Questões de Concurso Comentadas sobre desenvolvimento sustentável em meio ambiente

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Q4400921 Meio Ambiente

As transformações ocorridas nos últimos anos demonstram que ciência, tecnologia, economia, educação e meio ambiente estão cada vez mais interligados. Recursos digitais passaram a fazer parte de atividades educacionais, profissionais e administrativas, enquanto questões como mudanças climáticas, consumo consciente, geração de resíduos e preservação dos recursos naturais ganharam espaço nas discussões públicas.


Nesse contexto, uma sociedade que busca conciliar desenvolvimento tecnológico, qualidade de vida e sustentabilidade deve adotar medidas que considerem tanto os benefícios das novas tecnologias quanto seus possíveis impactos sociais e ambientais.


Assinale a alternativa que apresenta uma postura coerente com esse princípio. 

Alternativas
Q4398339 Meio Ambiente
TEXTO


FLORESTAS DE MONOCULTURA AGRAVAM INCÊNDIOS NA EUROPA


   Incêndios florestais quase sempre precisam de uma faísca para começar, seja por um raio, incêndio criminoso ou pelo contato do escapamento quente de um carro com a vegetação seca.
   No caso dos incêndios florestais históricos do verão de 2026 na Europa, a principal causa apontada foi o contato de máquinas com a vegetação seca. Na França, autoridades acreditam que uma máquina de roçagem que operava próxima a uma linha de alta tensão tenha dado início ao fogo. Na Espanha, as investigações atribuem a tragédia a máquinas pesadas e suas faíscas. Mas essas conclusões explicam apenas como os incêndios começaram, e não por que eles se transformaram nos megaincêndios que devastaram o continente no verão.
    Uma combinação de mudanças climáticas, planejamento insuficiente e florestas plantadas de maneira que favorece a rápida propagação das chamas foram, estas sim, as principais causas do fenômeno, segundo especialistas. “Não é que os incêndios florestais sejam algo mágico e simplesmente comecem. É preciso haver as condições climáticas para isso”, disse Silvia Abruscato, coordenadora da FoRISK, uma rede europeia de gestão de riscos florestais.
     Os cientistas apontam três fatores que determinam se um incêndio florestal se espalhará rapidamente: a quantidade de vegetação disponível para queimar, o grau de ressecamento dessa vegetação e as condições meteorológicas ao redor do fogo.
      “Quando essas três condições são altamente favoráveis aos incêndios e coincidem, então você tem esse tipo de evento”, disse Francesca Di Giuseppe, coordenadora de um projeto de previsão de incêndios no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo.
     As mudanças climáticas estão tornando essas condições mais comuns e mais intensas. Uma análise rápida do grupo World Weather Attribution concluiu que o aquecimento global tornou muito mais provável a ocorrência das condições meteorológicas extremas que favoreceram os incêndios de verão na Espanha e na França.
    Uma das razões é um fenômeno chamado “chicote hidroclimático”, no qual ecossistemas alternam abruptamente entre condições úmidas e secas. Em essência, à medida que o planeta aquece, a atmosfera retém mais umidade, intensificando as chuvas que estimulam o crescimento da vegetação. “Isso criou uma abundância de biomassa que depois secou rapidamente durante uma sequência de ondas de calor”, disse Di Giuseppe.
      Na primavera, uma atmosfera mais quente retira água do solo e das plantas. A seca se agrava, a vegetação resseca e as paisagens tornam-se muito mais fáceis de incendiar. Em termos simples, invernos úmidos produzem combustível, e primaveras secas transformam esse combustível em material ideal para pegar fogo.
     No verão de 2026, isso significou incêndios surgindo quase simultaneamente na França, Espanha, Grécia e Turquia, todos impulsionados pelo mesmo padrão generalizado de calor e seca. Nesse ciclo, os próprios incêndios acabam agravando o aquecimento global. Segundo dados da União Europeia, os incêndios de 2026 emitiram em torno de 18 milhões de toneladas de CO₂, gás que contribui para o problema.
    Depois que um incêndio começa, milhares de bombeiros podem levar dias ou semanas para controlar as chamas. Isso ocorre, em parte, por causa da forma como as florestas foram manejadas ao longo de décadas. Em partes da Europa, grandes áreas foram plantadas como monoculturas, dominadas por uma única espécie cultivada para produção rápida de madeira.
    “Alguns dos incêndios que estamos vendo na França e na Espanha ocorrem em locais onde existem árvores altamente inflamáveis, relativamente finas e que frequentemente crescem muito próximas umas das outras, de modo que o fogo se espalha com muita facilidade”, disse Doug Kelley, modelador de superfícies terrestres do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido.
       Mais de três quartos da floresta Landes de Gascogne, no sudoeste da França são compostos por pinheiro-marítimo. Criada depois que Napoleão 3 ordenou, em 1857, a drenagem dos pântanos da região e o plantio de pinheiros, ela se tornou a maior floresta artificial da Europa. 
     Mas essa espécie de pinheiro perde agulhas grossas que cobrem o solo da floresta, fornecendo grande quantidade de combustível para incêndios. Como as árvores têm idade e altura semelhantes em vastas áreas, elas são particularmente vulneráveis a incêndios de rápida propagação.
      Outra árvore de crescimento rápido usada para produção de madeira é o eucalipto. Em Portugal, essa espécie rica em óleo, que representa mais de um quarto da área florestal do país, queimou extensamente durante a mortal temporada de incêndios de 2017.
      “Em algumas regiões da Europa, terras agrícolas e áreas de arbustos com menor biomassa foram substituídas por espécies de coníferas ou eucaliptos, mais propensas a incêndios e de maior rentabilidade econômica, aumentando o risco de fogo”, escreveu a Comissão Europeia em um relatório de estudo de caso sobre os incêndios portugueses de 2017.
    Isso inclui a Espanha, onde cerca de 3 milhões de hectares de antigas áreas agrícolas e pastagens foram plantados com pinheiros e eucaliptos durante e após a ditadura de Francisco Franco, que durou de 1939 a 1975.
    Os bombeiros continuarão desempenhando um papel crucial no combate aos incêndios florestais. Mas especialistas afirmam que reduzir o risco antes que os incêndios comecem é igualmente importante. Isso passa por enfrentar as emissões de gases de efeito estufa que impulsionam as mudanças climáticas e intensificam eventos meteorológicos extremos.
     “Tentar evitar, antes de tudo, que a paisagem se torne tão inflamável é uma das formas mais eficazes de evitar esse tipo de comportamento extremo do fogo”, afirmou Di Giuseppe. Substituir monoculturas por florestas mistas também ajudaria significativamente. Florestas com maior diversidade de espécies costumam resistir melhor à seca, tempestades de vento, surtos de insetos e incêndios, porque diferentes árvores reagem de maneiras distintas aos estresses ambientais.
      A Alemanha oferece um caso instrutivo de manejo florestal. A demanda por madeira após a Segunda Guerra Mundial levou ao plantio de abetos em cadeias montanhosas como a região do Harz, na antiga Alemanha Oriental. Mas essas monoculturas mostraram-se vulneráveis à seca e à infestação por besouros da casca. Atualmente, engenheiros florestais trabalham para convertê-las em florestas mistas e aumentar sua resiliência.
      O plantio de árvores caducifólias de folhas largas, como carvalhos, faias ou bordos, também pode ajudar, pois elas normalmente armazenam mais umidade do que as coníferas. Árvores com casca grossa, menos galhos baixos e maior teor de umidade tendem a ser mais resistentes ao fogo.
    Um estudo de simulação realizado após os incêndios de 2017 em Portugal constatou que incêndios que superaram a capacidade de resposta dos bombeiros em áreas de pinheiros e eucaliptos, com chamas superiores a quatro metros de altura, poderiam ser contidos em florestas de árvores de folhas largas, onde as chamas ficavam abaixo de um metro e meio.
      Especialistas em silvicultura também recomendam criar espaços entre as fileiras de árvores para desacelerar a propagação do fogo, bem como podar os galhos mais baixos para impedir que as chamas alcancem rapidamente as copas. Limpar o solo florestal de folhas secas inflamáveis e madeira morta, além de realizar queimadas controladas para reduzir a vegetação rasteira antes da temporada de incêndios, também ajuda. “Precisamos manejar nossas florestas adequadamente para evitar que desastres tão grandes aconteçam. Portanto, prevenção, prevenção, prevenção”, disse Abruscato.



