Questões de Concurso
Comentadas sobre pneumologia em medicina
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Lactente, sexo masculino, de 5 meses de idade que foi trazido ao Pronto-Socorro com um histórico de tosse, desconforto respiratório e febre baixa há 48 horas. A mãe relata que a criança parece estar “chiando” ao respirar. Ao exame físico, há taquipneia, retrações intercostais e sibilos difusos à ausculta pulmonar. A saturação de oxigênio em ar ambiente é de 92%. Na radiografia de tórax, há hiperinsuflação pulmonar e infiltrados intersticiais. O teste rápido de antígeno para o vírus sincicial respiratório (VSR) é positivo.
Considerando a fisiopatologia da doença mais provável, assinale a alternativa correta.
Uma paciente de 64 anos, com diagnóstico de DPOC (classificada como GOLD E), eosinófilos no sangue < 300 células/μL, está em tratamento regular com LABA + LAMA. Ela apresenta exacerbação da DPOC com dispneia e hipoxemia, necessitando de internação hospitalar. A paciente encontra-se clinicamente estável e será acomodada em enfermaria.
A respeito da condução da paciente, em ambiente hospitalar, assinale a alternativa correta.
Um paciente adulto, do sexo masculino, com IMC 30, em investigação de sonolência diurna, retorna ao consultório após realização de uma polissonografia. Ele questiona, sobre o índice de apneia-hipopneia (IAH), até quantos eventos por hora podem ser considerados normais para um adulto.
A resposta correta a esse questionamento é:
Paciente idosa encaminhada ao consultório, com queixa de tosse e dispneia há mais de um ano, sem febre, sem perda de peso, nega infecção prévia por covid-19. Traz consigo exame de imagem realizado em serviço de urgência. Achados tomográficos: opacidades reticulares de predomínio basal e subpleural; bronquiectasias e bronquiolectasias de tração; faveolamento presente e ausência de vidro fosco.
Classifique o padrão de pneumonia intersticial usual (PIU), de acordo com os achados tomográficos.
Um paciente de 53 anos de idade, previamente hipertenso, é internado devido a pneumonia a direita e derrame pleural volumoso, este drenado na admissão hospitalar. Após 72h, o paciente mantém eventos de febre e piora do estado geral. Recebe ceftriaxona e azitromicina, em doses habituais para pneumonia da comunidade. Dreno de tórax bem locado, em selo d´água, oscilante, sem borbulhas. Conteúdo turvo, volume drenado nas últimas 24 horas de 50 mL. Análise parcial do líquido pleural: culturas em andamento; pH < 7,2; DHL > 1.000 UI/L; glicose < 40; predomínio de células polimorfonucleares; raio-X de tórax de controle mantém opacidade nos 2/3 inferiores do hemitórax direito. Exame de USG indispo nível na unidade em que o paciente se encontra.
Qual exame de imagem estaria indicado para seguir com a avaliação do paciente?
Paciente do sexo feminino, com 25 anos de idade, gestante de 20 semanas, iniciará o tratamento de tuberculose pulmonar bacilífera.
O esquema de tratamento de primeira escolha é
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 40 anos de idade, procura atendimento de pneumologista, com queixa principal de tosse sem expectoração e dispneia progressiva, mais acentuada há 3 meses, sem melhora com antibióticos para germes comunitários e tratamento empírico para asma. Nega eventos anteriores, viagens e contactantes tossidores. A paciente está em investigação com reumatologista de fraqueza progressiva da cintura escapular e pélvica, fenômeno de Raynaud e mãos de mecânico. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, apesar de emagrecida, eupneica em repouso, murmúrio vesicular preservado e estertores crepitantes em bases pulmonares, com saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente, mas com dessaturação para 85% ao final do teste de caminhada de 6 minutos. Força grau IV em braços e coxas, manobra de Mingazzini positiva e mãos de mecânico. Restante do exame sem alterações. A paciente trouxe exames laboratoriais recentes: hemograma, função renal e eletrólitos sem alterações significativas, dosagem de creatinofosfoquinase de 310 U/L (normal < 192 U/L); anticorpos anti PL12 e anti JO positivos.
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 40 anos de idade, procura atendimento de pneumologista, com queixa principal de tosse sem expectoração e dispneia progressiva, mais acentuada há 3 meses, sem melhora com antibióticos para germes comunitários e tratamento empírico para asma. Nega eventos anteriores, viagens e contactantes tossidores. A paciente está em investigação com reumatologista de fraqueza progressiva da cintura escapular e pélvica, fenômeno de Raynaud e mãos de mecânico. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, apesar de emagrecida, eupneica em repouso, murmúrio vesicular preservado e estertores crepitantes em bases pulmonares, com saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente, mas com dessaturação para 85% ao final do teste de caminhada de 6 minutos. Força grau IV em braços e coxas, manobra de Mingazzini positiva e mãos de mecânico. Restante do exame sem alterações. A paciente trouxe exames laboratoriais recentes: hemograma, função renal e eletrólitos sem alterações significativas, dosagem de creatinofosfoquinase de 310 U/L (normal < 192 U/L); anticorpos anti PL12 e anti JO positivos.
Com o fácil acesso à tomografia de tórax em serviços de saúde, achados como nódulos pulmonares e calcificações têm sido frequentes, mesmo em pacientes saudáveis e sem histórico de tabagismo.
A apresentação de calcificação pulmonar que sugere malignidade é
É considerado abandono do tratamento para tuberculose quando o paciente, após ter iniciado o tratamento, deixa de comparecer à unidade de saúde por mais de 30 dias consecutivos após a data aprazada para seu retorno. Os fatores mais citados como motivadores do abandono do tratamento são melhora dos sintomas, abuso de drogas e álcool, falta de conhecimento sobre a doença, problemas financeiros e familiares.
Qual a conduta inicial indicada pelo Ministério da Saúde para reingressos após abandono, com suspeita de recidiva de tuberculose pulmonar ou laríngea, tendo como referência o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil?