Questões de Concurso
Comentadas sobre pneumologia em medicina
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I – Tem início agudo. II – Acomete mais as mulheres. III – Em 50% dos casos, afeta pleura com formação de empiema.
I – Está frequentemente associada à polipose nasal.
II – Ocorre exclusivamente em pacientes imunodeprimidos.
III – Costuma ser difícil diferenciar a rinossinusite aguda viral da bacteriana.
I – Os pacientes podem apresentar sintomas perenes ou intermitentes.
II – A rinite não alérgica é definida pela presença de um ou mais sintomas como prurido, espirros, congestão nasal não desencadeados por mecanismos dependentes de IgE.
III – Os sintomas nasais característicos da rinite alérgica são bem diferentes dos sintomas da rinite não alérgica.
I – Hemoculturas são positivas em > 30% dos casos.
II – Empiema ocorre em > 10% dos pacientes com pneumonia.
III – Leucopenia não é comum nas pneumonias pneumocócicas.
I – Corticoides sistêmicos não podem ser utilizados no tratamento.
II – Antileucotrienos não podem ser utilizados em nenhuma hipótese.
III – Omalizumab não reduz a frequência das exacerbações em pacientes graves.
I – A deficiência de alfa-1-antitripsina (AAT) é uma doença genética associada com altos níveis da proteína AAT e maior risco de desenvolver DPCO.
II – A tosse é o sintoma mais frequente no portador de DPOC.
III – É uma doença frequente, prevenível e curável. Caracteriza-se por obstrução ao fluxo de ar, persistente e geralmente progressiva.
I – A deficiência de alfa-1-antitripsina (AAT) é uma doença genética associada com altos níveis da proteína AAT e maior risco de desenvolver DPOC.
II – A tosse é o sintoma mais frequente no portador de DPOC.
III – É uma doença frequente, prevenível e curável. Caracteriza-se por obstrução ao fluxo de ar, persistente e geralmente progressiva.
(__) Apesar de fornecer fração inspirada de oxigênio de até 100%, não fornece pressão expiratória final positiva.
(__) Reduz trabalho pulmonar.
(__) Fornece oxigênio aquecido a até 60 L/min, com fração inspirada de oxigênio de até 100%.
(__) Não altera mortalidade em paciente com insuficiência respiratória aguda.
I – A espirometria é essencial para confirmar o diagnóstico.
II – Em nenhum caso acomete crianças.
III – Parar de fumar aumenta a sobrevida, reduz a mortalidade, mas não retarda o progresso da doença.
I – Fatores ambientais e genéticos podem gerar e/ou agravar a asma.
II – É uma doença respiratória pulmonar pouco comum.
III – Não tem cura, mas, com tratamento adequado, os sintomas podem melhorar e, até mesmo, desaparecer ao longo do tempo.
I – Trata-se de método eficaz no rastreamento de infecção latente, e essa prova deve ser feita somente com indivíduos a partir dos 10 (dez) anos de idade.
II – Restringe-se a indivíduos sintomático-respiratórios.
III – A repetição da prova em indivíduos com teste inicial negativo não é necessária.