Questões de Concurso
Sobre hidráulica na engenharia ambiental e sanitária em engenharia ambiental e sanitária
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A técnica de sondagem elétrica vertical é a mais adequada para investigações de fraturas em terrenos cristalinos.
Nas barreiras reativas, o material reativo permeável é colocado dentro do aquífero, de modo a ser atravessado pela água contaminada, que se move por efeito do gradiente natural.
A capacidade de sorção das partículas de argila diminui com o aumento da quantidade de soluto sorvido, até que um limite máximo de soluto sorvido seja atingido.
A sorção geralmente é considerada nos modelos matemáticos de transporte de poluentes como instantânea e irreversível.
A dispersão mecânica é o processo dominante no espalhamento do traçador em condição estática ou de baixa velocidade.
No processo de advecção, a água dos vazios contendo soluto escoa sob a ação de um gradiente hidráulico, carregando consigo partículas de soluto.
Quando o processo de sorção é muito lento em relação à velocidade de fluxo da água no meio poroso, o soluto atinge uma condição de equilíbrio com a fase sorvida.
A equação da continuidade de Laplace é a equação básica do fluxo subterrâneo em condições anisotrópicas.
Nos modelos de aquífero confinado, as camadas acima e abaixo do meio poroso são impermeáveis e a condição de contorno nessas duas faces é de fluxo nulo.
Os modelos matemáticos asseguram que, em condições de anisotropia de permeabilidade, as linhas de fluxo não são ortogonais às equipotenciais.
Um aquífero é considerado homogêneo quando, em um dado ponto seu, o coeficiente de permeabilidade em todas as direções é o mesmo.
No cálculo da velocidade, utilizando-se a hipótese de Dupuit, para aquíferos não confinados, isotrópicos e com baixas declividades da superfície piezométrica verifica-se que o erro relativo é pequeno.
Nas redes de fluxo, em condições isotrópicas, todas as interseções entre linhas de fluxo e linhas equipotenciais devem ocorrer formando ângulos agudos.
Ao se traçar a rede de fluxo de uma barragem, a linha freática deve ser perpendicular ao talude de montante, que atua como uma linha equipotencial.
A divisão do volume de água que flui por unidade de tempo e por área média de vazios em uma seção transversal normal à direção macroscópica do fluxo determina a velocidade média do fluxo da água pelos poros do solo.
A permeabilidade intrínseca (k) de um material pode ser definida pela equação

em que K é a condutividade hidráulica, µ é a viscosidade dinâmica, ρ é a densidade do fluido e g é a aceleração da gravidade.
A medida de condutividade hidráulica (K) de uma amostra coletada em campo pode ser determinada em laboratório pelo método de carga constante, usando-se a seguinte relação:

em que V é o volume de água que flui no tempo t do experimento, A é a área da amostra por onde sai a água, h é a altura entre o nível de água constante e a amostra e L é o comprimento da amostra.
A fórmula de Manning, aplicada em cálculos hidráulicos referentes a canais, relaciona as seguintes variáveis: área, raio hidráulico, gravidade e coeficiente de rugosidade; sendo esta última determinada pelo método de incrementação (Cowan).
A circulação de água na zona não saturada do solo influencia o transporte de substâncias no subsolo, relacionando-se com o tempo de permanência delas no solo e os potenciais riscos de contaminação do lençol freático.