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Questões de Concurso Comentadas sobre documentação museológica em museologia

Questões Discursivas

Foram encontradas 231 questões

Q3535197 Museologia
Com relação a boas práticas na curadoria de coleções, assinale a alternativa que indica o procedimento apropriado.
Alternativas
Q3508457 Museologia
No art. 39 da Lei n° 11.904/2009, que rege o Estatuto de Museus, está escrito que “É obrigação dos museus manter a documentação sistematicamente atualizada sobre os bens culturais que integram seus acervos, na forma de registros e inventários”. No mesmo sentido, no capítulo “Proteção dos Acervos” do Código de Ética do ICOM, há um conjunto de recomendações a respeito da Documentação dos Acervos. Neste contexto, uma das estratégias amplamente adotadas tem sido a implantação de banco de dados para as coleções museológicas, atualmente fortalecida com o desenvolvimento e o oferecimento de ferramentas cada vez mais sofisticadas, acessíveis e adequadas à realidade nacional, sendo necessário aos profissionais de museus um maior domínio da natureza do acervo museológico. Assinale a alternativa que relaciona cinco metadados (campos do banco de dados) considerados essenciais na catalogação das coleções museológicas históricas e científicas.
Alternativas
Q3301870 Museologia

Texto para s questão 


"O termo expografia foi inicialmente utilizado na França, a partir da década de 1990, tendo na figura de André Desvallées um grande defensor e difusor. A expografia ocupa-se, assim, da estruturação de uma linguagem complexa, plurissensorial, de grande intensidade de comunicação e grande capacidade de rearticulação de conhecimentos prévios, que opera com os objetos tomados como vocábulos e por meio de uma sintaxe abrangente que inclui o confronto, a taxionomia, a cronologia e a contextualização em suas mais diversas articulações. A expressão eficaz para a tradução do programa científico de uma exposição. "


ARAÚJO, Marcelo. “Comunicação Museológica: desafios e perspectivas”. Anais Seminários de Capacitação Museológica. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2004. p.310.

Segundo a pesquisadora Marília Xavier Cury, a museografia engloba o conjunto de ações práticas em um museu. Considere os seguintes itens:

I. Planejamento;
II. Documentação;
III. Conservação;
IV. Exposição.

Fazem parte desse conjunto de ações práticas os itens: 
Alternativas
Q3221642 Museologia
O termo “reserva técnica” designa o lugar de salvaguarda, manuseio e tratamento dos artefatos e itens das coleções que não estão em exposição, isto é, à vista para o público durante a visita ao museu. O termo possui relevância nessas instituições, já que, funciona como um laboratório científico onde tais testemunhos são conservados e climatizados.

Dentre as alternativas abaixo, assinale a alternativa que NÃO representa o termo:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: IPHAN Prova: FGV - 2025 - IPHAN - Educação Patrimonial |
Q3217721 Museologia
O trecho a seguir apresenta uma caracterização dos pressupostos da ideia de documentação produzida no século XIX.
Entende-se que a constituição documental sobre a paisagem foi um movimento político movido pelo interesse de dominá-la (relação objetiva) e pelo sentimento de fascínio exercido pela ideia do belo e do sublime (relação subjetiva). Nesse sentido, o documento é o ponto de interconexão entre o objetivo e o subjetivo, cujas informações inserem na representação do espaço natural as mesmas características presentes na noção de patrimônio (histórico ou cultural).
KARPINSKI, C. Patrimônio natural, documentação e pesquisa. Transinformação, vol. 30, nº 3, 2018.

Com base no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: IPHAN Prova: FGV - 2025 - IPHAN - Educação Patrimonial |
Q3217702 Museologia
Com relação à concepção de lugares no contexto da categorização dos bens culturais, analise as afirmativas a seguir.
I. Ao inventariar uma paisagem natural, é necessário desconsiderar a atividade humana para registrá-la em sua integridade.
II. O estabelecimento da unidade de um lugar depende da contiguidade física e espacial dos seus componentes no interior de um limite.
III. Uma feira tradicional de alta participação popular e ocorrência periódica é considerada um lugar para fins de registro.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: IPHAN Prova: FGV - 2025 - IPHAN - Educação Patrimonial |
Q3217697 Museologia
Com relação à iniciativa dos Inventários Participativos, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Visam substituir os instrumentos oficiais de identificação de patrimônio por uma atividade que envolve a participação da comunidade.
( ) Colocam a comunidade em contato com os princípios e as técnicas da pesquisa de campo e do levantamento documental.
( ) Envolvem a construção dialógica do conhecimento acerca do território e do convívio como componentes do patrimônio cultural.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Artes Visuais |
Q4142594 Museologia
Em uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental, o professor de Artes Visuais realizou com seus alunos uma visita a uma galeria no Metaverso. Os estudantes puderam percorrer a galeria virtualmente com os seus avatares, além de conversarem com o avatar do artista. Essa experiência levou-os a desejarem utilizar o Metaverso em outras situações escolares. Diante disso, o professor propôs a realização de uma atividade interdisciplinar com a professora de História, com o objetivo de levar os alunos a organizar uma exposição reunindo imagens e documentos que apresentassem um panorama da história e da cultura locais, protagonizando todas as etapas do processo de organização de uma exposição: do planejamento e curadoria à mediação. O projeto de execução foi realizado com os dois professores e deveria abordar a história, a cultura e a produção artística locais, além de abordar informações sobre os processos de curadoria, organização do espaço expositivo, mediação e digitalização de acervos físicos. Após o planejamento, os alunos iniciaram a execução do projeto.

Com base na situação apresentada, o principal objetivo dessa atividade interdisciplinar era levar os alunos a
Alternativas
Q3545410 Museologia
De acordo com o documento “Critérios para incorporação de acervos ao Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB/USP)”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3545405 Museologia
De acordo com a Política de Acervo para o Instituto de Estudos Brasileiros, o processamento técnico inicial de um acervo incorporado envolverá cinco etapas. Assinale a alternativa INCORRETA relacionada a este procedimento. 
Alternativas
Q3543981 Museologia
No processo de digitalização de um acervo biológico, há duas categorias de dados relacionados a um determinado espécime a serem considerados: metadados e dados taxonômicos (Miralles et al. 2020, Syst. Biol., 69, 1231-1253). Classifique as informações listadas abaixo como metadado (1) ou dado taxonômico (2), conforme proposto por Miralles et al. (2020), e em seguida selecione a alternativa que apresenta a ordem correta:

( ) número de tombo
( ) imagem de estruturas morfológicas
( ) nome do coletor
( ) sequência genética
( ) nome da espécie
( ) nome do gênero 
Alternativas
Q3543920 Museologia
Leia o trecho a seguir:

     “No entanto, percebemos as obras de arte como uma categoria especial de documento. Diferentes dos objetos históricos, que são criados inicialmente para uma função utilitária e quando investidos de valor simbólico são afastados desta função original para se tornarem documento, podemos considerar que as obras de arte nascem como objetos estéticos. O objeto de arte é criado a fim de possibilitar a experiência estética, e essa função é mantida no ambiente do museu. Uma obra de arte no contexto museológico não passa a ser somente um objeto histórico ou um documento, mas continua sendo apresentada e fruída pelo público como objeto estético. Desta forma, o objeto artístico musealizado sobrepõe duas dimensões: a estética e a documental.”

SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014.

Neste excerto a autora, Mariana Estellita, apresenta as relações entre obras de arte, documentos e coleções museológicas. De acordo com a autora, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3543919 Museologia
Leia o trecho a seguir:

   “Aqui há uma inversão do que poderíamos chamar obra de arte. Tradicionalmente, ela estava relacionada ao espaço e à materialidade; a delimitação física de um objeto fazia a separação da arte e da realidade. Para a estética relacional, essa relação é substituída, e a delimitação da obra de arte passa a ser uma duração momentânea. O que se considera obra não é mais o espaço físico a ser percorrido (mesmo que em alguns casos apenas com os olhos), mas se torna um tempo a ser vivenciado. Para o autor “[...] Já não se pode considerar a obra contemporânea como um espaço a ser percorrido [...]. Agora ela se apresenta como uma duração a ser experimentada, como uma abertura para a discussão ilimitada” (BOURRIAUD, 2009a, p. 20-21).
    Esse tipo de linguagem, frequente na arte contemporânea, depende do trabalho da documentação para existir, ainda que somente enquanto memória ou informação de uma obra definitivamente acabada.
   No entanto, quando a arte contemporânea desloca a lógica de produção e compreensão da obra de arte e se desvincula da materialidade, ela produz um impacto na documentação museológica, que está estruturada sobre uma lógica moderna, hierárquica e linear. É precisamente esta diferença entre a lógica moderna da documentação - que trabalha a noção de documento e de obra de arte a partir da materialidade do suporte - e a nova concepção de obra trazida pela arte contemporânea, que provoca uma desarticulação estrutural que pode dificultar o acesso à informação. Com relação às obras tradicionais, cujo processo de comunicação se dá através da contemplação visual, o sistema de documentação e recuperação da informação é funcional e está adequado a esta tipologia de acervo. No caso das obras de arte contemporânea, há demandas por novas estratégias de documentação museológica que viabilizem a permanência destas linguagens independente de sua materialidade.”

SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 

Considerando as reflexões sobre acervo, documentação e arte contemporânea nos excertos do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543916 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:


(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;

(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;

(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).


   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”


SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
Briet, que considera que objetos podem ser considerados como documentos, trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento. São eles: 
Alternativas
Q3543915 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:


(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;

(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;

(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).


   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”


SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543914 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Documentar é um ato de informação e conformação porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de documentação museológica são instauradores do próprio processo de musealização. Musealizar, portanto, também é um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas instituições, ao criarem um corpus documental em papel, criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos, artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”


Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022. 
Segundo o texto, documentar é atribuir valor. Dessa forma, podemos afirmar que o sentido de “atribuir valor” que mais se aproxima da ideia dos autores seria: 
Alternativas
Q3543912 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que apresenta o procedimento que permite explorar os diferentes aspectos dos objetos. 
Alternativas
Q3543911 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que contemple corretamente as ideias contidas no texto. 
Alternativas
Q3543910 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
No texto, Juliana Monteiro afirma que o objeto museológico tem um caráter dual, pode-se dizer que a razão deste caráter deve: 
Alternativas
Q3543909 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.


    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”


(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
O texto “O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto” apresenta as seguintes formas de segregacionismo nas atividades de documentação e catalogação, nas instituições: 
Alternativas
Respostas
61: C
62: D
63: E
64: E
65: C
66: A
67: B
68: A
69: A
70: E
71: B
72: C
73: C
74: C
75: B
76: D
77: E
78: C
79: D
80: C