Questões de Concurso
Comentadas sobre modalidades da avaliação em pedagogia
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Segundo Hoffmann, para muitos professores, antes valia o ensinar. Hoje a ênfase está no aprender. Isso significa uma mudança em quase todos os níveis educacionais, quais sejam:
I. Currículo.
II. Gestão Escolar.
III. Organização da sala de aula.
Quais estão corretas?
De acordo com os estudos de Bloom (1993) a avaliação do processo ensino-aprendizagem, apresenta três tipos de funções: diagnóstica (analítica), formativa (controladora) e somativa (classificatória). Analise as afirmativas a seguir sobre tais funções e marque V (verdadeiro) ou F (falso).
⃣ A avaliação diagnóstica é adequada para o início do o período letivo, pois permite conhecer a realidade na qual o processo de ensino-aprendizagem vai acontecer.
⃣ A avaliação formativa é utilizada objetivando pré-determinar a maneira pela qual o educador deverá encaminhar, através do planejamento, a sua ação educativa. Terá como função estabelecer os limites para tornar o processo de aprendizagem mais eficiente e eficaz.
⃣ A avaliação somativa visa, basicamente, avaliar se o aluno domina gradativamente e hierarquicamente cada etapa da aprendizagem, antes de avançar para outra etapa subsequente de ensino-aprendizagem.
⃣ Por depender mais da sensibilidade e do olhar técnico do educador, a avaliação somativa fornece mais informações que permitem a customização do trabalho do professor com base nas necessidades de cada aluno.
A sequência CORRETA é:
A palavra que preenche corretamente a frase é:
Segundo Luckesi, a prática da avaliação da aprendizagem, para manifestar-se como tal, deve apontar para a busca do melhor de todos os educandos, por isso é diagnóstica e não voltada para a seleção de uns poucos, como se comportam os exames. Por si, a avaliação, como dissemos, é inclusiva e, por isso mesmo, democrática e amorosa. Por ela, por onde quer que se passe não há exclusão, mas sim diagnóstico e construção...
(Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br)
De acordo com o texto acima, para que a avaliação da aprendizagem escolar seja inclusiva e democrática, deve
A avaliação que somente classifica, transforma a prática educacional em:
Dentre os critérios de avaliação em artes visuais descritos abaixo, há um que não se encaixa.
Assinale a alternativa incorreta.
Esses pressupostos têm como fundamento epistemológico a teoria crítica que pode ser sintetizada em três proposições: I - posição clara diante da ação humana visando esclarecimento das pessoas que a assumem, fazendo-as capazes de descobrir quais seus interesses e levando esses agentes à libertação das coerções, às vezes autoimpostas e sempre autofrustrantes. II - a processo que estrutura uma forma de conhecimento com o distanciamento que se faz necessário para que não haja envolvimento e não permita que a subjetividade afete a objetividade das avaliações. III - constructo epistemológico com adesão às teorias críticas, reflexivas, em que o autor se conhece ao conhecer, diferentemente do paradigma “objetificante” das ciências naturais.
Está(ão) corretas:
Sobre o SIMAVE, é correto afirmar:
Segundo Perrenoud (1999), para caminhar em direção à avaliação formativa,
No Artigo “Avaliação e currículo no cotidiano escolar”, Oliveira e Pacheco, In: Esteban (Org.), 2005, trabalham sobre a relação entre esses dois temas. Assim declaram: “Se o que se pretende é considerar os conhecimentos dos alunos como redes tecidas através de processos de aprendizagem singulares, múltiplos e imprevisíveis, na medida em que cada aluno incorpora as novas informações às suas próprias redes de modo diferente dos demais, é necessário que se procure desenvolver formas e instrumentos de avaliação compatíveis com essa pluralidade de pessoas, de saberes e de processos de aprendizagem”. Por esse motivo, os autores argumentam que é preciso que a reflexão em torno das questões curriculares e as tentativas de mudança dos mecanismos e instrumentos de avaliação
A pesquisa de Dirce Nei T. de Freitas (2007) esclarece a instituição da avaliação externa no Brasil. A autora analisa a avaliação educacional, seus fundamentos legais, suas ligações com o planejamento educacional e como foi construído o complexo sistema de regulação que ela nomeia “medida-avaliação-informação”. São estabelecidas relações entre essa construção e o contexto socioeconômico e político e também discutida a relação entre as avaliações externas e a melhoria da educação. Em relação a esse ponto, Freitas lembra Isa Locatelli, a qual, em publicação do INEP (2000), fez refletir que: caso a intenção fosse mesmo usar a avaliação externa para melhorar a educação, então se teria de trabalhar com essa avaliação dentro das escolas,
A produção sobre a avaliação em larga escala no país mostra-se não só escassa, mas polarizada entre a crítica da sua lógica economicista e a afirmação da necessidade de aprimorá-la e bem utilizá-la como ferramenta de regulação do Estado. Sem cair nessa polarização, Freitas (2007) oferece elementos para o professor pensar o Estado-avaliador brasileiro como síntese do Estado-regulador e do Estado-educador. O Estado-avaliador resultaria do empenho do Estado-educador em difundir determinados conhecimentos, valores e visões de mundo, signos e símbolos da cultura hegemônica. Na perspectiva da autora, no Brasil, isso se deu especialmente por meio
Paula é candidata ao cargo de Supervisor Escolar de Atendimento Educacional Especializado no município de São Roque e buscou compreender melhor o processo de “avaliação e acompanhamento do rendimento escolar”, recorrendo à Resolução CNE/CEB no 7/2010 e à obra de Hoffmann (2001). No Art. 32 da citada Resolução, ela verificou que a avaliação dos alunos a ser realizada pelos professores e pela escola deve ser parte integrante da proposta curricular e da implementação do currículo, e que, nos termos do Inciso I desse mesmo artigo, ela deve assumir um caráter processual, formativo e participativo, ser contínua, cumulativa e diagnóstica. Na obra de Hoffmann, Paula constatou grande coerência com o que dispõe essa Resolução, pois, para a autora, a avaliação mediadora exige, “para além das atividades diversificadas”, “a organização de experiências educativas diferenciadas,” articuladas às “necessidades e possibilidades individuais” dos alunos,