Questões de Concurso Sobre ecologia em meio ambiente

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Q4412493 Meio Ambiente
O desmatamento é uma das principais ações antrópicas que geram a perda de biodiversidade e dos recursos naturais, sendo que, nos últimos 7 anos, o Brasil perdeu cerca de 10.913.064 ha de vegetação nativa, segundo o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil 2025. A restauração ecológica reestrutura vegetações nativas para que a biodiversidade possa retornar e processos ecológicos voltem a acontecer. Sobre a restauração ecológica, é correto afirmar:
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Q4408276 Meio Ambiente
“Na Europa, a introdução do guaxinim-norte-americano (Procyon lotor) para fornecimento de pele e para caça tem gerado preocupações crescentes. Originalmente levados para caça e para fazendas de peles no século XX, os guaxinins escaparam e estabeleceram populações autossustentáveis. Esses animais impactam a biodiversidade ao consumir ovos de aves e colmeias e transmitir doenças zoonóticas, o que representa desafios ecológicos e de manejo para a fauna europeia.”
Dias, R. Lumen et Virtus, São José dos Pinhais, v. 16, n. 46, p. 2566-2582, 2025. Adaptado.
Na situação apresentada no texto, a espécie Procyon lotor é caracterizada como:  
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Q4398337 Meio Ambiente
TEXTO


FLORESTAS DE MONOCULTURA AGRAVAM INCÊNDIOS NA EUROPA


   Incêndios florestais quase sempre precisam de uma faísca para começar, seja por um raio, incêndio criminoso ou pelo contato do escapamento quente de um carro com a vegetação seca.
   No caso dos incêndios florestais históricos do verão de 2026 na Europa, a principal causa apontada foi o contato de máquinas com a vegetação seca. Na França, autoridades acreditam que uma máquina de roçagem que operava próxima a uma linha de alta tensão tenha dado início ao fogo. Na Espanha, as investigações atribuem a tragédia a máquinas pesadas e suas faíscas. Mas essas conclusões explicam apenas como os incêndios começaram, e não por que eles se transformaram nos megaincêndios que devastaram o continente no verão.
    Uma combinação de mudanças climáticas, planejamento insuficiente e florestas plantadas de maneira que favorece a rápida propagação das chamas foram, estas sim, as principais causas do fenômeno, segundo especialistas. “Não é que os incêndios florestais sejam algo mágico e simplesmente comecem. É preciso haver as condições climáticas para isso”, disse Silvia Abruscato, coordenadora da FoRISK, uma rede europeia de gestão de riscos florestais.
     Os cientistas apontam três fatores que determinam se um incêndio florestal se espalhará rapidamente: a quantidade de vegetação disponível para queimar, o grau de ressecamento dessa vegetação e as condições meteorológicas ao redor do fogo.
      “Quando essas três condições são altamente favoráveis aos incêndios e coincidem, então você tem esse tipo de evento”, disse Francesca Di Giuseppe, coordenadora de um projeto de previsão de incêndios no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo.
     As mudanças climáticas estão tornando essas condições mais comuns e mais intensas. Uma análise rápida do grupo World Weather Attribution concluiu que o aquecimento global tornou muito mais provável a ocorrência das condições meteorológicas extremas que favoreceram os incêndios de verão na Espanha e na França.
    Uma das razões é um fenômeno chamado “chicote hidroclimático”, no qual ecossistemas alternam abruptamente entre condições úmidas e secas. Em essência, à medida que o planeta aquece, a atmosfera retém mais umidade, intensificando as chuvas que estimulam o crescimento da vegetação. “Isso criou uma abundância de biomassa que depois secou rapidamente durante uma sequência de ondas de calor”, disse Di Giuseppe.
      Na primavera, uma atmosfera mais quente retira água do solo e das plantas. A seca se agrava, a vegetação resseca e as paisagens tornam-se muito mais fáceis de incendiar. Em termos simples, invernos úmidos produzem combustível, e primaveras secas transformam esse combustível em material ideal para pegar fogo.
     No verão de 2026, isso significou incêndios surgindo quase simultaneamente na França, Espanha, Grécia e Turquia, todos impulsionados pelo mesmo padrão generalizado de calor e seca. Nesse ciclo, os próprios incêndios acabam agravando o aquecimento global. Segundo dados da União Europeia, os incêndios de 2026 emitiram em torno de 18 milhões de toneladas de CO₂, gás que contribui para o problema.
    Depois que um incêndio começa, milhares de bombeiros podem levar dias ou semanas para controlar as chamas. Isso ocorre, em parte, por causa da forma como as florestas foram manejadas ao longo de décadas. Em partes da Europa, grandes áreas foram plantadas como monoculturas, dominadas por uma única espécie cultivada para produção rápida de madeira.
    “Alguns dos incêndios que estamos vendo na França e na Espanha ocorrem em locais onde existem árvores altamente inflamáveis, relativamente finas e que frequentemente crescem muito próximas umas das outras, de modo que o fogo se espalha com muita facilidade”, disse Doug Kelley, modelador de superfícies terrestres do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido.
       Mais de três quartos da floresta Landes de Gascogne, no sudoeste da França são compostos por pinheiro-marítimo. Criada depois que Napoleão 3 ordenou, em 1857, a drenagem dos pântanos da região e o plantio de pinheiros, ela se tornou a maior floresta artificial da Europa. 
     Mas essa espécie de pinheiro perde agulhas grossas que cobrem o solo da floresta, fornecendo grande quantidade de combustível para incêndios. Como as árvores têm idade e altura semelhantes em vastas áreas, elas são particularmente vulneráveis a incêndios de rápida propagação.
      Outra árvore de crescimento rápido usada para produção de madeira é o eucalipto. Em Portugal, essa espécie rica em óleo, que representa mais de um quarto da área florestal do país, queimou extensamente durante a mortal temporada de incêndios de 2017.
      “Em algumas regiões da Europa, terras agrícolas e áreas de arbustos com menor biomassa foram substituídas por espécies de coníferas ou eucaliptos, mais propensas a incêndios e de maior rentabilidade econômica, aumentando o risco de fogo”, escreveu a Comissão Europeia em um relatório de estudo de caso sobre os incêndios portugueses de 2017.
    Isso inclui a Espanha, onde cerca de 3 milhões de hectares de antigas áreas agrícolas e pastagens foram plantados com pinheiros e eucaliptos durante e após a ditadura de Francisco Franco, que durou de 1939 a 1975.
    Os bombeiros continuarão desempenhando um papel crucial no combate aos incêndios florestais. Mas especialistas afirmam que reduzir o risco antes que os incêndios comecem é igualmente importante. Isso passa por enfrentar as emissões de gases de efeito estufa que impulsionam as mudanças climáticas e intensificam eventos meteorológicos extremos.
     “Tentar evitar, antes de tudo, que a paisagem se torne tão inflamável é uma das formas mais eficazes de evitar esse tipo de comportamento extremo do fogo”, afirmou Di Giuseppe. Substituir monoculturas por florestas mistas também ajudaria significativamente. Florestas com maior diversidade de espécies costumam resistir melhor à seca, tempestades de vento, surtos de insetos e incêndios, porque diferentes árvores reagem de maneiras distintas aos estresses ambientais.
      A Alemanha oferece um caso instrutivo de manejo florestal. A demanda por madeira após a Segunda Guerra Mundial levou ao plantio de abetos em cadeias montanhosas como a região do Harz, na antiga Alemanha Oriental. Mas essas monoculturas mostraram-se vulneráveis à seca e à infestação por besouros da casca. Atualmente, engenheiros florestais trabalham para convertê-las em florestas mistas e aumentar sua resiliência.
      O plantio de árvores caducifólias de folhas largas, como carvalhos, faias ou bordos, também pode ajudar, pois elas normalmente armazenam mais umidade do que as coníferas. Árvores com casca grossa, menos galhos baixos e maior teor de umidade tendem a ser mais resistentes ao fogo.
    Um estudo de simulação realizado após os incêndios de 2017 em Portugal constatou que incêndios que superaram a capacidade de resposta dos bombeiros em áreas de pinheiros e eucaliptos, com chamas superiores a quatro metros de altura, poderiam ser contidos em florestas de árvores de folhas largas, onde as chamas ficavam abaixo de um metro e meio.
      Especialistas em silvicultura também recomendam criar espaços entre as fileiras de árvores para desacelerar a propagação do fogo, bem como podar os galhos mais baixos para impedir que as chamas alcancem rapidamente as copas. Limpar o solo florestal de folhas secas inflamáveis e madeira morta, além de realizar queimadas controladas para reduzir a vegetação rasteira antes da temporada de incêndios, também ajuda. “Precisamos manejar nossas florestas adequadamente para evitar que desastres tão grandes aconteçam. Portanto, prevenção, prevenção, prevenção”, disse Abruscato.



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/florestas-demonocultura-agravam-incêndios-na-europa/a-78214751. Adaptado. Acesso em: 2 de setembro de 2026.
Segundo o texto, o fenômeno denominado “chicote hidroclimático” contribui para a ocorrência de grandes incêndios pois: 
Alternativas
Q4398336 Meio Ambiente
TEXTO


FLORESTAS DE MONOCULTURA AGRAVAM INCÊNDIOS NA EUROPA


   Incêndios florestais quase sempre precisam de uma faísca para começar, seja por um raio, incêndio criminoso ou pelo contato do escapamento quente de um carro com a vegetação seca.
   No caso dos incêndios florestais históricos do verão de 2026 na Europa, a principal causa apontada foi o contato de máquinas com a vegetação seca. Na França, autoridades acreditam que uma máquina de roçagem que operava próxima a uma linha de alta tensão tenha dado início ao fogo. Na Espanha, as investigações atribuem a tragédia a máquinas pesadas e suas faíscas. Mas essas conclusões explicam apenas como os incêndios começaram, e não por que eles se transformaram nos megaincêndios que devastaram o continente no verão.
    Uma combinação de mudanças climáticas, planejamento insuficiente e florestas plantadas de maneira que favorece a rápida propagação das chamas foram, estas sim, as principais causas do fenômeno, segundo especialistas. “Não é que os incêndios florestais sejam algo mágico e simplesmente comecem. É preciso haver as condições climáticas para isso”, disse Silvia Abruscato, coordenadora da FoRISK, uma rede europeia de gestão de riscos florestais.
     Os cientistas apontam três fatores que determinam se um incêndio florestal se espalhará rapidamente: a quantidade de vegetação disponível para queimar, o grau de ressecamento dessa vegetação e as condições meteorológicas ao redor do fogo.
      “Quando essas três condições são altamente favoráveis aos incêndios e coincidem, então você tem esse tipo de evento”, disse Francesca Di Giuseppe, coordenadora de um projeto de previsão de incêndios no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo.
     As mudanças climáticas estão tornando essas condições mais comuns e mais intensas. Uma análise rápida do grupo World Weather Attribution concluiu que o aquecimento global tornou muito mais provável a ocorrência das condições meteorológicas extremas que favoreceram os incêndios de verão na Espanha e na França.
    Uma das razões é um fenômeno chamado “chicote hidroclimático”, no qual ecossistemas alternam abruptamente entre condições úmidas e secas. Em essência, à medida que o planeta aquece, a atmosfera retém mais umidade, intensificando as chuvas que estimulam o crescimento da vegetação. “Isso criou uma abundância de biomassa que depois secou rapidamente durante uma sequência de ondas de calor”, disse Di Giuseppe.
      Na primavera, uma atmosfera mais quente retira água do solo e das plantas. A seca se agrava, a vegetação resseca e as paisagens tornam-se muito mais fáceis de incendiar. Em termos simples, invernos úmidos produzem combustível, e primaveras secas transformam esse combustível em material ideal para pegar fogo.
     No verão de 2026, isso significou incêndios surgindo quase simultaneamente na França, Espanha, Grécia e Turquia, todos impulsionados pelo mesmo padrão generalizado de calor e seca. Nesse ciclo, os próprios incêndios acabam agravando o aquecimento global. Segundo dados da União Europeia, os incêndios de 2026 emitiram em torno de 18 milhões de toneladas de CO₂, gás que contribui para o problema.
    Depois que um incêndio começa, milhares de bombeiros podem levar dias ou semanas para controlar as chamas. Isso ocorre, em parte, por causa da forma como as florestas foram manejadas ao longo de décadas. Em partes da Europa, grandes áreas foram plantadas como monoculturas, dominadas por uma única espécie cultivada para produção rápida de madeira.
    “Alguns dos incêndios que estamos vendo na França e na Espanha ocorrem em locais onde existem árvores altamente inflamáveis, relativamente finas e que frequentemente crescem muito próximas umas das outras, de modo que o fogo se espalha com muita facilidade”, disse Doug Kelley, modelador de superfícies terrestres do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido.
