Questões de Concurso
Comentadas sobre virologia em biomedicina - análises clínicas
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Julgue o item a seguir.
A infecção pelo vírus da hepatite viral B pode causar
hepatite aguda ou crônica, sendo ambas as formas,
habitualmente, oligossintomáticas. O aparecimento de
anti-HBs e o desaparecimento do HBsAg indicam
resolução da infecção pelo VHB. Em raras situações, a
doença pode evoluir para forma crônica na presença
desses dois marcadores.
Relacione os meios de cultura às suas respectivas aplicações, numerando os parênteses:
1. Ágar Mueller-Hinton 2. Ágar MacConkey 3. Ágar sangue 4. Ágar Sabouraud dextrose
( ) Meio utilizado no cultivo de fungos, particularmente os que são causadores de doenças de pele.
( ) Meio seletivo utilizado para o isolamento e a diferenciação de enterobactérias e uma variedade de outros bastonetes gram-negativos provenientes de amostras clínicas.
( ) É um meio de cultura utilizado para realizar Testes de Sensibilidade aos Antimicrobianos (TSA).
( ) Meio enriquecido geralmente utilizado para identificação de espécies bacterianas capazes de provocar a lise de hemácias.
A relação CORRETA, está apresentada em:
Acerca dos métodos utilizados na identificação do Enterobius vermicularis, avalie as afirmações a seguir:
I. Como eleição, emprega-se a técnica dos “swabs anais”, também denominada de método da fita de celofane adesiva e transparente, reportada por Graham.
II. Adota-se como padrão da colheita do material o horário no período matutino, depois do paciente tomar um banho.
III. As técnicas parasitológicas aumentam sensivelmente a positividade do achado dos ovos de Enterobius vermicularis, se realizado em dias consecutivos, com no mínimo três coletas.
IV. O diagnóstico é eminentemente clínico, considerando os aspectos epidemiológicos e sua manifestação mais característica é a diarreia.
V. A ocorrência do prurido vulvar em crianças, sobretudo noturno, e a presença de larvas de helmintos na região anal e perianal levantam o diagnóstico de enterobíase. Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
I - HBeAg é o marcador de replicação viral e a sua positividade indica baixa infecciosidade. II – Anti-HBs É o único anticorpo que confere imunidade ao HBV. Está presente no soro após o desaparecimento do HBsAg, sendo indicador de cura e imunidade. Está presente isoladamente em pessoas vacinadas. III - HBsAg É o primeiro marcador que aparece no curso da infecção pelo HBV. Na hepatite aguda, ele declina a níveis indetectáveis em até 24 semanas, sua detecção por mais de seis meses é um indicativo de hepatite B aguda. IV - Anti-HBc IgG é o marcador de longa duração, presente exclusivamente em infecções crônicas, então não é indicativo de contato prévio com o vírus. V - Anti-HBc IgM é o marcador de infecção recente, encontrado no soro até 32 semanas após a infecção. VI - Anti-HBe surge após o desaparecimento do HBeAg e indica o início da fase replicativa.
As metodologias citadas referem-se a:
Reatividade Sorológica
HBs Ag NEGATIVO anti-HBc NEGATIVO anti-HBs POSITIVO
HBc, core do vírus da hepatite B; HBsAg, antígeno de superfície da hepatite B.
O vírus da hepatite D caracteriza-se por
Em relação ao diagnóstico das hepatites virais descrito pelo Ministério da Saúde no Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais aprovado pela Portaria SVS/MS n° 25, de 1º de dezembro de 2015, analise as afirmações abaixo.
I - O uso dos testes rápidos constitui uma ferramenta importante no cenário epidemiológico brasileiro, pois a maior parte dos indivíduos é diagnosticada na fase crônica da doença. Conforme o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), entre as situações recomendadas para a utilização do teste rápido estão: a ocorrência de acidentes biológicos ocupacionais; a avaliação de gestantes durante o período pré-natal, de parturientes e de puérperas; e em laboratórios que realizam pequenas rotinas (rotinas com até cinco amostras diárias para diagnóstico da infecção pela hepatite B ou C).
II - O anti-HBc total, isoladamente, indica contato prévio com o vírus HBV. Por isso, o resultado reagente desse marcador pode ser interpretado sem a realização de outros marcadores diretos da presença do vírus.
III- A detecção de anticorpos e antígenos do vírus B por meio de imunoensaios pode indicar diferentes estágios da infecção pelo vírus da hepatite B (HBV). Um paciente imune, após infecção pelo HBV, será não reagente para HBsAg e Anti-HBc IgM e reagente para Anti-HBc total e Anti-HBs.
IV - O antígeno core do vírus da hepatite C (HCV) pode ser detectado com uso de imunoensaio e é um indicador da presença de infecção ativa, podendo ser utilizado para confirmar o resultado da pesquisa de anticorpos.
Quais estão corretas?
Leucócitos totais: 250 leucócitos/µL - predomínio de células mononucleadas Glicose: 70 mg/dL Proteínas totais: 100 mg/dL
Diante desses achados laboratoriais, a principal suspeita é
I- A sensibilidade dos diferentes EIA comercialmente disponíveis é variável. A sensibilidade geralmente varia de 50 a 80%. Clinicamente, o desempenho do teste depende do tipo de amostra e da qualidade da coleta das amostras. Apenas os tipos de amostras aceitáveis para o kit, coletadas de acordo com as instruções do kit, são aceitáveis. II- O EIA e o DFA são comumente utilizados para o rastreamento precoce de infecção por vírus influenza. Os exames variam quanto à sua sensibilidade; as amostras com resultados negativos por EIA devem ser submetidas a exames sensíveis, como testes moleculares, para pacientes com risco de infecção viral respiratória complicada. III- O valor preditivo positivo dos testes de detecção de antígeno depende da prevalência do patógeno viral na região. Os resultados devem ser interpretados com cautela, se o teste for realizado, durante períodos em que existe uma baixa prevalência do patógeno na região.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):