Questões de Concurso
Comentadas sobre termos especiais em música
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O argentino Alberto Evaristo Ginastera, o finlandês Jean Sibelius, o brasileiro Heitor Villa-Lobos e os húngaros Béla Bartók e Zoltán Kodály são compositores que utilizavam os elementos musicais temáticos referentes aos seus países e, por essa razão, são considerados nacionalistas.
O canto dos troubadours da Provence tem continuidade com os trouvères, a quem é atribuída a criação da epopeia do herói chansons de geste, cuja canção mais famosa é a Canção de Roland.
Ambrósio, bispo de Milão, foi o primeiro a organizar o canto em sua diocese, tendo introduzido o hino de ação de graças, que, com o passar do tempo, teve seu uso generalizado com o Te Deum.
A época clássica da teoria da música, com a fixação das normas éticas e estéticas, começou depois de 500 a.C. e teve Damon de Atenas como precursor da doutrina do ethos, que teve seu apogeu com Platão.
Considerando as informações do texto precedente e os diversos aspectos da música na Grécia antiga, julgue o seguinte item.
A música influenciava o caráter humano e desempenhava um papel importante na formação do cidadão na Grécia antiga.
Disponível em: CORRÊA, Antenor Ferreira. Estendendo o conceito de cadência para o repertório pós-tonal. Per Musi, p. 31-46, 2012.
Analise o texto a seguir atentando-se às lacunas. Em música, a palavra ____ é empregada para designar a maneira pela qual compositores de épocas e países diferentes apresentam os _____ básicos da música (melodia, harmonia, ritmo, ____, _____ e textura). A maioria desses elementos está presente em todos os _____ da história da música. É a maneira particular como esses componentes são tratados, equilibrados e combinados que faz com que certa peça tenha o sabor característico ou o estilo de determinado período. A alternativa que apresenta a sequência correta de palavras para o preenchimento das lacunas é:
A filosofia Villalobiana, segundo Ermelinda Paz em Pedagogia Musical Brasileira no Século XX, Metodologia e Tendências busca “(...) basear-se na distinção e compreensão dos termos, palavras e expressões musicais; excluir completamente os falsos valores, priorizando a educação do ouvido e da alma, extirpando o academicismo da música papel e conscientizar nossos intérpretes e compositores de sua missão de servidores da humanidade. Sua implantação se deu através do canto coletivo, prática que propicia o desenvolvimento de elementos considerados essenciais à formação musical (...)”.
Esses elementos essenciais, segundo a autora, são:
“A maioria desses elementos – se não sua totalidade – está presente em todos os períodos da história da música e a maneira como são tratados, equilibrados e combinados que faz com que certa peça tenha o sabor característico ou o estilo de determinado período.”
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
Os componentes básicos da música a que se refere Roy Bennet são:
[…] experiências musicais e as relações formadas através destas que são utilizadas para tratar demandas importantes dos pacientes em longos períodos de tempo, isto é, entre um procedimento de curto prazo a longas internações. Isso pode envolver trabalhar com os pacientes em uma variedade de settings (hospital, clínica, casa, hospital psiquiátrico, consultório particular), com a duração do tratamento variando de acordo com a natureza da condição médica e da relação do cliente com ela.
BRUSCIA, Kenneth E.. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
A definição citada no texto corresponde às práticas médicas
Uma das premissas básicas da Musicoterapia é que como as experiências musicais envolvem tantas facetas do ser humano, uma transformação musical que um cliente faz é provavelmente indicativa de uma transformação não musical de algum tipo.
BRUSCIA, Kenneth E.. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Para Bruscia, os tipos de transformação são considerados como ações promotoras de saúde ou terapêuticas e podem derivar de uma orientação “patogênica” ou “salutogênica” ou “holárquica”. Quando a transformação em saúde ajuda o cliente a reconquistar capacidades perdidas, como resultado de determinada condição de saúde, é denominada de:
[…] existem várias direções nessas palavras que significam movimentação, ou seja: no sentido do musicoterapeuta para o paciente; na direção do paciente para o musicoterapeuta e, finalmente, ambos numa mesma direção, interagindo de forma sucessiva ou simultânea.
BARCELLOS, Lia Rejane M. Quaternos de Musicoterapia e Coda. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Quando o musicoterapeuta sinaliza relações entre dados, sequências, momentos significativos e capacidades do paciente, está realizando qual tipo de intervenção?
[…] a especificidade do relatório em musicoterapia está centrada, principalmente, na utilização de uma linguagem musicoterápica que é resultado de uma ‘leitura ou análise musicoterapêutica do processo.
BARCELLOS, Lia Rejane M. Quaternos de Musicoterapia e Coda. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Com relação à elaboração e às razões para essa ação do musicoterapeuta, sabe-se que:
Uma senhora participava de forma inibida de um grupo de Musicoterapia, após ter um acidente vascular cerebral. Em uma sessão, após ouvir Besame Mucho, sentiu seu braço “mais solto” e tornou-se mais participativa e cantante nas sessões, modificando sua postura frente ao grupo.
MILLECCO, Ronaldo P.; BRANDÃO, Maria Regina E.; MILLECCO FILHO, Luís Antônio. É preciso cantar. Rio de Janeiro: Enelivros, 2001.
Diante de casos como o citado, pode-se classificar a função do canto como: