Questões de Concurso Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia

Foram encontradas 907 questões

Q3753556 Pedagogia
O patrimônio cultural, material e imaterial, expressa memórias, identidades e relações de pertencimento de diferentes coletividades. No ensino de História, sua abordagem deve evitar visões restritas a monumentos oficiais, contemplando também festas, saberes, línguas, culinárias e práticas de grupos diversos. Ao reconhecer e preservar tais referências, a escola promove educação patrimonial e respeito às diferenças. Qual abordagem melhor promove essa valorização?
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Q3753554 Pedagogia
Ao problematizar conflitos, permanências e mudanças, o ensino de História contribui para que os estudantes compreendam direitos, deveres e mecanismos de participação social. O acesso crítico a diferentes fontes e narrativas incentiva o reconhecimento da pluralidade cultural e das desigualdades históricas. Nessa direção, a cidadania é entendida como exercício cotidiano, informado por valores democráticos e pela leitura de contextos. Considerando essa articulação entre conhecimento histórico e vida pública, a prática historiadora na educação básica está associada a que dimensão social?
Alternativas
Q3753548 Pedagogia
Os direitos humanos foram historicamente construídos por meio de resistências e mobilizações coletivas, envolvendo enfrentamentos ao racismo, à escravidão e a outras formas de opressão. Em sala de aula, o estudo dessas lutas requer metodologias que valorizem vozes subalternizadas e problematizam desigualdades persistentes. Ao reconhecer a diversidade étnica e cultural, a escola fortalece práticas democráticas e a participação política. Nesse sentido, como essa abordagem deve ser conduzida no ensino de História?
Alternativas
Q3750920 Pedagogia

Nos últimos anos, o ensino de História no Estado do Ceará passou por reformulações curriculares alinhadas à BNCC, buscando garantir uma formação crítica, plural e democrática. Esses referenciais orientam o trabalho pedagógico em municípios como Mauriti, reforçando a importância de práticas que valorizem a diversidade cultural, os movimentos históricos de populações afro-brasileiras e indígenas e as relações humanas no tempo e no espaço. Essas novas perspectivas favorecem que os estudantes compreendam sua territorialidade, sua corporeidade e as dimensões propositivas da sua identidade e inserção no meio, dialogando com realidades locais, regionais, nacionais e globais, e reconheçam as dinâmicas sociais como construções históricas atravessadas por disputas, resistências e transformações.


Considerando essas diretrizes e os princípios pedagógicos presentes no currículo estadual cearense, identifique a alternativa que expressa adequadamente uma competência específica do ensino de História no Ensino Fundamental:

Alternativas
Q3745961 Pedagogia
O desenvolvimento do pensamento crítico no ensino de História é fundamental para que os estudantes compreendam as múltiplas interpretações sobre os acontecimentos passados. Nesse contexto, a prática docente deve priorizar estratégias que possibilitem aos alunos: 
Alternativas
Q3734221 Pedagogia
Segundo os documentos curriculares nacionais, o ensino de História na Educação Básica deve promover a compreensão das múltiplas temporalidades, das relações sociais e dos processos históricos, estimulando o pensamento crítico dos alunos sobre a realidade.

Considerando esse objetivo, assinale a alternativa que expressa corretamente a função do ensino de História:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711553 Pedagogia
Quantos de nós podemos imaginar alguma população não europeia sem o pano de fundo de uma dominação global, que agora nos parece predeterminada? E como poderão o Haiti ou a escravidão ou o racismo ser mais do que meras notas descabidas no rodapé dessa ordem narrativa?
TROUILLOT, M.-R. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Curitiba: Huya, 2016.

A Revolução do Haiti (1791-1804) é considerada a primeira rebelião vitoriosa de pessoas escravizadas nas Américas, culminando na emancipação do país e na extinção da escravidão. Sob a liderança de Toussaint Louverture, o movimento destacou-se pela atuação central dos africanos e afrodescendentes na formação de um Estado soberano. O historiador Michel-Rolph Trouillot investiga como as narrativas históricas eurocêntricas e coloniais frequentemente invisibilizam esse movimento, seus agentes e suas contribuições para a trajetória global. Em uma aula, o professor propôs um debate sobre a Revolução do Haiti. Com base no texto, ele solicitou aos estudantes uma reflexão sobre o teor das narrativas. Essa proposta didática objetivou
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711548 Pedagogia
Ensinar História é ensinar o seu próprio método, e eu achava isso exagerado. Sempre pensei que essa frase era muito restritiva, mas, se a entendermos como o mínimo do ensino de História — ou seja, como a necessidade de aprender o método histórico e aplicá-lo na vida —, então faz sentido. Se eu me encontrasse em uma situação especial, de emergência ou urgência, e só pudesse escolher uma única coisa de História para ensinar aos alunos, eu não ensinaria a Independência do Brasil, o Descobrimento ou a Revolução Francesa. Em vez disso, ensinaria: como se faz História? Como os historiadores produzem história, e como podemos praticar isso? Essa é a grande contribuição da história para a cidadania — embora não seja a única. O essencial é trabalhar com o método, aprender a lidar com ele. Basicamente, o método histórico consiste em nos perguntarmos: isso que tenho aqui é real ou inventado? Quem disse isso? Quando foi dito? Por quê? Qual foi o motivo para que isso se tornasse um documento?

BONETE JR., W.; MANKE, L. S.; SZLACHTA JR., A. M. Ensino de história:
disputas de narrativas, negacionismos e consciência histórica.
Ponta de Lança: Revista Eletrônica de História,
Memória & Cultura, n. 32, 2025 (adaptado).

Um professor de História, ao ministrar uma aula sobre a Segunda Guerra Mundial, foi interpelado por alguns estudantes sobre uma informação de um perfil de uma rede social que nega os dados históricos acerca do holocausto judaico. Diante do negacionismo, dialogando com os desafios e dilemas do ensino e da pesquisa em História do tempo presente, apontados no texto, o professor precisa
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711541 Pedagogia
As produções audiovisuais Ms. Marvel (2022) e Star Wars (1977-1983) exemplificam como as mídias estadunidenses e ocidentais interpretam processos históricos asiáticos, destacando a resistência de povos com recursos limitados diante de grandes impérios. Em Ms. Marvel, a partição da Índia é apresentada como uma tragédia derivada do imperialismo britânico, revelando as lutas de populações deslocadas e fragmentadas que resistiram com aquilo que tinham: identidade, memória e redes comunitárias. Já Star Wars adapta, em chave ficcional, a experiência de povos como os vietnamitas que, com armas mais simples, enfrentaram uma potência imperial altamente tecnologizada. A Aliança Rebelde pode ser interpretada como uma metáfora dos vietcongues: grupos organizados que, apesar da precariedade material, utilizaram estratégias de guerrilha e resistência popular contra um império opressor. A cultura midiática ocidental frequentemente projeta esses conflitos em narrativas que reforçam certos valores e perspectivas hegemônicas, transformando resistências históricas reais em metáforas adaptadas aos imaginários do público ocidental.
Com base na análise das fontes audiovisuais citadas, uma professora de História, do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), solicitou aos estudantes que produzissem um podcast acerca da resistência vietnamita. A atividade teve como objetivo identificar o(a)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711538 Pedagogia
Sempre foi máxima inalteravelmente praticada em todas as Nações, que conquistaram novos domínios, introduzir logo nos povos conquistados o seu próprio idioma, por ser indisputável, que este é um dos meios mais eficazes para desterrar dos povos rústicos a barbaridade dos seus antigos costumes; e ter mostrado a experiência, que ao mesmo passo, que se introduz neles o uso da língua do príncipe, que os conquistou, se lhes radica também o afeto, a veneração, e a obediência ao mesmo príncipe. Observando pois todas as Nações polidas do mundo, este prudente, e sólido sistema, nesta conquista se praticou tanto pelo contrário, que só cuidaram os primeiros Conquistadores estabelecer nela o uso da língua, que chamaram geral; invenção verdadeiramente abominável, e diabólica, para que privados os Índios de todos aqueles meios, que os podiam civilizar, permanecessem na rústica, e bárbara sujeição, em que até agora se conservavam. Para desterrar esse perniciosíssimo abuso, será um dos principais cuidados dos diretores, estabelecer nas suas respectivas povoações o uso da língua portuguesa, não consentindo por modo algum, que os meninos, e as meninas, que pertencerem às escolas, e todos aqueles Índios, que forem capazes de instrução nesta matéria, usem da língua própria das suas Nações, ou da chamada geral; mas unicamente da portuguesa, na forma, que Sua Majestade tem recomendado em repetidas ordens, que até agora se não observaram com total ruína espiritual, e temporal do estado.

MENDONÇA FURTADO. Diretório que se deve observar nas Povoações dos Índios do Pará, e Maranhão, enquanto Sua Majestade não mandar o contrário (1755).

