Questões de Concurso
Comentadas sobre oncologia em medicina
Foram encontradas 6.187 questões
As lesões malignas da orofaringe mais comuns são os carcinomas de células escamosas, seguidos dos linfomas e dos adenocarcinomas.
Alguns processos inflamatórios específicos podem se apresentar, clinicamente, de forma semelhante aos tumores malignos da orofaringe.
A endoscopia de contato da laringe é um novo método que permite analisar, nos tecidos vivos, as células e a arquitetura vascular, inclusive com verificação do fluxo sanguíneo. Assim, é possível a detecção de locais de tecidos anormais, inclusive neoplásicos, característica que permite que esse exame substitua a biópsia em casos muito bem selecionados.
O câncer da nasofaringe está associado ao vírus Epstein-Barr e ao vírus herpes tipo 2.
As queixas mais frequentes dos indivíduos com carcinona na nasofaringe são a hipoacusia e a tumoração cervical.
O angiofibroma é o tumor benigno mais comum da nasofaringe, e os principais sinais sintomas são a obstrução nasal, a tumoração na nasofaringe e a epistaxe recorrente.
A rica rede linfática no tecido submucoso ao redor do hipofaringe forma um compartimento que impede a disseminação do carcinoma para os linfonodos adjacentes.
A otalgia referida nas doenças malignas da hipofaringe indica acometimento do nervo de Arnold, que é ramo do nervo vago.
A síndrome de Plummer-Vinson apresenta-se com disfagia, formação de membranas na hipofaringe e esôfago e anemia ferropriva.
O carcinoma espinocelular representa 20% dos tumores malignos que atingem a orofaringe.
O pilar amidaliano anterior e a amídala palatina são os locais mais comuns dos tumores malignos da orofaringe.
O linfangioma é uma lesão maligna caracterizada por proliferação de vasos linfáticos e sua ocorrência é rara na orofaringe.
Na classificação dos linfomas, os que nascem nos linfonodos, amídalas, timo, baço, anel de Waldeyer e placas de Peyer do intestino delgado são classificados como linfoma nodal.
No CID-O, uma lesão é considerada sobreposta quando ultrapassa duas ou mais localizações contíguas dentro de uma categoria de três caracteres e cujo ponto de origem não possa ser determinado.
Os códigos referentes ao comportamento biológico da neoplasia indicam se ela é benigna, se tem potencial maligno incerto, se é uma lesão maligna in situ, se é uma lesão maligna invasiva ou se é metastática.
Neoplasias decorrem de mutações genéticas que afetam ou os genes supressores tumorais, ou os oncogenes, provocando anaplasia celular.
De todas as lesões neoplásicas que podem afetar o pâncreas, o adenocarcinoma ductal é o mais importante, não só pela incidência, como também pela gravidade.
Na icterícia obstrutiva por câncer pancreático, a drenagem biliar por prótese é eficaz; leva à regressão da icterícia e do prurido. As estenoses biliares distais são drenadas com sucesso na maioria dos casos.
Dos inúmeros marcadores tumorais que podem ser utilizados no diagnóstico e estadiamento do câncer de pâncreas, o melhor é o CA 19-9.
Quando diagnosticado, cerca de 50% dos pacientes já têm tumor local altamente avançado; em todos os casos de câncer de pâncreas, a sobrevida de cinco anos é de 5% a 10%.