Questões de Concurso Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de língua portuguesa  em pedagogia

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Q1393212 Pedagogia
Para Arthur Morais, percebe-se que “a escola cobra do aluno que ele escreva certo. Mas cria poucas oportunidades para refletir com ele sobre as dificuldades ortográficas de nossa língua”. Uma forma de superar esse desvio (e desafio) seria, em vez de se preocupar tanto em avaliar e verificar o conhecimento ortográfico dos alunos, a escola investisse mais “em ensinar, de fato, a ortografia.”
Para ele,
“A tarefa do aprendiz de ortografia é então multifacetada: envolve apropriar-se das restrições irregulares e regulares socialmente convencionadas, de modo a gerar não só a escrita de palavras, mas a escrita correta de palavras. Mesmo dentro do que chamamos de casos “regulares” há peculiaridades: ora o aprendiz precisa refletir sobre a categoria gramatical da palavra, ora precisa atentar para a posição do segmento sonoro dentro da palavra, ora precisa observar a tonicidade do segmento”.
(MORAIS, Arthur Gomes de. Ortografia: este peculiar objeto de conhecimento. In: MORAIS, Arthur G. de (Org.). O aprendizado da Ortografia. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007).
Atente para o texto abaixo, produzido por uma aluna do 6º ano do ensino fundamental, faixa etária 11 a 12 anos:

Querida professora, Eu queria agora te contar: sobre as minhas feria elas forão um masimo. tudo comecou qundo. Eu fui para a casa do meu tio, e lá tem um lote muito legal com 3 guangorras, muitas bicicletas. primeiro cheguei lá e meu tio estava pretis a sair com os meus primos para rudiar a panpulia, e ele me chamou para ir. Eu fui. Nos já tinhamos rudiado a panpulia varias veses, mais aqula fez nos marcou. Chegamos e aumosamos depois, eu e os meus primos ana e marcos gangorramos cada, um em uma gangorra, e anoiteceu o meu tio tinha conprado carne para um churrasquinho depois fomos dormir, e acordamos em uma grande alegria, e fomos brinca nem queriamos tomar café ninguem tinha ideia legau e ai que eu pensei vamos fazer uma festa jeca, e todos concordarão. Era o meu utimo dia e eu sabia da festa geca so que niguem sabia da supresa somente o meu tio ele fez um bolo lindo depois quando os convidados já ião ele chegou com o bolo e se dispediu de mim a professora desas ferias nunca irei esqueser depois a fouta das aulas. De sua aluna Maria.

Assinale a afirmação INCORRETA, considerando sua leitura da obra de Morais e do texto da aluna “Maria”:
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Q1393211 Pedagogia
No livro “Gramática Ensino Plural”, Luiz Carlos Travaglia apresenta diferentes concepções gramaticais, a partir de distintas concepções de língua, e as implicações destas para o ensino produtivo de língua materna. Atente para o excerto a seguir:
Para que ensinar teoria gramatical
Diante do grande conjunto de saberes obtidos pela ciência linguística nos últimos séculos, resta delimitar o que e quanto ensinar. Uma proposta de “currículo mínimo” envolveria aspectos como: a) unidades linguísticas fundamentais em cada plano (fonológico, morfológico, sintático, semântico) e nível (lexical, frasal, textual); b) flexões e categorias que expressam; c) as diferentes categorias gramaticais (gênero, número, pessoa, tempo, etc.); d) construções sintáticas; e) processos de formação de palavras e elementos constitutivos das palavras; f) funcionamento de todos estes recursos da língua em textos, para permitir a comunicação, incluindo noções básicas de textualidade, pragmática e argumentatividade; g) conhecimento da existência e abrangência de variedades linguísticas; h) discussão das normas de uso dessas variedades linguísticas, confrontando-as com a norma culta, prestigiada, tentando eliminar o preconceito que sempre foi inculcado em relação a elas.
(TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática Ensino Plural. São Paulo: Cortez, 2003. Cap. 5).


Com base na argumentação de Travaglia na obra em foco (que se coaduna à voz de autores como Irandé Antunes, José Carlos Azeredo, Marcos Bagno, entre outros), é CORRETO afirmar:
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Q1393210 Pedagogia

Atente para o fragmento abaixo, excerto de obra de Irandé Antunes:


“Não pode haver uma prática eficiente sem fundamentação num corpo de princípios teóricos sólidos e objetivos. Não tenho dúvida: se nossa prática de professores se afasta do ideal é porque nos falta, entre outras muitas condições, um aprofundamento teórico acerca de como funciona o fenômeno da linguagem humana. O conhecimento teórico disponível a muitos professores, em geral, se limita a noções e regras gramaticais apenas, como se tudo o que é uma língua em funcionamento coubesse dentro do que é uma gramática.”


Considerando a citação acima e em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a perspectiva metodológica a ser considerada no ensino gramatical deve se pautar nas concepções que se encontram na opção:

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Q1393206 Pedagogia
Concepções de linguagem alteram modo de ensinar


Na década de 1970, uma nova transformação conceitual mudou as práticas escolares. A linguagem deixou de ser entendida apenas como a expressão do pensamento para ser vista também como um instrumento de comunicação, envolvendo um interlocutor e uma mensagem que precisa ser compreendida. Todos os gêneros passaram a ser vistos como importantes instrumentos de transmissão de mensagens: o aluno precisaria aprender as características de cada um deles para reproduzi-los na escrita e também para identificá-los nos textos lidos. 

Ainda era essencial seguir um padrão preestabelecido, e qualquer anormalidade seria um ruído. Para contemplar a perspectiva, o acervo de obras estudadas acabou ampliado, já que o formato dos textos clássicos não servia de subsídio para a escrita de cartas, por exemplo. 

Em pouco tempo, no entanto, as correntes acadêmicas avançaram mais. Mikhail Bakhtin (1895-1975) apresentou uma nova concepção de linguagem, a enunciativo-discursiva, que considera o discurso uma prática social e uma forma de interação - tese que vigora até hoje. A relação interpessoal, o contexto de produção dos textos, as diferentes situações de comunicação, os gêneros, a interpretação e a intenção de quem o produz passaram a ser peças-chave. 

A expressão não era mais vista como uma representação da realidade, mas o resultado das intenções de quem a produziu e o impacto que terá no receptor. O aluno passou a ser visto como sujeito ativo, e não um reprodutor de modelos, e atuante - em vez de ser passivo no momento de ler e escutar.

(SANTOMAURO, Beatriz. O que ensinar em Língua Portuguesa. In: Revista Nova Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/fundamentos/papelletras-interacao-social-432174.shtml?page=1. Acesso em 15/11/15).


Oralidade e Letramento

     Quanto à presença da escrita, pode-se dizer que, mesmo criada pelo engenho humano tardiamente em relação ao surgimento da oralidade, ela permeia hoje quase todas as práticas sociais dos povos em que penetrou. Até mesmo os analfabetos, em sociedades com escrita, estão sob a influência do que contemporaneamente se convencionou chamar de práticas de letramento, isto é, um tipo de processo histórico e social que não se confunde com a realidade representada pela alfabetização regular e institucional lembrada há pouco. Frisando mais uma vez o que dizia Street (1995), deve-se ter imenso cuidado diante da tendência à escolarização do letramento, que sofre de um mal crônico ao supor que só existe um letramento. O letramento não é o equivalente à aquisição da escrita. Existem “letramentos sociais” que surgem e se desenvolvem à margem da escola, não precisando por isso serem depreciados.
     A escrita é usada em contextos sociais básicos da vida cotidiana, em paralelo direto com a oralidade. Estes contextos são, entre outros: o trabalho; a escola; o dia-a-dia, a família; a vida burocrática; a atividade intelectual. Em cada um desses contextos, as ênfases e os objetivos do uso da escrita são variados e diversos. Inevitáveis relações entre escrita e contexto devem existir, fazendo surgir gêneros textuais e formas comunicativas, bem como terminologias e expressões típicas. Seria interessante que a escola soubesse algo mais sobre essa questão para enfrentar sua tarefa com maior preparo e maleabilidade, servindo até mesmo de orientação na seleção de textos e definição de níveis de linguagem a trabalhar. 
     Há, portanto, uma distinção bastante nítida entre a apropriação/distribuição da escrita e leitura (padrões de alfabetização) do ponto de vista formal e institucional e os usos/papéis da escrita e leitura (processos de letramento) enquanto práticas sociais mais amplas. Sabemos muito sobre métodos de alfabetização, mas sabemos pouco sobre processos de letramento; ou seja, sabemos pouco sobre a influência e penetração da escrita na sociedade. Mesmo pessoas ditas “iletradas”, ou seja, analfabetas, não deixam de estar sob a influência de estratégias da escrita em seu desempenho linguístico, o que torna o uso do termo “iletrado” muito problemático em sociedades com escrita (veja mais sobre o assunto em Tfouni, 1988; e Soares, 1998). 

(MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. Cap.1)
De acordo com as relações entre concepções de linguagem e modos de ensinar, é INCORRETO afirmar:
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Q1323435 Pedagogia
A Pedagogia Visual é uma proposta da Educação bilíngue contemporânea. Sobre ela é correto afirmar:
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Ano: 2016 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Jacarezinho - PR
Q1230085 Pedagogia
A linguagem escrita e o Ensino Fundamental de nove anos, o processo por meio do qual o sujeito domina o código e as habilidades de utilizá-lo para ler e escrever, e trata do domínio da tecnologia, do conjunto de técnicas que o capacita a exercer a arte e a ciência da escrita é denominado de: 
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Ano: 2016 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Brejinho - RN
Q1212360 Pedagogia
Após a semana pedagógica os professores do 5º ano do Ensino Fundamental elegeram como uma das atividades didáticas a leitura diária em sala de aula e elaboraram situações de aprendizagem que pudessem favorecer a escrita com pontuação. Segundo os PCN aprender a pontuar requer que o aluno:
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Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de São José - SC
Q1211068 Pedagogia
O documento “Parâmetros Curriculares para a Língua Portuguesa” foi organizado para servir de referência, de fonte de consulta e de objeto para reflexão e debate.
Analise a veracidade das afirmações abaixo, de acordo com esse documento.
O domínio da língua tem estreita relação com a possibilidade de plena participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento. Um projeto educativo comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos. Assim, a variedade padrão da língua deve ser privilegiada em detrimento de outras, já que ela é, por excelência, instrumento de inserção social. A linguagem é uma forma de ação interindividual orientada por uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade, nos distintos momentos da sua história. Produzir linguagem não significa produzir discursos. O discurso se realiza na interação entre pessoas. Isso significa que as escolhas feitas ao dizer, ao produzir um discurso, são aleatórias e não decorrentes das condições em que esse discurso é realizado. Pode-se considerar o ensino e a aprendizagem de Língua Portuguesa, como prática pedagógica, resultantes da articulação de três variáveis: o aluno, os conhecimentos com os quais se opera nas práticas de linguagem e a mediação do professor.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Rio Claro - SP
Q1186491 Pedagogia
O processo de transformação do ensino da leitura e da escrita tem como grande desafio formar praticantes da leitura e da escrita, o que consiste em formar seres humanos críticos, capazes de ler entrelinhas. 
Segundo Jolibert, ler é
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Q1064152 Pedagogia
A sequência de falas a seguir constitui o registro de observação de Fernando Becker (1996) acerca de uma aula de Língua Portuguesa na terceira série dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Analise-o.
      Diz a professora: "Corrigi a composição [produção de texto] de vocês e fiquei muito preocupada porque vocês não põem ponto, acentuação, seguindo as regrinhas.        Vocês têm ideias ótimas, jóias... Vocês têm que aprender. Vou colocar no quadro: vocês sabem mas têm que prestar atenção." [...]. O aluno FAB mostra sua lição. A professora diz: "Há alguma coisa que me doeu os olhos; o que tu escreveste aí? Ele arranca a folha do caderno. Depois reclama da professora: "O que está errado?" A professora insiste em que ele deve descobrir – mas não diz como – o que errou; e arremata: "Quem descobre porque errou não erra nunca mais". [...]. A professora faz "competentemente" a aula girar em torno do assunto. E o faz pela pergunta: "Quando eu quero perguntar eu ponho que ponto? Quando eu quero exclamar eu ponho que ponto? Quando eu quero afirmar... que ponto?
A análise do registro indica que se trata de
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Q1056550 Pedagogia

De acordo com MACHADO, em relação ao Educador Social, analisar os itens abaixo:

I - Tem a pedagogia social como referência.

II - Atua no campo de intervenção socioeducativa, ao mesmo tempo em que a ele compete a assistência social e a análise sistemática da realidade.

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Q1056549 Pedagogia

Segundo Quintana in MACHADO, a pedagogia social, como uma das áreas no campo de trabalho social, envolve uma série de especialidades que, dentre elas, podem ser citadas:

I - Atenção à infância com problemas (abandono, ambiente familiar desestruturado etc).

II - Atenção à terceira idade.

III - Animação sociocultural.

Estão CORRETOS:

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Q1039830 Pedagogia
Na escola, segundo Jolibert, ler é “ler de verdade”, desde o início, textos autênticos, completos, em situações reais de uso e relacionados aos projetos, necessidades e desejos em pauta. Portanto, para Jolibert, ler é
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Q858452 Pedagogia
A questão refere-se à Metodologia de Ensino de Inglês.  
Chamar a atenção ao gênero de um texto no ensino da leitura
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Ano: 2016 Banca: IF-ES Órgão: IF-ES Prova: IF-ES - 2016 - IF-ES - Pedagogo |
Q760236 Pedagogia
Uma sequência didática é determinada como uma série ordenada e articulada de atividades. Para reconhecer a validade de uma sequência didática, pode-se fazer uma série de perguntas sobre as atividades propostas. Uma destas perguntas refere-se à existência de atividades que permitam criar zonas de desenvolvimento proximal e intervir. Analise as atividades propostas abaixo e assinale aquela que NÃO possibilita a criação de zonas de desenvolvimento proximal e intervenção.
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Q759906 Pedagogia
Sobre o uso do gênero textual “charge” em aulas de Língua Portuguesa, pode-se afirmar que: ( ) São poderosos veículos de comunicação, constituindo-se em um gênero que alia a força das palavras à imagem. ( ) É inviável seu uso em sala de aula, por veicular, geralmente, temas polêmicos, a exemplo de política, sexo ou religião. ( ) Revela-se de grande importância, pois pode inserir aspectos irônicos e satíricos, despertando a construção do espírito crítico do aluno. Analise as proposições e coloque V para verdadeira e F para Falsa. Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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Q759905 Pedagogia
O ensino de Língua Materna se restringe, em grande parte, ao ensino de definições e regras oriundas da gramática normativa. Disto, pode-se depreender que: I- Os alunos “aprendem” a analisar a língua (escrita), ao invés de se habilitarem a um bom desempenho textual/discursivo. II- A atitude e o trabalho do professor refletem a responsabilidade de ter de “rezar” o velho rosário das classes de palavras. III- O problema do ensino de normas gramaticais, em si mesmo, atualmente, em relação ao seu funcionamento, não deve ter predominância em sala de aula. Analise as proposições e marque a(s) adequada(s). Está(ão) CORRETA(S), apenas:
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Q759902 Pedagogia
Leia o enunciado, a seguir: Os estudos sobre o rio caudaloso do ensino de Língua Portuguesa mostram-nos os matizes da linguagem e, sobretudo, o conhecimento de que as línguas se transformam com o tempo, alheia à vontade dos usuários. Sendo assim, pode-se afirmar que: I- É possível compreender as várias nuances, no que tange aos diversos contextos e às diversas funções do uso da linguagem. II- Face às características da sociedade pós-moderna, exige-se de cada usuário da língua habilidades específicas para cada ato comunicativo. III- A língua é um fenômeno estático, que não implica, necessariamente, mediação entre o homem e sua realidade social. Analise as proposições. Está(ão) CORRETA(S) apenas:
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Q728745 Pedagogia

Um determinado livro didático de Língua Portuguesa, destinado ao 6º ano do Ensino Fundamental, apresentava a célebre fábula de Esopo “A raposa e as uvas” para ser interpretada.

Entre as perguntas apresentadas nas opções a seguir, assinale a que lhe parece conceitualmente mais adequada a esse nível de ensino

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Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: FCC - 2016 - SEDU-ES - Professor - História |
Q720409 Pedagogia
    É em meio e ligado ao processo de crise da escravidão, efetivamente sacramentado pela extinção do tráfico negreiro, que temos o surgimento de uma questão também atinente à reprodução das estruturas econômicas do Império: a da terra. A Lei 601 de 18 de setembro de 1850 obrigava ao registro de todas as terras efetivamente ocupadas e impedia a aquisição das terras devolutas (baldios) a não ser por compra. Com tal legislação pretendia-se garantir a subordinação do trabalhador livre (imigrante ou ex-escravo) enquanto produtor de sobretrabalho para outro. Dificulta-se, assim, o acesso do trabalhador livre à terra, garantindo-se a sobrevivência da grande lavoura e de seu grupo social frente ao definhamento da escravidão: o grupo social dominante do Império escravista, grosso modo, poderia manter esta posição mesmo após o fim da escravidão.
(FRAGOSO, João Luís e SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. A política no Império e no início da República Velha, dos barões aos coronéis. In: LINHARES, Maria Yedda (org.) História do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990, p. 184)
A utilização de documentos escritos com os alunos, em sala de aula, como o texto de João Luís Fragoso e Francisco Carlos Teixeira da Silva, é indispensável como fundamento do método de ensino, principalmente porque
Alternativas
Respostas
1301: D
1302: B
1303: D
1304: B
1305: D
1306: D
1307: A
1308: D
1309: E
1310: B
1311: B
1312: D
1313: B
1314: A
1315: E
1316: A
1317: D
1318: C
1319: D
1320: D