Questões de Concurso
Comentadas sobre educação e filosofia em pedagogia
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O pensamento católico jesuítico, sintetizado na Ratio Studiorum, influenciou a organização da educação no Brasil por mais de dois séculos.
Um marco no pensamento educacional brasileiro foi a divulgação do manifesto dos pioneiros da educação de 1932, apoiado tanto por educadores liberais quanto por educadores socialistas.
Partindo do pressuposto de que na educação deve existir o intercâmbio de interpretações sobre o mundo, o conceito filosófico que melhor se articula com a intersubjetividade do indivíduo e sua linguagem é o
A Lei n.º 7.044/1982 introduziu significativa mudança na concepção de educação profissionalizante, ao substituir a orientação de qualificação para o trabalho por preparação para o trabalho.
O tecnicismo educacional incorporou à educação um grau de racionalidade dos trabalhos escolares, trazendo consigo a obrigatoriedade do ensino profissionalizante no nível médio.
Durante a Segunda República, basicamente três correntes pedagógicas dominaram o cenário político-pedagógico: a pedagogia tradicional, ligada às oligarquias dirigentes e à Igreja; a pedagogia nova, associada à burguesia e à classe média; e a pedagogia histórico-crítica, vinculada a intelectuais associados aos movimentos sociais populares.
O otimismo pedagógico iniciou-se durante o período da Primeira República, tendo atingido o seu apogeu nos anos trinta do século passado e produzido, como consequência, uma série de reformas educacionais estaduais.
O pensamento pedagógico contemporâneo encontra-se marcado por um conjunto de novos paradigmas, entre eles, os paradigmas holonômicos em educação. Tais paradigmas têm procurado restaurar a totalidade do sujeito individual, contrapondo-se, de certo modo, à razão produtivista e valorizando o cotidiano e a individualidade.
A função da educação, em uma abordagem marxista, é, exclusivamente, a reprodução social.
A concepção da educação como técnica social, desenvolvida por Karl Mannheim, difere da função da educação como integração social apresentada por Durkheim. Para Mannheim, a função da educação é a transformação social, enquanto, para Durkheim, esta deve reforçar as características já existentes na sociedade.
A educação, em uma abordagem funcionalista, é, essencialmente, um meio de socialização dos indivíduos a fim de torná-los membros de uma dada estrutura social preestabelecida, exercendo, portanto, a função de integração social.
A conversão do ato de educar exclusivamente em técnicas de reproduzir conhecimentos, hábitos e atitudes nos educandos coloca no mesmo plano não humanista educadores como Burrhus Frederic Skinner e Célestin Freinet, uma vez que ambos adotam uma abordagem individualizada do ensino.
A institucionalização das pedagogias progressistas tem sido facilitada pelo processo de globalização da economia capitalista.
Nas últimas décadas, uma linha de desenvolvimento da filosofia da educação vem trabalhando na renovação epistemológica da construção do conhecimento, com uma visão transdisciplinar, pragmática e complexa, onde a reflexão sobre a eficácia cognitiva e sobre a linguagem aí produzida é interpretada pelo viés um pensamento complexo e holístico. A partir desta perspectiva cultural globalizada as mudanças de adaptação às exigências sociais atuais implicam diversos fatores e atores dentro do processo educativo, o qual tem que desempenhar uma mudança fundamental neste processo de modernização: merecendo um profundo exercício de reflexão intencional que evidencie a necessidade de criar reformas educativas curriculares no nível mundial. Avalie as alternativas abaixo e indique a incorreta: