Questões de Concurso Comentadas sobre pneumologia em medicina

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Q2036914 Medicina
A pneumonia por Pneumocystis jiroveci é a mais frequente infecção oportunista em crianças infectadas pelo HIV. A faixa de maior risco é a do primeiro ano de vida. Assinale a opção que indica a profilaxia da pneumonia por Pneumocystis jiroveci, no primeiro ano de vida, em crianças com infecção vertical por HIV. 
Alternativas
Q2036912 Medicina
As vacinas pneumocócicas conjugadas são essenciais na prevenção de doença invasiva por S. pneumoniae e nesta pandemia, junto com o uso da vacina influenza, podem reduzir as taxas de morbimortalidade por doenças respiratórias relacionadas a estes agentes. A respeito das vacinas pneumocócicas conjugadas, analise as afirmativas a seguir.


I. Após a introdução da vacina pneumocócica 10 valente houve um aumento da incidência de sorotipos não contemplados na vacina em crianças com meningite pneumocócica. II. As crianças as principais portadoras da bactéria em nasofaringe, o efeito da vacinação pediátrica é capaz de reduzir o estado de portador, “imunidade de rebanho”. III. A vacina pneumocócica conjugada 10 valente contempla o sorotipo 19, cada vez mais associado à resistência aos antibióticos e ao surgimento de multirresistência.

Está correto o que se afirma em  
Alternativas
Q2036910 Medicina
O tratamento e a profilaxia com antibióticos nos pacientes com fibrose cística, visa a reduzir a progressão da função pulmonar e a morbidade. Para pacientes com fibrose cística no primeiro episódio de isolamento de P. aeruginosa na via aérea sem exacerbação pulmonar aguda, assinale a opção que indica a conduta correta.  
Alternativas
Q2036909 Medicina
O tratamento da infecção pelo vírus influenza, além das medidas de suporte, hidratação, repouso e sintomáticos, baseia-se no uso de antivirais específicos.

Em relação ao uso de antivirais, analise as afirmativas a seguir.


I. A eficácia dos antivirais é maior a partir de 48 horas do surgimento dos sintomas. II. Os antivirais diminuem o risco da ocorrência de complicações associadas à gripe (bronquite, otite média aguda e pneumonia). III. Os antivirais disponíveis e recomendados para o tratamento, no Brasil, são o oseltamivir e a amantadina.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2036908 Medicina
No tratamento das pneumonias comunitárias não complicadas em criança com reações de hipersensibilidade tipo 1 (mediadas por IgE) a penicilina, a escolha em geral é um macrolídeo. Assinale a opção que contém a droga de escolha para pneumonias comunitárias não complicadas, quando um macrolídeo não está. 
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Q2036907 Medicina
Assinale a opção que associa corretamente a fisiopatologia da insuficiência respiratória e a patologia de base.
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Q2036906 Medicina
De acordo com o Programa de Infecções Respiratórias Agudas do Ministério da Saúde, assinale a opção que contém um critério de pneumonia grave.
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Q2036904 Medicina
A tuberculose na criança apresenta especificidades que devem ser consideradas durante a investigação diagnóstica. A respeito dos métodos diagnósticos de tuberculose abaixo de 10 anos, analise as afirmativas a seguir.


I. O teste rápido molecular deve ser utilizado nos casos de recidiva e retratamento. II. O diagnóstico de tuberculose pulmonar em crianças abaixo de 10 anos deve ser realizado com base no sistema de pontuação ou escore. III. O IGRA (Interferon-Gamma Release Assays) está indicado para o diagnóstico de ILTB (infecção latente de tuberculose) em crianças menores de 2 anos de idade.

Está correto o que se afirma em  
Alternativas
Q2033495 Medicina
Durante a necropsia um dos pulmões pode ser insuflado para melhor fixação e qualidade do estudo microscópico. A técnica utilizada para se obter um bom resultado é 
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Q2013321 Medicina
Antônio, 5 anos, é levado por seu pai para o Hospital da Criança devido ao diagnóstico de Pneumonia Adquirida na comunidade, de evolução há 5 dias, tendo sido iniciado tratamento domiciliar pela médica da UBS. Mas como houve piora do estado geral da criança, a profissional o encaminhou para o Pronto Atendimento. Qual dos achados é determinante para internação do paciente?
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Q2013167 Medicina
Caracteriza-se por uma responsividade aumentada da traqueia e brônquios a diversos estímulos que se manifesta clinicamente por crises recorrentes de obstrução das vias aéreas, reversíveis espontaneamente ou em resposta à terapia medicamentosa. Trata-se de:
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Q2007114 Medicina
As afirmativas a seguir representam manifestações clínicas da Obstrução Inflamatória Aguda das Vias Aéreas Superiores, EXCETO:
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Q2001560 Medicina
O tromboembolismo pulmonar (TEP) é, geralmente, uma complicação de: 
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Q1948946 Medicina
A coqueluche é uma infecção respiratória, transmissível e causada por bactéria. Está presente em todo o mundo. Sua principal característica são crises de tosse seca. Pode atingir, também, tranqueia e brônquios. Com base nessa informação analise as afirmativas abaixo:

I- A transmissão da coqueluche ocorre, principalmente, pelo contato direto do doente com uma pessoa não vacinada por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou até mesmo ao falar.
II- Em alguns casos, a transmissão pode ocorrer por objetos recentemente contaminados com secreções de pessoas doentes. Isso é pouco frequente, porque é difícil o agente causador da doença sobreviver fora do corpo humano, mas não é impossível.
III- O período de incubação do bacilo, ou seja, o tempo que os sintomas começam a aparecer desde o momento da infecção, é de, em média, 5 a 10 dias podendo variar de 4 a 21 dias e, raramente, até 42 dias.

Assinale a alternativa CORRETA.
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Q1946842 Medicina
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma doença de alta morbimortalidade, tendo como consequência, desde dificuldade para desenvolver atividades diárias, até representar quase 5% dos óbitos mundiais. Seu tratamento depende do estágio da doença.
A alternativa que classifica a DPOC como leve - estágio I é
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Q1910265 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

A abordagem adequada frente à demanda, ilustrada na questão anterior, de Edberto quanto a exames de rastreio de câncer de pulmão configura que nível de Prevenção? 
Alternativas
Q1910264 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Em sua consulta com Edberto, ele refere que o medo de desenvolver câncer de pulmão é uma das razões que o motiva a parar de fumar. Ele, então, pergunta se você pode solicitar algum exame de rastreio para câncer de pulmão nele. De acordo com recomendações nacionais para o rastreio do câncer de pulmão, assinale a alternativa com a conduta adequada. 
Alternativas
Q1910216 Medicina
Paciente feminina, 25 anos, em acompanhamento por asma, desde a adolescência, no momento em uso de Budesonida inalatória 400 mcg duas vezes ao dia. Vem apresentando tosse e sibilância que cessam com o uso de salbutamol inalatório, pelo menos três vezes por semana, nos últimos quatro meses. Refere que neste período acordou 2 vezes à noite com crise de asma. Negou fatores precipitantes ou exposições ambientais relevantes ou novas. Neste contexto, a estratégia terapêutica preferencial seria: 
Alternativas
Q1910213 Medicina
Homem de 35 anos apresenta quadro de tosse produtiva com expectoração amarelada, há 2 dias, associada a febre. Ao exame físico, apresenta crepitações em base direita, estado confusional, pressão arterial 80x50mmHg e frequência respiratória de 26irpm. Radiografia de tórax evidencia infiltrado alveolar em base direita. Qual o tratamento inicial mais adequado para esse caso clínico? 
Alternativas
Q1910210 Medicina

Homem, 70 anos, vem em consulta ambulatorial queixando-se de dispneia progressiva nos últimos 2 meses e, agora, em repouso. Relata também edema de membros inferiores e acorda com falta de ar durante a noite. É hipertenso e obeso. Fez um ECG, que revelou sinais de sobrecarga ventricular esquerda e um ecocardiograma, com FEVE = 65%, disfunção diastólica, pressão sistólica na artéria pulmonar de 40mmHg e sinais de aumento de pressões no enchimento do VE (E/e’ > 9). Está em uso de Losartana 50mg 2 vezes ao dia e Hidroclorotiazida 25mg cedo. Ao exame físico: PA = 150 x 90mmHg, FC = 80bpm, crepitações pulmonares em terço inferior bilateralmente, ausência de sopros cardíacos, edema de membros inferiores de 2+/4+. LEGENDA: VE = Ventrículo Esquerdo; FEVE = Fração de Ejeção do VE

Qual é sua conduta inicial? 

Alternativas
Respostas
3881: E
3882: D
3883: E
3884: C
3885: C
3886: D
3887: A
3888: B
3889: E
3890: B
3891: C
3892: B
3893: B
3894: C
3895: B
3896: D
3897: A
3898: C
3899: A
3900: D