Questões de Concurso
Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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No artigo “Argumentação na sala de aula e seu potencial metacognitivo como caminho para um enfoque CTS no ensino de química”, os autores sugerem que movimentos metacognitivos contribuem para a construção de conhecimentos sobre questionamentos significativos para os alunos. Um desses movimentos se caracteriza pela dúvida sobre os próprios posicionamentos e busca de novas possibilidades.
Esse movimento é denominado
Para enfrentar esses desafios, os autores do texto sugerem a adoção de
Weisz (2001) afirma que, quando a criança, em seu processo de alfabetização, descobre que a escrita representa a fala, isso faz com que ela formule “uma hipótese ao mesmo tempo falsa e necessária”, que representa um salto qualitativo.
A autora se refere, especificamente, à hipótese
Considere a situação a seguir para responder à questão:
Ao apresentar seu “batismo de fogo”, Weisz (2000) narra algumas situações que afirma terem revelado para ela o abismo que existia entre o desempenho de alguns meninos na escola e o que a vida lá fora exigia deles. Um dos casos é sobre um menino de 12 anos que ganhava a vida fabricando pipas, retido numa classe que só fazia coordenação motora. Diziam que ele não aprendia a ler porque não tinha coordenação motora. Como pode alguém que vive de fabricar pipas não ter coordenação motora? A sensação de que a escola parecia uma armadilha montada para que esses meninos não pudessem se sair bem e a convicção de que esse tipo de situação tinha um papel político muito importante perseguiram a autora durante toda a sua vida profissional.
Leia o excerto a seguir:
A lógica _____________ das novas ferramentas dos (multi) letramentos no mínimo dilui e no máximo permite fraturar ou subverter/transgredir as relações de poder preestabelecidas, em especial as relações de controle unidirecional da comunicação e da informação (da produção cultural, portanto) e da propriedade dos “bens culturais imateriais” (ideias, textos, discursos, imagens, sonoridades).
(Roxane Rojo, “Pedagogia dos multiletramentos”, 2012. Adaptado)
A lacuna é corretamente preenchida por:
Em sua discussão sobre multiletramentos, Rojo (2012) recorre a García Canclini para caracterizar o que considera serem importantes mudanças culturais, em jogo desde pelo menos o início do século XX. Entre tais mudanças, a autora menciona algo que, nessa perspectiva, há muito tempo já não define a produção cultural atual.
Trata-se
Danilo é professor de matemática. Em uma reunião pedagógica, ao discutir a dificuldade dos alunos em resolver problemas, ele demonstrou preocupação com a situação e apresentou o seguinte argumento aos colegas de área: “Precisamos partir logo para uma sistematização das técnicas mais eficientes, ensinando aos alunos um uso otimizado do algoritmo mais adequado a cada problema. Se queremos ver resultados e avanços na aprendizagem, é preciso alinhar toda a turma quanto aos modos de resolução”.
Em relação ao que defende a obra de Nacarato, Mengali e Passos (2019), a perspectiva de Danilo é
Segundo Nacarato, Mengali e Passos (2019), diferentes autores têm discutido o quanto professores são influenciados por modelos de docentes com os quais conviveram durante a sua trajetória estudantil.
Tendo isso em vista, as autoras afirmam que a formação profissional docente
Nacarato, Mengali e Passos (2019), a partir de Carvalho, discutem as mudanças curriculares no ensino da matemática a partir dos anos 1980.
Especificamente no que diz respeito às séries iniciais do ensino fundamental, as autoras destacam positivamente, entre outros aspectos,
Ao estudar a obra de Lerner (2001), Ruth se inspirou em uma prática descrita pela autora e elaborou uma proposta para ser desenvolvida com sua turma ao longo do ano letivo, intitulada “A hora das tradições da minha comunidade”. A proposta está sendo planejada pela professora para se repetir de forma sistemática e previsível, semanal ou quinzenalmente. A intenção de práticas como essa, conforme Ruth leu no texto referido, é “oferecer a oportunidade de contato intenso com um tipo de texto específico em cada ano da escolaridade”, sendo particularmente apropriadas para comunicar certos aspectos do comportamento leitor.
Práticas assim descritas são por Lerner (2001) denominadas, especificamente,
Kleiman (1995) discute as práticas de alfabetização na escola a partir de dois diferentes modelos de letramento. A autora argumenta a favor de um desses modelos, o qual, segundo ela, leva em conta a pluralidade e a diferença, assumindo que as práticas de letramento são social e culturalmente determinadas e que os significados específicos que a escrita assume para um grupo social dependem dos contextos e das instituições em que ela foi adquirida.
Conforme os termos utilizados pela autora, trata-se do modelo
Ferreiro (2018) faz alguns alertas a respeito da alfabetização.
Um deles diz respeito à ênfase na reprodução de traçados, pois, segundo a autora, isso