Disponível em: www2.senado.leg.br. Acesso em: 26 maio 2025.
Uma professora de História utilizou essa fonte para abordar a imposição da língua portuguesa aos povos indígenas do Pará e Maranhão no século XVIII. Nessa proposta didática, a interpretação da fonte e a metodologia para promover a autonomia do estudante, respectivamente, são
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711535 Pedagogia
Um professor propõe que os estudantes analisem os impactos da criação do Estado de Israel sobre a população palestina e elaborem propostas de intervenção que considerem direitos humanos e diversidade de narrativas históricas. Essa proposta didática contribui para o desenvolvimento da autonomia do estudante ao
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711522 Pedagogia
A arte Kusiwa, expressão gráfica e corporal do povo Wajãpi, no Amapá, foi oficialmente reconhecida, em 2002, como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil por sua relevância simbólica, estética e identitária. O processo foi instruído com ampla documentação, incluindo um catálogo e um vídeo educativo, que detalham a riqueza visual e cosmológica dessa tradição indígena. A arte Kusiwa — termo com o qual nomeiam sua tradição gráfica — transcende a mera decoração. Ela integra pintura corporal, cerâmica, cestaria e outros objetos, sempre com padrões reconhecíveis que carregam significados míticos e cosmológicos. A origem dos padrões remonta à tradição oral, segundo a qual, no tempo dos ancestrais, não havia distinção entre seres. Foi mediante uma grande festa, narrada nos mitos, que o demiurgo Janejar separou humanos e animais, e os padrões visuais passaram a expressar essas diferenças. A arte, portanto, é um sistema de conhecimento que articula estética, espiritualidade, natureza, memória e saberes práticos.

Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 13 maio 2025 (adaptado).
Durante uma aula sobre patrimônio imaterial, o professor apresentou as pinturas corporais tradicionais dos Wajãpi, destacando a importância de compreender tais práticas no contexto histórico desse grupo étnico. O uso dessas pinturas possibilita
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711512 Pedagogia
Um site publicou, em 2025, a seguinte manchete: “MP investiga 18 casos de racismo religioso”. A reportagem apresentava uma série de denúncias de violência e intolerância contra centros de religiões de matriz africana, como apedrejamentos, tentativa de interromper os rituais e a depredação de carros. Segundo o depoimento de um dos frequentadores: “a gente tem que resistir a tudo o que for possível para que a gente sobreviva, mas a nossa sobrevivência também depende das autoridades para que cumpram as leis que já existem”.

Disponível em: https://g1.globo.com (adaptado).
A partir da repercussão criada após a publicação da reportagem, o professor de História dos Anos Finais do Ensino Fundamental resolveu trabalhar a temática da intolerância religiosa sob a perspectiva da História e Cultura Afro-brasileira e dos Direitos Humanos. Para que isso fosse possível, o professor
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711508 Pedagogia
“Em 1965, recebi um telefonema avisando-me de que havia uma ordem de prisão contra mim. Quando desliguei, bateram na porta, era a polícia. Abri e disse: vou me trocar. Sentaram-se na sala. No quarto, fiz um bilhete para Dona Pepe, mãe de Ivo Valença, coloquei-o numa garrafa e desci pela varanda recomendando meu filho recém-nascido. Tirei os lençóis do berço para evitar que meu bebê sufocasse. Fui mais uma vez conduzida para a Secretaria de Segurança Pública.” Assim, Mércia Albuquerque Ferreira narra a quarta de suas doze prisões. Elas estão listadas no final do seu livro Diários 1973-74. Nascida em Pernambuco em 1934, ela era recém-formada em Direito em 1964, quando viu uma cena que mudou sua vida: o líder comunista Gregório Bezerra estava sendo torturado no meio da rua, no Recife. Horrorizada, ela chegou em casa e anunciou para o marido, Octávio, que se dedicaria à defesa de presos políticos. Assim foi feito, e fragmentos expressivos dessa vivência foram registrados numa escrita íntima repleta de revolta, angústia, mas também de ternura e até, eventualmente, de humor. As páginas de Mércia intercalam descrições sobre o estado deprimente dos presos depois de sessões de torturas, conversas duras com militares e policiais e, sobretudo, momentos de atenção e carinho com mães desesperadas que batiam à sua porta, quase todos os dias, em busca dos filhos desaparecidos. Depois de confiar, num momento de aflição, seu recém-nascido a uma vizinha, ela tentou cuidar dos filhos de outras famílias como se fossem seus.

ARAGÃO, H. Uma advogada nos porões da tortura.

Folha de S. Paulo, 1 mar. 2024 (adaptado).
Para trabalhar pressupostos teórico-metodológicos do ensino, um professor de História elegeu a fonte citada no texto para discussão com estudantes do Ensino Médio, considerando a sua especificidade por ser
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711507 Pedagogia
A violência, independentemente de idade ou sexo, participava da rotina e só chamava a atenção quando, aplicada de modo exagerado, ocasionava invalidez ou morte. Havia alguns que requintavam a perversidade, obrigando pessoas a castigar seus entes queridos. Via-se, então, filho espancar mãe, irmão bater em irmã e assim por diante. O “tronco” era, todavia, o mais encontradiço de todos os castigos, imperando na 7ª Inspetoria. Consistia na trituração do tornozelo da vítima, colocando-a entre duas estacas enterradas juntas em ângulo agudo. As extremidades, ligadas por roldanas, eram aproximadas lenta e continuamente. Tanto sofreram os índios na peia e no “tronco” que, embora o Código Penal capitule como crime a prisão em cárcere privado, deve-se saudar a adoção desse delito como um inegável progresso no exercício da “proteção ao índio”.


Relatório do Procurador Jader Figueiredo. Brasília, 1968.

Disponível em: https://midia.mpf.mp.br

Acesso em: 22 maio 2025 (adaptado).
Um professor de História da 3ª série do Ensino Médio apresenta à turma a referida fonte, como motivação inicial para a abordagem da temática planejada, com o objetivo de
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Q3709115 Pedagogia
O ensino de História no Brasil é orientado por legislações e documentos que definem conteúdos, metodologias e avaliação. A partir da legislação vigente, analise as assertivas abaixo:

I. A LDBEN (Lei nº 9.394/1996) estabelece que o ensino de História deve promover a formação crítica, o respeito à diversidade e a compreensão de processos.
II. A Lei nº 10.639/2003 e a Lei nº 11.645/2008 incluem conteúdos específicos sobre a história afro-brasileiro e indígena, devendo ser ministrados com prioridade no componente curricular de História do Brasil.
III. A BNCC propõe integração de diferentes linguagens, fontes históricas e tecnologias digitais para a aprendizagem significativa de História nos anos finais do Ensino Fundamental.

Quais estão corretas?
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Q3703371 Pedagogia
O ensino de História, ao abordar diferentes temporalidades e experiências humanas, ultrapassa a simples memorização de fatos, contribuindo para a formação de sujeitos críticos e conscientes. Nesse sentido, qual é o papel fundamental da disciplina de História na formação cidadã? 
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Q3703361 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define competências e habilidades que orientam o ensino de História, buscando desenvolver o pensamento crítico, a consciência histórica e a valorização da diversidade cultural. Seu propósito é garantir aprendizagens essenciais, respeitando as especificidades regionais e promovendo práticas pedagógicas interdisciplinares. Considerando esses princípios, analise as assertivas a seguir:



I. A BNCC propõe competências que integram o conhecimento histórico à formação cidadã.


II. A BNCC define conteúdos fixos e imutáveis, sem espaço para abordagens locais.


III. A interdisciplinaridade é um princípio orientador das práticas sugeridas pela BNCC.


IV. A BNCC exclui o ensino da diversidade cultural e das identidades regionais.



Está correto o que se afirma em:

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Q3700415 Pedagogia

Heleieth Saffioti é uma autora brasileira que ficou conhecida internacionalmente como uma das mais importantes pesquisadoras feministas do país. Ela fez um estudo pioneiro na década de 1960 sobre as desigualdades entre mulheres e homens no mercado de trabalho e, buscando compreender o alijamento dos elementos do sexo feminino, apontou para duas questões centrais: a tradição (de que os papéis domésticos cabem às mulheres) e as pseudoteorias (que explicitam deficiências do organismo e da personalidade das mulheres).



Levando em consideração as questões centrais de Saffioti e a História das relações de gênero, é CORRETO afirmar:

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Q3700412 Pedagogia

Pensando nas festas religiosas e nas sociabilidades, a professora Cibele exibiu para seus alunos o documentário “50 anos de Reinado em Japaraíba”, realizado pela Prefeitura do município. A festa Reinado de Nossa Senhora do Rosário é uma festa popular religiosa que celebra a cultura negra local e é composta por rituais de dança e música. O documentário traz relatos da manifestação cultural e religiosa no município e, a partir dele, a professora propôs trabalhar as tradições e a religiosidade como forma de sociabilidade e suas permanências. Após o documentário, os alunos e a professora refletiram juntos e ela contou um pouco da origem e dos sentidos da festa, que acontecem em várias partes do Estado de Minas Gerais desde os primórdios do seu povoamento e são mantidas como tradição, remontando os tempos da escravidão. A festa compreende uma preparação e é seguida pelos cortejos, desfiles do rei/rainha, músicas e danças dos grupos que passam o dia a cantar e dançar pelas ruas da cidade. A professora pediu que os alunos registrassem por escrito e por imagens o que o documentário despertava em cada um e buscou construir os sentidos coletivos e da memória. Alguns alunos relataram a presença de parentes na festa e de suas próprias memórias e a atividade mobilizou a turma de forma muito positiva.


Pensando nos conteúdos mobilizados e nas competências trabalhadas pela professora, é CORRETO afirmar que a professora buscou a

Alternativas
Respostas
61: C
62: C
63: A
64: C
65: A
66: B
67: D
68: C
69: B
70: A
71: A
72: B
73: B
74: B
75: B
76: D
77: C
78: A
79: B
80: D