De acordo com Iamamoto (1995), o Serviço Social se
institucionaliza como profissão na sociedade brasileira como um
dos recursos mobilizados pelo Estado e pelo capital, com o apoio
decisivo da Igreja, para atuar perante a “questão social”. A
herança intelectual do Brasil, pautada em boa parte no
pensamento humanista cristão e no pensamento conservador
europeu, rebate na metodologia do Serviço Social como: