Questões de Concurso
Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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A importância da comunicação oral no planejamento escolar
Atividades com a linguagem oral parecem estar presentes na prática de muitos professores. É comum ouvirmos relatos de educadores que dizem criar situações nas quais as crianças são estimuladas a participar das aulas, expressar suas opiniões, falar sobre acontecimentos que acompanham em seu cotidiano, tecer comentários sobre determinados assuntos e que, portanto, estão construindo um domínio satisfatório da oralidade. Diante desse contexto, caberia-nos uma pergunta: se essa linguagem parece ser aprendida espontaneamente nas práticas sociais de comunicação dentro e fora da escola, seria realmente necessário ensiná-la?
Segundo Dolz e Schneuwly (2011), "assim como a atividade humana de 'comer' produz uma refeição, a atividade 'falar' (ou escrever) produz um texto". E o estudo da linguagem oral, assim como a escrita, pressupõe necessariamente a escolha de textos como objetos de trabalho.
Texto adaptado. Denise Guilherme
Acesso em: https://tinyurl.com/3atjp85j
A importância da comunicação oral no planejamento escolar
Atividades com a linguagem oral parecem estar presentes na prática de muitos professores. É comum ouvirmos relatos de educadores que dizem criar situações nas quais as crianças são estimuladas a participar das aulas, expressar suas opiniões, falar sobre acontecimentos que acompanham em seu cotidiano, tecer comentários sobre determinados assuntos e que, portanto, estão construindo um domínio satisfatório da oralidade. Diante desse contexto, caberia-nos uma pergunta: se essa linguagem parece ser aprendida espontaneamente nas práticas sociais de comunicação dentro e fora da escola, seria realmente necessário ensiná-la?
Segundo Dolz e Schneuwly (2011), "assim como a atividade humana de 'comer' produz uma refeição, a atividade 'falar' (ou escrever) produz um texto". E o estudo da linguagem oral, assim como a escrita, pressupõe necessariamente a escolha de textos como objetos de trabalho.
Texto adaptado. Denise Guilherme
Acesso em: https://tinyurl.com/3atjp85j
Julgue o item a seguir, relativo à didática e à prática histórico-cultural.
Na perspectiva histórico-cultural, a mediação é um
conceito central que se refere ao papel das ferramentas
e signos (como a linguagem, os símbolos, os números, e
outros artefatos culturais) no processo de aprendizagem.
Os professores iniciam suas atividades escolares anuais elaborando suas propostas de trabalho. A proposta é elaborada durante o período de planejamento. Conversar com os professores sobre seus afazeres escolares é uma maneira bastante eficaz de conhecer seus problemas, dúvidas, alegrias e satisfações, bem como de ajudá-los a buscar possíveis soluções para suas dificuldades.
FRACALANZA, H.; AMARAL, I.A.; GOUVEIA, M.S.F. O ensino de
Ciências no Primeiro Grau. São Paulo: Atual, 1987.
Os professores iniciam suas atividades escolares anuais elaborando suas propostas de trabalho. A proposta é elaborada durante o período de planejamento. Conversar com os professores sobre seus afazeres escolares é uma maneira bastante eficaz de conhecer seus problemas, dúvidas, alegrias e satisfações, bem como de ajudá-los a buscar possíveis soluções para suas dificuldades.
FRACALANZA, H.; AMARAL, I.A.; GOUVEIA, M.S.F. O ensino de
Ciências no Primeiro Grau. São Paulo: Atual, 1987.
Os professores iniciam suas atividades escolares anuais elaborando suas propostas de trabalho. A proposta é elaborada durante o período de planejamento. Conversar com os professores sobre seus afazeres escolares é uma maneira bastante eficaz de conhecer seus problemas, dúvidas, alegrias e satisfações, bem como de ajudá-los a buscar possíveis soluções para suas dificuldades.
FRACALANZA, H.; AMARAL, I.A.; GOUVEIA, M.S.F. O ensino de
Ciências no Primeiro Grau. São Paulo: Atual, 1987.
Na educação escolar, em todos os níveis e modalidades de ensino, o Órgão Gestor, especificamente o MEC, tem o dever de apoiar a comunidade escolar, professores, estudantes, direção, funcionários, pais e amigos, a se tornarem educadores e educadoras ambientais com uma leitura crítica da realidade, uma leitura da palavra-mundo, conforme Paulo Freire.
Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental
na escola. Brasília: Ministério da Educação, Coordenação Geral de
Educação Ambiental: Ministério do Meio Ambiente, Departamento de
Educação Ambiental: UNESCO, 2007.
Em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Ciências da Natureza e, por consequência, o componente curricular de Ciências, devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas.
Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
Em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Ciências da Natureza e, por consequência, o componente curricular de Ciências, devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas.
Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
Em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Ciências da Natureza e, por consequência, o componente curricular de Ciências, devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas.
Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
Em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Ciências da Natureza e, por consequência, o componente curricular de Ciências, devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas.
Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
O direito à educação, entendido como um direito inalienável do ser humano, constitui o fundamento maior das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos.
Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9
anos
− Resolução CNE-CEB nº 07/2010.
Julgue o próximo item, acerca da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade do conhecimento.
A transdisciplinaridade, ao romper com a
fragmentação do conhecimento, oferece uma abordagem
que é capaz de integrar conhecimentos científicos,
artísticos e culturais, contribuindo para a formação de um
pensamento mais complexo e sistêmico.
Os conteúdos de ciências segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) abrangem não apenas a transmissão de conhecimentos científicos, mas também o desenvolvimento de habilidades cognitivas, como a capacidade de investigar, analisar evidências, formular hipóteses e argumentar com base em dados empíricos.
A Educação Integral limita-se ao horário escolar, ou seja, o compromisso do aluno e dos educadores com o aprendizado apenas existe no momento em que ambos compartilham o mesmo espaço físico (a sala de aula) e desenvolvem atividades educativas juntos.
A implementação de um modelo de educação integral, que promove a interdisciplinaridade, o desenvolvimento socioemocional e o protagonismo dos alunos, pode contribuir positivamente para a formação integral e o sucesso acadêmico dos estudantes, embora os impactos diretos no desempenho possam variar conforme contextos e práticas educacionais específicas.
Mais do que se referir a ampliação da jornada escolar, ao posicionar o estudante e seu desenvolvimento no centro do processo educativo, reconhecendo-o como sujeito social, histórico, competente e multidimensional, a Educação Integral tem contribuído para reconectar o sentido da escola e da educação com sua vida.
A implementação de um currículo de educação integral, com ênfase em abordagens interdisciplinares e desenvolvimento socioemocional, resultou em um aumento linear e generalizado do desempenho acadêmico em todas as disciplinas nas escolas primárias.
As categorias de análise geográfica, como espaço, lugar, região, território e paisagem, são conceitos estáticos e isolados, que não se interconectam nem influenciam a compreensão do espaço geográfico quando ensinadas no contexto educacional.