       Mais de três quartos da floresta Landes de Gascogne, no sudoeste da França são compostos por pinheiro-marítimo. Criada depois que Napoleão 3 ordenou, em 1857, a drenagem dos pântanos da região e o plantio de pinheiros, ela se tornou a maior floresta artificial da Europa. 
     Mas essa espécie de pinheiro perde agulhas grossas que cobrem o solo da floresta, fornecendo grande quantidade de combustível para incêndios. Como as árvores têm idade e altura semelhantes em vastas áreas, elas são particularmente vulneráveis a incêndios de rápida propagação.
      Outra árvore de crescimento rápido usada para produção de madeira é o eucalipto. Em Portugal, essa espécie rica em óleo, que representa mais de um quarto da área florestal do país, queimou extensamente durante a mortal temporada de incêndios de 2017.
      “Em algumas regiões da Europa, terras agrícolas e áreas de arbustos com menor biomassa foram substituídas por espécies de coníferas ou eucaliptos, mais propensas a incêndios e de maior rentabilidade econômica, aumentando o risco de fogo”, escreveu a Comissão Europeia em um relatório de estudo de caso sobre os incêndios portugueses de 2017.
    Isso inclui a Espanha, onde cerca de 3 milhões de hectares de antigas áreas agrícolas e pastagens foram plantados com pinheiros e eucaliptos durante e após a ditadura de Francisco Franco, que durou de 1939 a 1975.
    Os bombeiros continuarão desempenhando um papel crucial no combate aos incêndios florestais. Mas especialistas afirmam que reduzir o risco antes que os incêndios comecem é igualmente importante. Isso passa por enfrentar as emissões de gases de efeito estufa que impulsionam as mudanças climáticas e intensificam eventos meteorológicos extremos.
     “Tentar evitar, antes de tudo, que a paisagem se torne tão inflamável é uma das formas mais eficazes de evitar esse tipo de comportamento extremo do fogo”, afirmou Di Giuseppe. Substituir monoculturas por florestas mistas também ajudaria significativamente. Florestas com maior diversidade de espécies costumam resistir melhor à seca, tempestades de vento, surtos de insetos e incêndios, porque diferentes árvores reagem de maneiras distintas aos estresses ambientais.
      A Alemanha oferece um caso instrutivo de manejo florestal. A demanda por madeira após a Segunda Guerra Mundial levou ao plantio de abetos em cadeias montanhosas como a região do Harz, na antiga Alemanha Oriental. Mas essas monoculturas mostraram-se vulneráveis à seca e à infestação por besouros da casca. Atualmente, engenheiros florestais trabalham para convertê-las em florestas mistas e aumentar sua resiliência.
      O plantio de árvores caducifólias de folhas largas, como carvalhos, faias ou bordos, também pode ajudar, pois elas normalmente armazenam mais umidade do que as coníferas. Árvores com casca grossa, menos galhos baixos e maior teor de umidade tendem a ser mais resistentes ao fogo.
    Um estudo de simulação realizado após os incêndios de 2017 em Portugal constatou que incêndios que superaram a capacidade de resposta dos bombeiros em áreas de pinheiros e eucaliptos, com chamas superiores a quatro metros de altura, poderiam ser contidos em florestas de árvores de folhas largas, onde as chamas ficavam abaixo de um metro e meio.
      Especialistas em silvicultura também recomendam criar espaços entre as fileiras de árvores para desacelerar a propagação do fogo, bem como podar os galhos mais baixos para impedir que as chamas alcancem rapidamente as copas. Limpar o solo florestal de folhas secas inflamáveis e madeira morta, além de realizar queimadas controladas para reduzir a vegetação rasteira antes da temporada de incêndios, também ajuda. “Precisamos manejar nossas florestas adequadamente para evitar que desastres tão grandes aconteçam. Portanto, prevenção, prevenção, prevenção”, disse Abruscato.



