Questões de Concurso
Sobre saúde da mulher na atenção básica em medicina
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Nesse caso, qual é a conduta adequada?
Para esse caso, a conduta correta é solicitar
Com relação a esse caso, qual é a conduta adequada?
I - Em um paciente assintomático com uropatia obstrutiva de longa duração, o exame de urina pode ser normal ou apresentar alguns cilindros, leucócitos ou hemácias. Deve-se considerar nefropatia obstrutiva bilateral em um paciente com insuficiência renal aguda e exame de urina normal.
II - A uretrocistografia miccional diagnostica quase todas as obstruções uretrais e do colo vesical, assim como o refluxo vesicoureteral, mostrando adequadamente a anatomia e o volume de urina residual na bexiga após a micção (volume residual pós-miccional). É mais dificilmente feita em crianças, pois o diagnostico anormalidades anatômicas ou congênitas e feito via ressonância magnética. No entanto, isso pode ser feito em adultos se houver suspeita de estenose uretral.
III - A ultrassonografia é o principal exame para detecção de hidronefrose. Entretanto, a taxa de resultados falso-positivos é de 25% se apenas os critérios mínimos (visualização do sistema coletor) forem considerados no diagnóstico.
Segundo recomendações do Ministério da Saúde, os exames e os procedimentos que devem ser oferecidos à paciente são
Prurido intenso, dispaurenia superficial, edema de vulva, secreção vaginal esbranquiçada e grumosa aderente às paredes vaginais têm como diagnóstico e tratamento indicados, respectivamente:
Indique a alternativa CORRETA:
Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.
Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é
direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da
Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da
equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde
para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu
Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal
agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa
nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu
primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS
no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse
acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas
continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos,
Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria,
enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização,
confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa
apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC
antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois
meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a
alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto,
que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos,
Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em
que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve
conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.
O que Dra. Mariana precisa orientar para essas pacientes?
Leia o caso clínico abaixo e responda à questão
Mulher, de 30 anos, vem apresentado há três
meses episódios recorrentes de artrite nos
punhos e nas mãos, fadiga, rash fotossensível e
aftas orais. Exames complementares mostram
hemoglobina 10 g/dL, leucócitos 3000/mm3,
plaquetas normais, ureia 50 mg/dL,
creatinina 1,5 mg/dL; EAS com hematúria (10-
15 p/c).