Questões de Concurso Sobre resíduos sólidos em engenharia ambiental e sanitária

Questões Discursivas

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Q4219720 Engenharia Ambiental e Sanitária
A caracterização dos resíduos sólidos é uma etapa fundamental para o planejamento da gestão integrada, influenciando diretamente a escolha das rotas de coleta, o dimensionamento de frotas e a definição das tecnologias de tratamento e disposição final. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo: 

I. Para a determinação do teor de umidade, a amostra de resíduo deve ser seca em estufa a uma temperatura fixa de 250 oC até constância de peso.
II A composição gravimétrica traduz o percentual em peso de cada componente ou grupo de componentes que constituem a massa total do resíduo solido.
III. O peso específico aparente é a relação entre a massa do resíduo sólido e o volume total ocupado por ele, sendo expresso comumente em kg/m3.

Está(ão) CORRETA(S)
Alternativas
Q4218611 Engenharia Ambiental e Sanitária
No processo de Gestão de Resíduos da Construção (RCC), a etapa de acondicionamento deve ser realizada 
Alternativas
Q4217734 Engenharia Ambiental e Sanitária
Um analista em engenharia ambiental e sanitária do MPGO foi designado para emitir um parecer técnico em um inquérito civil que investiga a regularidade operacional de um aterro sanitário municipal. Para avaliar a eficácia do sistema de monitoramento hidrogeológico e a capacidade de detecção de eventuais vazamentos de lixiviados (chorume), o analista deve verificar se a locação dos poços de monitoramento no aquífero freático observa qual critério técnico? 
Alternativas
Q4217733 Engenharia Ambiental e Sanitária
Coprocessamento em fornos de produção de clínquer e incineração convencional são tecnologias consolidadas para o tratamento térmico de resíduos. Qual é a característica operacional e de destinação final que diferencia o coprocessamento da incineração?
Alternativas
Q4217732 Engenharia Ambiental e Sanitária
Considere que um analista em engenharia ambiental e sanitária do MPGO avalia o Plano de Encerramento de um antigo lixão situado sobre a zona de recarga do Aquífero Bauru. Monitoramentos indicam que, apesar de desativado há cinco anos, o local apresenta parâmetros como amônia e compostos orgânicos voláteis na água subterrânea acima dos Valores de Intervenção. Para subsidiar tecnicamente uma Ação Civil Pública, qual diretriz o analista deve apontar em seu parecer como indispensável para a mitigação desse passivo?
Alternativas
Q4217710 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para instruir o inquérito civil instaurado e subsidiar a elaboração de um parecer técnico, um analista realizou a amostragem do material e solicitou ensaios laboratoriais de caracterização, os quais apresentaram os seguintes resultados:
• o resíduo não consta nos anexos A e B da ABNT NBR 10.004:2004;
• ausência de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade;
• concentrações inferiores ao máximo permitido nos ensaios de lixiviação da referida norma;
• concentrações de cloretos, sulfatos e ferro superiores aos padrões de potabilidade de água da referida norma.
Considerando essas informações, é correto afirmar que o material pertence à 
Alternativas
Q4216667 Engenharia Ambiental e Sanitária
É importante realizar a separação de resíduos, como copos descartáveis, folhas de papel e resíduos orgânicos, em recipientes diferentes. Essa prática é importante porque: 
Alternativas
Q4210886 Engenharia Ambiental e Sanitária
A construção civil figura entre as atividades que mais geram resíduos sólidos, sendo responsável por parcela significativa dos resíduos produzidos no país. Por esse motivo, a adequada gestão dos Resíduos Sólidos da Construção Civil (RSCC) deve iniciar ainda no canteiro de obras, por meio de correta segregação, acondicionamento, transporte e destinação final, contribuindo para a redução de desperdícios, a preservação ambiental, a organização do canteiro e o reaproveitamento de materiais recicláveis. Nesse contexto, de acordo com a classificação estabelecida pela Resolução CONAMA nº 307/02, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de resíduo Classe A. 
Alternativas
Q4210683 Engenharia Ambiental e Sanitária
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)

No encerramento do artigo, o autor apresenta uma alternativa prática para lidar com o problema da obsolescência programada. Segundo o texto, é correto afirmar que essa medida consiste em:
Alternativas
Q4209963 Engenharia Ambiental e Sanitária
Sobre os resíduos sólidos de serviços de saúde, é incorreto afirmar que 
Alternativas
Q4209339 Engenharia Ambiental e Sanitária
Uma prefeitura implantou a coleta seletiva em suas repartições e distribuiu lixeiras coloridas para orientar o descarte correto dos resíduos pelos servidores. O auxiliar de serviços gerais ficou responsável por recolher e encaminhar os materiais conforme o padrão de cores adotado no país. De acordo com a padronização de cores para a coleta seletiva, assinale a alternativa que indica corretamente a cor destinada ao descarte de papel:
Alternativas
Q4207288 Engenharia Ambiental e Sanitária
Assinale a alternativa correta sobre coleta seletiva e meio ambiente.
Alternativas
Q4205005 Engenharia Ambiental e Sanitária

Com o crescimento das cidades, a geração de resíduos sólidos urbanos aumentou significativamente. Quando descartado de forma inadequada, o lixo pode contaminar o solo e os corpos d'água, favorecer a proliferação de vetores de doenças e contribuir para a emissão de gases de efeito estufa. Por isso, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece diretrizes para o gerenciamento adequado desses materiais.


Considerando os diferentes métodos de tratamento e destinação dos resíduos sólidos, a alternativa que apresenta a prática mais adequada do ponto de vista ambiental é:

Alternativas
Q4198860 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante a coleta de resíduos, o servidor encontrou papéis, garrafas plásticas e restos de alimentos. A separação correta dos resíduos contribui principalmente para: 
Alternativas
Q4198833 Engenharia Ambiental e Sanitária
A biossegurança em estabelecimentos de saúde visa minimizar os riscos de transmissão de doenças e garantir a segurança de pacientes e trabalhadores durante a assistência. No que tange às normas para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, que são objeto de rigorosa inspeção pelo Fiscal Municipal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4198036 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante uma reunião de capacitação na agência de saneamento, o supervisor apresentou aos auxiliares de serviços gerais operacionais as boas práticas no manejo de resíduos sólidos e a importância da coleta seletiva no ambiente de trabalho. Após a reunião, foram apresentadas as seguintes afirmativas:

I.Resíduos contaminados com produtos químicos utilizados na manutenção das instalações da agência, como solventes e graxas, devem ser descartados no coletor de resíduos orgânicos, pois são de origem natural.
II.A coleta seletiva contribui para a redução do volume de resíduos encaminhados a aterros sanitários, favorecendo a reciclagem de materiais e a preservação ambiental.
III.Os sacos plásticos utilizados para o armazenamento temporário de resíduos sólidos devem ser substituídos quando estiverem com seu volume preenchido em até 2/3 da capacidade, evitando rompimentos e contato direto dos trabalhadores com os resíduos.

Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q4198034 Engenharia Ambiental e Sanitária
Na agência de tratamento de água e esgoto do município, foram instalados coletores coloridos em todos os setores, para os diferentes tipos de resíduos sólidos e coleta seletiva. Um auxiliar de serviços gerais operacionais foi orientado a separar corretamente os materiais coletados: latas de alumínio, garrafas PET, caixas de papelão, restos de refeição do refeitório e cacos de vidro descartados na área de manutenção.

Considerando as cores padronizadas dos coletores de coleta seletiva, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as cores corretas para o descarte de latas de alumínio e de papelão: 
Alternativas
Q4197511 Engenharia Ambiental e Sanitária
O gerenciamento adequado de resíduos sólidos em ambientes escolares constitui medida essencial para promoção da saúde pública, educação ambiental e prevenção de impactos sanitários. Nesse contexto, o manejo correto dos resíduos sólidos em edificações escolares contribui diretamente para ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Q4197510 Engenharia Ambiental e Sanitária
A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece uma hierarquia para a gestão dos resíduos. Segundo a Lei Federal nº 12.305/2010, a prioridade é ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Q4194022 Engenharia Ambiental e Sanitária

Julgue o item que se segue, relativo ao licenciamento ambiental e à gestão socioambiental em grandes obras, com base na legislação e nos normativos ambientais vigentes. 


A gestão integrada de resíduos de construção e demolição (RCD) em todos os canteiros de obra proporciona benefícios e otimização da logística, a exemplo da britagem in loco de entulho, que cria condições mais favoráveis ao transporte do material para aterros. 

Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: E
4: A
5: B
6: B
7: B
8: D
9: C
10: B
11: A
12: C
13: E
14: B
15: A
16: A
17: D
18: C
19: D
20: C