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/florestas-demonocultura-agravam-incêndios-na-europa/a-78214751. Adaptado. Acesso em: 2 de setembro de 2026.
De acordo com as informações do texto, é CORRETO afirmar que:
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Q4395991 Meio Ambiente
Os ecossistemas dependem da interação entre os componentes bióticos e abióticos, bem como das relações estabelecidas entre as atividades humanas e os processos naturais. A compreensão dessas interações constitui um dos fundamentos da Educação Ambiental desenvolvida em perspectiva interdisciplinar.

O estudo da ecologia contribui para a Educação Ambiental ao
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Q4395939 Meio Ambiente
Em um remanescente de Mata Atlântica, pesquisadores observaram um grupo de bugios alimentando-se dos frutos de uma figueira que abrigava bromélias as quais acumulavam água entre suas folhas, servindo de abrigo para anfíbios e invertebrados. No mesmo ambiente, registraram elevada umidade do ar, solo rico em matéria orgânica e baixa incidência de luz no sub-bosque.

Ao discutir a dinâmica desse ecossistema, um dos pesquisadores destacou a importância da integração entre fatores abióticos e bióticos, uma vez que
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Q4393655 Meio Ambiente
Entre os principais fatores de pressão sobre a vegetação nativa de Rondônia, destaca-se:
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Q4383686 Meio Ambiente
Em ecologia, o nicho ecológico abrange o modo pelo qual uma espécie utiliza recursos e interage com fatores bióticos e abióticos, não se confundindo com o habitat, que corresponde ao local em que ela vive. 
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Q4380146 Meio Ambiente
A respeito dos fatores espaciais que influenciam a dinâmica das comunidades florestais, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Disponibilidade de luz.
(2) Topografia.
(3) Paisagem regional.

( ) Está associada à elevação, à declividade e ao aspecto do terreno, podendo influenciar as condições edáficas e o recrutamento vegetal.
( ) Pode ser avaliada por medidas como índice de área foliar, radiação e abertura do dossel.
( ) Determina o conjunto de espécies disponíveis para colonização e dispersão, sendo influenciada pela presença de florestas maduras adjacentes.
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Ano: 2026 Banca: Instituto IBED Órgão: Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI Provas: Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Agente de Correição | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Auxiliar Administrativo – 40h (ADMINISTRAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Auxiliar Administrativo – 40h (EDUCAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Aux. Serviços Gerais – 40h (ADMINISTRAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Auxiliar Serviços Gerais – 40h (EDUCAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Motorista – CNH categoria D – 40h (EDUCAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Motorista – CNH categoria A/B - 40h (ADMINISTRAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Operador de Computador – 40h (EDUCAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Operador de computador - 40h (ADMINISTRAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Operador de Máquinas CNH categoria D ou E - 40h (ADMINISTRAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Técnico de Enfermagem – 40h (SAÚDE) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Técnico em Saúde Bucal - 40h (SAÚDE) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Vigia - 40h (ADMINISTRAÇÃO) | Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Monsenhor Hipólito - PI - Vigia – 40h (EDUCAÇÃO) |
Q4350777 Meio Ambiente
A restauração de matas ciliares pode simultaneamente contribuir para a conservação da biodiversidade, reduzir a erosão das margens e diminuir o carreamento de sedimentos para cursos d'água; contudo, essa medida não substitui, por si só, o controle de fontes de poluição e do desmatamento.
Alternativas
Q4348881 Meio Ambiente
Quando os componentes bióticos e abióticos de um ecossistema se apresentam estáveis ao longo do tempo, ocorre o equilíbrio ambiental ou equilíbrio ecológico, em que o consumo de recursos é compatível com sua disponibilidade ou renovação na natureza. Na prática, entretanto, ocorrem flutuações, naturais ou causadas por interferência humana, tanto das condições abióticas quanto da disponibilidade dos recursos. Os ecossistemas pantaneiros e alagáveis são um bom exemplo, pois apresentam variações abióticas ao longo do ano que são acompanhadas pelas populações da comunidade. Essas variações, porém, são previsíveis de um ano para o outro, o que permite dizer que há um equilíbrio na escala de anos com flutuações em alguns meses.
Fonte: LOPES, S.; ROSSO, S. Ciências da Natureza: energia e consumo sustentável. São Paulo: Moderna, 2020.


Esse tipo de equilíbrio, em que as populações se mantêm compatíveis com o ambiente mesmo na presença de modificações ao longo do tempo, é o que se chama de:
Alternativas
Q4348381 Meio Ambiente

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) voltados ao meio ambiente, grandes extensões de monocultura podem determinar a extinção regional de algumas espécies e a proliferação de outras. Vegetais e animais favorecidos pela plantação ou cujos predadores foram exterminados reproduzem-se de modo desequilibrado, prejudicando a própria plantação. Eles passam, então, a ser considerados pragas. Como solução, a indústria química oferece praguicidas que, muitas vezes, acabam envenenando as plantas, o solo e a água.



Assinale a alternativa que identifica a hipótese confirmada por problemas como os apresentados.

Alternativas
Q4341154 Meio Ambiente
Sabe-se que a diversidade dos seres vivos no planeta se manifesta em todos os níveis de organização desde a célula até os ecossistemas e abrange as espécies vegetais, animais e os microrganismos. A variedade desses seres é fundamental para que possam enfrentar as modificações ambientais. Sobre a diversidade dos seres vivos no planeta, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4336521 Meio Ambiente
Há uma ciência que representa o estudo das interações entre organismos e seus ambientes e cujo nome é derivado dos termos gregos “Oikos” e "Logos", que significam, respectivamente, “lugar onde se vive” e “estudo”. Essa ciência é conhecida como:
Alternativas
Q4331278 Meio Ambiente
Em Ecologia, a distinção entre nicho ecológico e habitat é fundamental para a compreensão da dinâmica dos ecossistemas. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4324448 Meio Ambiente
A conservação das áreas verdes contribui para a organização e a boa aparência dos espaços destinados à visitação.

Complete corretamente a lacuna da frase a seguir.

A manutenção de áreas verdes pode incluir poda de árvores, plantio de mudas, adubação do terreno, controle de pragas _______ e das áreas verdes.
Alternativas
Q4306857 Meio Ambiente
O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, presente em diversos estados brasileiros, incluindo Goiás. Esse bioma
Alternativas
Q4306852 Meio Ambiente
As mudanças climáticas causam impactos significativos sobre os ecossistemas e a qualidade de vida das populações. Os efeitos das mudanças climáticas são 
Alternativas
Q4306271 Meio Ambiente
Antes da reintrodução de indivíduos de uma espécie da fauna silvestre em área de ocorrência histórica, qual conjunto de procedimentos é mais consistente com boas práticas de translocação para conservação?
Alternativas
Q4306269 Meio Ambiente
Em paisagens fragmentadas, assinale a alternativa mais adequada para orientar o planejamento da conservação da fauna silvestre, considerando que os efeitos da configuração da paisagem variam entre espécies. 
Alternativas
Respostas
1: A
2: E
3: A
4: A
5: C
6: D
7: A
8: C
9: B
10: C
11: C
12: B
13: C
14: A
15: C
16: A
17: D
18: C
19: D
20: E