Questões de Concurso
Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Nesse contexto, a atitude da professora expressa:
Frente à situação apresentada, e com base na legislação vigente, assinale a alternativa que descreve corretamente o papel do profissional de apoio escolar.
Assinale a alternativa que representa corretamente um princípio de educação inclusiva.
É/São função(ões) desse profissional no contexto da escola inclusiva:
1. Executar atividades terapêuticas e de reabilitação, orientadas por profissionais da saúde, durante o período escolar.
2. Planejar e aplicar estratégias pedagógicas específicas para alunos com deficiência, independentemente do professor da turma.
3. Prestar apoio nas atividades de alimentação, higiene, locomoção e comunicação, favorecendo a participação e a autonomia do estudante com deficiência nas rotinas escolares.
4. Substituir o professor regente nas atividades que envolvam estudantes com deficiência, garantindo o cumprimento das tarefas escolares.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
(__)A "limpeza dos ouvidos" (ear cleaning) é um exercício proposto para aguçar a percepção auditiva e preparar o aluno para ouvir os sons do ambiente e da música com mais consciência.
(__)A paisagem sonora (soundscape) refere-se a todo o ambiente acústico, e Schafer incentiva que os alunos analisem e classifiquem os sons que os cercam (naturais, humanos, tecnológicos).
(__)Schafer defende que a educação musical deve começar estritamente pela teoria e solfejo, proibindo a exploração de sons do cotidiano em sala de aula.
(__)O compositor é visto por Schafer apenas como um gênio distante, não devendo os alunos serem incentivados a compor ou criar suas próprias músicas.
(__)A poluição sonora é uma preocupação de Schafer, que propõe a ecologia acústica como parte da educação musical.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Leia o texto a seguir para responder as questões:
Como pode ser visto na bibliografia de Wilson (2007), muita coisa já foi publicada sobre o assunto. Isso não significa, no entanto, que já existe um conhecimento consolidado sobre a adoção de estratégias e a utilização de recursos para esse fim. Se a literatura sobre o ensino de inglês para surdos é indicativa, o que mais se encontra são relatos de experiência de professores e instituições. Essa literatura é difícil de ser avaliada pela falta de informações precisas sobre as variáveis centrais como: os objetivos do ensino (e.g., língua oral ou língua escrita), o contexto de ensino (língua oral ou língua de sinais, classes especiais ou inclusivas) e o perfil dos alunos (oralizados ou fluentes em língua de sinais). Essa imprecisão é o resultado, em parte, das exigências imediatas dos contextos de ensino: as instituições tinham alunos para ser educados e os educadores buscavam soluções práticas possíveis; e objetivo não era o de fazer pesquisa básica com os controles necessários. Mas a imprecisão também é o resultado da falta de conhecimentos teóricos sobre os assuntos tratados neste artigo: a natureza linguística das línguas de sinais, a precariedade da oralização come aquisição de língua, os efeitos de aquisição tardia de uma primeira língua, o papel cognitivo fundamental de uma “língua do berço”, o papel da socialização entre surdos na aquisição de língua gestual. A literatura deve ser lida sempre com esses parâmetros em mente.
(Leland McCleary. O ensino de língua estrangeira e a questão da diversidade)
Leia o texto a seguir para responder as questões:
Como pode ser visto na bibliografia de Wilson (2007), muita coisa já foi publicada sobre o assunto. Isso não significa, no entanto, que já existe um conhecimento consolidado sobre a adoção de estratégias e a utilização de recursos para esse fim. Se a literatura sobre o ensino de inglês para surdos é indicativa, o que mais se encontra são relatos de experiência de professores e instituições. Essa literatura é difícil de ser avaliada pela falta de informações precisas sobre as variáveis centrais como: os objetivos do ensino (e.g., língua oral ou língua escrita), o contexto de ensino (língua oral ou língua de sinais, classes especiais ou inclusivas) e o perfil dos alunos (oralizados ou fluentes em língua de sinais). Essa imprecisão é o resultado, em parte, das exigências imediatas dos contextos de ensino: as instituições tinham alunos para ser educados e os educadores buscavam soluções práticas possíveis; e objetivo não era o de fazer pesquisa básica com os controles necessários. Mas a imprecisão também é o resultado da falta de conhecimentos teóricos sobre os assuntos tratados neste artigo: a natureza linguística das línguas de sinais, a precariedade da oralização come aquisição de língua, os efeitos de aquisição tardia de uma primeira língua, o papel cognitivo fundamental de uma “língua do berço”, o papel da socialização entre surdos na aquisição de língua gestual. A literatura deve ser lida sempre com esses parâmetros em mente.
(Leland McCleary. O ensino de língua estrangeira e a questão da diversidade)
Considerando a metáfora dos oprimidos como “hospedeiros” dos opressores, para o movimento de emancipação e para o seu pleno “ser” é essencial
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O objetivo central dessa última fase é o de
Nesse contexto, os professores precisam