Questões de Concurso
Comentadas sobre pediatria e neonatologia em medicina
Foram encontradas 14.692 questões
I. Dentre os benefícios da nutrição enteral, podemos citar: redução da translocação bacteriana, menor risco de complicações que a nutrição parenteral e auxílio da recuperação intestinal. II. Em caso de impossibilidade de nutrição plena enteral, a nutrição enteral trófica deve ser associada, sempre que possível, à dieta parenteral. III. O uso de sondas para alimentação está indicado sempre que houver impossibilidade da via oral, e as sondas de gastrostomia ou jejunostomia estão indicadas se a expectativa de tempo de uso da sonda ultrapassar 4 semanas. IV. As dietas enterais podem ser classificadas, de acordo com o seu conteúdo de carboidrato e proteína, em: poliméricas, semi-elementares e elementares.
Quais estão corretas?
I. A definição dessas condições pode ser simplificada como o acúmulo excessivo e anormal de gordura, que tem o potencial de prejudicar a saúde. II. Nos últimos anos, houve um aumento global da prevalência de sobrepeso e obesidade entre as crianças e adolescentes. III. Com a aferição de peso e estatura, ou comprimento, é possível realizar o cálculo do Índice de Massa Corporal – IMC (peso em quilos dividido pela altura em metros elevada ao quadrado); a interpretação dessa informação deve ser realizada com o uso de gráficos ou tabelas para a classificação, sendo que o uso dessas ferramentas representa o melhor método para diagnóstico de sobrepeso e obesidade na infância.
Quais estão corretas?
I. A saúde da nutriz é parte importante para o sucesso do aleitamento materno e um dos cuidados que ela deve ter é com a alimentação, devendo consumir, preferencialmente, alimentos in natura e minimamente processados. II. A oferta de fórmulas infantis com o objetivo de complementar o aleitamento materno não deve ser feita de rotina, devendo ser reservada para casos em que há situação metabólica ou nutricional específica que indique a sua realização. III. A presença da rede de apoio é importante a fim de garantir suporte à nutriz, permitindo-a que descanse adequadamente, pois este é um fator que pode influenciar na produção do leite.
Quais estão corretas?
I. O crescimento normal é dividido em cinco fases, de acordo com o período da vida. II. Em todas as fases, os mesmos fatores determinantes exercem influência na velocidade do crescimento. III. A velocidade de crescimento é linear ao longo da vida. IV. É possível prever o crescimento de crianças e adolescentes de acordo com a fase da vida.
Quais estão corretas?
( ) Todo paciente em uso de nutrição parenteral com cateter central, ao apresentar-se com febre, deve ser considerado como apresentando infecção de corrente sanguínea, até que se prove o contrário. ( ) O fósforo deve ser adicionado na forma de fosfato inorgânico, a fim de evitar precipitação de cálcio-fósforo. ( ) Mesmo em pacientes que recebem adição de cálcio à formulação da nutrição parenteral, é necessário realizar avaliação periódica da mineralizarão óssea em caso de recebimento prolongado de nutrição parenteral. ( ) O uso de emulsões lipídicas 100% à base de soja deve ser evitado em pacientes com colestase.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Distúrbios gastrointestinais funcionais (FGID) são condições comuns entre crianças e são caracterizados por sintomas gastrointestinais recorrentes que não são atribuíveis a problemas estruturais ou anormalidades bioquímicas ou como comorbidade de doença orgânica.
II. FGID na infância também estão ligados à progressão do distúrbio na idade adulta, de modo que 25% das crianças que apresentam dor abdominal podem subsequentemente desenvolver síndrome do intestino irritável (SII) quando adultas.
III. Segundo os critérios de Roma IV, a síndrome do vômito cíclico e enxaqueca abdominal são consideradas parte da mesma família de distúrbios e, como tal, manifestam-se frequentemente no mesmo paciente.
IV. Crianças que utilizam o banheiro para urinar e evacuar e não usam fraldas podem ser diagnosticadas com constipação funcional se apresentarem pelo menos dois dos seguintes critérios: duas ou menos defecações por semana, história de fezes excessivas, retenção, história de movimentos intestinais dolorosos, história de fezes de grande diâmetro e/ou presença de uma grande massa fecal no reto.
V. A definição de Roma IV traz que a dispepsia funcional não exige que os pacientes descrevam a dor como sintoma predominante. Os pacientes podem apresentar pelo menos um dos seguintes sintomas: plenitude pós-prandial, saciedade precoce, dor epigástrica ou queimação.
Quais estão corretas?
I. Sangramento por varizes de esôfago deve ser considerado somente em crianças com hepatopatia crônica.
II. Trombose de veia porta pode ser causa de sangramento digestivo alto por sangramento de varizes de esôfago e de estômago em crianças.
III. O uso de anti-inflamatórios não esteroides pode causar sangramento digestivo alto, mas sem repercussão na hemoglobina.
IV. Crianças com sangramento digestivo alto devem ser submetidas à endoscopia somente após estabilização hemodinâmica.
V. O uso de inibidor de bomba de próton é recomendado no manejo inicial de crianças com sangramento digestivo alto.
Quais estão corretas?
I. É uma doença congênita e a neuropatia entérica mais comum.
II. O tratamento é cirúrgico com remoção da área com aganglionose e anastomose coloanal se possível ou colostomia até que seja possível fazer a anastomose coloanal.
III. O diagnóstico definitivo deve ser feito com RX enema opaco.
IV. Faz parte do diagnóstico diferencial de constipação, principalmente, em adolescentes.
V. A biópsia de reto mostra ausência de gânglios no plexo mioentérico na camada muscular própria.
Quais estão corretas?
I. As terapias atuais incluem bloqueadores do receptor H2 de histamina, corticosteroides orais como prednisolona, terapia dietética com fórmula de aminoácido ou eliminação alimentar empírica e dilatação endoscópica.
II. Lactentes e crianças menores são mais propensas a apresentar sintomas ou sinais inespecíficos, como déficit de crescimento, dificuldades alimentares e vômitos.
III. Em pacientes com esofagite eosinofílica, períodos mais longos de inflamação não tratada estão associados a uma maior prevalência de fibrose esofágica, disfagia e impactação alimentar.
IV. Uma das abordagens dietéticas é a eliminação dos seis grupos de alimentos associados à esofagite eosinofílica: leite, trigo, ovos, soja, amendoim/nozes e peixe/marisco.
V. Os inibidores de bomba de próton (IBPs) são a terapia de escolha para tratamento de esofagite eosinofíllica depois que o tratamento com corticosteroides tópicos ou orais falharam em proporcionar redução do número de eosinófilos na biópsia de esôfago de controle.
Quais estão corretas?