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/florestas-demonocultura-agravam-incêndios-na-europa/a-78214751. Adaptado. Acesso em: 2 de setembro de 2026.
A leitura do texto permite concluir que a redução do risco de grandes incêndios florestais envolve:
Alternativas
Q4398336 Meio Ambiente
TEXTO


FLORESTAS DE MONOCULTURA AGRAVAM INCÊNDIOS NA EUROPA


   Incêndios florestais quase sempre precisam de uma faísca para começar, seja por um raio, incêndio criminoso ou pelo contato do escapamento quente de um carro com a vegetação seca.
   No caso dos incêndios florestais históricos do verão de 2026 na Europa, a principal causa apontada foi o contato de máquinas com a vegetação seca. Na França, autoridades acreditam que uma máquina de roçagem que operava próxima a uma linha de alta tensão tenha dado início ao fogo. Na Espanha, as investigações atribuem a tragédia a máquinas pesadas e suas faíscas. Mas essas conclusões explicam apenas como os incêndios começaram, e não por que eles se transformaram nos megaincêndios que devastaram o continente no verão.
    Uma combinação de mudanças climáticas, planejamento insuficiente e florestas plantadas de maneira que favorece a rápida propagação das chamas foram, estas sim, as principais causas do fenômeno, segundo especialistas. “Não é que os incêndios florestais sejam algo mágico e simplesmente comecem. É preciso haver as condições climáticas para isso”, disse Silvia Abruscato, coordenadora da FoRISK, uma rede europeia de gestão de riscos florestais.
     Os cientistas apontam três fatores que determinam se um incêndio florestal se espalhará rapidamente: a quantidade de vegetação disponível para queimar, o grau de ressecamento dessa vegetação e as condições meteorológicas ao redor do fogo.
      “Quando essas três condições são altamente favoráveis aos incêndios e coincidem, então você tem esse tipo de evento”, disse Francesca Di Giuseppe, coordenadora de um projeto de previsão de incêndios no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo.
     As mudanças climáticas estão tornando essas condições mais comuns e mais intensas. Uma análise rápida do grupo World Weather Attribution concluiu que o aquecimento global tornou muito mais provável a ocorrência das condições meteorológicas extremas que favoreceram os incêndios de verão na Espanha e na França.
    Uma das razões é um fenômeno chamado “chicote hidroclimático”, no qual ecossistemas alternam abruptamente entre condições úmidas e secas. Em essência, à medida que o planeta aquece, a atmosfera retém mais umidade, intensificando as chuvas que estimulam o crescimento da vegetação. “Isso criou uma abundância de biomassa que depois secou rapidamente durante uma sequência de ondas de calor”, disse Di Giuseppe.
      Na primavera, uma atmosfera mais quente retira água do solo e das plantas. A seca se agrava, a vegetação resseca e as paisagens tornam-se muito mais fáceis de incendiar. Em termos simples, invernos úmidos produzem combustível, e primaveras secas transformam esse combustível em material ideal para pegar fogo.
     No verão de 2026, isso significou incêndios surgindo quase simultaneamente na França, Espanha, Grécia e Turquia, todos impulsionados pelo mesmo padrão generalizado de calor e seca. Nesse ciclo, os próprios incêndios acabam agravando o aquecimento global. Segundo dados da União Europeia, os incêndios de 2026 emitiram em torno de 18 milhões de toneladas de CO₂, gás que contribui para o problema.
    Depois que um incêndio começa, milhares de bombeiros podem levar dias ou semanas para controlar as chamas. Isso ocorre, em parte, por causa da forma como as florestas foram manejadas ao longo de décadas. Em partes da Europa, grandes áreas foram plantadas como monoculturas, dominadas por uma única espécie cultivada para produção rápida de madeira.
    “Alguns dos incêndios que estamos vendo na França e na Espanha ocorrem em locais onde existem árvores altamente inflamáveis, relativamente finas e que frequentemente crescem muito próximas umas das outras, de modo que o fogo se espalha com muita facilidade”, disse Doug Kelley, modelador de superfícies terrestres do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido.
       Mais de três quartos da floresta Landes de Gascogne, no sudoeste da França são compostos por pinheiro-marítimo. Criada depois que Napoleão 3 ordenou, em 1857, a drenagem dos pântanos da região e o plantio de pinheiros, ela se tornou a maior floresta artificial da Europa. 
     Mas essa espécie de pinheiro perde agulhas grossas que cobrem o solo da floresta, fornecendo grande quantidade de combustível para incêndios. Como as árvores têm idade e altura semelhantes em vastas áreas, elas são particularmente vulneráveis a incêndios de rápida propagação.
      Outra árvore de crescimento rápido usada para produção de madeira é o eucalipto. Em Portugal, essa espécie rica em óleo, que representa mais de um quarto da área florestal do país, queimou extensamente durante a mortal temporada de incêndios de 2017.
      “Em algumas regiões da Europa, terras agrícolas e áreas de arbustos com menor biomassa foram substituídas por espécies de coníferas ou eucaliptos, mais propensas a incêndios e de maior rentabilidade econômica, aumentando o risco de fogo”, escreveu a Comissão Europeia em um relatório de estudo de caso sobre os incêndios portugueses de 2017.
    Isso inclui a Espanha, onde cerca de 3 milhões de hectares de antigas áreas agrícolas e pastagens foram plantados com pinheiros e eucaliptos durante e após a ditadura de Francisco Franco, que durou de 1939 a 1975.
    Os bombeiros continuarão desempenhando um papel crucial no combate aos incêndios florestais. Mas especialistas afirmam que reduzir o risco antes que os incêndios comecem é igualmente importante. Isso passa por enfrentar as emissões de gases de efeito estufa que impulsionam as mudanças climáticas e intensificam eventos meteorológicos extremos.
     “Tentar evitar, antes de tudo, que a paisagem se torne tão inflamável é uma das formas mais eficazes de evitar esse tipo de comportamento extremo do fogo”, afirmou Di Giuseppe. Substituir monoculturas por florestas mistas também ajudaria significativamente. Florestas com maior diversidade de espécies costumam resistir melhor à seca, tempestades de vento, surtos de insetos e incêndios, porque diferentes árvores reagem de maneiras distintas aos estresses ambientais.
      A Alemanha oferece um caso instrutivo de manejo florestal. A demanda por madeira após a Segunda Guerra Mundial levou ao plantio de abetos em cadeias montanhosas como a região do Harz, na antiga Alemanha Oriental. Mas essas monoculturas mostraram-se vulneráveis à seca e à infestação por besouros da casca. Atualmente, engenheiros florestais trabalham para convertê-las em florestas mistas e aumentar sua resiliência.
      O plantio de árvores caducifólias de folhas largas, como carvalhos, faias ou bordos, também pode ajudar, pois elas normalmente armazenam mais umidade do que as coníferas. Árvores com casca grossa, menos galhos baixos e maior teor de umidade tendem a ser mais resistentes ao fogo.
    Um estudo de simulação realizado após os incêndios de 2017 em Portugal constatou que incêndios que superaram a capacidade de resposta dos bombeiros em áreas de pinheiros e eucaliptos, com chamas superiores a quatro metros de altura, poderiam ser contidos em florestas de árvores de folhas largas, onde as chamas ficavam abaixo de um metro e meio.
      Especialistas em silvicultura também recomendam criar espaços entre as fileiras de árvores para desacelerar a propagação do fogo, bem como podar os galhos mais baixos para impedir que as chamas alcancem rapidamente as copas. Limpar o solo florestal de folhas secas inflamáveis e madeira morta, além de realizar queimadas controladas para reduzir a vegetação rasteira antes da temporada de incêndios, também ajuda. “Precisamos manejar nossas florestas adequadamente para evitar que desastres tão grandes aconteçam. Portanto, prevenção, prevenção, prevenção”, disse Abruscato.



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/florestas-demonocultura-agravam-incêndios-na-europa/a-78214751. Adaptado. Acesso em: 2 de setembro de 2026.
De acordo com as informações do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4395997 Meio Ambiente
O crescimento populacional, a expansão das atividades econômicas e o aumento do consumo de recursos naturais intensificaram os desafios ambientais contemporâneos. Nesse contexto, a sustentabilidade busca superar a ideia de que o desenvolvimento humano depende da exploração contínua dos recursos naturais, propondo uma relação mais equilibrada entre sociedade e ambiente.

A sustentabilidade caracteriza-se por
Alternativas
Q4379454 Meio Ambiente

A questão ambiental tornou-se elemento central nas discussões sobre desenvolvimento sustentável, especialmente diante da intensificação da exploração dos recursos naturais e das mudanças climáticas globais. No ensino de Geografia, a compreensão das relações entre sociedade e natureza constitui importante ferramenta para a formação crítica dos estudantes.


Fonte: LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Petrópolis: Vozes, 2010.


Sobre essa temática, identifique a alternativa cuja afirmação encontra respaldo teórico e conceitual adequado. 

Alternativas
Q4379347 Meio Ambiente

Considere as condutas abaixo relacionadas ao consumo de combustível e à preservação ambiental:



I. Manter o veículo regulado e realizar manutenção preventiva;


II. Evitar acelerações e frenagens desnecessariamente bruscas;


III. Deixar o motor funcionando durante longas esperas sem necessidade operacional, para evitar uma nova partida.



Em relação às práticas que favorecem o uso consciente de combustível, está correto o que consta em:

Alternativas
Q4374801 Meio Ambiente
Uma comissão interministerial elaborou um relatório de avaliação ambiental sobre a expansão de um polo agroindustrial e minerário em uma bacia hidrográfica estratégica. O documento apontou que a exploração acelerada dos recursos naturais locais ultrapassou a capacidade de regeneração dos aquíferos e resultou na degradação contínua dos solos. Diante do quadro de contaminação e esgotamento das fontes hídricas, os gestores públicos reuniram-se para debater modelos de transição ecológica, avaliando diretrizes da Economia Verde, o papel dos indicadores ambientais de pegada ecológica e as obrigações legais impostas pelo princípio do poluidor-pagador. Com base exclusivamente nos conceitos de desenvolvimento sustentável, na economia ambiental e nas dinâmicas de impacto sobre os ecossistemas, julgue os itens a seguir em VERDADEIRO (V) ou FALSO (F):
(__) O desenvolvimento sustentável fundamenta-se na conciliação entre crescimento econômico, preservação ambiental e equidade social, prevendo a exploração dos recursos em ritmo que não comprometa as necessidades das gerações futuras.
(__) O princípio do poluidor-pagador estabelece que a responsabilidade civil por danos ambientais é puramente subjetiva, exigindo a comprovação de dolo ou culpa para que o causador do impacto seja obrigado a recuperar o meio ambiente.
(__) A Pegada Ecológica é um indicador ambiental que mensura principalmente o volume total de resíduos sólidos produzidos por uma comunidade, desconsiderando a área de solo e a água necessárias para sustentar os padrões de consumo da população.
(__) A Economia Verde propõe a substituição integral dos insumos renováveis por fontes fósseis de alta densidade energética, argumentando que a aceleração industrial é o principal meio capaz de financiar a recuperação das bacias hidrográficas.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4374565 Meio Ambiente

Nas últimas décadas, os impactos ambientais urbanos aumentaram e se diversificaram em decorrência de transformações sociais. O desenvolvimento das cidades, o crescimento populacional, os hábitos de consumo, as formas de utilização da água e o avanço tecnológico interferem nas condições ambientais. Nesse contexto, a geração, a composição, o reaproveitamento e a destinação dos resíduos também expressam características econômicas e culturais da sociedade.


Fonte: ANTONI, Raquel de; FOFONKA, Luciana. Impactos ambientais negativos na sociedade contemporânea. Educação Ambiental em Ação, ano 12, n. 45, 2013.


Considerando as relações entre sociedade e meio ambiente apresentadas no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4365272 Meio Ambiente
Em uma obra, uma retroescavadeira realiza sucessivos períodos de escavação e carregamento. Durante os intervalos, o operador mantém o motor funcionando em rotação acima da necessária, mesmo quando não há previsão de movimentação imediata. Ao final do turno, também identifica pequena quantidade de lubrificante derramada durante um procedimento de manutenção. Considerando a conservação da máquina, o consumo de combustível e a proteção ao meio ambiente, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4363547 Meio Ambiente
Um motorista permanece alguns minutos aguardando a liberação de documentos antes de iniciar uma viagem. Durante todo esse período, mantém o veículo estacionado com o motor funcionando, embora não haja necessidade operacional para isso. Situações semelhantes ocorrem diariamente. Considerando a relação entre trânsito, consumo de combustível e preservação ambiental, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4363530 Meio Ambiente
Em determinado dia de trabalho, um coveiro encontra resíduos provenientes da limpeza das áreas de circulação, restos de flores e folhagens, embalagens descartadas por visitantes e um material cuja origem e forma de descarte lhe causam dúvida. Nessa situação, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4348381 Meio Ambiente

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) voltados ao meio ambiente, grandes extensões de monocultura podem determinar a extinção regional de algumas espécies e a proliferação de outras. Vegetais e animais favorecidos pela plantação ou cujos predadores foram exterminados reproduzem-se de modo desequilibrado, prejudicando a própria plantação. Eles passam, então, a ser considerados pragas. Como solução, a indústria química oferece praguicidas que, muitas vezes, acabam envenenando as plantas, o solo e a água.



Assinale a alternativa que identifica a hipótese confirmada por problemas como os apresentados.

Alternativas
Q4342579 Meio Ambiente
Em determinada região, a expansão urbana provocou retirada da vegetação, aumento da impermeabilização do solo e ocupação de áreas próximas a cursos d'água. Considerando os impactos ambientais associados a essas alterações, assinale a afirmativa CORRETA. 
Alternativas
Q4340388 Meio Ambiente
Uma unidade administrativa decidiu rever suas rotinas para reduzir atrasos, desperdício de materiais e consumo desnecessário de recursos. Entre as medidas propostas estavam: organizar os compromissos segundo prazos e prioridades; utilizar documentos digitais quando adequados; evitar impressões desnecessárias; acompanhar o consumo de materiais; e desligar equipamentos que permaneciam ligados sem necessidade ao término do expediente. Considerando gestão do tempo, organização administrativa e responsabilidade socioambiental, assinale a alternativa que melhor interpreta as medidas adotadas. 
Alternativas
Q4340367 Meio Ambiente
O Rio Utinga possui relevância ambiental e socioeconômica para municípios de sua área de influência, entre eles Lajedinho. Em períodos de menor disponibilidade hídrica, o uso simultâneo da água para diferentes finalidades pode exigir maior atenção dos órgãos públicos e dos próprios usuários. Considere a seguinte situação hipotética: Durante um período prolongado de estiagem, verifica-se redução significativa da disponibilidade de água, enquanto permanecem demandas para consumo humano e animal, agricultura irrigada e outras atividades produtivas. À luz das características regionais, a medida mais coerente com essa situação seria:
Alternativas
Q4335607 Meio Ambiente
"(...) somente atribuindo valor à floresta em pé poderá ela competir com as commodities – madeira, soja, carne. Na medida em que áreas desmatadas não são estanques, há que inverter o processo, valorando e valorizando as florestas a ponto de transformá-las em uma plataforma de contenção do avanço das formas destrutivas de uso da terra."
Fonte: BECKER, B. Problematizando os serviços ambientais para o desenvolvimento da Amazônia. Uma interpretação geográfica. Brasília: CGEE, 2009, p. 122. Adaptado.
Com base nisso, é coerente afirmar que o desenvolvimento da “floresta em pé” depende da:
Alternativas
Q4331453 Meio Ambiente
Em relação à incorporação da variável ambiental na gestão de atividades públicas permanentes, como escolas, hospitais, oficinas, garagens e prédios administrativos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4330625 Meio Ambiente
Um município pretende implantar um programa de recuperação de áreas verdes urbanas. A proposta inclui recomposição da vegetação nativa, implantação de trilhas educativas, participação de escolas e associações comunitárias, uso de mão de obra local e monitoramento periódico da sobrevivência das mudas e da qualidade ambiental da área.
A abordagem descrita está mais alinhada ao conceito de sustentabilidade porque:
Alternativas
Q4327679 Meio Ambiente
Uma comunidade rural pretende implantar um sistema produtivo que associe conservação ambiental, geração de renda e redução da dependência de insumos externos. Entre as propostas apresentadas, uma delas envolve diversificação das culturas, conservação do solo, aproveitamento de recursos locais, redução do desperdício e uso racional da água. Essa proposta está mais diretamente relacionada aos princípios de: 
Alternativas
Q4326338 Meio Ambiente
O que é sustentabilidade? 
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: A
4: D
5: A
6: E
7: D
8: E
9: D
10: E
11: E
12: B
13: D
14: E
15: E
16: A
17: B
18: D
19: B
20: A