Questões de Concurso
Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem:
I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos.
II – altas habilidades/superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.
III- facilidades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis;
I – trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega definidos pela instituição de ensino.
II- prova ou aula de reposição, conforme o caso, a ser realizada em data alternativa, no turno de estudo do aluno ou em outro horário agendado com sua anuência expressa.
III– prova a ser realizada em data alternativa, a depender do calendário escolar, desde que, respeitado o turno do aluno.
Por Maria H. B. Passamai (adaptado).
Se buscarmos conceituar o que é ensinar, encontraremos definições como: “Ministrar o ensino [...]; instruir; lecionar; educar; dar a conhecer; transmitir conhecimentos” (AURÉLIO, 1986, p. 660) ou “[...] repassar ensinamentos; doutrinar; transmitir experiência prática [...] tornar conhecido, familiar; mostrar com precisão; indicar” (HOUAISS, 2001, p. 1159). Por outro lado, ensino “[...] vem de ensinar (lat. Insegnare) que quer dizer dar preleções sobre o que os outros ignoram ou sabem mal” (NÉRICE, 1989, p. 47). Mas, no enfoque didático, o ensino “[...] é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar)” (NÉRICE, 1989, p. 47). Desse modo, a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é compreendida muito claramente como a função dos professores.
Os professores são, portanto, aqueles que professam algo que consideram verdadeiro, válido, necessário e útil para a perpetuação da cultura e daqueles objetivos indicados pela sociedade para preservação de sua sobrevivência. São pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno/aprendente “[...] um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural” (TOSI, 2001, p. 24). Portanto, fica evidente que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana vão ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente”, mas, para tal, esses conhecimentos necessitam ser selecionados e organizados em conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Visto dessa forma, o ato de ensinar indica que [...] a função do professor/a será facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer [...] espaço de conhecimento compartilhado, mas nunca substituir o processo de construção dialética desse espaço, impondo suas próprias representações ou cerceando as possibilidades de negociação aberta de todos e cada um dos elementos que compõem o contexto de compreensão comum.
(Didática - 1951. - Vitória, ES : Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2011. Fonte: https://bit.ly/3fqsVtC)
I. Após a análise do texto, é possível inferir que o termo ensino vem do verbo ensinar, que quer dizer criar ou conceber novos significados para definições ou conceitos obsoletos de uma cultura.
II. De acordo com o texto, nos últimos anos, os profissionais de educação têm privilegiado uma abordagem mais humanista e hermética da educação, sendo visivelmente influenciados por uma necessidade urgente de atender a resultados cobrados pelos familiares em relação à aquisição de conhecimentos. Se por um lado essa abordagem trouxe uma formação mais completa para os alunos, por outro também privilegiou a realização de avaliações que priorizam a classificação e a separação dos melhores e dos menos aptos, como se pode observar no texto.
III. As informações presentes no texto permitem inferir que a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é raramente compreendida como uma função dos professores.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Maria H. B. Passamai (adaptado).
Se buscarmos conceituar o que é ensinar, encontraremos definições como: “Ministrar o ensino [...]; instruir; lecionar; educar; dar a conhecer; transmitir conhecimentos” (AURÉLIO, 1986, p. 660) ou “[...] repassar ensinamentos; doutrinar; transmitir experiência prática [...] tornar conhecido, familiar; mostrar com precisão; indicar” (HOUAISS, 2001, p. 1159). Por outro lado, ensino “[...] vem de ensinar (lat. Insegnare) que quer dizer dar preleções sobre o que os outros ignoram ou sabem mal” (NÉRICE, 1989, p. 47). Mas, no enfoque didático, o ensino “[...] é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar)” (NÉRICE, 1989, p. 47). Desse modo, a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é compreendida muito claramente como a função dos professores.
Os professores são, portanto, aqueles que professam algo que consideram verdadeiro, válido, necessário e útil para a perpetuação da cultura e daqueles objetivos indicados pela sociedade para preservação de sua sobrevivência. São pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno/aprendente “[...] um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural” (TOSI, 2001, p. 24). Portanto, fica evidente que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana vão ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente”, mas, para tal, esses conhecimentos necessitam ser selecionados e organizados em conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Visto dessa forma, o ato de ensinar indica que [...] a função do professor/a será facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer [...] espaço de conhecimento compartilhado, mas nunca substituir o processo de construção dialética desse espaço, impondo suas próprias representações ou cerceando as possibilidades de negociação aberta de todos e cada um dos elementos que compõem o contexto de compreensão comum.
(Didática - 1951. - Vitória, ES : Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2011. Fonte: https://bit.ly/3fqsVtC)
I. Uma análise cuidadosa do texto permite ao leitor entender que, em um mundo rico em recursos tecnológicos, onde os alunos têm um amplo acesso às informações da Internet, o papel do professor torna-se cada vez mais obsoleto. Para resgatar a sua importância no meio educativo, os professores devem sempre privilegiar a realização de aulas exclusivamente teóricas e expositivas, utilizando uma linguagem excessivamente rebuscada e repleta de termos técnicos, defende o texto
II. Fica evidente ao leitor, após a leitura do texto, que a prática do ensino é, antes de tudo, um esforço dialógico que envolve o professor, os alunos e os pais. É, também, o resultado de uma autoavaliação do profissional de educação que busca, antes de formar uma consciência cidadã nos alunos, compreender os próprios interesses e desejos de longo prazo, conforme se pode inferir do texto.
III. O texto apresenta ao leitor um pressuposto de que é evidente a lógica de que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana devem ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente” e que, para tal, é necessário que sejam selecionados conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. No texto, está implícita a afirmação de que não adianta o indivíduo conhecer as letras e decodificá-las (habilidade leitora básica), se ele não consegue ampliar o seu leque de formação em práticas socioculturais mais amplas. Nesse sentido, aprender a ler e a escrever implica obter sucesso em todos os espaços de letramento.
II. As autoras do texto sustentam a tese de que, apesar de o conhecimento ser tratado cartesianamente pelas instituições de poder que “orientam” o que os professores devem ensinar (no caso do currículo), as escolas têm autonomia para promover uma formação integral do indivíduo.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. As autoras corroboram com a ideia de que a escola tem uma visão reducionista dos saberes científicos. É como se a instituição ignorasse o fato de as ciências estarem interligadas; isto é, um assunto “puxando” o outro.
II. O texto aponta para a ideia de que o código escrito se torna indispensável em diversas situações de interação que exigem o domínio de práticas de leitura e de escrita. Sendo assim, pode-se afirmar que esse contato não se dá exclusivamente na escola.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. As autoras consideram que, mesmo diante da complexidade do mundo, a escola insiste em dividir o conhecimento em partes. Isso se comprova também por meio da visão fragmentadora do conhecimento científico, trazida pelos currículos básicos.
II. Está claro, no texto, que as práticas de leitura e escrita não se dão apenas no contexto das aulas de língua portuguesa, pois nas aulas de outras disciplinas o estudante também tem contato com essas práticas. Sendo assim, alfabetizar letrando não é apenas restringir esse processo às aulas de língua materna.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. De acordo com o texto, a sociedade contemporânea é iletrada e, atualmente, o domínio do código escrito é dispensável na maioria dos contextos e práticas sociais.
II. A expressão “práticas sociais letradas”, no texto, faz referência às práticas sociais em que é escusável o domínio da leitura e da escrita (código escrito), a exemplo dos formulários, reportagens, notícias, ou outros gêneros textuais que circulam cotidianamente.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. É possível inferir, a partir da leitura do texto, que o indivíduo transita por outros espaços onde existem práticas sociais de letramento que não estão diretamente relacionadas à escola. Todavia, o domínio do código escrito (leitura e escrita), geralmente adquirido na escola, pode ser usado em benefício de formas de expressão e comunicação diversas.
II. De acordo com o texto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Na escola, as atividades de ensino de língua portuguesa devem proporcionar condições para que o aluno possa utilizar a linguagem oral nas diversas situações comunicativas, especialmente nas mais formais, como no planejamento e na realização de entrevistas, debates, seminários etc.
II. A literatura é necessariamente uma cópia literal da realidade e limita-se a um puro exercício de linguagem. Se tomada como uma maneira particular de compor o conhecimento, é necessário reconhecer que sua relação com o real é obrigatoriamente direta, clara e livre de interpretações subjetivas. Ou seja, o plano da realidade pode ser apropriado e transgredido pelo plano do imaginário como uma instância concretamente formulada pela mediação dos signos verbais (ou mesmo não verbais, conforme algumas manifestações da poesia contemporânea).
