicologia

Foram encontradas 234 questões

Q135446 Psicologia
No que se refere a psicopatologia, julgue os itens seguintes.

Ao acolher um bebê abandonado, a instituição que atende satisfatoriamente às suas necessidades, quanto aos cuidados de alimentação e higiene, desempenha a função materna necessária à sua constituição humana.
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Q15079 Psicologia
Ao trabalhar com separações conjugais litigiosas os psicólogos deparam-se com realidades de crescente complexidade ao ter que analisar e opinar sobre a guarda de filhos e regulamentação de visitas. A perícia psicológica hoje é cada vez mais utilizada para levar aos juízes de Família, a dimensão emocional que envolve tais assuntos. No tocante às perícias psicológicas determinadas no âmbito das Varas de Família e Sucessões é certo afirmar que elas estão amparadas no seguinte instrumento legal:
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Q15078 Psicologia
Em casos de adoção de crianças maiores de um ano de idade e que ainda não vivam em companhia dos pretendentes à adoção, podemos afirmar, pautados no Estatuto da Criança e do Adolescente, que
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Ano: 2008 Banca: FCC Órgão: MPE-RS Prova: FCC - 2008 - MPE-RS - Psicólogo |
Q2922005 Psicologia

O Sr. Marcelo possui a guarda de seu filho Tales, mas, entra com ação judicial para suspender as visitas da exmulher em relação ao filho. Em suas alegações, afirma que o atual namorado da genitora é pessoa desequilibrada e pouco preparada para estar em contato com uma criança de 5 anos de idade. Vilma, a genitora, inconformada, alega que Marcelo está, na verdade, agindo deste modo motivado por ciúmes do seu atual relacionamento. Como estratégia para avaliar esse caso, levando ao juiz uma análise de cunho pericial, o psicólogo poderia

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Q284686 Psicologia
Segundo Caroline Michels Siega e Saidy Karolin Maciel, do ponto de vista psicológico, no que se refere à adoção (de crianças e adolescentes), é indicado que seja levado em consideração o significado atribuído
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Q284680 Psicologia
Lídia Rosalina Folgueira Castro, em seu livro “Disputa de guarda e visitas: no interesse dos pais ou dos filhos?”, menciona o fato de que os estudos atuais sobre a problemática afetiva dos ex-casais em disputa atribuem- lhe como causa o ex-casal não ter conseguido elaborar a separação. Refutando esta idéia a partir do que encontrou nos casos que analisou, procurou compreender porque a idéia é tão generalizada. Acredita ser importante que se compreenda que a separação, embora seja um momento sempre muito difícil, não se dá da mesma forma e pelas mesmas razões para todos os indivíduos. Apontou que há desde aqueles que se separam porque
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Q170228 Psicologia
Após um ano do processo de separação, um casal buscou
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.

Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.

O terapeuta realizará sessões com a família substituta de Rui, recebendo, individualmente, cada membro, irmão, pai, madrasta e seu filho. Nessa situação, o terapeuta deverá considerar relevante trabalhar as dificuldades de ordem intra- psíquica individuais, para, em seguida, efetivar o trabalho direto com as necessidades da família e do meio ambiente. Dessa maneira, verificará como ela se constrói e se há a necessidade de se redefinirem papéis e tarefas de cada membro da família.
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Q170227 Psicologia
Após um ano do processo de separação, um casal buscou
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.

Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.

O terapeuta realizará sessões com os avós paternos de Rui e seu pai, nas quais será abordada a questão da relação entre pai e filho nas gerações ali reunidas, visando reconstruir o significado da relação com o filho. Nessa situação, é correto afirmar que o terapeuta, como um especialista no processo, deve criar um contexto propiciador para uma conversação que promova a reconstrução dos significados da história de vida de cada cliente concernido no processo.
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Q170226 Psicologia
Após um ano do processo de separação, um casal buscou
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.

Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.

O terapeuta realizou sessões com a mãe, Rui e o irmão, com o intuito de verificar o vínculo entre Rui e sua mãe diante da concessão que fez para que os filhos fossem morar com o pai. Nessa situação, é correto afirmar que a terapia sistêmica adotada propõe que o paciente seja o especialista no que diz respeito ao conteúdo. Isso quer dizer que ele sabe sobre sua própria vida e sobre os motivos que o trouxeram para a terapia.
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Q170225 Psicologia
Após um ano do processo de separação, um casal buscou
uma terapia familiar, preocupado com as conseqüências do
rompimento sobre seus filhos, Pedro e Rui. A mãe, bastante
deprimida, concedeu ao pai a guarda dos filhos, que passaram a
morar com ele, a madrasta e o filho dela, que tem a mesma idade
de Rui. Os pais receberam da escola a informação de que Rui
estava com dificuldades de acompanhar as aulas e, caso seu
desempenho não melhorasse, ele não teria condição de passar
para a próxima fase do ensino fundamental.

Em cada um dos itens a seguir, são apresentadas considerações
acerca da atuação do terapeuta familiar frente à situação
hipotética apresentada acima, seguida de uma assertiva a ser
julgada.

O terapeuta realizou sessões com Rui e seu irmão, que configuram o subsistema fraterno, para trabalhar os aspectos de rivalidade e apego e para verificar o apoio que podem prestar um ao outro nessa fase de reorganização familiar após a separação dos pais. Nessa situação, é correto afirmar que, segundo o modelo sistêmico, Rui é o representante circunstancial da disfunção no sistema familiar, e, sendo ele o único a apresentar transtornos, a causa dos seus conflitos intra-psíquicos tem origem no próprio indivíduo, não sendo, portanto, decorrentes de sua nova situação familiar.
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Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CFP
Q1184767 Psicologia
No processo de adoção, é muito importante a seleção da família substituta, estabelecendo qual a motivação que leva à adoção. Geralmente, o que leva um casal a buscar a adoção é a esterilidade/infertilidade. A respeito das repercussões da infertilidade na adoção, pode-se afirmar que

os preconceitos dos familiares do casal adotante contra a infertilidade não interferem na participação dos mesmos na vida da criança.
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Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CFP
Q1184765 Psicologia
No processo de adoção, é muito importante a seleção da família substituta, estabelecendo qual a motivação que leva à adoção. Geralmente, o que leva um casal a buscar a adoção é a esterilidade/infertilidade. A respeito das repercussões da infertilidade na adoção, pode-se afirmar que

é importante que os pais adotivos não tenham preconceito contra infertilidade/esterilidade. 
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Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CFP
Q1184552 Psicologia
No processo de adoção, é muito importante a seleção da família substituta, estabelecendo qual a motivação que leva à adoção. Geralmente, o que leva um casal a buscar a adoção é a esterilidade/infertilidade. A respeito das repercussões da infertilidade na adoção, pode-se afirmar que

a fantasia do casal de incompetência de gerar um filho associada à idéia de a criança ter sido abandonada, consiste uma dupla carga negativa que poderá levar a criança a cumprir o destino de ser problemática.
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Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CFP
Q1184361 Psicologia
No processo de adoção, é muito importante a seleção da família substituta, estabelecendo qual a motivação que leva à adoção. Geralmente, o que leva um casal a buscar a adoção é a esterilidade/infertilidade. A respeito das repercussões da infertilidade na adoção, pode-se afirmar que

o fato de adotar uma criança resolve os conflitos e as frustrações do casal adotante. 
Alternativas
Respostas
155: E
156: C
157: E
158: E
159: E
160: C
161: E
162: C
163: C
164: E
165: E
166: C
167: C
168: E