Questões de Concurso Sobre biomedicina - análises clínicas
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Surto na Bahia é alerta para transmissão da doença de Chagas por alimentos
A Vigilância Epidemiológica da Bahia emitiu um alerta sobre o surto de transmissão oral da doença de Chagas após a confirmação de cinco casos e uma morte no primeiro semestre. Causada pelo parasita chamado Trypanosoma cruzi, a doença é tradicionalmente conhecida por ser transmitida por meio da picada do inseto barbeiro.
A transmissibilidade da doença, no entanto, mudou de perfil nos últimos anos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, casos de transmissão oral da doença de Chagas, ou seja, quando a doença é transmitida pela ingestão de alimentos contaminados atualmente somam cerca de 70% de todos os casos da doença no Brasil. Dentre estes alimentos contaminados, destacam-se o açaí e o caldo de cana, a popular garapa.
Disponível em: https://chagas.fiocruz.br/blog/surto-na-bahia-e-alerta-paratransmissao-da-doenca-de-chagas-por-alimentos/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre a transmissão oral da doença de Chagas, é possível considerar que seu principal mecanismo é pela ingestão da forma
“Em geral, esses testes empregam um suporte de nitrocelulose sensibilizado com anticorpos monoclonais ou policlonais direcionados contra antígenos parasitários, como a PjHRP2, plDH e aldolase de Plasmodium... De modo geral, o procedimento envolve os seguintes passos: o sangue é coletado após punção digital, em tubo microcapilar contendo ou não anticoagulante; a amostra é misturada a um tampão de lise e a um anticorpo específico, marcado com ouro coloidal ou rodamina, formando um complexo antígeno-anticorpo marcado, nos casos positivos. Alguns testes apresentam o anticorpo marcado depositado na fita de nitrocelulose, e somente a solução de lise é adicionada ao sangue. O complexo migra por capilaridade, de encontro à linha ou às linhas de captura do antígeno por um anticorpo específico e a uma linha controle, na qual outro anticorpo captura o anticorpo marcado.”
FERREIRA et al. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013 pp. 291-292.
Com base na descrição apresentada, pode-se considerar que o método exposto retrata a técnica de