III. Em uma perspectiva atitudinal, o trabalho do professor em sala de aula deve privilegiar a construção de uma visão crítica do educando sobre a própria realidade. Para isso, o ensino dos conteúdos deve ser visto como a ação recíproca entre a matéria, o ensino e o conhecimento prévio dos alunos. O conteúdo de ensino a ser transmitido pelo professor de língua portuguesa deve tolher as possibilidades de aprendizado por parte dos alunos, pois as atividades escolares de aprendizado de linguagens devem ter um foco prioritário na classificação morfológica das palavras, independentemente do contexto.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Expandir o uso da linguagem em instâncias privadas e utilizá-la com eficácia em instâncias públicas, sabendo assumir a palavra e produzir textos coerentes e coesos, é um dos objetivos do ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental.
II. A didática é a sistematização e a racionalização do ensino, constituída de métodos e técnicas de ensino de que se vale o professor para efetivar a sua intervenção no comportamento do estudante. Ou seja, a didática tem como objetivo ensinar métodos e técnicas que possibilitem a aprendizagem do aluno por parte do professor ou instrutor.
III. Quando se pretende que o aluno construa o conhecimento, a intervenção pedagógica do professor tem valor decisivo no processo de aprendizagem e, por isso, é preciso avaliar sistematicamente se a intervenção está adequada, se está contribuindo para as aprendizagens que se espera alcançar.
Marque a alternativa CORRETA:
Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.
Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.
Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.
O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.
O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. O objeto de estudo da didática envolve a interiorização de uma concepção de ensino em que as diferentes maneiras de ensinar e de aprender sejam conflitantes e, assim, possam contribuir para a formação de uma mentalidade pouco crítica nos alunos, afirma o autor.
II. O professor e o estudante, no contexto do aprendizado e do ensino, devem utilizar exclusivamente os métodos mais ortodoxos na construção do seu próprio saber, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.
Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.
Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.
O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.
O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. O autor do texto afirma que a análise, a síntese, a interpretação de dados, de fatos e de situações para além da experiência de vida são fatores relevantes no contexto educacional.
II. Na atualidade, a didática deve limitar-se à dimensão técnica e a valorizar a busca por conhecimentos tecnológicos entre os alunos de uma instituição de ensino, de acordo com o autor do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de duas concepções básicas. Por um lado, uma concepção de ensino e aprendizagem que relacione e articule as dimensões humana, técnica, política e social e, por outro lado, uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender. O desafio da didática na atualidade é, portanto, superar uma dimensão técnica, propondo alterações na maneira de agir e pensar do docente.
Para Paulo Freire, ensinar é uma forma de intervenção na sociedade, indo mesmo além da simples transmissão de conteúdos, que se limita a reproduzir a ideologia dominante.
Paulo Freire afirma, ainda, que o professor deverá perceber que sua prática não é neutra. Por um lado, o docente não pode deixar de se capacitar para ensinar corretamente e adequadamente os conteúdos da área de conhecimento em que trabalha, mas, por outro lado, não pode reduzir a sua prática docente ao puro ensino desses conteúdos.
O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, numa dinâmica em que assumem em conjunto que estão aprendendo e ensinando enquanto professores, na busca permanente de novos saberes.
O professor deve se constituir enquanto mediador de um processo educativo em que ele e os demais aprendem em conjunto. No contexto do aprendizado e do ensino, tanto o professor quanto o estudante necessitam recorrer a métodos e técnicas educacionais, em virtude do processo de construção do seu próprio saber e exigir análise, síntese, interpretação de dados, fatos e situações, isso para além da experiência de vida.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. O desafio de ensinar obriga a escola e o professor a uma permanente busca do sentido e significado para a prática educativa, de acordo com as informações do texto.
II. Compreender o objeto de estudo da didática envolve a interiorização de uma concepção que valorize as diferentes maneiras de ensinar que integram o saber, o fazer e o ser; a racionalidade e a sensibilidade; a teoria e o tecnológico que resultam em novos modos de pensar e de aprender, afirma o autor.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Maria H. B. Passamai (adaptado).
Se buscarmos conceituar o que é ensinar, encontraremos definições como: “Ministrar o ensino [...]; instruir; lecionar; educar; dar a conhecer; transmitir conhecimentos” (AURÉLIO, 1986, p. 660) ou “[...] repassar ensinamentos; doutrinar; transmitir experiência prática [...] tornar conhecido, familiar; mostrar com precisão; indicar” (HOUAISS, 2001, p. 1159). Por outro lado, ensino “[...] vem de ensinar (lat. Insegnare) que quer dizer dar preleções sobre o que os outros ignoram ou sabem mal” (NÉRICE, 1989, p. 47). Mas, no enfoque didático, o ensino “[...] é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar)” (NÉRICE, 1989, p. 47). Desse modo, a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é compreendida muito claramente como a função dos professores.
Os professores são, portanto, aqueles que professam algo que consideram verdadeiro, válido, necessário e útil para a perpetuação da cultura e daqueles objetivos indicados pela sociedade para preservação de sua sobrevivência. São pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno/aprendente “[...] um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural” (TOSI, 2001, p. 24). Portanto, fica evidente que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana vão ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente”, mas, para tal, esses conhecimentos necessitam ser selecionados e organizados em conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Visto dessa forma, o ato de ensinar indica que [...] a função do professor/a será facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer [...] espaço de conhecimento compartilhado, mas nunca substituir o processo de construção dialética desse espaço, impondo suas próprias representações ou cerceando as possibilidades de negociação aberta de todos e cada um dos elementos que compõem o contexto de compreensão comum.
(Didática - 1951. - Vitória, ES : Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2011. Fonte: https://bit.ly/3fqsVtC)
I. Uma ideia que perpassa o texto é a de que a gestão democrática das instituições de ensino prescinde de uma compreensão dialética e referencial por parte dos educandos. Quando essa compreensão é alcançada, afirma o texto, a qualidade do ensino é atingida.
II. O texto apresentar ao leitor a ideia de que os educadores são pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno ou aprendente um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural.
III. Após a análise do texto, é possível concluir que, no enfoque didático, o ensino é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar).
Marque a alternativa CORRETA:
Por Irene Cazorla et al, 2017 (adaptado).
Ensinar estatística para alunos do Ensino Fundamental pode ser uma tarefa especialmente desafiadora para um educador em certas ocasiões. Frequentemente, a estratégia de reunir os educandos para a elaboração de um projeto de pesquisa de campo, na qual eles possam conhecer e compreender fenômenos e analisar os dados estatísticos relacionados, pode ser uma boa estratégia de ensino. É nesse contexto que a coleta de dados pode se tornar um momento divertido e prazeroso de aprendizagem para os alunos, pois essa atividade inclui desafios que podem ser usados em favor da prática educativa.
Em um trabalho escolar que envolve estatística, a coleta de dados deve ser precedida de uma definição dos sujeitos sobre a fonte de dados que será utilizada e como os dados serão coletados. É importante garantir que o aluno compreenda que ele deverá buscar as informações que respondam à questão da pesquisa proposta pelo professor. Essa é uma oportunidade de solicitar que a turma levante ideias de como a coleta pode ser realizada, quais fontes utilizar e como garantir que as informações são realmente confiáveis.
Como forma de coletar dados, os alunos podem ser estimulados a realizar uma entrevista, a fazer perguntas e anotar ou gravar as respostas dos colegas, dos familiares ou de pessoas do seu círculo social sobre o tema da pesquisa.
Aplicar um questionário também é uma forma de enriquecer o trabalho escolar e o ensino de estatística. O registro de dados através de um questionário pode ser por escrito, por meio digital ou mesmo com o auxílio de ferramentas computacionais e de internet (como redes sociais e e-mail).
É importante, também, delimitar o espaço ou o grupo que será pesquisado. A depender da amplitude do trabalho escolar proposto pelo educador, pode-se limitar a pesquisa apenas aos alunos de uma turma. Assim, é possível, por exemplo, convidar os alunos a dizerem em voz alta a resposta para um questionamento que é parte da pesquisa e anotar sua resposta no quadro.
A fim de tornar a prática mais interessante para os alunos, é possível realizar atividades nas quais as respostas para um questionamento podem ser dadas na forma de desenhos ou mesmo direcionar o levantamento de dados para os resultados de um jogo realizado em sala de aula, por exemplo.
(Estatística para os anos iniciais do ensino fundamental [livro eletrônico] / organizado . -- 1. ed. - Brasília : Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM, 2017. Fonte: https://bit.ly/3frtqTV)
I. O texto leva o leitor a inferir que, em um trabalho escolar que envolve estatística, a coleta de dados deve ser precedida de uma definição dos sujeitos sobre a fonte de dados que será utilizada e como os dados serão coletados.
II. O texto destaca a importância de garantir que o aluno compreenda o conceito de variável através de explanações discursivas do professor, apenas, dispensando a necessidade de qualquer pesquisa de campo ou interação com os colegas de classe nesse sentido.
III. Frequentemente, a estratégia de reunir os educandos para a elaboração de um projeto de pesquisa de campo, no qual eles possam conhecer e compreender fenômenos e analisar os dados estatísticos relacionados, pode ser uma boa estratégia de ensino, conforme sugere o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Irene Cazorla et al, 2017 (adaptado).
Ensinar estatística para alunos do Ensino Fundamental pode ser uma tarefa especialmente desafiadora para um educador em certas ocasiões. Frequentemente, a estratégia de reunir os educandos para a elaboração de um projeto de pesquisa de campo, na qual eles possam conhecer e compreender fenômenos e analisar os dados estatísticos relacionados, pode ser uma boa estratégia de ensino. É nesse contexto que a coleta de dados pode se tornar um momento divertido e prazeroso de aprendizagem para os alunos, pois essa atividade inclui desafios que podem ser usados em favor da prática educativa.
Em um trabalho escolar que envolve estatística, a coleta de dados deve ser precedida de uma definição dos sujeitos sobre a fonte de dados que será utilizada e como os dados serão coletados. É importante garantir que o aluno compreenda que ele deverá buscar as informações que respondam à questão da pesquisa proposta pelo professor. Essa é uma oportunidade de solicitar que a turma levante ideias de como a coleta pode ser realizada, quais fontes utilizar e como garantir que as informações são realmente confiáveis.
Como forma de coletar dados, os alunos podem ser estimulados a realizar uma entrevista, a fazer perguntas e anotar ou gravar as respostas dos colegas, dos familiares ou de pessoas do seu círculo social sobre o tema da pesquisa.
Aplicar um questionário também é uma forma de enriquecer o trabalho escolar e o ensino de estatística. O registro de dados através de um questionário pode ser por escrito, por meio digital ou mesmo com o auxílio de ferramentas computacionais e de internet (como redes sociais e e-mail).
É importante, também, delimitar o espaço ou o grupo que será pesquisado. A depender da amplitude do trabalho escolar proposto pelo educador, pode-se limitar a pesquisa apenas aos alunos de uma turma. Assim, é possível, por exemplo, convidar os alunos a dizerem em voz alta a resposta para um questionamento que é parte da pesquisa e anotar sua resposta no quadro.
A fim de tornar a prática mais interessante para os alunos, é possível realizar atividades nas quais as respostas para um questionamento podem ser dadas na forma de desenhos ou mesmo direcionar o levantamento de dados para os resultados de um jogo realizado em sala de aula, por exemplo.
(Estatística para os anos iniciais do ensino fundamental [livro eletrônico] / organizado . -- 1. ed. - Brasília : Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM, 2017. Fonte: https://bit.ly/3frtqTV)
I. As informações presentes no texto permitem inferir que convidar os alunos a dizerem em voz alta a resposta para um questionamento que é parte da pesquisa e anotar sua resposta no quadro é a melhor forma de consolidar conceitos abstratos sobre estatística avançada.
II. O texto procura destacar que a coleta de dados pode se tornar um momento divertido e prazeroso de aprendizagem para os alunos, pois ela pode ser feita prioritariamente com o uso de ferramentas e recursos computacionais, o que aumenta o interesse das crianças.
III. O texto leva o leitor a concluir que a realização de aulas exclusivamente expositivas e teóricas é uma ótima oportunidade de solicitar que a turma levante ideias de como a coleta de dados pode ser realizada, quais as fontes se deve utilizar e como garantir que as informações são realmente confiáveis.
Marque a alternativa CORRETA: