Questões de Concurso
Comentadas sobre educação infantil em pedagogia
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“Literate é, pois, o adjetivo que caracteriza a pessoa que domina a leitura e a escrita, e literacy designa o estado ou condição daquele que é literate, daquele que não só sabe ler e escrever, mas também faz uso competente e frequente da leitura e da escrita” (SOARES, Magda, 1998, p. 36).
Em relação à alfabetização e ao letramento, podemos dizer:
I) Uma pessoa que planeja seu texto em função do seu objetivo e do leitor a que se destina, considerando características específicas do gênero, demonstra fazer uso eficiente da escrita. II) Um indivíduo que é letrado torna-se distinto da sua condição anterior de analfabeto, pois ele passa a ter um novo lugar social e uma nova forma de viver, relacionando-se distintamente com os outros, com o contexto e com os bens culturais de sua sociedade. III) Um aluno que sabe elaborar um resumo ou tomar notas durante uma exposição oral, que esquematiza suas anotações para estudar um determinado assunto e que expressa por escrito suas experiências e opiniões manifesta ter boas condições de letramento. IV) Um aluno que se volta para seu próprio texto e sabe verificar se está confuso, ambíguo, redundante, obscuro ou incompleto e que é capaz de revisá-lo e reescrevê-lo até considerá-lo satisfatório para o momento é um indivíduo letrado.
A partir da leitura das assertivas acima, estão CORRETAS as assertivas:
“Apoiando-se sobre uma imagem negativa da criança, os jogos eram utilizados pelos adultos nas caricaturas políticas, divulgando a imagem de frivolidade e ridículo. Mais raras são as gravuras como a de Bruegel, que mostram em toda sua variedade os jogos tradicionais infantis presentes nos tempos passados. Atualmente, especialmente no campo da educação infantil, a perspectiva que predomina é a...”
( ) A linguagem oral é apenas vocabulário, lista de palavras ou sentenças.
( ) A linguagem escrita possibilita comunicar ideias, pensamentos e intenções de diversas naturezas, influenciar o outro e estabelecer relações interpessoais.
( ) Para aprender a ler e a escrever, a criança precisa construir um conhecimento de natureza conceitual: precisa compreender não só o que a escrita representa, mas também de que forma ela representa graficamente a linguagem.
( ) Nas inúmeras interações com a linguagem oral, as crianças vão tentando descobrir as regularidades que a constitui, usando todos os recursos de que dispõem: histórias que conhecem, vocabulário familiar.
( ) Nas sociedades letradas, as crianças, desde os primeiros meses, estão em permanente contato com a linguagem escrita.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A Base Nacional Comum Curricular traz importantes contribuições sobre o processo de alfabetização na escola. Segundo o documento, em que período do Ensino Fundamental a alfabetização deve se constituir como foco da ação pedagógica?
Ao deparar-me com o vendaval poético das crianças de 1o grau, na época em que servi de animadora dos Ateliês de Literatura no Colégio Internacional de Curitiba, fiquei entre espantada e admirada com a porosidade infantil diante do universo das palavras e do contato com o universo em geral. Não houve nenhum “abracadabra” mágico que servisse para provocar a expressão poética infantil. Se tive alguma contribuição nesta vivência, foi a de percebê-las curiosas, criado- ras, articuladoras e poetas. O privilégio de poder sintonizar-me poeticamente com as crianças e poder fruir momentos inesquecíveis de criação, percepção e descoberta no campo da poesia devo, sem dúvida alguma, à educação poética recebida nos primeiros anos de vida, no ambiente familiar.
Na sala de aula, tudo era motivo para o acontecimento poético surpreender-me: “(...) cai uma folha; algo passa voando / o que olham os olhos criado seja / e a alma do ouvinte tremendo esteja (...)”. A voz do poeta [Vicente Huidobro] parecia constatar comigo a atmosfera de criação e fruição poética em sala de aula. E, para que isso aconteça, apenas é necessário permitir que criança e palavra re-unam-se, na sala de aula, como era uma vez. E que o professor, mediador desse encontro, seja capaz de rememorar sua própria infância, que não é tão diferente da infância de poetas e escritores. O fascínio pelas palavras afeta indistintamente a todos os seres humanos.
O espaço para o exercício lúdico prestava-se para a intervenção espontânea e imprevisível dos alunos. Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.
(Glória Kirinus. Criança e poesia na Pedagogia Freinet. Adaptado)
14. No texto, é exemplo de linguagem figurada a expressão destacada em:
Ao deparar-me com o vendaval poético das crianças de 1o grau, na época em que servi de animadora dos Ateliês de Literatura no Colégio Internacional de Curitiba, fiquei entre espantada e admirada com a ao comportamento negligente das pessoas frente aos prejuízos que podem ser causados pelo uso excessivo do celular. porosidade infantil diante do universo das palavras e do contato com o universo em geral. Não houve nenhum “abracadabra” mágico que servisse para provocar a expressão poética infantil. Se tive alguma contribuição nesta vivência, foi a de percebê-las curiosas, criado- ras, articuladoras e poetas. O privilégio de poder sintonizar-me poeticamente com as crianças e poder fruir momentos inesquecíveis de criação, percepção e descoberta no campo da poesia devo, sem dúvida alguma, à educação poética recebida nos primeiros anos de vida, no ambiente familiar.
Na sala de aula, tudo era motivo para o acontecimento poético surpreender-me: “(...) cai uma folha; algo passa voando / o que olham os olhos criado seja / e a alma do ouvinte tremendo esteja (...)”. A voz do poeta [Vicente Huidobro] parecia constatar comigo a atmosfera de criação e fruição poética em sala de aula. E, para que isso aconteça, apenas é necessário permitir que criança e palavra re-unam-se, na sala de aula, como era uma vez. E que o professor, mediador desse encontro, seja capaz de rememorar sua própria infância, que não é tão diferente da infância de poetas e escritores. O fascínio pelas palavras afeta indistintamente a todos os seres humanos.
O espaço para o exercício lúdico prestava-se para a intervenção espontânea e imprevisível dos alunos. Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.
(Glória Kirinus. Criança e poesia na Pedagogia Freinet. Adaptado)
13. Considere a passagem:
Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.
Sobre a passagem, é correto afirmar que: