Questões de Concurso Sobre odontologia

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Q1674680 Odontologia
Uma criança de 3 anos e 6 meses de idade apresenta manchas brancas opacas e rugosas, localizadas na região cervical dos dentes anterossuperiores, e cavitação na face oclusal dos segundos molares inferiores. Encontra-se em uso de mamadeira noturna, composta somente por leite de vaca. Apresenta dificuldade de aceitação de alimentos que integram a dieta familiar, como arroz, feijão, carne, legumes e frutas.

Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
A escovação deve ser realizada com pasta dental contendo de 1.000 a 1.100 ppm de flúor, duas vezes ao dia, com a recomendação expressa do controle da quantidade a ser colocada nas cerdas da escova.
Alternativas
Q1674679 Odontologia
Uma criança de 3 anos e 6 meses de idade apresenta manchas brancas opacas e rugosas, localizadas na região cervical dos dentes anterossuperiores, e cavitação na face oclusal dos segundos molares inferiores. Encontra-se em uso de mamadeira noturna, composta somente por leite de vaca. Apresenta dificuldade de aceitação de alimentos que integram a dieta familiar, como arroz, feijão, carne, legumes e frutas.

Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
A lactose é um dissacarídeo presente no leite, e a respectiva fermentação resulta na produção de ácidos, o que reduz o pH local a valores abaixo de 5,5, determinando a dissolução da hidroxiapatita.
Alternativas
Q1674678 Odontologia


Uma criança de 4 anos de idade, afebril e em bom estado geral compareceu para tratamento de urgência em função do surgimento de um nódulo de consistência amolecida e coloração amarelada, medindo 1 cm de diâmetro, localizado na região vestibular do dente 85. À palpação do nódulo, houve a saída de secreção purulenta. A mãe informou que, há três meses, a criança havia passado por um atendimento de urgência, e na ocasião, havia sido colocada apenas uma “massinha no dente”.

Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
A presença de inúmeros canais secundários na superfície radicular e na área de furca aumenta a possibilidade de repercussões periapicais, a partir da evolução do processo carioso, em dentes decíduos posteriores.
Alternativas
Q1674677 Odontologia


Uma criança de 4 anos de idade, afebril e em bom estado geral compareceu para tratamento de urgência em função do surgimento de um nódulo de consistência amolecida e coloração amarelada, medindo 1 cm de diâmetro, localizado na região vestibular do dente 85. À palpação do nódulo, houve a saída de secreção purulenta. A mãe informou que, há três meses, a criança havia passado por um atendimento de urgência, e na ocasião, havia sido colocada apenas uma “massinha no dente”.

Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
O exame radiográfico, a anamnese e o teste de vitalidade pulpar são essenciais para o diagnóstico e o planejamento do tratamento.
Alternativas
Q1674676 Odontologia


Uma criança de 4 anos de idade, afebril e em bom estado geral compareceu para tratamento de urgência em função do surgimento de um nódulo de consistência amolecida e coloração amarelada, medindo 1 cm de diâmetro, localizado na região vestibular do dente 85. À palpação do nódulo, houve a saída de secreção purulenta. A mãe informou que, há três meses, a criança havia passado por um atendimento de urgência, e na ocasião, havia sido colocada apenas uma “massinha no dente”.

Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
Trata-se de abscesso dento-alveolar agudo, cujo tratamento deve ser realizado por meio da antibioticoterapia, com amoxicilina durante sete dias ou azitromicina durante três dias e, posteriormente, a endodontia do 85.
Alternativas
Q1674675 Odontologia


Durante o exame físico intrabucal de uma criança de 11 anos de idade, observou-se escarificação e ulceração da mucosa jugal do lado direito (figura A), assim como áreas avermelhadas e despapiladas na língua, circundadas por um halo esbranquiçado, entretanto sem queixas de dor (figura C). Além disso, foram observadas pequenas vesículas agrupadas na região do lábio superior, que surgiram após relato de prurido e ardência na região (figura B). A mãe da criança informou que tais vesículas são recorrentes e que a criança se encontra bastante ansiosa e irrequieta, tendo inclusive observado nela o hábito de morder a bochecha. Acredita, ainda, que a suspensão das aulas presenciais e das atividades físicas em função da pandemia por Covid-19 tenham relação com o quadro psicológico.

 A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
A Figura C mostra um quadro de glossite migratória benigna, conhecido também por língua geográfica. O tratamento deve ser realizado à base de bochechos de corticoide.
Alternativas
Q1674673 Odontologia


Durante o exame físico intrabucal de uma criança de 11 anos de idade, observou-se escarificação e ulceração da mucosa jugal do lado direito (figura A), assim como áreas avermelhadas e despapiladas na língua, circundadas por um halo esbranquiçado, entretanto sem queixas de dor (figura C). Além disso, foram observadas pequenas vesículas agrupadas na região do lábio superior, que surgiram após relato de prurido e ardência na região (figura B). A mãe da criança informou que tais vesículas são recorrentes e que a criança se encontra bastante ansiosa e irrequieta, tendo inclusive observado nela o hábito de morder a bochecha. Acredita, ainda, que a suspensão das aulas presenciais e das atividades físicas em função da pandemia por Covid-19 tenham relação com o quadro psicológico.

 A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
Mucosa mordiscada e herpes labial recorrente são as lesões mostradas nas Figuras A e B, respectivamente.
Alternativas
Q1674672 Odontologia
Em razão da pandemia de Covid-19, o Congresso Nacional aprovou a Lei no 13.989/2020, e o Ministério da Saúde publicou a Portaria no 467/2020, que autorizam e regulamentam o uso da telemedicina, durante a crise causada pelo Coronavírus (SARS-CoV-2), na interação médicopaciente para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde. Os profissionais podem contemplar o atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, de consulta, de monitoramento e de diagnóstico, por meio de tecnologia da informação e comunicação, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como na saúde suplementar e na saúde privada. Para evitar intepretações e utilização indevidas no exercício da Odontologia, o Conselho Federal de Odontologia aprovou a Resolução do CFO no 226/2020.

Acerca do exercício da Odontologia a distância, mediado por tecnologias contidas na Resolução do CFO no 226/2020, julgue os itens a seguir.
O cirurgião-dentista também pode realizar teleorientação, com objetivo de identificar, por meio da realização de questionário pré-clínico, o melhor momento para a realização do atendimento presencial.
Alternativas
Q1674671 Odontologia
Em razão da pandemia de Covid-19, o Congresso Nacional aprovou a Lei no 13.989/2020, e o Ministério da Saúde publicou a Portaria no 467/2020, que autorizam e regulamentam o uso da telemedicina, durante a crise causada pelo Coronavírus (SARS-CoV-2), na interação médicopaciente para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde. Os profissionais podem contemplar o atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, de consulta, de monitoramento e de diagnóstico, por meio de tecnologia da informação e comunicação, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como na saúde suplementar e na saúde privada. Para evitar intepretações e utilização indevidas no exercício da Odontologia, o Conselho Federal de Odontologia aprovou a Resolução do CFO no 226/2020.

Acerca do exercício da Odontologia a distância, mediado por tecnologias contidas na Resolução do CFO no 226/2020, julgue os itens a seguir.
É permitido o telemonitoramento realizado por cirurgião-dentista, que consiste no acompanhamento a distância dos pacientes que estejam em tratamento, no intervalo entre consultas.
Alternativas
Q1674670 Odontologia
Em razão da pandemia de Covid-19, o Congresso Nacional aprovou a Lei no 13.989/2020, e o Ministério da Saúde publicou a Portaria no 467/2020, que autorizam e regulamentam o uso da telemedicina, durante a crise causada pelo Coronavírus (SARS-CoV-2), na interação médicopaciente para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde. Os profissionais podem contemplar o atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, de consulta, de monitoramento e de diagnóstico, por meio de tecnologia da informação e comunicação, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como na saúde suplementar e na saúde privada. Para evitar intepretações e utilização indevidas no exercício da Odontologia, o Conselho Federal de Odontologia aprovou a Resolução do CFO no 226/2020.

Acerca do exercício da Odontologia a distância, mediado por tecnologias contidas na Resolução do CFO no 226/2020, julgue os itens a seguir.
O exercício da Odontologia a distância, mediado por tecnologias, para fins de consulta, diagnóstico, prescrição e elaboração de plano de tratamento odontológico está autorizado durante a crise causada pelo coronavírus (SARS-CoV-2).
Alternativas
Q1674669 Odontologia
A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.

Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
O gorro colocado após a máscara permite uma maior proteção dos elásticos da máscara N95/PFF2 ou equivalente.
Alternativas
Q1674668 Odontologia
A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.

Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
É indicado o uso de máscara cirúrgica sobre a máscara N95/PFF2 ou equivalente, para estender o tempo de uso.
Alternativas
Q1674667 Odontologia
A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.

Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
Considerando-se que uma das principais vias de contaminação do profissional de saúde é no momento de desparamentação, a sequência de desparamentação recomendada é: retirar as luvas; higienizar as mãos; retirar o protetor facial; retirar os óculos; retirar o gorro; retirar o avental; higienizar as mãos; retirar a máscara N95/PFF2; e higienizar as mãos.
Alternativas
Q1674665 Odontologia
A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.

Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
As mãos dos profissionais que atuam em serviços de saúde podem ser higienizadas utilizando-se água e sabonete líquido ou preparação alcoólica a 70%.
Alternativas
Q1674664 Odontologia
A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.

Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
Considerando que o tempo de permanência do novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode ser de duas horas a nove dias nas diversas superfícies, em temperatura ambiente, a desinfecção das superfícies deve ser realizada com álcool a 70%, mas não com substâncias contendo cloro.
Alternativas
Q1674663 Odontologia
A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.

Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
Para assegurar a qualidade e renovação do ar, é recomendável a manutenção das janelas abertas, a fim de se garantir a renovação do ar nos ambientes, enquanto a utilização de sistema de climatização sem exaustão é desaconselhável.
Alternativas
Q1674662 Odontologia
A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.

Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
A assistência odontológica apresenta um risco moderado para a disseminação do Novo Coronavírus (SARS-CoV-2) pela alta carga viral presente nas vias aéreas superiores dos pacientes infectados, devido à grande possibilidade de exposição aos materiais biológicos, proporcionada pela geração de gotículas e aerossóis, e pela proximidade que a prática exige entre profissional e paciente.
Alternativas
Q1673501 Odontologia
Anestésicos locais de uso odontológico
Por Bárbara Carvalho, et al. (adaptado).

Os anestésicos mais utilizados na Odontologia são a lidocaína, a prilocaína a mepivacaína e a bupivacaína. Também podem ser usados articaína, a ropivacaína e a levobupivacaína.

Lidocaína

É o anestésico local mais comumente aplicado em Odontologia, tem sua ação iniciada entre 2 a 3 minutos e sua adequada eficácia em concentração de 2%. Sua dose máxima é de 7,0 mg/Kg, em adultos, não ultrapassando 500 mg ou 13 tubetes anestésicos. A lidocaína pode ser encontrada nas concentrações de 1% e 2%, com ou sem vasoconstrictor, e na concentração de 5%, na forma tópica.

Prilocaína

Quando comparada à lidocaína, a prilocaína é considerada duas vezes mais tóxica e tem sua ação mais tardia, em 2 a 4 minutos. A dose máxima recomendada é de 6,0 mg/Kg, não ultrapassando 400mg ou 7 tubetes anestésicos. A prilocaína pode ser encontrada na concentração de 3% e tem como vasoconstrictor a felipressina. Não é encontrada na forma tópica.

Mepivacaína

Anestésico bastante usado na Odontologia, tem potencial de toxicidade duas vezes maior que a lidocaína. Sua ação tem início entre 1,5 a 2 minutos. A dose máxima é 6,6 mg/Kg, não excedendo 400 mg ou 11 tubetes anestésicos. Na Odontologia, sua adequada eficácia se dá na concentração de 2% com vasoconstritor e de 3% sem vasoconstritor. Apresenta como principal vantagem sua maior duração anestésica em relação aos demais anestésicos locais.

Bupivacaína

Este anestésico tem potencial anestésico quatro vezes maior do que a lidocaína, porém apresenta uma toxicidade quatro vezes menor do que a mesma e tem ação em 6 a 10 minutos. A dose máxima é de 1,3 mg/Kg, não excedendo 90 mg ou 10 tubetes. É classificada como anestésico local de longa duração.

Articaína

Apresenta-se menos tóxica quando associada à lidocaína, tem também baixa toxicidade quando administrada em via endovenosa. Sua dose máxima é de 6,6 mg/Kg não excedendo 500 mg ou 6 tubetes.

(Rev. bras. odontol, Rio de Janeiro, v. 70, n. 2, p. 178-81, jul./dez. 2013. Disponível em: https://bit.ly/36BTvwN). 
Leia o texto 'Anestésicos locais de uso odontológico' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo: I. O texto leva o leitor a inferir que a lidocaína é o anestésico local mais comumente aplicado em Odontologia, tem sua ação iniciada entre 2 a 3 minutos e sua adequada eficácia em concentração de 2%. II. Após a análise do texto, é possível concluir que a ropivacaína tem uma dose recomendada de 6,0 mg/Kg, limitada à quantidade máxima de 400mg ou 7 tubetes anestésicos por indivíduo.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1673499 Odontologia
Anestésicos locais de uso odontológico
Por Bárbara Carvalho, et al. (adaptado).

Os anestésicos mais utilizados na Odontologia são a lidocaína, a prilocaína a mepivacaína e a bupivacaína. Também podem ser usados articaína, a ropivacaína e a levobupivacaína.

Lidocaína

É o anestésico local mais comumente aplicado em Odontologia, tem sua ação iniciada entre 2 a 3 minutos e sua adequada eficácia em concentração de 2%. Sua dose máxima é de 7,0 mg/Kg, em adultos, não ultrapassando 500 mg ou 13 tubetes anestésicos. A lidocaína pode ser encontrada nas concentrações de 1% e 2%, com ou sem vasoconstrictor, e na concentração de 5%, na forma tópica.

Prilocaína

Quando comparada à lidocaína, a prilocaína é considerada duas vezes mais tóxica e tem sua ação mais tardia, em 2 a 4 minutos. A dose máxima recomendada é de 6,0 mg/Kg, não ultrapassando 400mg ou 7 tubetes anestésicos. A prilocaína pode ser encontrada na concentração de 3% e tem como vasoconstrictor a felipressina. Não é encontrada na forma tópica.

Mepivacaína

Anestésico bastante usado na Odontologia, tem potencial de toxicidade duas vezes maior que a lidocaína. Sua ação tem início entre 1,5 a 2 minutos. A dose máxima é 6,6 mg/Kg, não excedendo 400 mg ou 11 tubetes anestésicos. Na Odontologia, sua adequada eficácia se dá na concentração de 2% com vasoconstritor e de 3% sem vasoconstritor. Apresenta como principal vantagem sua maior duração anestésica em relação aos demais anestésicos locais.

Bupivacaína

Este anestésico tem potencial anestésico quatro vezes maior do que a lidocaína, porém apresenta uma toxicidade quatro vezes menor do que a mesma e tem ação em 6 a 10 minutos. A dose máxima é de 1,3 mg/Kg, não excedendo 90 mg ou 10 tubetes. É classificada como anestésico local de longa duração.

Articaína

Apresenta-se menos tóxica quando associada à lidocaína, tem também baixa toxicidade quando administrada em via endovenosa. Sua dose máxima é de 6,6 mg/Kg não excedendo 500 mg ou 6 tubetes.

(Rev. bras. odontol, Rio de Janeiro, v. 70, n. 2, p. 178-81, jul./dez. 2013. Disponível em: https://bit.ly/36BTvwN). 
Leia o texto 'Anestésicos locais de uso odontológico' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo: I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a articaína, na Odontologia, apresenta uma eficácia adequada na concentração de 2% com vasoconstritor e de 3% sem vasoconstritor. II. A bupivacaína tem potencial anestésico quatro vezes maior do que a lidocaína, porém apresenta uma toxicidade quatro vezes menor do que lidocaína e tem ação em 6 a 10 minutos, conforme sugere o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1673495 Odontologia
Anestésicos locais de uso odontológico
Por Bárbara Carvalho, et al. (adaptado).

Os anestésicos mais utilizados na Odontologia são a lidocaína, a prilocaína a mepivacaína e a bupivacaína. Também podem ser usados articaína, a ropivacaína e a levobupivacaína.

Lidocaína

É o anestésico local mais comumente aplicado em Odontologia, tem sua ação iniciada entre 2 a 3 minutos e sua adequada eficácia em concentração de 2%. Sua dose máxima é de 7,0 mg/Kg, em adultos, não ultrapassando 500 mg ou 13 tubetes anestésicos. A lidocaína pode ser encontrada nas concentrações de 1% e 2%, com ou sem vasoconstrictor, e na concentração de 5%, na forma tópica.

Prilocaína

Quando comparada à lidocaína, a prilocaína é considerada duas vezes mais tóxica e tem sua ação mais tardia, em 2 a 4 minutos. A dose máxima recomendada é de 6,0 mg/Kg, não ultrapassando 400mg ou 7 tubetes anestésicos. A prilocaína pode ser encontrada na concentração de 3% e tem como vasoconstrictor a felipressina. Não é encontrada na forma tópica.

Mepivacaína

Anestésico bastante usado na Odontologia, tem potencial de toxicidade duas vezes maior que a lidocaína. Sua ação tem início entre 1,5 a 2 minutos. A dose máxima é 6,6 mg/Kg, não excedendo 400 mg ou 11 tubetes anestésicos. Na Odontologia, sua adequada eficácia se dá na concentração de 2% com vasoconstritor e de 3% sem vasoconstritor. Apresenta como principal vantagem sua maior duração anestésica em relação aos demais anestésicos locais.

Bupivacaína

Este anestésico tem potencial anestésico quatro vezes maior do que a lidocaína, porém apresenta uma toxicidade quatro vezes menor do que a mesma e tem ação em 6 a 10 minutos. A dose máxima é de 1,3 mg/Kg, não excedendo 90 mg ou 10 tubetes. É classificada como anestésico local de longa duração.

Articaína

Apresenta-se menos tóxica quando associada à lidocaína, tem também baixa toxicidade quando administrada em via endovenosa. Sua dose máxima é de 6,6 mg/Kg não excedendo 500 mg ou 6 tubetes.

(Rev. bras. odontol, Rio de Janeiro, v. 70, n. 2, p. 178-81, jul./dez. 2013. Disponível em: https://bit.ly/36BTvwN). 
Leia o texto 'Anestésicos locais de uso odontológico' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo: I. O texto procura deixar claro para o leitor que a bupivacaína é considerada duas vezes mais tóxica e tem sua ação mais tardia, em 2 a 4 minutos, quando comparada à lidocaína. II. O texto procura destacar que os anestésicos mais utilizados na Odontologia são a lidocaína, a prilocaína, a mepivacaína e a bupivacaína. Também podem ser usadas a articaína, a ropivacaína e a levobupivacaína.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
33281: C
33282: C
33283: C
33284: E
33285: E
33286: E
33287: C
33288: C
33289: C
33290: E
33291: C
33292: E
33293: E
33294: C
33295: E
33296: C
33297: E
33298: B
33299: C
33300: C