Questões de Concurso Comentadas sobre desenvolvimento sustentável em meio ambiente

Foram encontradas 2.010 questões

Q4232212 Meio Ambiente

Determinada escola desenvolveu uma campanha permanente de educação ambiental envolvendo estudantes, professores, servidores administrativos e equipe de apoio. Entre as ações abaixo, aquela que mais contribui simultaneamente para a sustentabilidade ambiental e para a formação cidadã dos estudantes é:  

Alternativas
Q4232207 Meio Ambiente

Durante o recolhimento dos resíduos produzidos na escola, o Auxiliar de Serviços Diversos identificou recipientes contendo restos de alimentos, embalagens de papel, garrafas plásticas e fragmentos de vidro quebrado.

Considerando os princípios da coleta seletiva, da segurança no trabalho e da sustentabilidade ambiental, a conduta mais adequada é: 

Alternativas
Q4231807 Meio Ambiente
Uma equipe multidisciplinar recebeu a tarefa de formular diretrizes para o desenvolvimento de Amélia Rodrigues. O diagnóstico preliminar apontou:

1. Território de aproximadamente 166,872 km²;
2. População de 24.138 habitantes no Censo de 2022;
3. Localização próxima a importantes municípios do eixo Salvador–Feira de Santana;
4. Trajetória histórica vinculada à cana-de-açúcar;
5. Necessidade de articulação entre expansão urbana, mobilidade, saneamento, geração de renda e proteção da memória local.

Entre as propostas apresentadas, assinale a que melhor corresponde a uma abordagem integrada e sustentável.
Alternativas
Q4229183 Meio Ambiente
A preservação ambiental passou a ocupar posição de destaque nas discussões contemporâneas devido aos impactos causados pelas atividades humanas sobre os ecossistemas naturais. Problemas como desmatamento, 
poluição, descarte inadequado de resíduos e emissão excessiva de gases poluentes afetam diretamente a qualidade de vida da população e o equilíbrio ambiental. Nesse contexto, políticas públicas e ações individuais tornam-se fundamentais para minimizar danos ambientais e promover sustentabilidade.

Assinale a alternativa que apresenta uma prática ambientalmente adequada. 
Alternativas
Q4229181 Meio Ambiente
O desenvolvimento sustentável tornou-se tema central nos debates internacionais devido aos impactos ambientais provocados pelo crescimento urbano, industrial e populacional. A busca por modelos de desenvolvimento capazes de conciliar crescimento econômico, preservação ambiental e justiça social exige participação conjunta do poder público, das empresas e da sociedade civil. Nesse cenário, atitudes individuais também possuem relevância para a redução dos impactos ambientais e para a preservação dos recursos naturais.
Com base nos princípios do desenvolvimento sustentável, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4227980 Meio Ambiente

A preservação ambiental tornou-se uma preocupação mundial devido aos impactos causados pela degradação da natureza. O desmatamento, a poluição e o descarte inadequado de resíduos provocam danos ambientais que afetam diretamente a qualidade de vida da população.


Uma prática ambientalmente correta é: 

Alternativas
Q4227412 Meio Ambiente
Diante dos desafios ambientais relacionados ao consumo excessivo de recursos naturais e ao aumento da geração de resíduos, novas estratégias de desenvolvimento sustentável passaram a buscar a redução do desperdício e o reaproveitamento de materiais. Esse modelo propõe substituir a lógica tradicional de “extrair, produzir, consumir e descartar” por um sistema em que produtos e recursos permanecem em uso pelo maior tempo possível, por meio da reutilização, reparação, reciclagem e reinserção de materiais na cadeia produtiva. O modelo econômico descrito no enunciado é denominado Economia:
Alternativas
Q4223345 Meio Ambiente
Considerando o aproveitamento integral dos alimentos e as práticas de sustentabilidade, assinale a alternativa que apresenta uma prática coerente com a sustentabilidade na produção gastronômica. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: MPE-ES Prova: FGV - 2026 - MPE-ES - Agente Técnico - Biólogo |
Q4222342 Meio Ambiente

Uma sociedade empresária, buscando reduzir sua pegada ecológica corporativa, realizou uma auditoria interna. Esta afirmou que o maior impacto está associado ao consumo de carne bovina no refeitório da sociedade empresária.

Com base nesse cenário e com o cuidado de garantir a segurança alimentar dos trabalhadores, assinale a opção que irá permitir a redução da pegada ecológica da corporação.  

Alternativas
Q4220550 Meio Ambiente
O conceito de Desenvolvimento Sustentável pressupõe uma visão de sistema complexo, em que as dimensões social, econômica e ambiental não podem ser tratadas de forma isolada.
Assinale a opção que indica o modelo conceitual que melhor descreve a falha intrínseca do pensamento que tenta resolver os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) apenas com intervenções tecnológicas, sem abordar as estruturas de poder e os modelos produtivos subjacentes.  
Alternativas
Q4220187 Meio Ambiente
Na formulação de políticas públicas, a valoração ambiental busca atribuir valores monetários a bens e serviços ecossistêmicos que não possuem preço de mercado.
Entre as categorias que compõem o Valor Econômico Total (VET) de um recurso ambiental, destacam-se valores associados ao uso atual, ao uso potencial futuro e ao não uso.
Relacione as categorias listadas a seguir aos respectivos exemplos ou definições.
(1) Valor de Uso Direto (2) Valor de Opção (3) Valor de Existência
( ) Valor atribuído à preservação de um ecossistema para manter a possibilidade de seu uso no futuro, ainda que ele não seja utilizado no presente.

( ) Valor derivado da satisfação de saber que uma espécie, como a baleia-jubarte, continua a existir, independentemente de qualquer intenção de uso presente ou futuro.

( ) Valor obtido por meio da extração de recursos naturais, como madeira, ou de atividades recreativas, como visitação a parques nacionais.



Assinale a opção que apresenta a sequência correta, segundo a ordem apresentada. 
Alternativas
Q4218998 Meio Ambiente

Acerca da Responsabilidade Socioambiental das Organizações, analise as afirmativas a seguir:


I. A incorporação da responsabilidade socioambiental ao planejamento estratégico permite que as organizações identifiquem riscos e oportunidades relacionados às dimensões econômica, social e ambiental durante o processo decisório.


II. O diálogo com as partes interessadas constitui mecanismo relevante para identificar expectativas, avaliar impactos das atividades organizacionais e aperfeiçoar as práticas de gestão.


III. A adoção de indicadores de desempenho socioambiental reduz a relevância do acompanhamento dos resultados econômicos, uma vez que a sustentabilidade prioriza objetivos sociais e ambientais.


IV. A responsabilidade socioambiental limita-se às ações desenvolvidas pela alta administração, não influenciando os processos operacionais executados pelas diferentes unidades organizacionais.


Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em:  

Alternativas
Q4218997 Meio Ambiente
A responsabilidade socioambiental das organizações tem assumido papel estratégico na gestão contemporânea, envolvendo a integração de aspectos econômicos, sociais e ambientais às decisões organizacionais, bem como o relacionamento ético com as partes interessadas. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Engenheiro Agrônomo |
Q4216553 Meio Ambiente
A Agronomia e as Ciências Ambientais dialogam diretamente na busca por sistemas produtivos sustentáveis, conciliando produtividade agrícola e preservação dos recursos naturais. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Administrador |
Q4216267 Meio Ambiente
A adoção de práticas sustentáveis na gestão de recursos públicos representa uma diretriz contemporânea da administração pública. Sob essa perspectiva, a sustentabilidade na gestão de materiais implica:
Alternativas
Q4209678 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4209675 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
No encerramento do artigo, o autor apresenta uma alternativa prática para lidar com o problema da obsolescência programada. Segundo o texto, é correto afirmar que essa medida consiste em:
Alternativas
Q4209338 Meio Ambiente
Em uma campanha interna de responsabilidade socioambiental, um órgão público orienta seus servidores a adotarem atitudes sustentáveis no dia a dia de trabalho. O auxiliar de serviços gerais participa da campanha adotando hábitos que contribuem para a preservação ambiental. Assinale a alternativa que apresenta uma atitude sustentável no ambiente de trabalho:
Alternativas
Q4207526 Meio Ambiente
Nos últimos anos, intensificaram-se as discussões sobre mudanças climáticas, desmatamento e preservação ambiental no Brasil. Em 2025 e 2026, eventos climáticos extremos, como secas prolongadas, enchentes e ondas de calor, impactaram diversas regiões do país, evidenciando a urgência de políticas ambientais efetivas.

Identifique a alternativa correta sobre práticas sustentáveis e preservação ambiental.
Alternativas
Q4204000 Meio Ambiente
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Eles estão divididos em prioridades, integrando as esferas social, ambiental e econômica. Entre esses objetivos, NÃO está o(a):
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: E
4: C
5: A
6: C
7: B
8: D
9: D
10: B
11: A
12: B
13: E
14: B
15: A
16: C
17: C
18: A
19: D
20: C