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Questões de Concurso Comentadas sobre paulo freire em pedagogia

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.146 questões

Q2048609 Pedagogia
“Como professor não devo poupar oportunidade para testemunhar aos alunos a segurança com que me comporto ao discutir um tema, ao analisar um fato, ao expor minha posição em face de uma decisão governamental. Minha segurança não repousa na falsa suposição de que sei tudo, de que sou o ‘maior’. Minha segurança se funda na convicção de que sei algo e de que ignoro algo a que se junta a certeza de que posso saber melhor o que já sei e conhecer o que ainda não sei. Minha segurança se alicerça no saber confirmado pela própria experiência de que, se minha inconclusão, de que sou consciente, atesta, de um lado, minha ignorância, me abre, de outro, o caminho para conhecer.” FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
om base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a concepção de conduta docente de Paulo Freire.
Alternativas
Q2044835 Pedagogia
Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Ana Maria Saul e Alexandre Saul, 2017 (adaptado).
Segundo o infográfico acima, é correto afirmar que o saber/fazer docente na obra freireana
Alternativas
Q2044833 Pedagogia
“O professor que desrespeita a curiosidade do educando, o seu gosto estético, a sua inquietude, a sua linguagem, mais precisamente, a sua sintaxe e a sua prosódia; o professor que ironiza o aluno, que o minimiza, que manda que ‘ele se ponha em seu lugar’ ao mais tênue sinal de sua rebeldia legítima, tanto quanto o professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites à liberdade do aluno, que se furta ao dever de ensinar, de estar respeitosamente presente à experiência formadora do educando, transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
Com base no trecho acima, é correto afirmar que o professor deve
Alternativas
Q2044819 Pedagogia
As metodologias ativas se encontram com as tecnologias para aprendizagem, pois ambas incrementam a interação dos estudantes com muitas informações e mudanças ágeis de paradigmas, as quais demonstram o que foi aprendido em diversas disciplinas na escola.
Diante do exposto, na obra “Pedagogia da Autonomia”, Freire (1996) define a autonomia como
Alternativas
Q2028810 Pedagogia
“Se antes a alfabetização de adultos era tratada e realizada de forma autoritária, centrada na compreensão mágica da palavra, palavra doada pelo educador aos analfabetos; se antes os textos geralmente oferecidos como leitura aos alunos escondiam muito mais do que desvelavam a realidade, agora, pelo contrário, a alfabetização como ato de conhecimento, como ato criador e como ato político é um esforço de leitura do mundo e da palavra. Agora já não é possível texto sem contexto.”
(Paulo Freire, 2021)
O posicionamento do autor apresentado no texto, priorizando a leitura de “agora”, revela uma concepção de educação e de ensino de leitura

Alternativas
Q2028802 Pedagogia
Carolina é uma jovem professora da rede pública de São Bernardo. Ansiosa com a chegada do período letivo da primeira turma que vai reger, comentou com Renata, professora mais experiente, que não sabia se estava pronta, já que havia muitas coisas que não sabia. Carolina recebeu como recomendação da colega a leitura de Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire, que citou a frase: “Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino”.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o que Freire propõe ao professor com essa ideia.
Alternativas
Q2028603 Pedagogia
Paulo Freire defendia que a escola deve ser um lugar de trabalho, de ensino, de aprendizagem. Um lugar em que a convivência permita estar continuamente se superando, porque a escola é o espaço privilegiado para pensar. De acordo com Freire, é função social da escola 
Alternativas
Q4239056 Pedagogia
Com foco na Educação de Jovens e Adultos, Paulo Freire ressalta a necessidade de uma prática letiva que proporcione a este público:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223626 Pedagogia

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


O pensar certo sabe, por exemplo, que não é a partir dele como um dado, que se conforma à prática docente crítica, mas sabe também que sem ele não se funda aquela. A prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético, entre o fazer e o pensar sobre o fazer. O saber que a prática docente espontânea ou quase espontânea, “desarmada”, indiscutivelmente produz é um saber ingênuo, um saber de experiência feito, a que falta a rigorosidade metódica que caracteriza a curiosidade epistemológica do sujeito. Este não é o saber que a rigorosidade do pensar certo procura. Por isso, é fundamental que, na prática da formação docente, o aprendiz de educador assuma que o indispensável pensar certo não é presente dos deuses nem se acha nos guias de professores que iluminados intelectuais escrevem desde o centro do poder, mas, pelo contrário, o pensar certo que supera o ingênuo tem que ser produzido pelo próprio aprendiz em comunhão com o professor formador. E preciso, por outro lado, reinsistir em que a matriz do pensar ingênuo como a do crítico é a curiosidade mesma, característica do fenômeno vital. Neste sentido, indubitavelmente, é tão curioso o professor chamado leigo no interior de Pernambuco quanto o professor de Filosofia da Educação na Universidade A ou B. O de que se precisa é possibilitar, que, voltando-se sobre si mesma, através da reflexão sobre a prática, a curiosidade ingênua, percebendo-se como tal, se vá tornando crítica.


Fonte: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes Necessários à Prática

Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996, p.58.  

O movimento dinâmico e dialético a que Freire se refere no texto e indispensável à prática docente crítica é expresso  
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223625 Pedagogia

Leia o Texto I para responder à questão.



Texto I


Gostaria de deixar claro que as qualidades de que vou falar e que me parecem indispensáveis às educadoras e aos educadores progressistas são predicados que vão se gerando na sua prática. Mais ainda, são gerados na prática em coerência com a opção política, de natureza crítica do educador. Por isso, as qualidades de que falarei não são algo com que nascemos ou que encarnamos por decreto ou recebemos de presente. [...] Começarei pela humildade que, de modo algum, significa falta de acato a nós mesmos, acomodação, covardia. Pelo contrário, a humildade exige coragem, confiança em nós mesmos, respeito a nós mesmos e aos outros. A humildade nos ajuda a reconhecer esta coisa óbvia: ninguém sabe tudo; ninguém ignora tudo. Todos sabemos algo; todos ignoramos algo. Sem humildade dificilmente ouviremos com respeito a quem consideramos demasiadamente longe de nosso nível de competência. [...] Mas é preciso juntar à humildade com que a professora atua e se relaciona com seus alunos, uma outra qualidade, a amorosidade, sem a qual seu trabalho perde o significado. E amorosidade não apenas aos alunos, mas ao próprio processo de ensinar. [...] não acredito que, sem uma espécie de “amor armado”, como diria o poeta Tiago de Melo, educadora e educador possam sobre-viver às negatividades de seu que-fazer. Às injustiças, ao descaso do poder público, expresso na sem-vergonhice dos salários, no arbítrio com que professoras e não tias que se rebelam e participam de manifestações de protesto através de seu sindicato, são punidas mas apesar disso continuam entregues ao trabalho com seus alunos. [...] É essa a forma de amar indispensável ao educador progressista e que precisa de ser aprendida e vivida por nós. [...].


Fonte: FREIRE, Paulo. Professora Sim, Tia Não. Cartas a quem ousa ensinar. Editora

Olho D’água. São Paulo, 1997, p.37- 38. 

Na segunda parte do texto, referenciado, Freire fala das negatividades do que-fazer docente e destaca especialmente 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223624 Pedagogia

Leia o Texto I para responder à questão.



Texto I


Gostaria de deixar claro que as qualidades de que vou falar e que me parecem indispensáveis às educadoras e aos educadores progressistas são predicados que vão se gerando na sua prática. Mais ainda, são gerados na prática em coerência com a opção política, de natureza crítica do educador. Por isso, as qualidades de que falarei não são algo com que nascemos ou que encarnamos por decreto ou recebemos de presente. [...] Começarei pela humildade que, de modo algum, significa falta de acato a nós mesmos, acomodação, covardia. Pelo contrário, a humildade exige coragem, confiança em nós mesmos, respeito a nós mesmos e aos outros. A humildade nos ajuda a reconhecer esta coisa óbvia: ninguém sabe tudo; ninguém ignora tudo. Todos sabemos algo; todos ignoramos algo. Sem humildade dificilmente ouviremos com respeito a quem consideramos demasiadamente longe de nosso nível de competência. [...] Mas é preciso juntar à humildade com que a professora atua e se relaciona com seus alunos, uma outra qualidade, a amorosidade, sem a qual seu trabalho perde o significado. E amorosidade não apenas aos alunos, mas ao próprio processo de ensinar. [...] não acredito que, sem uma espécie de “amor armado”, como diria o poeta Tiago de Melo, educadora e educador possam sobre-viver às negatividades de seu que-fazer. Às injustiças, ao descaso do poder público, expresso na sem-vergonhice dos salários, no arbítrio com que professoras e não tias que se rebelam e participam de manifestações de protesto através de seu sindicato, são punidas mas apesar disso continuam entregues ao trabalho com seus alunos. [...] É essa a forma de amar indispensável ao educador progressista e que precisa de ser aprendida e vivida por nós. [...].


Fonte: FREIRE, Paulo. Professora Sim, Tia Não. Cartas a quem ousa ensinar. Editora

Olho D’água. São Paulo, 1997, p.37- 38. 

A humildade, apontada por Freire como uma qualidade indispensável aos educadores e educadoras, refere-se  
Alternativas
Q4217552 Pedagogia
Partindo do pressuposto que a prática educativa não existe por acaso, visto que é produto da ação humana, a escola como lócus da educação formal e institucionalizada tem passado por diversas transformações e estas também não acontecem por acaso. A esse respeito, marque a opção INCORRETA, considerando o pensamento de Freire (2005):
Alternativas
Q4217545 Pedagogia
A alfabetização pode ser compreendida em sentido amplo e específico. No sentido, amplo podemos compreender, como defendia Freire (1989), a aprendizagem da leitura de forma crítica. E, no sentido específico, pode ser compreendida como aprendizagem da escrita na perspectiva da decodificação e codificação de palavras. Com base na compreensão de alfabetização no sentido amplo do termo, marque a opção INCORRETA:
Alternativas
Q4217539 Pedagogia
Conhecer é um ato de engajamento sócio-histórico e cultural. Considerando esse pressuposto, Freire (2007 p. 10) afirma: “a educação libertadora não apenas supõe co-participação e reciprocidade, mas acima de tudo um processo significativo [...] compartilhado [...] a prática educativa deve ser vivida pelos seres humanos [...] deve ser vivida em sua dimensão política. Analise as afirmativas e assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q4178658 Pedagogia
Paulo Freire (1960), enquanto educador, pensou num método pedagógico que o fez reconhecido mundialmente. Influenciador de pensamentos críticos, tornou-se referência para uma proposta pedagógica conhecida como libertadora. Assim, para Paulo Freire dentre seus princípios pedagógicos à educação é considerada? 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFPA Prova: CEPS-UFPA - 2022 - UFPA - Pedagogo |
Q4173781 Pedagogia
Para a Tendência Progressista Libertadora, a base do relacionamento entre professor e aluno é o(a) 
Alternativas
Q4164167 Pedagogia
Segundo Moran (2018), são muitos os métodos associados às metodologias ativas com potencial de levar os alunos a aprendizagens por meio da experiência impulsora do desenvolvimento da(o): 
Alternativas
Q4161026 Pedagogia
O diálogo é um dos princípios da educação libertadora e problematizadora de Paulo Freire, proposta na obra Pedagogia do Oprimido. O diálogo é a base da ação e da relação entre educador e educando. 

Sobre a teoria da ação dialógica, assinale VERDADEIRO (V) ou FALSO (F):

[ ] O diálogo não precisa, necessariamente, de fé e confiança nos homens, apenas de ouvir e falar no momento adequado.
[ ] O diálogo não pode ser pretexto para manipulação ou silenciamentos. Ele precisa ser democrático.
[ ] O diálogo se impõe como caminho pelo qual os homens ganham significação enquanto homens, enquanto humanidade.
[ ] O diálogo é o encontro dos homens, mediatizados pelo mundo, para pronunciá-lo, não se esgotando, portanto, na relação eu-tu, educador-educando.

A sequência correta, de cima para baixo, é
Alternativas
Q4161025 Pedagogia
Em sua obra clássica, Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire apresenta e discute os conceitos de educação bancária e educação libertadora.

Quanto mais analisamos as relações educador-educandos, na escola, em qualquer de seus níveis (ou fora dela), parece que mais nos podemos convencer de que estas relações apresentam um caráter especial e marcante — o de serem relações fundamentalmente narradoras, dissertadoras. Narração de conteúdos que, por isto mesmo, tendem a petrificar-se ou a fazer-se algo quase morto, sejam valores ou dimensões concretas da realidade. Narração ou dissertação que implica um sujeito o narrador — e objetos pacientes, ouvintes — os educandos. (...) A narração, de que o educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mais ainda, a narração os transforma em “vasilhas”, em recipientes a serem “enchidos” pelo educador. Quanto mais vá “enchendo” os recipientes com seus “depósitos”, tanto melhor educador será. Quanto mais se deixem docilmente “encher”, tanto melhores educandos serão. Desta maneira, a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante. (FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 2011, p. 57-58).

Sobre o conceito de educação libertadora, leia as afirmações a seguir:

I – A educação bancária serve à dominação; a educação libertadora é problematizadora, que serve à libertação.
II – A educação libertadora emite comunicados e permite aos educandos que possam apreender e entender os sentidos dos comunicados.
III – A educação libertadora transmite conteúdos a partir da experiência histórico-social dos educadores, que selecionam, a partir de um currículo elaborado, o conjunto de conhecimentos para a formação de jovens e adultos.
IV – Na concepção libertadora há a superação da contradição educador-educando, tornando-se um educador-educando e um educando-educador.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conceito de educação libertadora.
Alternativas
Q4157766 Pedagogia
“… no conjunto da obra de __________ destaca-se, em termos de repercussão e de impacto, o livro Pedagogia do Oprimido, escrito nos anos sessenta. Hoje, esta obra acumula traduções em dezenas de línguas sendo o carro-chefe da penetração mundial do pensamento do autor. Em Pedagogia da Esperança (1992), o autor refaz historicamente a trajetória do seu mais marcante texto, história esta que se confunde com a sua própria trajetória intelectual.” Preenche corretamente a lacuna:
Alternativas
Respostas
421: D
422: A
423: C
424: B
425: B
426: E
427: E
428: D
429: C
430: B
431: C
432: D
433: A
434: D
435: A
436: C
437: B
438: B
439: D
440: B