Questões de Concurso
Comentadas sobre gestão escolar em pedagogia
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De acordo com esse contexto teórico, assinale a alternativa incorreta:
O estabelecimento de objetivos, em um planejamento educacional, deve estar alicerçado em uma única filosofia. Entretanto, quando se trata de estabelecer as técnicas avaliativas, pode-se fundamentá-las em diversas filosofias, de modo a possibilitar variedade de avaliações.
Em um planejamento escolar, o estabelecimento dos objetivos é um ato político, já que é um ato decisório. Nesse sentido, a escolha do referido objetivo deve-se dar da forma mais consciente possível, sempre embasada e restrita às experiências anteriores dos segmentos envolvidos no processo educativo.
Em qualquer tipo de planejamento, o estabelecimento dos objetivos requer o conhecimento da realidade escolar a priori.
As provas e os testes escritos são instrumentos de avaliação muito utilizados e devem ser elaborados a partir de objetivos previamente determinados. Esses objetivos podem ser: prognóstico, inventário de rendimentos ou diagnóstico.
Cada objetivo proposto deve ser avaliado isoladamente, de forma a aferir se cada educando alcançou esse objetivo.
Atualmente, o plano da escola é concebido como projeto político-pedagógico. Projeto, por ser um desdobramento de um plano; político, por contemplar decisões de órgãos responsáveis pela educação; e pedagógico, por envolver ações educacionais.
Na construção do projeto político-pedagógico emancipador, relações de interdependência e reciprocidade entre teoria e prática fundem-se em um único pólo.
Diante da situação descrita e considerando o planejamento de ensino em seus elementos constitutivos, julgue o item a seguir.
A participação dos alunos no planejamento da visita ao museu é considerada uma ação pedagógica, uma vez que os alunos aprendem a fazer escolhas e a tomar decisões.
Diante da situação descrita e considerando o planejamento de ensino em seus elementos constitutivos, julgue o item a seguir.
A organização de atividades extra classe compartilhada entre professor e alunos é uma prática pedagógica valorizada pela escola tradicional.
Diante da situação hipotética e considerando a relação professor-aluno, julgue o item a seguir.
O diálogo estabelecido entre a coordenadora pedagógica e
a professora pode ser entendido como uma das formas para
melhorar a relação entre a professora e os alunos.
Mesmo com as potencialidades de um grupo, podem surgir conflitos entre os participantes durante a elaboração do planejamento. Esses conflitos não devem gerar a extinção do grupo, ao contrário, devem estimular a crítica e a exposição das contradições como estratégias para uma prática participativa entre os envolvidos.
Para os PCN, a ação supervisora fundamentada na participação, cooperação, integração e flexibilidade poderá ser uma grande aliada do professor na avaliação crítica da qualidade de ensino.
Promover oportunidades coletivas que reúnam professores que desenvolvem um mesmo conteúdo nas diversas séries e níveis escolares e propiciar oportunidades periódicas de reavaliação do currículo e dos programas são princípios que organizam o trabalho pedagógico da escola.
Atualmente, os profissionais da escola devem buscar formas variadas de mobilizar e organizar a comunidade escolar — alunos, pais e comunidade —, visando à resolução de problemas internos da escola.
Atualmente, os PCN têm grande preocupação em introduzir princípios democráticos nas organizações educacionais. Um deles é atribuir ao supervisor a função de líder democrático.
O supervisor escolar tem como função estimular o hábito de estudo entre os professores, focalizando a respectiva formação permanente, na qual o conhecimento é (re)elaborado e (re)construído no processo ensino-aprendizagem.
O supervisor escolar é um profissional integrado ao corpo docente que trabalha de forma interdisciplinar, articulando os sujeitos e os elementos envolvidos no processo ensino-aprendizagem: professores, alunos, objetivos, conteúdos, métodos e avaliação.
A prática profissional de supervisão recebeu destaque especial no período desenvolvimentista brasileiro. Sua função, à época, passou a estabelecer padrões de comportamento para os alunos e os critérios de aferição do rendimento escolar, visando à eficiência do ensino.